(Parte 1 de 4)

1 INTRODUÇÃO5
2 INDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA6
3 SISTEMA DE ENERGIA ELÉTRICA7
4 SISTEMA DE ÁGUAS28
4.1 PRODUÇÕES DE ÁGUA INDUSTRIAL E POTÁVEL28
4.1.1 Parâmetros estabelecidos29
3.2 PRODUÇÃO DE ÁGUA DESMINERALIZADA29
4.1.2 Parâmetros estabelecidos30
4.3 ÁGUA DE RESFRIAMENTO30
4.3.1 Parâmetros estabelecidos32
4.4 GERAÇÕES DE ÁGUA SUPERAQUECIDA32
4.4.1 Parâmetros estabelecidos3
4.5 SISTEMA DE INCÊNDIO3
4.5.1 Parâmetros contratuais34
4.6 SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS34
4.6.1 Tratamento de Efluentes Sanitários35
4.8 GERAÇÃO DE AR COMPRIMIDO SECO37
4.8.1 Parâmetros estabelecidos38
5 DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE PREDITIVA38
5.1 DIAGRAMAS DE DECISÕES39
5.2 ÁNALISE DE VIABILIDADE POR EQUIPAMENTO40
5.2.1 Grau de importância das utilidades para o condomínio41
5.3 CLASSIFICAÇÃO DA NECESSIDADE DA MPRED NOS EQUIPAMENTOS41
5.4 SELEÇÕES DOS EQUIPAMENTOS42
5.5 SELEÇÕES DAS TÉCNICAS DAS MPRED43
6 BREVE DEFINIÇÃO DE MANUTENÇÃO PREDITIVA4
6.1 ANÁLISE DE VIBAÇÃO4
6.2 ANÁLISE DE LUBRIFICANTES4
6.4 ESTANQUEIEDADE45
6.5 RENDIMENTO DE VAZÃO x PRESSÃO45
6.6 ALINHAMENTO45
6.7 ULTRASON45
7 ETAPAS46
8 CARACTERISTICAS DOS EQUIPAMENTOS46
8.1 MOTO REDUTOR E-2502 A/B/C/D46
8.1.1 Características dos Redutores E000455/E000456/E000457/E00045847
8.1.2 FMEA do Redutor48
8.1.3 Análise de falha do redutor FLENDER48
8.1.4 Preditiva mais adequada ao redutor48
8.1.5 Periodicidades das preditivas49
8.2 MOTORES DO REDUTOR E0001437/E0001438/E0001439/E000144049
8.2.1 Características do motor WEG E000455/E000456/E000457/E00045849
8.2.2 FMEA do Motor do Redutor50
8.2.3 Análise de falha do motor FLENDER50
8.2.4 Preditiva mais adequada ao motor50
8.3 COMPRESSOR DE AR E000716/E000717/E000718/E00071951
8.3.1 Características técnicas52
8.3.2 FMEA dos Compressores K-510152
8.3.3 Análise de falha dos compressores53
8.3.4 Preditiva mais adequada para o compressor53
8.3.5 Periodicidade mais adequada para o compressor53
8.4 VASO DE PRESSÃO E000719/E000720/E00072153
8.4.1 Características técnicas54
8.4.2 FMEA do Vaso de Pressão dos Compressores5
8.4.3 Análise de falha dos vasos5
8.4.4 Preditiva mais adequada para o vaso de pressão5
8.4.5 Periodicidade mais adequada para o vaso de pressão56
8.5 BOMBA CENTRÍGUGA E000460/E000461/E000462/E00046356
8.5.1 Características técnicas57
8.5.2 FMEA das bombas do sistema de refrigeração57
8.5.4 Preditiva mais adequada nas bombas dos sistemas de refrigeração58
8.5.5 Periodicidade mais adequada nas bombas dos sistemas de refrigeração58
8.6 BOMBAS CENTRÍFUGAS E000376/E000377/E00037859
8.6.1 Características técnicas59
8.6.2 FMEA das bombas de incêndio60
8.6.3 Análise de falha no sistema de incêndio60
8.6.4 Preditiva mais adequada nas bombas do sistema de incêndio60
8.6.5 Preditiva mais adequada nas bombas do sistema de incêndio61
8.7 AQUECEDORES DE ÁGUA E000496/E00049761
8.7.1 Características técnicas62
8.7.2 FMEA dos aquecedores62
8.7.3 Análise de falha nos aquecedores63
8.7.4 Preditiva mais adequada para os aquecedores63
8.7.5 Preditiva mais adequada para os aquecedores63
8.8 BOMBAS CENTRÍFUGAS DOS AQUECEDORES E000500/E000501/E00050264
8.8.1 Características técnicas64
8.8.2 FMEA das bombas dos aquecedores65
8.8.3 Análise de falha nas bombas dos aquecedores65
8.8.4 Preditiva nas bombas do sistema de bombeamento de água super aquecida65
8.8.5 Periodicidade nas bombas do sistema de água super aquecida6
8.9 BOMBA DE FORNECIMENTO DE ÁGUA DESMINERALIZADA E01699/E017006
8.9.1 Características técnicas67
8.9.2 FMEA das bombas de fornecimento de água desmineralizada67
8.9.3 Análise de falha das bombas de fornecimento de água desmineralizada68
8.9.4 Preditiva mais adequada nas bombas de água desmineralizada68
8.9.5 Preditiva mais adequada nas bombas de água desmineralizada68
9 PLANO DE MANTENÇÃO PREDITIVA DOS EQUIPAMENTOS AVALIADOS69
9.1 PLANO MESTRE DAS MPRED69
10 PORQUE A IMPLANTAÇÃO DA MANUTENÇÃO PREDITIVA70
1 IMPLANTAÇÃO DO PLANO NA EMPRESA71
12 ESTATÍSTICAS DOS CUSTO DE MANUTENÇÃO72

