(Parte 2 de 6)

5.1 Amarração padrão para trabalhos no plano horizontal 153 5.2 Amarração padrão para trabalhos no plano inclinado 157 5.3 Amarração padrão para trabalhos no plano vertical 159

5.4 Armação para o sistema de equalização da maca na vertical 162

5.4.1 Sistema Técnico de Equilíbrio Fácil (STEF) 162

5.4.2 Variações de alguns sistemas de equalizações dependendo do material disponível 164

5.4.3 Sistema com desvio 165 5.5 Amarrações com vítima na maca e escada 169 5.5.1 Proteção da vítima 172 5.6 O emprego de escada como maca 174

Capítulo VI

Técnicas de salvamento – I

6.1 Técnica de salvamento com alça de sustentação 178 6.1.1 Confecção da alça de sustentação 178

6.2 Técnica de salvamento vai-vem empregando a alça de sustentação 179

6.3 Técnica de salvamento vai-vem empregando a maca 184

6.4 Salvamento na vertical com emprego de cordas e aparelho oito 190

6.5 Técnicas desenvolvidas com o aparelho oito fixo ou móvel 194

6.5.1 Técnica número 1 194 6.5.2 Técnica número 2 199

6.5.3 Técnica número 3: oito fixo 204 6.5.4 Técnica número 4 205 6.5.5 Técnica número 5: oito móvel com emprego da maca 206 6.5.6 Técnicas conjugadas de salvamento no plano vertical 207

Capítulo VII

Técnicas de salvamento - I

7.1 Técnica de salvamento na vertical com maca e redutores 223 7.1.1 Técnica empregada pela guarnição 225

7.2 Técnicas empregadas nos sistemas de tirolesas inclinadas 228

7.3 Técnicas de armação dos sistemas no plano inclinado 231 7.4 Técnica de salvamento em poço ou fosso 234 7.4.1 Material empregado na operação 238 7.4.2 Atribuições dos componentes da guarnição 239 7.4.3 Técnica empregada pela guarnição 241

Capítulo VIII

Salvamento com escada prolongável

8.1 Técnica de armação de escada prolongável 246

8.2 Salvamento no plano vertical com emprego de escada 250 prolongável na técnica nº 1 (escada fixa)

8.3 Salvamento no plano vertical com emprego de escada 254 prolongável na técnica n.º 2

8.4 Salvamento no plano vertical com emprego de escada 259 prolongável e maca na técnica n.º 3

8.5 Salvamento em poço ou fosso com emprego de escada 265 prolongável como guincho na técnica nº 4

Capítulo IX

Resgate em espaço confinado (Unidade – I)

9.1 Resgate em espaço confinado 272 9.2 Riscos gerais 273 9.3 Medidas preliminares para acesso a espaço confinado 275 9.4 Emprego do cabo guia em ambientes confinados 277 9.5 Busca empregando o cabo guia 279 9.6 Sistema de comunicação empregando cordas 280 9.7 Formas de deslocamento 281

9.8 Sistema de comunicação empregado em ambiente confinado 285

9.9 Equipe preparada com antecedência em situações emergenciais 287

Capítulo X

Resgate em espaço confinado (Unidade – I)

10.1 Procedimentos básicos 290 10.2 Operações em galerias 291 10.3 Termos técnicos relacionados a espaço confinado 291 10.4 Noções gerais em situações de emergência 296 10.5 Noções gerais em situações não emergenciais 302 10.6 Principais riscos encontrados nesses ambientes 306

Capítulo XI

Procedimento em espaço confinado (Unidade – I)

1.1 Procedimentos básicos 314 1.2 Instalações subterrâneas 319 1.3 Procedimento Operacional (considerações táticas) 322 1.4 Procedimentos aplicados antes do salvamento 324 1.5 Operações de resgate 330 1.6 Considerações finais 331 1.7 Incêndios em instalações subterrâneas 332

