Desenvolvimento do pensamento do inconsciente 2

Desenvolvimento do pensamento do inconsciente 2

DIRETO DO TÚNEL DO TEMPO:

A revelação do inconsciente

Antonio Fabiano FerreiraDayanne Monielle Duarte MouraEmanuelle Louyde Ferreira de LimaGerlany Pereira de Medeiros

RESUMO

O presente trabalho tem como objetivo evidenciar as relações existentes entre o inconsciente a neurose e o complexo de Édipo, revelar ainda mais a compreensão acerca do sujeito, da formação deste e do seu conflito biopsicossociais. Essa relação, baseia-se em obras psicanalíticas de autores como Freud, Jung entre outros que fortalecem e esclarecem os seus respectivos conceitos sobre o temas abordados. O trabalho conclui, ressaltando ainda mais a importância destes autores para o aperfeiçoamento dos conceitos de histeria, do complexo de Édipo e principalmente do inconsciente, o qual ainda não possui significado completamente formulado.

Palavras chave: Inconsciente; Complexo de Édipo; Histeria.

DIRECT THE TUNNEL OF TIME:The revelation of the unconscious

ABSTRACTThis paper aims to highlight the relationship between neurosis the unconscious and the Oedipus complex, revealing further the understanding of the subject, the formation of this conflict and its biopsiquicosociais. This relationship, based on psychoanalytic works of authors such as Freud, Jung and others that strengthen and clarify their respective concepts of the topics discussed. The paper concludes, further emphasizing the importance of these authors for the betterment of the concepts of hysteria, the Oedipus complex, and especially the unconscious, which does not have any meaning completely formulated.

Keywords: Unconscious; Oedipus complex; Hysteria.

INTRODUÇÃO

Revelar o que existe no inconsciente, os efeitos dos traumas presentes neles, a formação dessas passagens traumáticas bem como o motivo pelo qual lembranças foram expulsas da nossa consciência, são questões curiosas que vem sendo pesquisadas ao longo de muito tempo e por diversos contribuidores, dentre eles, Sigmund Freud.

Frente a isso o objetivo geral do trabalho é discutir as relações que o complexo de Édipo e a histeria, mantém com o inconsciente.

Para isso realizou-se uma pesquisa de artigos existentes na Biblioteca Virtual de Saúde – BVS, assim como em obras psicanalíticas de autores renomados.

DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO DO INCONSCIENTE

Partindo do conceito concernente ao inconsciente, amplamente abordado no corpo epistemológico da teoria psicanalítica e respaldado por pesquisadores renomados, entende-se que este ainda não adquiriu um conceito único entre os estudiosos, de forma que está influenciado pelo seu contexto histórico, pelos pesquisadores da época e pelas necessidades biopsicossociais que objetivam compreender o homem.

Breuer 1893, diz que: os sintomas neuróticos resultam de processos inconscientes e desaparecem quando esses processos se tornam conscientes.

Para Freud, que a principio se contrapôs a teoria de Breuer, mas que subsequentemente concordou com as “fantasias infantis” colocadas por ele, de maneira que tentou estudar o incosciente de um forma particular, utilizando-se da metáfora do iceberg, como se fosse o incosnciente, a parte submersa, que não pode ser vista e o consciente a parte visivel. Com suas teoria voltadas para a histeria, Freud utilizou-se de conceitos básicos já postulados: o inconsciente, o consciente e o pré consciente, nesse momento essas teorias foram suficientes. Logo em seguida a sua pesquisa voltou-se para o pocesso de repressão, onde agora adoutou-se os conceitos de Id, Ego e Super-ego.

Reconhece na segunda tópica Freudiana três personagens da cena intrapsiquica do sujeito: de modo bastante simplificado o id como polo do desejo, o superego como juiz interno gerador de culpas e o ego no agenciamento das defesas. O inconsciente está presente nas três instâncias em maior ou menor grau dinstintamente da primeira tópica que ele era visto como exclusividade de um sistema. (BARRETO, R.A et al., 2009).

