Universidade Estadual do Maranhão – UEMA Centro de Ciências Agrárias – CCA Curso - Agronomia Departamento de fitotecnia e fitossanidade Disciplina: Cadeias Agroindustriais

  • UVA (Vitis sp.)

INTRODUÇÃO

  • Originária da Ásia, a uva é uma das frutas mais antigas utilizadas na alimentação humana e a sua produção se espalha por todo o mundo. Sua origem vem de 6.000 AC. No Brasil o cultivo da videira começou em 1535, na Capitania de São Vicente trazida pelos portugueses .

  • A imigração italiana em São Paulo e no Rio Grande do Sul no final do século XIX deu um grande impulso à cultura. O consumidor pode saborear uva o ano todo.

São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco e Bahia são grandes produtores. As melhores épocas de produção variam com as características climáticas de cada região.

  • São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco e Bahia são grandes produtores. As melhores épocas de produção variam com as características climáticas de cada região.

  • A uva é uma das frutas mais exportadas e também uma das mais importadas pelo Brasil.

PREÂMBULO

  • A uva é o fruto da videira (Vitis sp.), uma planta da família das Vitaceae. É utilizada frequentemente para produzir sumo, doce (geléia), vinho e passas, podendo também ser consumida crua.

  • Entre as espécies de videiras podemos referir:Vitis vinifera , Vitis labrusca , Vitis riparia , Vitis rotundifolia , Vitis aestivalis .

O preparo do solo visa melhorar as suas condições físicas para o crescimento das raízes, mediante o aumento da aeração, da infiltração de água e da redução da resistência do solo à expansão das raízes.

  • O preparo do solo visa melhorar as suas condições físicas para o crescimento das raízes, mediante o aumento da aeração, da infiltração de água e da redução da resistência do solo à expansão das raízes.

  • É muito importante ao se fazer uma recomendação de adubação, no entanto, é necessário que se faça uma amostragem de solo criteriosa, de modo que a amostra represente as condições reais do campo. A análise mineral de planta é outra informação importante para se fazer a recomendação de adubação, mas para isso, tem que se fazer uma amostragem bem feita.

O manejo do solo durante a fase produtiva compreende os seguintes sistemas:Solo coberto: o solo é mantido coberto pela vegetação natural roçada, plantio de leguminosas e gramíneas consorciadas ou em coquetel nas entrelinhas e através de cobertura morta, como diversos tipos de palhas e bagaço de cana, ou ainda com plástico preto. Solo parcialmente coberto:  o solo é mantido coberto nas entrelinhas pela vegetação natural roçada ou plantio de leguminosas e gramíneas, porém mantendo-se limpa a linha de plantio. Solo limpo: a manutenção do solo completamente limpo através de capinas manuais ou emprego de herbicidas, apesar de favorecer o desenvolvimento das plantas não é recomendado

  • O manejo do solo durante a fase produtiva compreende os seguintes sistemas:Solo coberto: o solo é mantido coberto pela vegetação natural roçada, plantio de leguminosas e gramíneas consorciadas ou em coquetel nas entrelinhas e através de cobertura morta, como diversos tipos de palhas e bagaço de cana, ou ainda com plástico preto. Solo parcialmente coberto:  o solo é mantido coberto nas entrelinhas pela vegetação natural roçada ou plantio de leguminosas e gramíneas, porém mantendo-se limpa a linha de plantio. Solo limpo: a manutenção do solo completamente limpo através de capinas manuais ou emprego de herbicidas, apesar de favorecer o desenvolvimento das plantas não é recomendado

O manejo de adubação da videira envolve três fases-adubação de plantio -Depende, essencialmente, da análise do solo ; adubação de crescimento -Depende, essencialmente, da análise do solo; adubação de produção - Após a primeira poda de frutificação, deve-se adubar o vinhedo a cada ciclo vegetativo, utilizando-se esterco, fósforo, potássio e nitrogênio, de forma equilibrada, sempre respeitando as necessidades da cultura.