Este presente trabalho tem o objetivo de realizar um planejamento da implantação de um sistema de manutenção preditiva por condicionamento nos equipamentos de uma planta de utilidades pertencentes a empresa VEOLIA ENVIRONNEMENT. Atualmente, é inadmissível imaginar que seja possível gerenciar um setor da manutenção sem haver criado um sistema que gere informações onde se podem obter dados condicionais dos equipamentos ou sistemas para que se possa garantir o máximo de rendimento e minimizações de falhas evitando tais indisponibilidades indesejadas. Para fundamentar o projeto, foi realizada uma revisão nos conteúdos da matéria do Projeto Integrador administrada pelo Professor Geraldo Sales Reis.

1 INTRODUÇÃO

Para que o plano de manutenção preditiva seja implantado com sucesso, será necessário um estudo das principais ocupações da empresa, que em nosso caso será a “CLE BRASIL” empresa do grupo VEOLIA ENVIRONNEMENT. Primeiramente será identificada a empresa e apresentado sua atuação no mercado com seus sistemas. Cada sistema terá seus equipamentos analisados e estudados abrangendo a importância de sua função em cumprir os parâmetros estabelecidos pelo nosso cliente VEGA DO SUL, e estes equipamentos selecionados serão submetidos à implantação de um plano de manutenção preditivo. Também será avaliada a viabilidade da implantação junto com sua periodicidade. Logo finalizando a primeira parte será desenvolvido os planos de manutenção mais adequado à cada equipamento e proposto sua viabilidade de implantação na empresa.

2 INDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

O Grupo Veolia Environnement atua no mercado há 150 anos e é líder mundial em serviços e soluções voltadas ao meio ambiente. Fundado na França, atualmente está presente em 67 países, possui mais de 300 mil colaboradores no mundo. Em 2007, atingiu um faturamento de cerca de 3 bilhões de Euros. Sempre buscou em seus objetivos impulsionar os valores que permitem o desenvolvimento sustentável, assim como a promoção da inovação tecnológica e proteção dos recursos naturais de todas as localidades onde está instalada.

A Veolia Environnement é a única empresa global a oferecer uma gama completa de serviços ambientais nos segmentos de água, energia, gerenciamento de resíduos e transporte. No Brasil, o Grupo está presente com as suas Divisões Veolia Água, Veolia Serviços Ambientais e Veolia Energia (Dalkia), dando origem a Veolia indústria (Figura 1), conhecida como CLE BRASIL, sitiada em São Francisco do Sul no estado de Santa Catarina atuante no condomínio VEGA DO SUL fornecendo os serviços de utilidades necessárias ao sitio industrial da VEGA do SUL.