Pleiteando uma abordagem mais ampla do assunto, entende-se o id como um impulso orgânico e desejo inconsciente cultuado pelo sentimento de prazer onde visa uma satisfação imediata. Como exemplo clássico disso, tem-se as necessidades básicas de um individuo ao nascer. O ego configura o EU, sendo o mesmo a própria consciência, como resultado dos pensamentos, sentimentos, lembranças, emoções, idéias, entre outros que emanam do sujeito. “É um dado complexo formado primeiramente por uma percepção geral de nosso corpo e existência e, a seguir, pelos registros de nossa memória. Todos temos uma certa ideia de já termos existido, quer dizer, de nossa vida em épocas passadas; todos acumulamos uma longa série de recordações. Esses dois fatores são os principais componentes do ego, que nos possibilitam considerá-lo como um complexo de fatos psíquicos.” (JUNG, C.G, 1980). O superego, traduz-se como o inconsciente, é uma censura de pulsões impostas ao id, ou seja, é a repressão deste, que se manifesta, particularmente a repressão sexual. Dessa forma, são esses complexos que elucidam, e mostram uma relação extrita entre as causas e os efeitos dos conflitos psiquicos que acometem a grande parte da população.

Segundo Perwin 2005, o inconsciente define um complexo psíquico de natureza praticamente insondável, misteriosa, obscura, de onde brotariam as paixões, o medo, a criatividade e a própria vida e morte.

Apropriando-se desse conceito, que considera o inconsiente como praticamente insondável, misterioso e obscuro teve-se uma preocupação a priori de como se chegar ao campo da inconsciencia, uma vez que é nesse local onde são armazenados os traumas, repressões e conflitos eróticos. Para alcançar esse campo e entender esses fenomenos explicitamete manifestados no físico, foram ultilizados em primeira instancia a hipnose, usada inicialmente por Charcot, Breuer e Freud, este inicia a técnica, mas logo em seguida a substitui por outra a da interpretação dos sonhos, utilizado como uma ponte que conecta o inconsciente ao consiente.

Consiste no fato de que a consciência deseja manter seu ideal moral, enquanto o inconsciente luta por um ideal imoral, que a consciência constantemente tenta negar. No decorrer do tratamento, os sonhos fazem emergir a imundice do inconsciente. (JUNG,C.G, 1980).

A FORMAÇÃO DO SUJEITO - O COMPLEXO DE ÉDIPO

O complexo de Édipo, também referenciado como mito de Édipo, conta que existia um rei da cidade de Tebas, chamado de Laio que era casado com Jacosta e o casal buscando uma solução para a incapacidade de gerarem um filho, consultaram um Oráculo (que na antiguidade era tido como uma divindade a quem se consultava em busca de respostas para questionamentos) e este previu, que se o casal tivesse um filho, o mesmo mataria o pai e se casaria com a mãe.

Mas tarde a rainha de Tebas inesperadamente e inexplicavelmente engravidou e deu a luz a um menino, o qual, segundo a profecia, representava um grande perigo para o casal.

Devido ao medo dos pais, o recém-nascido foi condenado a ser devorado por feras numa montanha, um servo de Tebas foi designado a levar a criança ao local e o dependurar pelos pés para que morresse, porém, diante da cena cruel, se sensibilizou e desamarrou a criança, entregando-a aos cuidados de um pastor da cidade de Corinto que o levou a Pólibo, seu rei.

O menino, que foi chamado de Édipo, que significa pés inchados, cresceu aos cuidados de Pólibo e foi criado como filho biológico do rei. Ao saber de rumores que insinuavam a sua condição de adotado, Édipo, sai em direção a Delfos em busca de um Oráculo, que poderia lhe dar respostas, entretanto, o ele conhecia o destino de Édipo e repetiu a profecia dita aos seus pais verdadeiros, dizendo que ele mataria o pai e se casaria com a mãe. Muito assustado com as revelações que ouviu, ele se afastou de seus pais de criação e abandonou a cidade de Corinto.