  • O manejo de adubação da videira envolve três fases-adubação de plantio -Depende, essencialmente, da análise do solo ; adubação de crescimento -Depende, essencialmente, da análise do solo; adubação de produção - Após a primeira poda de frutificação, deve-se adubar o vinhedo a cada ciclo vegetativo, utilizando-se esterco, fósforo, potássio e nitrogênio, de forma equilibrada, sempre respeitando as necessidades da cultura.

  • A poda de formação é realizada com o objetivo de promover uma forma adequada à planta, de acordo com o sistema de condução utilizado.

A poda de produção consistirá na eliminação do excesso de ramos, retirando-se aqueles fracos, imaturos, doentes, com entrenós curtos ou achatados ou ainda mal posicionados.

  • A poda de produção consistirá na eliminação do excesso de ramos, retirando-se aqueles fracos, imaturos, doentes, com entrenós curtos ou achatados ou ainda mal posicionados.

  • A eliminação do excesso de brotos promove uma melhor distribuição dos mesmos, evitando-se a sobreposição de brotos supérfluos, proporcionando uma melhor distribuição da seiva.

  • A desfolha é a remoção de folhas que encobrem os cachos, eliminando-se no máximo uma a duas folhas por broto, com o objetivo de equilibrar a relação área foliar/número de frutos melhorando a ventilação e insolação no interior do vinhedo, obtendo-se uma maior eficiência no controle de doenças fúngicas, especialmente em parreirais vigorosos.

A proteção dos cachos é realizada através da colocação de cobertura individual de plástico conhecido com chapéu chinês ou envolvendo-se o cacho com sacos de papel. Esta prática de cobertura individual dos cachos é realizada no início da maturação ou amolecimento das bagas.

  • A proteção dos cachos é realizada através da colocação de cobertura individual de plástico conhecido com chapéu chinês ou envolvendo-se o cacho com sacos de papel. Esta prática de cobertura individual dos cachos é realizada no início da maturação ou amolecimento das bagas.

Principais variedades de uvas de mesa :As uvas finas de mesa englobam variedades da espécie Vitis vinifera L. de origem européia, que são sensíveis às doenças fúngicas e altamente exigentes em tratos culturais. Todas as variedades exportadas estão incluídas nesse grupo ou são híbridas entre elas e alguma outra espécie de Vitis.

  • Principais variedades de uvas de mesa :As uvas finas de mesa englobam variedades da espécie Vitis vinifera L. de origem européia, que são sensíveis às doenças fúngicas e altamente exigentes em tratos culturais. Todas as variedades exportadas estão incluídas nesse grupo ou são híbridas entre elas e alguma outra espécie de Vitis.

  • Uvas com sementes

  • Itália ou Piróvano 65

  • Red Globe

  • Benitaka

  • Brasil

  • Patrícia

Uvas sem sementes

  • Uvas sem sementes

  • Superior Seedless

  • Crimson Seedless

  • Thompson Seedless

  • Catalunha

Principais doenças :

  • Principais doenças :

  • Fungos-

  • Podridão-seca (Botryodiplodia theobromae = Lasiodiplodia theobromae

  • Míldio (Plasmopora viticola)

  • Oídio (Uncinula necator)

  • Mofo-cinzento (Botrytis cinerea)

  • Antracnose (Elsinoe ampelina / Sphaceloma ampelinum)

  • Fusariose (Fusarium oxysporum f. sp. herbemontis)

  • Declínio da videira ( Eutypa lata )

Bactérias

  • Bactérias

  • Cancro bacteriano ( Xanthomonas campestris pv. vitícola)

  • Nematóides

  • Galhas (Meloydogyne spp.)

  • Vírus –

  • Vírus do enrolamento da folha da videira (Grapevine leafroll vírus).