Figura 1 - Veolia Environnement

“O nome CLE foi uma homenagem ao primeiro navio francês de nome

“L’Espoir” que chegou em São Francisco do Sul – Santa Catarina – Brasil, no ano de 1504. CLE significa “Consorcium L’Espoir” que significa "Esperança".

3 SISTEMA DE ENERGIA ELÉTRICA

Fornece energia elétrica em média tensão (13,8 KV), através de uma

Subestação Rebaixadora de 230 KV (Figura 2).

O processo consiste no rebaixamento de tensão onde a CLE BRASIL recebe energia elétrica primária diretamente da linha 230KV-100MW da ELETOSUL, responsabilizando-se pela transformação desta energia para 13,5KV através de dois transformadores de 50KVA cada e distribuir para todo condomínio industrial da VEGA DO SUL. Demanda total do condomínio 26.000KW/H mais a própria demanda CLE BRASIL 4400KW/H.

Figura 2 – Subestação 230KV-100MW

8 DIAGRAMA UNIFILAR DA SUBESTAÇÃO 230KVA/100MW

EQUIPAMENTOS ENVOLVIDOS NO PLANO DE MANUTENÇÃO DA 230KV

Código "E" Descrição Cód. Localização Modelo Nome Localização

Código

"E" Descrição

Cód. Localização Modelo Nome Localização

E000022 TRANSFORMADOR DE POTENCIAL CAPACITIVO - TP TP-D3-R CPB 245 SE 230 KV - BAY D3 - BARRA ENTRADA - FASE R E000023 TRANSFORMADOR DE POTENCIAL CAPACITIVO - TP TP-D3-S CPB 245 SE 230 KV - BAY D3 - BARRA ENTRADA - FASE S E000024 TRANSFORMADOR DE POTENCIAL CAPACITIVO - TP TP-D3-T CPB 245 SE 230 KV - BAY D3 - BARRA ENTRADA - FASE T E000025 TRANSFORMADOR DE POTENCIAL CAPACITIVO - TP TP-D4-R CPB 245 SE 230 KV - BAY D4 - MEDIDOR CELESC - FASE R E000026 TRANSFORMADOR DE POTENCIAL CAPACITIVO - TP TP-D4-S CPB 245 SE 230 KV - BAY D4 - MEDIDOR CELESC - FASE S E000027 TRANSFORMADOR DE POTENCIAL CAPACITIVO - TP TP-D4-T CPB 245 SE 230 KV - BAY D4 - MEDIDOR CELESC - FASE T

Código "E" Descrição Cód. Localização Modelo Nome Localização

E000028 DISJUNTOR TRIPOLAR A GAS SF6 DISJ-D1 Q0 LTB 245/E1 BLG 1002A SE 230 KV - BAY D1 - LINHA 1 E000029 DISJUNTOR TRIPOLAR A GAS SF6 DISJ-D2 Q0 LTB 245/E1 BLG 1002A SE 230KV - BAY D2 - LINHA 2 E000030 DISJUNTOR TRIPOLAR A GAS SF6 DISJ-D5 QO LTB 245/E1 BLG 1002A SE 230KV - BAY D5 - TRAFO 1 E000031 DISJUNTOR TRIPOLAR A GAS SF6 DISJ-D6 QO LTB 245/E1 BLG 1002A SE 230KV - BAY D6 - TRAFO 2