No seu caminho, Édipo, chega a um local onde três estradas se encontraram e ele se pôs ao lado da carruagem de Laio, que era rei de Tebas e seu pai orgânico. Um dos membros pertencentes a escolta real, ordenou rudemente que Édipo se retirasse do caminho e este rapidamente retrucou com ofensas verbais, nesse conflito, Édipo mata seu pai. Sem rumo ele chega a Tebas, sua cidade Natal, que era aterrorizada pela Esfinge (que para a mitologia é um monstro alado lendário com corpo de leão e busto e cabeça humana). O irmão de Jacosta (mãe de Édipo) que com a morte de Laio havia se tornado o rei, oferecia o reino e a mão da rainha para quem derrotasse a Esfunge. Édipo, ao encontrar-se com a Esfinge é desafiado com o seguinte questionamento: “Qual o animal tem quatro patas de manhã, duas a tarde e três a noite?” HOMEM – respondeu Édipo – o amanhecer é a criança engatinhando, entardecer é a fase adulta e o anoitecer a velhice, quando se usa bengala! Com essa resposta o trono e a mão da rainha foram concebidos o filho de Laio, onde a profecia se cumpriu, e junto a Jacosta tiveram cinco filhos.

Uma praga atormentava a cidade de Tabas, agora sob governo de Édipo, e descobre-se que a praga só seria exilada quando o assassino de Laio fosse julgado, e a acusação que um profeta fazia era de que esse assassino seria o próprio Édipo.

Paralelo a esse acontecimento o pai de criação, Pólibo, morre e Édipo ao saber do acontecimento, de certa forma fica “feliz”, pois, acreditava que a profecia dada pelo Oráculo, não estava se cumprindo, porém, o servo (ainda vivo) que tinha entregue a criança para o pastor e indiretamente para Pólibo, confessa o ato, e o rei de Tebas, percebe que toda a profecia tinha se cumprido. Jocasta, quando sabe disso, se mata enforcada e seu marido/filho ao ver sua esposa/mãe morta, fura os olhos com o broche de ouro da roupa dela.

Dentro desse contexto, assume vital importância esse mito para a construção do complexo de Édipo por Freud, que conceituando-o diz: quando a criança atinge o período sexual fálico na segunda infância e dá-se então conta da diferença de sexos, tendendo a fixar a sua atenção libidinosa nas pessoas do sexo oposto no ambiente familiar. (KUSNETZOFF, apud FREUD 1994)

Esse conceito formulado por Freud, foi nomeado de Complexo de Édipo por Jung, que mais tarde criou também o complexo de Electra. (KUSNETZOFF, 1994).

Partindo desses conceitos, pode-se perguntar: qual a importância do complexo de Édipo para a psicanálise? Jaqueline Moreira, 2004 diz que, O complexo de Édipo constitui uma das problemáticas fundamentais da teoria e da clínica psicanalítica. Para a teoria psicanalítica, o momento crucial da constituição do sujeito situa-se no campo da cena edípica. Dessa forma, o Édipo não é somente o “complexo nuclear” das neuroses, mas também o ponto decisivo da sexualidade humana, ou melhor, do processo de produção da sexuação.

Elucidando uma discussão maior, o complexo de Édipo abrange sentimentos de amor e hostilidade, resultando em uma metáfora de amor à mãe e ódio ao pai, não necessariamente sendo este o pai, mas qualquer pessoa que no âmbito da criança roube a atenção da mãe, que é somente dela.

A idéia central desse complexo vem justamente da ilusão que a criança, ainda bebê, que recebe constantemente a proteção materna, devido a sua “fragilidade”. Essa relação de total atenção acaba, quando a criança vivencia situações que são impostas pela família como, por exemplo, não dormir na cama dos pais, não andar pelado pela casa, controlar os esfíncteres, entre outras. Nesse momento a criança percebe não ser o centro do mundo, renunciando a esse mundo organizado e sua ilusão de proteção e amor total. É bem perceptível, portanto, a importância do complexo de Édipo para a construção do sujeito em si, fazendo com que a criança saia do reinado dos impulsos e instintos e passe para um plano mais racional.