  • Vírus da folha em leque (Grapevine fanleaf vírus) ou dos entrenós curtos da videira

  • Vírus do intumescimento dos ramos da videira (Grapevine corky bark disease)

  • Doenças das caneluras do tronco da videira (Grapevine stem pitting disease)

  • Manchas ou mosaico das nervuras (Fleck disease)

  • Necrose das nervuras (Vein necrosis diasease)

As principais pragas são:

  • As principais pragas são:

  • Tripes – Selenothrips rubrocinctus e Frankliniella  sp. (Thysanoptera: Thripidae)

  • Ácaro-branco – Polyphagotarsonemus latus  (Acari: Tarsonemidae)

  • Ácaro-rajado – Tetranychus urticae   (Koch, 1836)   (Acari: Tetranychidae)

  • Mosca-branca – Bemisia argentifolii  (Hemiptera: Aleyrodidae)

  • Lagarta-das-folhas – Eumorpha vitis (Lepidoptera: Sphingidae)

  • Cochonilhas

  • Moscas-das-frutas – Ceratitis capitata  (Diptera: Tephritidae)

O mercado brasileiro de uvas de mesa é um dos mercados hortifrutícolas que mais crescem no país. O consumo per capita deste produto no Brasil subiu de 0,4 Kg/hab/ano no início da década de 80 para quase 2,7 Kg/hab/ano em 2001. Esta tendência deve se manter nos próximos anos. De acordo com os estudos de mercados realizado por diversas instituições ligadas a fruticultura, a produção nacional de uva destinada ao mercado doméstico é hoje totalmente absorvida. O excesso de oferta em alguns meses do ano, provoca uma significativa redução de preços a nível de consumidor, ampliando a demanda nas camadas da população de menor poder aquisitivo, sem no entanto, levar a perdas ou descarte na produção.

  • O mercado brasileiro de uvas de mesa é um dos mercados hortifrutícolas que mais crescem no país. O consumo per capita deste produto no Brasil subiu de 0,4 Kg/hab/ano no início da década de 80 para quase 2,7 Kg/hab/ano em 2001. Esta tendência deve se manter nos próximos anos. De acordo com os estudos de mercados realizado por diversas instituições ligadas a fruticultura, a produção nacional de uva destinada ao mercado doméstico é hoje totalmente absorvida. O excesso de oferta em alguns meses do ano, provoca uma significativa redução de preços a nível de consumidor, ampliando a demanda nas camadas da população de menor poder aquisitivo, sem no entanto, levar a perdas ou descarte na produção.

A nível de mercado internacional o pólo de produção de uva de mesa que merece destaque é o do Submédio São Francisco, visto que, esta zona de produção, que possui atualmente cerca de 5000 ha implantados com uvas finas de mesa, é responsável por aproximadamente  80% das exportações brasileiras deste produto. Entretanto é interessante comentar que ainda é muito pequena a participação brasileira no comércio internacional de uva, visto que, somente exportamos cerca de 0,50% da produção nacional, enquanto o Chile envia para o mercado externo 40% de sua produção.

  • A nível de mercado internacional o pólo de produção de uva de mesa que merece destaque é o do Submédio São Francisco, visto que, esta zona de produção, que possui atualmente cerca de 5000 ha implantados com uvas finas de mesa, é responsável por aproximadamente  80% das exportações brasileiras deste produto. Entretanto é interessante comentar que ainda é muito pequena a participação brasileira no comércio internacional de uva, visto que, somente exportamos cerca de 0,50% da produção nacional, enquanto o Chile envia para o mercado externo 40% de sua produção.

A exploração racional de um vinhedo depende de uma série de fatores que afetam o seu desempenho produtivo e a sua viabilidade econômica. Tais como, a variedade plantada, o espaçamento, o clima, o solo, o grau de incidência de pragas e doenças, o rendimento dos cultivos, os preços dos fatores de produção, o preço do produto, conhecimento, atendimento e manutenção do mercado consumidor seja interno o externo.