Código "E" Descrição Cód. Localização Modelo Nome Localização

E000036 SECCIONADOR TRIPOLAR SEC-D1 Q9 BC-242 / ML1222 SE 230KV - BAY D1 - ENTRADA LINHA 1 E000037 SECCIONADOR TRIPOLAR SEC-D1 Q1 BC-242 / ML1222 SE 230KV - BAY D1 - APÓS DISJUNTOR LINHA 1 E000038 SECCIONADOR TRIPOLAR SEC-D2 Q9 BC-242 / ML1222 SE 230KV - BAY D2 - ENTRADA LINHA 2 E000039 SECCIONADOR TRIPOLAR SEC-D2 Q1 BC-242 / ML1222 SE 230KV - BAY D2 - APÓS DISJUNTOR LINHA 2 E000040 SECCIONADOR TRIPOLAR SEC-D5 Q2 BC-242 / ML1222 SE 230KV - BAY D5 - TRAFO 1 E000041 SECCIONADOR TRIPOLAR SEC-D6 Q2 BC-242 / ML1222 SE 230KV - BAY D6 -TRAFO 2

MÉDIA TENSÃO SALA ELÉTRICA CMU 13.8kv/ 460-220v

CCM-09 GERADOR GERAL

AREAS QDSA-C NO-BREAK PLs

DISTRIBUIÇÃO DAS CARGAS NOS QGBTs kW

A B C D E F Total

224
Água Potável 4,8 4,8
Água Industrial 18,7 18,7 18,7 18,7
Água Incêndio 187
Água Quente 37 37 37
Blower da Caldeira 56 56 56
Ar cond. Escritório 25
Tomada solda 117 117 117 117
Ventilador SE-13,8 kV 7,5
CCM-10A Planta N2 260
Refrigeração - Circuito 1º 112 112
Refrigeração - Circuito 2º 187 187 187 187
Refrigeração - Compressores 74,6 74,6
Refrigeração - CMU geral 1,2 1,2 1,2
Ventiladores 93,3 93,3
Área 3400 1,19
CCM-05 Área 3200 1,2 1,2
CCM-06 Área 3100 102 102
CCM-07 Água Desmi 31,4 5,3 5,3 5,3
CCM-10B Planta N2 260
CCM-02 Ar comprimido 544 544 544
Refrigeração - Circuito 1º112 112
Ventiladores93,3 93,3
Área 3200 31
Área 2300 1,2
Vds 184
Cargas gerais 30
CCM-1 Ar comprimido544 544
Refrigeração - Circuito 1º112 112
Refrigeração - Circuito 2º187 187
Ventiladores93 93
Refrigeração - Compressores74,6
Água Quente37,0

436 Secadores de Ar 2 2

EQUIPAMENTOS ENVOLVIDOS NO PLANO DE MANUTENÇÃO DA 13.8KV/460V-220V

Código "E" Descrição Cód. Localização Modelo Nome Localização E000046 TRANSFORMADOR DE SERVICO AUXILIAR TR-01B SE13,8KV RESERVA DA ALIMENTAÇÃO CCM 01A

Código "E" Descrição Cód. Localização Modelo Nome Localização

E000075 DISJUNTOR HD4 (K10) K10 MT ENTRADA 2 E000078 DISJUNTOR HD4 (K11) K11 MT SAIDA RS E000081 DISJUNTOR HD4 (K12) K12 MT SAIDA TOP'S E000057 DISJUNTOR HD4 (K4) QGMT K4 Q200 MT SE230 kV - QGMT E000060 DISJUNTOR HD4 (K5) K5 MT SAIDA UTILITY E000063 DISJUNTOR HD4 (K6) K6 MT SAIDA PICKING E000066 DISJUNTOR HD4 (K7) K7 MT SAIDA GALV#1 E000069 DISJUNTOR HD4 (K8) K8 MT DERIVACAO E000072 DISJUNTOR HD4 (K9) K9 MT SAIDA TCM