A REVELAÇÃO DO INCONSCIENTE - HISTERIA

O estudo da histeria por Freud possibilitou o nascimento de uma nova ciência chamada de Psicanálise, esse estado psicopatológico, apresenta-se como uma das mais intrigantes das psiconeuroses no âmbito do conhecimento psicanalítico, pelo fato da mesma apresentar-se como sintomas de aspecto físico decorrente de alterações psicológicas, produzidas por traumas vivenciados e sentimentos reprimidos, geralmente na infância, que são armazenados no inconsciente muitas vezes se exteriorizando no período da adolescência.

O termo histeria vem do grego hystéra que significa útero, isso se explica pelo fato de que no início do estudo desse comportamento pensava-se que somente quem apresentava essa condição eram mulheres, porém, com a evolução do conhecimento psicanalítico observou-se que a histeria poderia manifestar-se tanto em homens quanto em mulheres.

O conceito de histeria nem sempre foi unânime entre os pesquisadores, de forma que havia tanto divergências no que diz respeito à etiologia da doença histérica, bem como sua sintomatologia. Flores et al. declararam em 2002, que Babinski, por exemplo, acreditava que a histeria era caracterizada pela ausência de lesões orgânicas e seus sintomas eram decorrentes de sugestões e simulações. Jean Martin Charcot defendia a histeria como uma doença de sintomas bem definidos.

Charcot foi o primeiro a falar que para se ter uma explicação plausível sobre a neurose histérica, precisava-se usar as teorias da psicologia. Sua participação foi singular, pois o mesmo definiu os sintomas da histeria separando esta de outras psiconeuroses e da idéia de simulação, relatou também casos masculinos, o que foi muito relevante, pois que entendia-se a histeria apenas como uma doença feminina.

Já para Freud a histeria em sua etiologia tem aspectos diferentes, pois o mesmo ressalta que ela seria fruto de uma grande repressão de sentimentos e emoções. Seria por conta dessas repressões que se manifestariam os sintomas da histeria. Márcia, 2004 apud Freud, diz que todo evento, toda impressão psíquica é revestida de uma determinada carga de afeto da qual o ego se desfaz, seja por meio de uma reação motora, seja pela atividade psíquica associativa.

Flores et al. concluíram em 2002 que a histeria é uma psiconeurose cujos conflitos emocionais inconscientes surgem na forma de uma severa dissociação mental, ou como sintomas físicos; tais como: dormência/paralisia de um membro, perda de voz ou cegueira, independente de qualquer patologia orgânica ou estrutural conhecida, ou seja, a pessoa desfruta de plena saúde física.

Fundamentado no conceito de Flores et al. percebe-se um exemplo clássico da estrita relação entre corpo e alma de maneira que não pode haver uma dissociação entre esses dois componentes, que pode ser provado a partir de sintomas explicitados no físico do indivíduo, contudo, que são provenientes de alterações psicológicas.

A sintomatologia apresentada pelos indivíduos acometidos pelo mal da histeria, não era entendida pela grande maioria médica da época como uma psiconeurose, tendo em vista que o corpo permanecia íntegro ao mesmo tempo em que a pessoa apresentava aspectos de uma grave doença.

Perante esse paradoxo, a medicina estigmatizava esses doentes como exacerbados e simuladores, que transgrediam as leis fisiopatológicas predominantes.

