(Parte 3 de 6)

Procedimentos em ocorrências (Unidade I)

15.1 Operação de salvamento em tentativa de suicídio 417 15.2 Procedimentos adotados em corte de árvore 420 15.2.1 Avaliação e condições preliminares 420 15.3 Atendimento a emergências 421 15.3.1 Cuidados e observações 423 15.3.2 Procedimentos gerais e específicos 437 15.4 Procedimentos adotados no extermínio de insetos 442 15.5 Emprego de escada mecânica nos salvamentos 4

Capítulo XVI

Sistema de polias

16.1 Multiplicadores de força com o emprego de polias 449 16.2 Cuidados na utilização desses materiais 449 16.2.2 Função das polias (roldanas) dentro de um sistema 450 16.1.4 Outros dispositivos auxiliares 454 16.3 Ascensão mediante sistema de polias 455 16.4 Redução teórica do esforço nas polias 456

16.5 Processo de montagem de um sistema 457 16.6 Operações e precauções 458

16.7 Sistema idôneo com dois mosquetões e nó de fuga em auto-blocagem de retenção 459

16.7.1 Tipos de sistemas 459

16.7.2 Sistemas com cordas 461 16.7.3 Passagem de nós por um sistema 467 16.7.4 Exemplos de montagem de sistemas 468

Capítulo XVII

Operações com aeronave

17.1 Procedimentos básicos nas operações com helicópteros 474 17.2 Versatilidade da aeronave 474 17.3 Atuação da aeronave 475 17.4 Operações básicas 475 17.5 Procedimentos básicos 480 17.6 Sinalizações básicas do orientador de solo para o piloto 491

Capítulo XVIII Salvamento urbano, montanha e espéleo

18.1 Conceitos, técnicas e procedimentos 493 18.2 Acidentes e suas causas 495

18.3 Profundo conhecimento do meio e aprendizagem das técnicas precisas de resgate 496

18.4 Auto-resgate e resgate em uma parede 500 18.5 Acidentes ocorridos em conseqüência de quedas 500 18.6 Atuação em um acidente de escalada 502 18.7 Operações verticais 503 18.7.1 Técnica de ascenção com o emprego de cordeletes 504 18.7.2 Técnica de ascenção com o emprego da peça oito 507 18.7.3 Técnica de ascenção com o emprego do gri gri 509 18.7.4 Técnica de ascenção com o emprego do stop 511 18.7.5 Transposição de um nó com uso de blocantes 513

18.7.5.1 Técnica de ascensão e transposição de um nó (ascendendo) 513

18.7.5.2 Técnica de transposição de um nó descendo 515 18.7.5.3 Técnicas de inversões 517 18.7.5.4 Inversão do processo de descida para subida 518 18.7.5.5 Inversão do processo de subida para descida 519 18.7.6 Técnicas de resgate 521 18.7.6.1 Técnica empregada para o corte da corda da vítima 521 18.7.6.2 Técnica de acesso à vítima empregando corda extra 524 18.7.6.3 Técnica de acesso à vítima empregando o nó valdotan 556

18.7.6.4 Técnica de acesso à vítima por baixo (com e sem corda extra) 529

18.7.6.5 Técnica de resgate empregando o sistema 2X1 535

18.7.7 Técnica de resgate empregando o sistema de contra-peso 537

Capítulo XIX

Ancoragens

19.1 Ancoragens artificiais 541 19.1.1 Materiais e instruções técnicas 541 19.1.2 Mecanismos de expansão por agarras (castanhas) 548 19.1.3 Ancoragens permanentes 550 19.1.4 O emprego de correntes nos pontos de ancoragens 554 19.2 Manobras básicas de ancoragens 5 19.2.1 Triângulo equalizável para distribuição de forças 556 19.2.2 Triângulo equalizável com duas e com três ancoragens 557 19.2.3 Triângulo simples 558 19.2.4 Triângulo fixo (instalação em “V”) 559 19.2.5 Montagem de uma ancoragem em linha 561 19.3 Instalações de cordas fixas e fracionamentos 563

Capítulo X

Pontos de segurança

20.1 Pontos de segurança 567 2.2 Reuniões (pontos para ancoragem) 568 20.3 Trabalhos na rocha 570 20.4 Auto-segurança 571 20.5 Cabos de ancoragem (longe) 572 20.6 Segurança em “Vias Ferratas” 574 20.6.1 Quedas (orientações básicas) 575 20.6.1.1 Quedas ao solo 576 20.6.1.2 Quedas em parede 577 20.6.2 Primeira segurança de corda (cabos) 581

