Transparencia amabis martho

Transparencia amabis martho

(Parte 1 de 4)

•25 PRANCHAS COLORIDAS •ILUSTRAÇÕES DOS LIVROS FUNDAMENTOS DA BIOLOGIA MODERNA E BIOLOGIA, DE AMABIS E MARTHO •TEXTOS EXPLICATIVOS PARA CADA PRANCHA

Esta coleção de imagens em transparência reúne ilustrações dos livros Fundamentos da Biologia Moderna (volume único) e Biologia (3 volumes). As vinte e cinco pranchas da coleção trazem alguns dos principais temas de Biologia para o ensino médio, e são acompanhadas de textos explicativos concisos sobre cada imagem.

Autilização de transparências em retroprojetor é simples e prática. Uma de suas grandes vantagens é permitir a projeção em ambientes relativamente iluminados, como a própria sala de aula, valorizando a utilização da lousa e do giz. Além disso, pode-se cobrir parte de uma transparência ou projetar duas delas simultaneamente, o que torna seu uso muito versátil.

Esperamos que este material, além de ajudar o professor em suas aulas, motive os estudantes a explorar melhor as ilustrações de seu livro didático. Aproveitamos para agradecer, também, pela preferência por nossas obras.

J. M. Amabis / G. R. Martho Editora Moderna

Os seres vivos fazem parte de um sistema organizado em níveis hierárquicos. A matéria viva é constituída por centenas de tipos de átomo (elementos químicos), que formam as moléculas das substâncias orgânicas. Estas, por sua vez, constituem os diversos tipos de organela presentes nas células vivas. No caso dos seres multicelulares, as células reúnem-se em tecidos, que constituem os diversos órgãos corporais. Os órgãos compõem os sistemas e estes, em conjunto, formam o organismo. A organização biológica prossegue além do nível individual. Organismos de mesma espécie formam populações. Populações de diferentes espécies convivem e interagem, constituindo as comunidades biológicas (ou biocenoses). A interação de uma comunidade com os fatores ambientais (o biótopo) compõe o ecossistema. A mais alta hierarquia biológica é a biosfera, que reúne o conjunto de ecossistemas da Terra.

Biologia das Células - vol. 1 - pg. 8 1

TIPOS BÁSICOS DE CÉLULA 2

A célula das plantas superiores é eucariótica: apresenta núcleo delimitado pela carioteca, além de sistemas membranosos e organelas no citoplasma. É envolta externamente pela parede celulósica, um revestimento resistente constituído por moléculas de celulose, que protege a membrana plasmática. Entre as organelas da célula vegetal destacam-se os cloroplastos, onde ocorre a fotossíntese. Células vegetais diferenciadas geralmente apresentam um grande vacúolo central.

As bactérias são organismos unicelulares, e sua célula é procariótica: o material genético está disperso no citoplasma formando o nucleóide, e não há sistemas membranosos nem organelas no citoplasma. A célula bacteriana é protegida por uma parede celular constituída por peptidoglicanos (carboidratos ligados a oligopeptídios). Certas espécies de bactéria apresentam flagelos responsáveis pela movimentação.

A célula animal é eucariótica. É delimitada pela membrana plasmática e apresenta diversos tipos de organela no citoplasma. Entre as estruturas citoplasmáticas típicas da célula animal destacam-se os centríolos, relacionados à formação do fuso acromático e dos cílios e flagelos

BCÉLULA BACTERIANA Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 85 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 59

CCÉLULA ANIMAL Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 85 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 59

ACÉLULA VEGETAL Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 84 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 58

3 MEMBRANA PLASMÁTICA

BFAGOCITOSE E PINOCITOSE Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 115 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 124

CBOMBA DE SÓDIO E POTÁSSIO Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 115 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 123

AMODELO MOLECULAR DA MEMBRANA PLASMÁTICA Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 112 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 118

A membrana plasmática é uma finíssima película constituída por duas camadas de moléculas de fosfolipídio com proteínas incrustradas. Células animais apresentam moléculas de glicídio presas às proteínas da superfície externa da membrana, formando uma malha frouxa, conhecida como glicocálix.