  • A exploração racional de um vinhedo depende de uma série de fatores que afetam o seu desempenho produtivo e a sua viabilidade econômica. Tais como, a variedade plantada, o espaçamento, o clima, o solo, o grau de incidência de pragas e doenças, o rendimento dos cultivos, os preços dos fatores de produção, o preço do produto, conhecimento, atendimento e manutenção do mercado consumidor seja interno o externo.

Pesquisas

  • Instituição: Instituto Agronômico de Campinas (IAC)

  • Título: INFLUÊNCIA DA COBERTURA VEGETAL DO SOLO NA QUALIDADE DOS FRUTOS DE VIDEIRA ‘NIAGARA ROSADA

  • Autores:ELAINE BAHIA WUTKE, MAURILO MONTEIRO TERRA, ERASMO JOSÉ PAIOLI PIRES, FABIO COSTA,

  • ISMAEL LUIZ SECCO, IVAN JOSÉ ANTUNES RIBEIRO.

  • Introdução: Devido ao aumento no custo de produção com a utilização de cobertura morta com capim nas ruas da videira ‘Niagara Rosada’ e à dificuldade para sua aquisição, objetivou-se a possibilidade de substituí-la por plantas de cobertura intercalares.

Material e métodos : Em experimentos realizados em Indaiatuba e Jundiaí-SP, de 1999-2000 a 2003-2004, instalaram-se seis tratamentos nas entrelinhas, em blocos ao acaso e quatro repetições, constando de área no limpo; vegetação espontânea roçada; cobertura com capim seco de Brachiaria decumbens; cobertura verde de aveia preta (Avena strigosa); cobertura verde de chícharo (Lathyrus sativus); cobertura verde de tremoço (Lupinus albus), de março a outubro, seguidas de cobertura verde de mucuna anã (Mucuna deeringiana) de outubro a março.

  • Material e métodos : Em experimentos realizados em Indaiatuba e Jundiaí-SP, de 1999-2000 a 2003-2004, instalaram-se seis tratamentos nas entrelinhas, em blocos ao acaso e quatro repetições, constando de área no limpo; vegetação espontânea roçada; cobertura com capim seco de Brachiaria decumbens; cobertura verde de aveia preta (Avena strigosa); cobertura verde de chícharo (Lathyrus sativus); cobertura verde de tremoço (Lupinus albus), de março a outubro, seguidas de cobertura verde de mucuna anã (Mucuna deeringiana) de outubro a março.

Resultados e discussão :Determinaram-se massa, comprimento e largura do cacho, número total de bagas por cacho e diâmetro do pedicelo de bagas, comparando-se os valores médios pelo teste de Duncan ao nível de 5%. Na média dos anos, os resultados com a cobertura verde foram similares ou mais favoráveis que os da cobertura com braquiária seca, podendo-se substituí-la por coberturas vegetais intercalares com gramínea e leguminosas, o ano todo, sem interferência negativa na qualidade comercial dos frutos.

  • Resultados e discussão :Determinaram-se massa, comprimento e largura do cacho, número total de bagas por cacho e diâmetro do pedicelo de bagas, comparando-se os valores médios pelo teste de Duncan ao nível de 5%. Na média dos anos, os resultados com a cobertura verde foram similares ou mais favoráveis que os da cobertura com braquiária seca, podendo-se substituí-la por coberturas vegetais intercalares com gramínea e leguminosas, o ano todo, sem interferência negativa na qualidade comercial dos frutos.

Conclusões: A cobertura morta de capim nas ruas do parreiral pode ser substituída pelo cultivo de plantas para cobertura verde no outono inverno, como aveia-preta, chícharo ou tremoço, seguidos de mucuna anã, na primavera-verão, sem alteração prejudicial em relevantes características comerciais de qualidade dos frutos de videira‘NiagaraRosada’, como tamanho e dimensões do cacho e das bagas.

  • Conclusões: A cobertura morta de capim nas ruas do parreiral pode ser substituída pelo cultivo de plantas para cobertura verde no outono inverno, como aveia-preta, chícharo ou tremoço, seguidos de mucuna anã, na primavera-verão, sem alteração prejudicial em relevantes características comerciais de qualidade dos frutos de videira‘NiagaraRosada’, como tamanho e dimensões do cacho e das bagas.