Capítulo XII

Tática de salvamento

12.1 Tática de salvamento 338 12.2 Observações básicas no socorro 339 12.3 Procedimentos gerais 341 12.3.1 Na Unidade Operacional 341 12.3.2 Na saída do trem de socorro para o evento 342 12.3.3 Durante o deslocamento para o socorro 342 12.3.4 Na chegada ao local 342 12.3.5 Durante o estabelecimento 343 12.3.6 Quanto ao salvamento 344 12.3.7 Antes de regressar à unidade 345 12.3.8 Durante o regresso (observações básicas) 345 12.3.9 Na Unidade Operacional (procedimentos) 345 12.4 Estratégias e Táticas 345 12.5 A importância do comando único 346

12.6 Responsabilidades básicas do comandante de operações 347

12.6.1 Funções básicas do comandante durante as operações 347 12.7 Princípios táticos para controlar um sinistro 353

Capítulo XIII

Procedimentos em ocorrências (Unidade I)

13.1 Procedimentos adotados nas ocorrências em elevadores 356 13.1.1 Princípio de funcionamento dos elevadores 357 13.1.2 Procedimentos operacionais básicos 357 13.1.3 Procedimentos com vítimas retidas na cabine 359 13.1.4 Possíveis operações e procedimentos necessários 359 13.1.5 Procedimentos gerais 366 13.2 Procedimentos básicos em ocorrências diversas 366 13.2.1 Procedimentos adotados na captura de animais 366 13.2.2 Métodos e materiais empregados na captura de animais 369 13.2.3 Procedimentos adotados em acidentes automobilísticos Subunidade I (procedimentos gerais) 370 13.2.3.1 Acidentes com vítimas encarceradas 372 13.2.3.2 Sinalização e estabelecimentos de viaturas 373 13.2.3.3 Isolamento do local 374 13.2.3.4 Ação tática 374 13.2.3.5 Ferramentas e equipamentos 376 13.2.3.6 Desencarceramento e busca a outras vítimas 379 13.2.3.7 Segurança do local após os trabalhos 384 13.2.3.8 Sistema preventivo do local 384 13.2.3.9 Procedimentos administrativos 384

Capítulo XIV

Procedimentos em ocorrências (Unidade I)

14.1 Subunidade I (acidentes rodoviários) 387 14.2 Mecânica dos acidentes 388 14.2.1 Cálculo do impacto 390 14.3 Tipos e freqüência das colisões 390 14.3.1 Impactos diretos e indiretos 391 14.3.2 Ação do impacto sobre os órgãos 392 14.4 Psicologia dos acidentes 392 14.5 Recurso de atendimento e controle 393 14.5.1 Tipos de pessoas atuantes 393 14.6 Características das equipes de resgate 394 14.7 Composição do serviço de salvamento 395 14.8 Comportamento do bombeiro 398 14.9 Uso de equipamentos especiais 399 14.10 Fatores que afetam a chegada do socorro ao local 400 14.10.1 Abordagem do evento 400 14.10.2 Avaliação tática 401 14.10.3 Disposição do local 401 14.10.4 Riscos associados (primeira fase) 402 14.10.5 Riscos associados (segunda fase) 402 14.10.6 Posicionamento das viaturas no local do evento 403 14.10.7 Isolamento do local 404 14.1 Circuito de trabalho exterior 404 14.12 Sinalização do acidente 406 14.12.1 Disposição dos sistemas de alerta 406 14.13 Estabilização dos veículos acidentados 408 14.13.1 Veículos em colinas ou penhascos 409 14.13.2 Ônibus e veículos pesados com suspensão a ar 410 14.14 Riscos de incêndio 410

14.14.1 Bateria do veículo 411 14.15 Maneabilidade operacional 412 14.16 Atividades de desencarceramento 413 14.16.1 Força aplicada no processo de desencarceramento 414 14.16.2 Técnicas para liberação 414 14.16.3 Considerações 414

Capítulo XV

(Parte 2 de 6)

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