20.6.3 Segurança realizada desde o solo 582 20.6.4 Segurança partindo da ancoragem 583 20.7 Ancoragens duvidosas (procedimentos) 584 20.8 Atividades realizadas com boas ancoragens 589 20.9 Segunda segurança de corda (cabos) 590

Capítulo XXI

Conjunto de materiais

21.1 Materiais de uso individual 592 21.1.1 Arnês (cadeirinha) 592 21.1.2 Cadeirinhas completas 596 21.1.3 Cadeirinhas improvisadas 597 21.1.4 Mosquetões 598 21.1.4.1 Mosquetões de segurança 598 21.1.4.2 Mosquetões normais ou polivalentes 599 21.1.4.3 Mosquetões ligeiros 600 21.1.4.4 Definições, uso correto e conservação 600 21.1.4.5 Como empregar um mosquetão corretamente 601 21.1.4.6 Recomendações gerais de utilização 604 21.1.4.7 Modelos de mosquetões 605 21.1.4.8 Especificação dos mosquetões 609 21.1.4.9 Manutenção dos mosquetões 613 21.1.4.10 Mosquetões e fitas expressas 614 21.1.5 Fitas e cordeletes 618 21.1.5.1 Nós e costuras nas fitas 619

21.1.5.2 Resistência de uma fita (segundo as condições de trabalho) 620

21.1.5.3 Fitas expressas para absorção de choques 622

Capítulo XI

Dispositivos de freio, segurança e descensores

2.1 Dispositivos de freio, segurança e descensores 625 2.2 Modelos mais utilizados 627 2.2.1 Peça oito 627 2.2.2 Placas de freio 634 2.2.3 Tubos de freio 635 2.2.4 Placas de freio autoblocantes 636 2.2.5 Nó dinâmico 637 2.3 Dispositivos automáticos e semi-automáticos 639 2.4 Dispositivos para escalar (quando se está só) 640 2.5 Aparelhos bloqueadores 641 2.6 Manutenção e armazenamento 644 2.7 Técnicas de inserção da corda nos aparelhos 648 2.8 Nós bloqueadores mais utilizados 655

Capítulo XI

Nós e entrelaçamentos em instalações

23.1 Generalidades 659

23.1.1 Nós 660 23.1.2 Percentual de enfraquecimento das cordas em função dos nós empregados 660

23.2 Nós de encordoamento 661 23.2.1 Oito pelo chicote 662 23.2.2 Lais de guia de dupla alça com reforço do cote 662 23.2.3 Oito com duas alças 663

23.2.4 Encordoamento direto com o cabo (corda) pelo lais de guia 664

23.3 Percentual de perda de alguns nós 6 23.3.1 Nó nove 6 23.3.2 Nó sete 6 23.3.3 Oito direcionado 667 23.3.4 Oito com duas alças 668 23.3.5 Nó oito pelo chicote (para unir dois cabos) 668 23.3.6 Nó pescador duplo 669 23.3.7 Nó de fita 670 23.3.8 Nós autoblocantes 671 23.3.9 Machard com uma alça 672 23.3.10 Machard com duas alças 673 23.3.1 Autoblocante com mosquetões (Bachmann) 673

23.3.12 Autoblocante com mosquetões e com cordeletes simples 674

23.3.13 Autoblocante trançado (Valdostano) 675 23.3.14 Nó Valdostano (Penberthy) 676 23.3.15 Nó belunês (italiano) 676 23.3.16 Nó Taut-lani 677 23.3.17 Nó de mula 678 23.3.18 Nó de segurança Lorenzi (volta) 679 23.3.19 Nó para tensão (recurso improvisado) 679 Bibliografia 681

A “proteção” é mais antiga do que o combate ao fogo, pois os nossos ancestrais da Pré-história não conheciam os métodos de combate às chamas e, no entanto, talvez por instinto, já praticavam a “proteção”, retirando das chamas ou dos lugares ameaçados pelo fogo os seus poucos pertences.

A proteção organizada teve início no século XVII. Segundo

Frederico Rossner, por ocasião do grande incêndio de Londres, as companhias de seguros mantinham brigadas de bombeiros particulares com o intuito de preservar a propriedade segurada. A proteção efetuada por essa brigada limitava-se apenas à remoção dos bens ameaçados para locais afastados do ponto onde ocorria o incêndio. Os serviços eram prestados somente às pessoas que contribuíam para a manutenção, ou seja, as que tinham uma marca na porta principal de suas propriedades.

Os métodos de extinção daqueles tempos eram práticos.

Apagavam-se incêndios com baldes d’água ou com o emprego de pequenas bombas manuais que alcançavam poucas distâncias. Com o progresso, os Corpos de Bombeiros se desenvolveram e aperfeiçoaram seus métodos de extinção, resultando daí o esquecimento da proteção dos bens ameaçados.

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