Código "E" Descrição Cód. Localização Modelo Nome Localização E000322 BANCO DE CAPACITORES QGBT1 COLUNA 5 0 CORREÇÃO FATOR POTÊNCIA E000323 BANCO DE CAPACITORES QGBT1 COLUNA 6 0 CORREÇÃO FATOR POTÊNCIA E000331 BANCO DE CAPACITORES QGBT2 COLUNA 4 0 CORREÇÃO FATOR POTENCIA E000332 BANCO DE CAPACITORES QGBT2 COLUNA 5 0 CORREÇÃO FATOR POTENCIA E000333 BANCO DE CAPACITORES QGBT 3 COLUNA 1 0 CORREÇÃO FATOR POTÊNCIA E000334 BANCO DE CAPACITORES QGBT3 COLUNA 2 0 CORREÇÃO FATOR POTÊNCIA E000355 BANCO DE CAPACITORES (SECCIONADORA) FUNDO SL EL. A 0 PARTIDA DO MOTOR PLANTA DE NITROGÊNIO E000351 CONJUNTO DE BATERIAS DE CHUMBO SL BAT-EXTERNO 9- TFE-250 RETIFICADOR E000319 CONTROLADOR DE FATOR DE POTENCIA QGBT1 CO4-COMP1 0 CONTROLE FATOR POTÊNCIA E000328 CONTROLADOR DE FATOR DE POTENCIA QGBT2 CO3-COMP1 0 CONTROLE FATOR POTÊNCIA E000335 CONTROLADOR DE FATOR DE POTENCIA QGBT3 COLUNA 3 0 CONTROLE FATOR POTÊNCIA E000339 CONTROLADOR DE FATOR DE POTENCIA QGBT3 CO5-COMP1 0 ALIMENTAÇÃO CCM2 E000304 CUBICULO (BARRA DE MEDIÇÃO) QGMT- K3 0 TPS DE BARRA - MEDIÇÃO