James (1969, p. 15) declara que o médico que por seus estudos adquiriu tanto conhecimento vedado aos leigos, pode formar uma idéia da etiologia das doenças e suas lesões. O mesmo também diz que em face, porém, das particularidades dos fenômenos histéricos, todo seu saber, todo seu preparo em anatomia, fisiologia e patologia deixam-no desamparado. O autor ainda conclui dizendo que os histéricos ficam, assim, privados de sua simpatia. Ele (o médico) os considera como transgressores das leis de sua ciência, tal como os crentes considera os hereges; julga-os capazes de todo o mal, acusa-os de exagero e simulação, e pune-os com lhes tirar seu interesse.

Como tratamento da histeria Freud utilizava inicialmente a hipnose, mas no decorrer dos casos ele notificou que o uso dessa técnica não surtia o efeito desejado sobre os neuróticos. Freud muda de opinião e passa a desacreditar na hipnose, passando assim a utilizar um novo caminho, a palavra, que segundo ele, teria um poder mágico sobre as pessoas, capaz de curar os doentes até mesmo de perturbações graves.

DISCUSSÃO

O inconsciente há muito vem sendo discutido e questionado, buscando-se dessa maneira entender o que esconde a mente humana. Encontra-se fortemente perceptivel a função deste ao realcioná-lo com a neurose e o complexo de Édipo.

A medicina, não foi e ainda não é tão eficiente a ponto de buscar, isoladamente explicações para atitudes e sentimentos do sujeito. Esse obejtivo só alcançou-se com a presença dos conhecimentos psicanlíticos trazidos por autores como Breuer, Freud, Jung, Lacan, entre outros. Estes homens fervorosamente pocuraram atráves de vivencias, no tratamento prático, a resposta para as neuroses.

Dessa diferenciação surgiu-se então os distintos conceitos sobre o inconsciente onde a partir destes partiam-se as respostas, principalmente para a histeria, esta vista a princípio como resultado de uma passagem traumática da vida que havia sido levada ao inconsciente provocando reações físicas e mentais no indivíduo, mesmo sendo este um ser saudável do ponto de vista orgânico.

A neurose pode ter origem também ligada a traumas resultantes de um conflito erótico oculto, como pode ser exemplificado a partir da análise do complexo de Édipo, onde, o ser eroticamente frustrado, e ainda na sua fase de construção da personalidade (infancia – adolescência) é repreendido e esta repressão leva a um trauma inconscientemente visível.

A análise mais profunda desse trauma torna o conflito erótico um agente patogênico, já que o individuo entra em confusão consigo mesmo e com a sociedade, devido dogmas impostos por esta.

A análise destas informações, permite-nos então perceber que a obscuridade do nosso inconsciente, ainda desconhecido, sofre influência sobre a nossa consciência, âmbito de controle das nossas reações inibidas quando o nosso inconsciente vem a tona.

CONCLUSÃO

É inegável a importância das contribuições dadas pelos pesquisadores referenciados em todo o texto, pois, é extremamente necessário o conhecimento pelo menos dos conceitos básicos a respeitos dos problemas biopsicossociais, que cercam a sociedade, pelos profissionais e futuros profissionais da área da saúde, porém, fica aqui a ressalva para que seja mais pesquisado sobre o inconsciente em toda sua complexidade, pois, foi verificado não se tem um conceito concreto sobre o assunto.

REFERÊNCIAS

  1. KUSNETZOFF, Juan Carlos, Nova Fronteira, Introdução à Psicopatologia Psicanalítica, 8ª edição, 1994.

  2. FARIA, Michele Roman, Construção do Sujeito e Estrutura Familiar no Complexo de Édipo.

  3. Cobra, Rubem Queiroz - Educação e Comportamento: Resumos Biográficos; Brasília; 1997.

  4. Jung, Carl Gustav, 92p Psicologia do inconsciente; tradução de Maria Luiza Appy.Petrópolis, Vozes, 1980

  5. FLORES, Sônia; PEREIRA, Sara; FURTADO, Natália; SILVEIRA, Mariana; Histeria. CienteFico, Ano II, VI; Salvador; 2002.

  6. SALINAS, Paola; O problema não sou eu, é minha barriga.

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