Revista Mecatronica Atual - Edicao 003

Revista Mecatronica Atual - Edicao 003

(Parte 1 de 9)

3MECATRÔNICA ATUAL Nº 3 - ABRIL/2002

Controle PID

Gostaria de sugerir uma matéria sobre Controles PID (Proporcional, Integral, Derivativo) que são utilizados em programação de PLCs, pois é muito difícil encontrar material detalhado sobre este assunto. Atenciosamente , Vagner Hiroshi Inoue

Caros editores, Sou graduando de Engenharia de Controle e Automação da Universidade Federal de Santa Catarina, e gostei muito dos artigos que li nas duas primeiras edições da revista Mecatrônica Atual. O fato de integrar vários campos da Mecatrônica numa linguagem acessível, torna essa revista muito interessante e de fácil leitura. Gostaria de sugerir artigos na área de controle de processos, como tipos de controladores, estratégias de controle, sintonia de controladores PID, etc.

Obrigado e parabéns, Guilherme Figueira Althoff

Caros Vagner e Guilherme, Uma vez que o nosso maior interesse é produzir uma revista útil, é muito importante que os leitores façam as suas sugestões e nos alertem para aquilo que julgarem estar faltando na revista. Mesmo que não seja possível atender a todas as sugestões, procuramos publicar aquelas que são mais solicitadas, como foi o caso do controle PID. Obrigado pelo apoio e continuem nos auxiliando.

Obrigado a todos os leitores que nos enviaram cartas e e-mails. Infelizmente o espaço não é suficiente para publicar todas as cartas, mas escolhemos aquelas que julgamos trazer informações para a maior parte dos leitores. Continuem enviando os seus comentários, críticas, sugestões, pois somente com esse suporte poderemos adequar as nossas publicações ao que nossos leitores necessitam.

Cartas: Editora Saber Rua Jacinto José de Araújo, nº 315 CEP 03087-020 – São Paulo – SP – Brasil E-mail: a.leitor.mecatronicaatual@editorasaber.com.br

Direito de resposta

Gostaria de parabenizálos pela 2ª edição da revista Mecatrônica Atual. Já vejo um progresso à medida que vão surgindo novas edições. No entanto, é de nosso interesse que se publiquem afirmações com total certeza e sem parcialidades. O fato a que me refiro trata de uma notícia relatada na Seção do Leitor onde um leitor afirma genericamente que os profissionais que saem dos CEFETs não conhecem CLPs, inversores, dentre outros. É claro que publicações técnicas só nos trazem benefícios e melhoramentos, mas chegar ao ponto de publicar uma notícia dessas numa revista de âmbito nacional, É DEMAIS! Sou formado no CEFET-CE em Tecnologia de Mecatrônica e não admitiria aceitar um diploma de graduação sem pelo menos ter visto algo sobre esse assunto. Os CEFETs têm compromisso com a qualidade de ensino e se isso está ocorrendo é por motivo de complacência dos alunos dessa instituição. Obrigado, Artur Teixeira

Caro Artur Nós é que agradecemos a sua contribuição e pedimos desculpas se causamos algum constrangimento aos alunos do CEFETs, pois não foi essa a nossa intenção. A Seção do Leitor é um espaço onde vocês podem, além de fazer sugestões e críticas, manifestar as suas opiniões. Admitimos porém que houve uma falha de nossa parte, pois o leitor se manifestou de forma generalizada, o que certamente não representa a verdade.

MECATRÔNICA ATUAL Nº 3 - ABRIL/20024

Prezados Editores: Sou leitor da publicação Mecatrônica Atual e tenho obtido um grande retorno de informações técnicas na área de automação industrial. Sou técnico em Instrumentação há 16 anos, já tendo trabalhado em diversas indústrias de diferentes setores. Atualmente, gostaria que, se possível, fossem publicados nas próximas edições artigos referentes a Interfaces de Processo R.P.I, talvez em parceria com a Pepperl+Fuchs ou Sense, e também um artigo sobre Interbus, este em parceria com a Phoenix Contact. Gostaria de parabenizá-los sobre o detalhamento técnico na publicação sobre Inversores de Freqüência na revista de nº 02 da Mecatrônica Atual, de fevereiro. Desde já, agradeço pela atenção. Claudinei da Costa Bispo

Gostaria de parabenizá-los pela matéria sobre Inversores de Freqüência. O tema foi abordado de maneira bastante didática e com bons exemplos.

Gostaria de saber qual é a periodicidade da revista. Carlos Pires

Prezados Claudinei e Carlos, Ficamos felizes que tenham gostado da matéria sobre inversores de freqüência. Quanto às suas sugestões, elas estão anotadas. Está sendo publicada na revista Saber Eletrônica uma série muito boa sobre redes Fieldbus que, certamente, será muito útil para vocês. Pretendemos, futuramente, abordar esse assunto também na revista Mecatrônica Atual.

Quanto à periodicidade da revista, ela é bimestral (esperamos que em breve ela se torne mensal!).