Código "E" Descrição Cód. Localização Modelo Nome Localização E000094 PAINEL DE COMANDO CCM2 - COLUNA3 0 COMPRESSOR K-5101A E000095 PAINEL DE COMANDO CCM2 - COLUNA3 0 COMPRESSOR K-5101A E000096 PAINEL DE COMANDO CCM2 - COLUNA4 0 COMPRESSOR K-5101C E000101 PAINEL DE COMANDO CCM 3 -COLUNA 2 0 BOMBA P-2501B E000102 PAINEL DE COMANDO CCM 3 -COLUNA 3 0 BOMBA P-2502A E000103 PAINEL DE COMANDO CCM 3 -COLUNA 4 0 BOMBA P-2501A E000104 PAINEL DE COMANDO CCM 3 -COLUNA 5 0 BOMBA P-2502B E000105 PAINEL DE COMANDO CCM 3 -COLUNA 6 0 EXAUSTOR TORRE E-2501B E000106 PAINEL DE COMANDO CCM 3 -COLUNA 7 0 BOMBA P-2502C E000107 PAINEL DE COMANDO CCM 3 -COLUNA 8 0 EXAUSTOR TORRE E-2501A E000108 PAINEL DE COMANDO CCM 3 -COLUNA 9 0 BOMBA P-2502D E000115 PAINEL DE COMANDO CCM3 -COLUNA 14 0 BOMBA P-3108 A/B E000116 PAINEL DE COMANDO CCM3 -COLUNA 14 0 BOMBA P-3108 A/B E000125 PAINEL DE COMANDO CCM3 -COLUNA 16 0 BOMBA P-3401 A/B/C E000126 PAINEL DE COMANDO CCM3 -COLUNA 16 0 BOMBA P-3401 A/B/C E000127 PAINEL DE COMANDO CCM3 -COLUNA 16 0 BOMBA P-3401 A/B/C E000141 PAINEL DE COMANDO CCM5-COL2-G2.4 0 BOMBA P-3203C E000142 PAINEL DE COMANDO CCM5-COL3-G3.4 0 BOMBA P-3202A E000147 PAINEL DE COMANDO CCM5-COL4-G4.4 0 BOMBA P-3202B E000163 PAINEL DE COMANDO CCM6 - COLUNA 2 0 BOMBA P-3117A E000164 PAINEL DE COMANDO CCM6 - COLUNA 3 0 BOMBA P-3117B E000168 PAINEL DE COMANDO CCM6-COL4-G4.4 0 BOMBA P-3110A E000171 PAINEL DE COMANDO CCM6-COL5-G5.4 0 BOMBA P-3110B E000177 PAINEL DE COMANDO CCM6-COL6-G6.4 0 BOMBA P-3114A E000184 PAINEL DE COMANDO CCM6-COL7-G7.4 0 BOMBA P-3114B E000207 PAINEL DE COMANDO CCM6-CO10-G10.3 0 BOMBA P-3115A E000209 PAINEL DE COMANDO CCM6-CO11-G11.3 0 BOMBA DOSADORA P-3115B E000210 PAINEL DE COMANDO CCM6-CO11-G11.7 0 BOMBA DOSADORA P-3115C E000217 PAINEL DE COMANDO CCM7-COL2-G2.4 0 BOMBA P-2409A E000224 PAINEL DE COMANDO CCM7-COL3-G3.4 0 BOMBA P-2409B E000229 PAINEL DE COMANDO CCM7-COL4-G4.4 0 BOMBA P-2412A E000234 PAINEL DE COMANDO CCM7-COL5-G5.4 0 BOMBA P-2412B E000241 PAINEL DE COMANDO CCM8-COL1-G1.4 0 VENTILADOR K-2601A E000244 PAINEL DE COMANDO CCM8-COL2-G2.1 0 BOMBA P-2301B E000249 PAINEL DE COMANDO CCM8-COL4-G4.4 0 VENTILADOR K-2601B E000265 PAINEL DE COMANDO CCM9-COL2-G2.1 0 BOMBA P-2501D E000267 PAINEL DE COMANDO CCM9-COL3-G3.4 0 BOMBA P-3203A E000273 PAINEL DE COMANDO CCM9-COL5-G5.3 0 BOMBA P-3203B E000277 PAINEL DE COMANDO (COM MEDIDOR MGE) CCM9-COL6-G6.1 0 EXAUSTOR TORRE DE RESFRIAMENTO E-2501D E000280 PAINEL DE COMANDO COM MEDIDOR MGE CCM9-COL8-G8.1 0 EXAUSTOR TORRE DE RESFRIAMENTO E-2501C E000358 PAINEL DE CPU…S QDNB -CA PC-01 0 E000357 PAINEL ELETRICO DO SISTEMA DE EXAUSTAO/VENTILAÇAO PAINEL EXAUSTÃO 0 PAINEL ELÉTRICO DO SISTEMA DE EXAUSTÃO/VENTILAÇÃO E000354 PAINEL ILUMINAÇAO PAINEL 0 PAINEL DE ILUMINAÇÃO E000343 PAINEL LOGICO DE REMOTAS QDNB-CA - PL01 0 E000344 PAINEL LOGICO DE REMOTAS QDNB-CA - PL02 0 E000345 PAINEL LOGICO DE REMOTAS QDNB-CA - PL03 0 E000346 PAINEL LOGICO DE REMOTAS QDNB-CA - PL04 0 E000347 PAINEL LOGICO DE REMOTAS QDNB-CA - PL05 0 E000348 PAINEL LOGICO DE REMOTAS QDNB-CA - PL06 0 E000340 QUADRO DE TRANSFERENCIA AUTOMATICA DE CARGA - QTA QTA 0 TRANmSFERÊNCIA DE CARGA EM CASO DE EMERGÊNCIA E000349 QUADRO DISTRIBUICAO DE SERVIÇOS AUXILIARES C QDSA-C 0 DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO EM CORRENTE CONTÍNUA E000341 QUADRO DISTRIBUICAO DE SERVIÇOS AUXILIARES CA QDSA-CA 0 ALIMENTAÇÃO SISTEMA DE VENTILAÇÃO/EXAUSTÃO, ETC E000342 QUADRO DISTRIBUICAO NO BREAK QDNB-CA 0 ALIMENTAÇÃO PL'S, SALA DE CONTROLE, ETC E000360 RESISTOR DE ATERRAMENTO RESISTOR 0 RESISTOR DE ATERRAMENTO E000353 RETIFICADOR RETIFICADOR CBM - 8000 RETIFICADOR E000352 SOFT STARTER 4.16-A FUNDO SL EL. A 0 PARTIDA DO MOTOR PLANTA DE NITROGÊNIO E001834 SOFT STARTER 4.16-B FUNDO SL EL. B PARTIDA DO MOTOR PLANTA DE NITROGÊNIO

DEFINIÇÃO DAS PREDITIVAS NOS TRAFOS DAS 230KV E 13.8KV

O primeiro passo para um sistema de Manutenção Preditiva de Transformadores passa pelos ensaios periódicos (análises físico-químicas) ao óleo isolante.

