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fossas sanitfossas sanitááriasrias

lixo e entulhoslixo e entulhos

colúvio

Fm Barreiras - arenosa

Fm Barreiras Camadas alternadas

Fm Barreiras – leque proximal

Solo residual UFPE cabeceira

tabuleiro vertentes

BARREIRABARREIRA ou ou TALUDETALUDE

Ocupação planejadaOcupação espontânea

Base daencosta= atingimento

Alto daencosta= queda Posiçãomédia= atingimentoe queda zonas de saturação gradual do solo surgência d'água

FossasFossas ÁÁguas servidasguas servidas Vazamentos de tubosVazamentos de tubos

CONCENTRACONCENTRAÇÇÃO DE ÃO DE ÁÁGUASGUAS Fonte: Cartilha Salvador/BA

Fonte: Cartilha RMR

coco jambo mamão banana fruta-pão manga jaca árvores grandes algumas árvores acumulam água no solo e provocam queda de barreiras.

pequenas fruteiras, plantas medicinais e de jardim.

pinha, acerola, urucum, laranja, limão, araçá, goiaba, pitanga, carambola, pata-de-vaca, hortelã, jasmim, rosa, leucena, cidreira, boldo e capim santo.

Pode-se plantar: UFPE

-estalos e fissuras nas paredes;

-árvores e postes inclinados;

-batentes no solo;

-surgênciasde água;

- embarrigamento no pédo talude.

expressa a probabilidade de ocorrência do processo destrutivo.

expressa a fragilidade dos elementos ameaçados pelo processo

R = P (ƒS) * C (ƒV) * g-1

R = risco P = possibilidade ou probabilidade de acidente C = conseqüências V = vulnerabilidade G = gerenciamento

Possibilidade de ocorrência de acidentes, onde a perda potencial de vidas e de patrimônio é considerada.

Análise quantitativa (risco probabilístico)

Análise qualitativa (risco relativo)

Wonget al. (1997)

Pacheco (2001) Fellet al. (2005) Pacheco & Coutinho (2006)

Gusmão Filho et al. (1992)

Augusto Filho (1994) IPT (1994)

Casciniet al. (2005) MCidades (2006)

ANANÁÁLISE DE RISCO LISE DE RISCO ((MCidadesMCidades, 2006), 2006) HIERARQUIZAÇÃO DOS RISCOS (para um inverno) os condicionantes predisponentes e a falta de intervenção são de baixa potencialidadepara o desenvolvimento dos processos. Não se observa(m) evidência(s) de processos de instabilizaçãode encostas. Éa condição menos crítica. Mantidas as condições existentes, não se espera a ocorrência de eventos destrutivos.

os condicionantes predisponentes e a falta de intervenção são de média potencialidadepara o desenvolvimento de processos. Observase a presença de algumas evidências de instabilidade. Processo de instabilizaçãoem estágio inicialde desenvolvimento. É reduzida a possibilidade de ocorrênciade eventos destrutivos.

os condicionantes predisponentes e a falta de intervenção são de alta potencialidadepara a ocorrência dos processos. Observa-se a presença de significativas evidências de instabilidades. Processode instabilizaçãoem pleno desenvolvimento. É possívela ocorrência de eventos destrutivos.

os condicionantes predisponentes e a falta de intervenção são de muito alta potencialidade para a ocorrência dos processos. As evidências de instabilidade são expressivasem grande número ou magnitude. Processo de instabilizaçãoem avançado estágio de desenvolvimento. Éa condição mais crítica. Émuitoprovável a ocorrência de eventos destrutivos.

Risco Baixo

(R1)Risco Médio (R2)

Risco Alto (R3)Risco Muito Alto (R4)

nnúúmeros (1, 2, 3, etc.);meros (1, 2, 3, etc.); termos termos lingulinguíísticossticos(baixo, m(baixo, méédio, alto, muito alto);dio, alto, muito alto); cadastramento zoneamento MMÉÉTODOS DE MAPEAMENTOTODOS DE MAPEAMENTO

Rio Camaragibe Rio das Tintas

SETOR 2 (R2) SETOR 1 (R4)

Feita em escritório, utilizando MAPAS, FOTOS, IMAGENS e CADASTROS

Feita no campo com o auxílio de FICHAS DE CAMPO (checklist)

((MCidadesMCidades)) UFPE

MAPEAMENTO DE RISCO MAPEAMENTO DE RISCO ((MCidadesMCidades))

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