Instituição: Embrapa Uva e Vinho, localizada em Bento Gonçalves, RS

  • Instituição: Embrapa Uva e Vinho, localizada em Bento Gonçalves, RS

  • Título:Avaliação da uva cv. Isabel para a elaboração de vinho tinto

  • Autores: Luiz Antenor RIZZON, Alberto MIELE, Júlio MENEGUZZO

  • Introdução: A uva Isabel, originária do Sul dos Estados Unidos, é uma das principais cultivares de Vitis labrusca. Atualmente é a cultivar mais difundida na Serra Gaúcha, representando aproximadamente 45% de toda a uva produzida nessa região.

Além da elaboração de vinho tinto comum, a Isabel é utilizada para elaboração de vinho rosado e suco e comercializada como uva de mesa. O objetivo do presente trabalho foi determinar as características agronômicas e enológicas da uva Isabel, para elaboração de vinho tinto comum.

  • Além da elaboração de vinho tinto comum, a Isabel é utilizada para elaboração de vinho rosado e suco e comercializada como uva de mesa. O objetivo do presente trabalho foi determinar as características agronômicas e enológicas da uva Isabel, para elaboração de vinho tinto comum.

  • Material e métodos: avaliou-se a maturação da uva e realizaram-se estudos para caracterizar o cacho, o mosto e o vinho tinto, nas safras de 1988 a 1994.

Resultados e discussão: Os resultados obtidos evidenciaram que a uva Isabel tem cacho pequeno, solto, formado por bagas e sementes grandes. O mosto apresenta cor rosada pouco intensa, tem bom teor de açúcar e baixo nível de ácido málico e acidez total. O vinho tem cor vermelha viva; o aroma é intenso e com acentuada tipicidade varietal; a análise sensorial evidencia que geralmente falta ao vinho equilíbrio e maciez.

  • Resultados e discussão: Os resultados obtidos evidenciaram que a uva Isabel tem cacho pequeno, solto, formado por bagas e sementes grandes. O mosto apresenta cor rosada pouco intensa, tem bom teor de açúcar e baixo nível de ácido málico e acidez total. O vinho tem cor vermelha viva; o aroma é intenso e com acentuada tipicidade varietal; a análise sensorial evidencia que geralmente falta ao vinho equilíbrio e maciez.

  • Conclusões: Devido à importância dessa cultivar para a vitivinicultura da Serra Gaúcha, os vinhedos devem ser orientados para a produção de vinho, suco ou uva de mesa buscando obter produtos genuínos e característicos.

Instituição: Universidade Federal de Pernambuco. Recife, PE.

  • Instituição: Universidade Federal de Pernambuco. Recife, PE.

  • Título: Polpa de fruta congelada: efeito do processamento sobre o conteúdo de fibra alimentar

  • Autores: Silvana Magalhães Salgado1; Nonete Barbosa Guerra1; Artur Bibiano de Melo Filho1

  • Introdução: O fato do Nordeste do Brasil ser um grande produtor de frutos cuja elevada perecibilidade é responsável por perdas superiores a 25% na época de safra, tem levado os produtores a desenvolver novos processos com vistas a aumentar seu tempo de vida útil.

Um exemplo concreto deste esforço é a produção de polpa de fruta congelada, com grande aceitação no mercado nacional, por preservar as características organolépticas dos frutos.

  • Um exemplo concreto deste esforço é a produção de polpa de fruta congelada, com grande aceitação no mercado nacional, por preservar as características organolépticas dos frutos.

  • Sabendo que o tipo de processo influi nos constituintes dos alimentos e que os frutos são fontes de fibras alimentares na dieta humana, julgamos oportuno avaliar o efeito do processo de obtenção de polpas de frutas congeladas sobre o teor desses constituintes, tendo em vista a possibilidade de substituição dos frutos in natura por polpas congeladas em tratamentos dietéticos.