A fagocitose é usada pelas células para englobar partículas de dimensões relativamente grandes. Já a pinocitose é um processo de englobamento de líquido ou de pequenas partículas.

A bomba de sódio e potássio é um conjunto de proteínas especializadas no transporte de íons sódio e de íons potássio através da membrana plasmática. A cada ciclo de atividade, a bomba lança três íons sódio para fora da célula e dois íons potássio para dentro. Esse processo demanda energia, obtida pela degradação de moléculas de ATP.

4 SÍNTESE DE PROTEÍNAS

Tabela que mostra a correspondência entre os códons do RNA mensageiro e os aminoácidos da proteína. Diversos aminoácidos têm mais de um códon correspondente. A cisteína, por exemplo, tem dois códons (UGU e UGC), a isoleucina tem três (UAU, UAC e UAA) e a leucina tem seis (UUA, UUG, CUU, CUC, CUA e CUG). Por isso, o sistema de codificação genética é chamado degenerado. Entretanto, ele não é ambíguo, pois nenhum códon corresponde a dois aminoácidos. Toda proteína têm metionina como primeiro aminoácido, pois seu códon (AUG) sinaliza o início da síntese. “FIM” identifica os códons de término (UAA, UAG e UGA), que sinalizam o fim da transcrição.

À medida que o ribossomo se desloca sobre o RNA mensageiro, percorrendo a seqüência de códons, encaixam-se os RNA transportadores com anticódons complementares. Cada aminoácido que chega ao ribossomo é logo anexado à cadeia polipeptídica em crescimento, até que seja encontrado um códon de término, que marca o fim da tradução.

Tradução gênica é sinônimo de síntese de proteínas. Nesse processo, a mensagem codificada pela seqüência de bases da molécula de RNA mensageiro orienta a ordenação dos aminoácidos e determina, assim, o tipo de proteína que será formado. Participam da síntese de proteínas o ribossomo, sobre o qual o processo ocorre, e moléculas de RNA transportador, responsáveis pelo transporte dos aminoácidos até o local da síntese.

As subunidades menor e maior do ribossomo juntam-se no início da síntese de proteínas. Depois de percorrer o RNAm e sintetizar a proteína, as duas subunidades desligam-se do RNAm e separam-se.

ATABELA DE CODIFICAÇÃO GENÉTICA Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 154 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 318

BTRADUÇÃO GÊNICA Biologia das Populações - vol. 3 - pg. 171

ETAPAS DA TRADUÇÃO GÊNICAC Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 157 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 323

DDESLOCAMENTO DO RIBOSSOMO SOBRE O RNAm Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 157 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 323

A metáfase é a fase da mitose em que os cromossomos estão duplicados e altamente condensados. É nessa fase que eles se ligam ao fuso acromático por meio de fibras formadas a partir dos centrômeros.

Mitose é um processo de divisão celular pelo qual uma célula eucariótica origina, em uma seqüência ordenada de etapas, duas células-filhas cromossômica e geneticamente idênticas. O processo é dividido em quatro fases: prófase, metáfase, anáfase e telófase. A mitose pode ocorrer tanto em células haplóides (n) quanto em células diplóides (2n), e as células-filhas têm sempre o mesmo número de cromossomos que a célula-mãe (divisão equacional). Nos detalhes, acima e à direita de cada desenho, fotomicrografias de células de raiz de cebola, nas quatro fases da mitose.

Durante a anáfase os cromossomos migram para os pólos da célula pelo deslizamento de suas fibras centroméricas sobre as fibras contínuas do fuso acromático.