Os ensaios periódicos ao óleo isolante são o único meio que o Gestor da

Manutenção dispõe como diagnóstico do estado do equipamento, permitindo-lhe tomar as medidas corretivas necessárias de forma a manter a operacionalidade destes ativos.

Não é possível através de um só ensaio/análise fazer-se o diagnóstico do estado do óleo isolante e do isolamento sólido de um transformador em serviço, sendo para isso necessário a realização de um conjunto de ensaios/análises.

Tabela – Análise físico-químico de óleos isolantes

Estas inspeções devem ser realizadas periodicamente nas subestações, objetivando principalmente detectar pontos de aquecimento em conexões elétricas e tanque do transformador.

Figura- Inspeção termográfica

Uma correta gestão da umidade que permita em contínuo corrigir potenciais flutuações do seu equilíbrio no seio do sistema isolante (papel/óleo) é fundamental para evitar significativamente a degradação irreversível do papel e a deterioração do óleo isolante, permitindo assim duma forma econômica e ambiental sustentável, a extensão da vida útil do trafo e a preservação de recursos não renováveis.

O Fator de Potência mostra se a empresa consome energia elétrica adequadamente ou não. É uma relação entre a energia ativa e a energia aparente ou total, ou seja:

Na Resolução ANEEL 456/2000 determina que o Fator de Potência deve ser mantido o mais próximo possível da unidade (1), mas permite um valor mínimo de 0,92.

Analisar as condições de isolamento do transformador quando sujeito a aplicação de tensões e sobtensões, métodos indicados;

• Medição da Resistência de Isolamento; • Tensão Aplicada;

• Tensão Induzida

• Simulação da atuação de todos os dispositivos de supervisão, proteção, sinalização e ajuste dos termômetros do óleo e do enrolamento.

• Medição de corrente elétrica dos motos ventiladores.

• Medição da resistência ôhmica nos enrolamentos dos motos ventiladores.

DEFINIÇÃO DAS PREDITIVAS NOS DIJUNTORES DAS 230KV E 13.8KV

O plano de manutenção preditiva para disjuntores prevê a inspeção de termográfica permitindo detectar, sem necessidade de contato físico ou mecânico, pontos de sobreaquecimento nas conexões elétricas dos equipamentos

Além da inspeção termográfica, e feita a medição de teor de umidade anual.

Instrumento que mede a umidade do gás SF6, avariando suas condições de rigidez dielétricas para extinção do arco elétrico. Os valores previstos em norma, para a temperatura de 20ºC são apresentados na tabela.

Este ensaio mede o tempo de fechamento e aberturas das câmaras principais do disjuntor. No caso disjuntor de câmaras duplas verifica-se discordância entre as câmaras e entre cada fase e o tempo de energização das bobinas de abertura e fechamento.

Consiste em ensaios de resistência ôhmica dos contatos principais das câmaras do disjuntor, individualizada e total de cada fase e ensaios de resistência de isolamento nas bobinas

O plano de manutenção preditiva para seccionadoras prevê a inspeção de termográfica permitindo detectar, sem necessidade de contato físico ou mecânico, pontos de sobreaquecimento nas conexões elétricas dos equipamentos

Consiste em ensaios de resistência ôhmica dos contatos principais das câmaras do disjuntor, individualizada e total de cada fase e ensaios de resistência de isolamento nas bobinas

Estas inspeções devem ser realizadas periodicamente nos barramentos, cabos, componentes elétricos e conexões, objetivando principalmente detectar pontos de aquecimento.

Analisar as condições de isolamento nos barramentos quando sujeito a aplicação de tensões e sobtensões, métodos indicados;

• Medição da Resistência de Isolamento; • Tensão Aplicada;

• Tensão Induzida

Após definirmos os equipamentos relacionados ao plano de manutenção preditiva para 230KV/13.8kV/460V-220V e sua técnicas de aplicação criamos o plano de manutenção determinando sua periodicidade e tempo de realização das tarefas.

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