Material e métodos: Avaliaram-se os efeitos do processo utilizado na obtenção de polpa de frutas congelada sobre o teor de fibras alimentares, empregando-se acerola, caju, goiaba, graviola, manga, pinha, pitanga, sapoti e uva no estágio maduro. Para a caracterização das amostras, as polpas foram analisadas quanto a umidade, pH, sólidos solúveis totais, acidez em ácido cítrico e açúcares redutores e totais, segundo as normas da Association of Official Analytical Chemists.

  • Material e métodos: Avaliaram-se os efeitos do processo utilizado na obtenção de polpa de frutas congelada sobre o teor de fibras alimentares, empregando-se acerola, caju, goiaba, graviola, manga, pinha, pitanga, sapoti e uva no estágio maduro. Para a caracterização das amostras, as polpas foram analisadas quanto a umidade, pH, sólidos solúveis totais, acidez em ácido cítrico e açúcares redutores e totais, segundo as normas da Association of Official Analytical Chemists.

Resultados e discussão: Demonstrou-se que o processo tecnológico empregado reduziu significativamente o percentual de fibras alimentares das frutas, determinadas por método gravimétrico não enzimático, principalmente da goiaba, seguida da uva, graviola, sapoti, caju, pinha e acerola; com exceção da manga e pitanga, as demais polpas congeladas não substituem, em termos quantitativos, a fibra alimentar dos frutos in natura na dieta de indivíduos sadios.

  • Resultados e discussão: Demonstrou-se que o processo tecnológico empregado reduziu significativamente o percentual de fibras alimentares das frutas, determinadas por método gravimétrico não enzimático, principalmente da goiaba, seguida da uva, graviola, sapoti, caju, pinha e acerola; com exceção da manga e pitanga, as demais polpas congeladas não substituem, em termos quantitativos, a fibra alimentar dos frutos in natura na dieta de indivíduos sadios.

  • Conclusões: Considerando que essas perdas são variáveis face às características dos frutos processados, a inclusão de polpas congeladas na dieta em substituição às frutas dependerá de estudos qualitativos que permitam esclarecer os constituintes da referida fração.

CONCLUSÃO

  • Através da disciplina de Cadeias Agroindustriais ministrada pelo professor Nivaldo,tornou-se possível o estudo da cadeia produtiva da uva percebendo-se que a exploração racional de um vinhedo depende de uma série de fatores que afetam o seu desempenho produtivo e a sua viabilidade econômica. Tais como, a variedade plantada, o espaçamento, o clima, o solo, o grau de incidência de pragas e doenças, o rendimento dos cultivos, os preços dos fatores de produção, o preço do produto, conhecimento, atendimento e manutenção do mercado consumidor seja interno o externo.

REFERÊNCIAS

  • http://www.vitaminasecia.hpg.ig.com.br/uvaorientacao.htm

  • http://www.cpatsa.embrapa.br/sistema_producao/spvideira/plantio.htm

  • WUTKE, Elaine Bahia, TERRA, Maurilo Monteiro, PIRES, Erasmo José Paioli et al. Influência da cobertura vegetal do solo na qualidade dos frutos de videira 'Niagara Rosada'. Rev. Bras. Frutic., Dec. 2005, vol.27, no.3, p.434-439. ISSN 0100-2945.

  • RIZZON, Luiz Antenor, MIELE, Alberto, MENEGUZZO, Júlio Avaliação da uva cv. Isabel para a elaboração de vinho tinto. Embrapa Uva e Vinho, localizada em Bento Gonçalves, RS.

  • SALGADO, Silvana Magalhães; GUERRA, Nonete Barbosa; FILHO, Artur Bibiano de Melo Polpa de fruta congelada: efeito do processamento sobre o conteúdo de fibra alimentar Universidade Federal de Pernambuco. Recife, PE.

OBRIGADO!

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