CROMOSSOMO EM METÁFASEFundamentos da Biologia Moderna, pg. 168 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 208 B

CROMOSSOMO EM ANÁFASEFundamentos da Biologia Moderna, pg. 168 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 209 C

FASES DA MITOSEFundamentos da Biologia Moderna, pg. 167 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 206 A

DIVISÃO CELULAR: MITOSE 5

DIVISÃO CELULAR: MEIOSE Biologia das Células - vol. 1 - pg. 228-234

Meiose é um processo de divisão celular em que uma célula diplóide origina, em uma seqüência ordenada de etapas, quatro células-filhas haplóides, ou seja, com metade do número de cromossomos que existia na célula-mãe. A meiose compreende duas divisões celulares sucessivas, cada uma dividida em quatro fases principais: prófase I, metáfase I, anáfase I e telófase I; prófase I, metáfase I, anáfase I e telófase I. As principais diferenças entre a primeira divisão da meiose a mitose são: os cromossomos homólogos emparelham-se na prófase I e não ocorre divisão do centrômero na metáfase I. Na anáfase I os cromossomos homólogos migram para pólos opostos, cada um constituído por duas cromátides unidas pelo centrômero. Durante a prófase I, enquanto os cromossomos homólogos estão emparelhados, podem ocorrer trocas de pedaços entre cromátides homólogas (permutação ou crossing-over), levando à recombinação de genes maternos e paternos. A segunda divisão da meiose é idêntica a uma mitose.

7 DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO (I)

DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DO ANFIOXOBiologia das Células - vol. 1 - pg. 400 B

DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO DE UM ANFÍBIOBiologia das Células - vol. 1 - pg.388 A

O ovo dos anfíbios é do tipo heterolécito. Sua clivagem é completa (holoblástica) e desigual, com formação de blastômeros pequenos (micrômeros) no pólo animal e de blastômeros grandes (macrômeros) no pólo vegetativo. Após o estágio de blástula ocorre a gastrulação, processo em que se diferenciam os três tecidos básicos do embrião: ectoderma, mesoderma e endoderma. A partir desses tecidos formam-se todas as estruturas da larva do anfíbio e, posteriormente, do animal adulto.

O ovo do anfioxo é do tipo oligolécito. Sua clivagem é completa (holoblástica) e desigual, com formação de blastômeros pequenos (micrômeros) no pólo animal e de blastômeros grandes (macrômeros) no pólo vegetativo. Após o estágio de blástula ocorre a gastrulação, processo em que se diferenciam os três tecidos básicos do embrião: ectoderma, mesoderma e endoderma

8 DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO (I)

GASTRULAÇÃO EM ANFÍBIOS Biologia dos Organismos - vol. 2 - pg. 556 B

Biologia dos Organismos - vol. 2 - pg. 558 C

TIPOS DE BLÁSTULAFundamentos da Biologia Moderna, pg. 187 / Biologia das Células - vol. 1 - pg. 393 A

Blástula é o estágio de desenvolvimento no qual o embrião apresenta uma cavidade denominada blastocela, delimitada por uma ou mais camadas de células. Em mamíferos e anfíbios, a blástula é uma bola de células, como uma cavidade denominada blastocela. Nas aves, a blástula corresponde a um disco de células (blastodisco) sobre a gema do ovo. A blastocela é uma cavidade entre o blastodisco e a gema.

Gastrulação é o processo de desenvolvimento embrionário em que a blástula se transforma em gástrula. Esta apresenta uma cavidade denominada gastrocela ou arquêntero, que dará origem ao tubo digestivo. Os desenhos mostram três momentos sucessivos da gastrulação, em corte transversal (acima) e longitudinal (abaixo). À esquerda, início da gastrulação; no centro, gástrula completamente formada; à direita, início da transformação da gástrula em nêurula. No estágio de gástrula formam-se os três tecidos embrionários primordiais: ectoderma, mesoderma e endoderma.

Os embriões das aves desenvolvem-se dentro de um ovo com casca, no qual é armazenada grande quantidade de vitelo (gema do ovo). Durante o desenvolvimento formam-se estruturas anexas ao embrião, os anexos embrionários. Estes são o cório, a bolsa amniótica, o alantóide e o saco vitelínico. Os estágios de 1 a 4 mostram diferentes momentos do desenvolvimento, em corte longitudinal (desenho maior) e em corte transversal (detalhe). (1) Embrião com tubo neural e notocorda já formados, ainda sem os anexos embrionários. (2) Início da formação da bolsa amniótica. (3) Formação do cório, do alantóide e do saco vitelínico. (4) Embrião com anexos embrionários completamente formados.

9 SISTEMA REPRODUTOR DO HOMEM

ESTRUTURA DO PÊNIS Biologia dos Organismos - vol. 2 - pg. 536 B

Biologia dos Organismos - vol. 2 - pg. 537 C

Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 467 / Biologia dos Organismos - vol. 2 - pg. 535 A

O pênis e o saco escrotal constituem a genitália masculina externa. Os órgãos internos são: os testículos, onde se formam os espermatozóides, os epidídimos, os canais deferentes e diversas glândulas, como as vesículas seminais, a próstata e as glândulas bulbouretrais. Os espermatozóides terminam sua maturação nos epidídimos e chegam à uretra através pelos canais deferentes. As vesículas seminais produzem um líquido que nutre os espermatozóides. A próstata produz a secreção viscosa do esperma. As glândulas bulbouretrais secretam um líquido cuja função parece ser a limpeza da uretra antes da passagem dos espermatozóides, no momento da ejaculação.

O testículo é constituído pelos túbulos seminíferos, em cujas paredes há células que sofrem meiose, originando os espermatozóides.

O pênis possui três cilindros de tecido esponjoso, os corpos cavernosos, que, ao se encherem de sangue, provocam a ereção do órgão

10 SISTEMA REPRODUTOR DA MULHER

FORMAÇÃO DO ÓVULO Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 469 / Biologia dos Organismos - vol. 2 - pg. 540 B

Biologia dos Organismos - vol. 2 - pg. 541 C

Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 468 / Biologia dos Organismos - vol. 2 - pg. 539 A

(1) Órgãos sexuais externos da mulher, com os grandes e pequenos lábios afastados para melhor visualização. Quando a mulher está em pé, os grandes lábios envolvem os pequenos lábios e protegem a abertura vaginal. (2) Relação entre a genitália externa e os órgãos internos. O desenho apresenta os órgãos em corte, com exceção de parte do útero, da tuba uterina e do ovário à direita, representados em vista externa. (3) Desenho que representa os órgãos sexuais da mulher em corte longitudinal mediano.

Ovulação é a liberação, pelo ovário, do gameta feminino, que penetra na tuba uterina, onde eventualmente será fecundado. O ovário contém milhares de estruturas denominadas folículos, cada uma contendo uma célula germinativa em seu interior. O folículo imaturo contém um ovócito primário estacionado em prófase I da meiose. Após a puberdade, a cada mês um folículo amadurece, e a meiose em seu interior prossegue até a metáfase I, estacionando novamente. Assim, na ovulação é liberado um ovócito secundário, que só termina a meiose se for fecundado. Os restos do folículo rompido na ovulação transformam-se no corpo amarelo.

As genitálias externas masculina e feminina surgem a partir das mesmas estruturas embrionárias. Se o embrião possuir testículos, os hormônios por eles produzidos (androgênios) levam à diferenciação de genitália masculina. Na ausência desses hormônios, o que ocorre nas mulheres, há diferenciação de genitália feminina.

1 VÍRUS

CICLO DO VÍRUS DA GRIPE Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 214 / Biologia dos Organismos - vol. 2 - pg. 20 B

Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 215 / Biologia dos Organismos - vol. 2 - pg. 21,2 C

Fundamentos da Biologia Moderna, pg. 212 / Biologia dos Organismos - vol. 2 - pg. 18 A

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