Penso que há um equívoco na interpretação da fórmula E=K.(Phi).n (Mecatrônica Atual - número 2, pág.8) quando se diz que: “também o fluxo magnético influencia a rotação, só que de modo inverso - quanto maior o fluxo, menor a rotação e vice-versa”, pois a principal componente da constante K é o número de espiras das bobinas do motor. Logo, um motor com alto fluxo magnético (e portanto, alto torque) pode ter maior rotação se projetado com menor número de espiras. Não é assim com um transformador? Um transformador pequeno tem alto número de espiras por volt, já um transformador com maior área no núcleo e, portanto, maior fluxo magnético, tem menor número de espiras por volt. Djalma Toledo Rodrigues

Caro Djalma, A fórmula está correta. Em um acionamento

C, quanto menor o fluxo magnético, maior a rotação. Existem até sistemas supervisórios em que, na ausência do campo de excitação, os relés ou contatores desligam o motor para que o mesmo não se danifique por excesso de velocidade de rotação .

A fórmula em questão refere-se à força contra-eletromotriz induzida, e não à consumida. Talvez esse conceito é que o tenha confundido.

De qualquer forma, valeu a sua participação.

Às vezes uma dúvida, por mais básica que possa parecer, pode ajudar vários leitores com dificuldades em campo. Obrigado Djalma, e continue colaborando.

Inversores de freqüência - I

Oi! Curso Engenharia Mecânica na Escola Superior de

Engenharia da U.E.A em Manaus e Produção Mecânica no CEFET-AM. Há algum tempo vinha procurando uma revista que estivesse voltada para a área da Mecânica. Quando vi a “Mecatrônica Atual” pela primeira vez, fiquei tão entusiasmado que nem pude acreditar que houvesse uma revista especializada em Mecânica e Eletrônica ao mesmo tempo e que abordasse os assuntos e as aplicações que ambas possuem. Agora posso ampliar meus conhecimentos, estabelecer novas metas para o futuro e estar bem informado por essa (conceituada) revista. Agradeço desde já a todos os colaboradores que farão dessa publicação um grande sucesso, assim como foram as outras. Um forte abraço!

Jarison Alan F. Maciel Caro Jarison, Somos nós, aqui da Redação, que agradecemos pelas suas palavras de incentivo. Quando decidimos criar as revistas de Mecatrônica, nosso desejo foi justamente preencher uma lacuna que existia no segmento das publicações técnicas. É bom saber que elas estão cumprindo plenamente o seu papel.

Agradecimento

Erramos

Na última edição, no artigo “Eletropneumática”, quando o autor descreve a função “E”, houve uma troca nas referências das figuras. O circuito Pneumático Equivalente está representado na figura 1-d e o Circuito Elétrico Equivalente é mostrado na figura 1-c.

No artigo “Robôs Manipuladores – 1ª parte" a figura 8 refere-se à quatro tipos de anatomia dos robôs manipuladores e não ao seu espaço de trabalho.

5MECATRÔNICA ATUAL Nº 3 - ABRIL/2002

Prezados Editores. Sou leitor antigo de suas publicações (Revista

Saber, década de 80).Como profissional da área, achei muito interessante o artigo sobre inversores, contudo discordo de algumas citações, mais especificamente no tocante ao dimensionamento do inversor, pois os dados divulgados como suficientes (tensão de trabalho, potência do motor e tipo de aplicação) não bastam para determinar o aparelho correto. Não foi mencionado o número de pólos do motor, e como se pode observar em uma tabela de motores, esse parâmetro pode determinar a corrente de consumo do motor. Assim, poderemos adquirir um aparelho subdimensionado, e que não funcionará a contento. Outro parâmetro ignorado foi o regime de funcionamento, standard ou severo (mesmo no caso do exaustor), o que poderá desclassificar o aparelho adquirido. Temos que levar em consideração também o local de instalação. Digamos que esse inversor ligado a um exaustor, esteja trabalhando dentro de uma estufa, a uma temperatura superior a 40ºC, a desclassificação térmica comprometerá o funcionamento do aparelho, podendo inclusive danificálo e aí temos o maior problema, que é a assistência técnica, que nem sempre é referencial de segurança, pois comercialização é uma coisa e assistência técnica é outra. (Aparelhos que possuem uma grande rede de pontos de assistência técnica são aparelhos que necessitam de uma muita assistência técnica, em outras palavras, não são de boa qualidade). Outro ponto que não foi mencionado é a incorporação de filtros de ruído no equipamento e aí esbarramos feio na afirmativa feita no final do artigo, no tocante ao fabricante : “O PREÇO DEVE

DETERMINAR A ESCOLHA”. O barato pode sair caro e custar até o emprego do profissional que determi- nou a compra do equipamento sem analisar todas as propostas, não no tocante ao preço e sim às características oferecidas por cada produto e fabricante. Pois em muitas situações os vendedores omitem determinadas características e, uma vez vendido o produto, começa uma verdadeira romaria de desculpas e vendas de acessórios, como filtros para um funcionamento adequado, o que elevará o preço final do produto e desgastará a imagem de quem o dimensionou.

Como uma Editora que visa além do lucro, a informação correta e a melhor orientação aos seus leitores, e como leitor e profissional, aconselhamos que seja colocado aos leitores, que na sua grande maioria não tem experiência de campo, que a coisa não é tão simples como parece e, sim, deve-se alertar sobre todas as alternativas para que o dimensionamento do equipamento esteja sempre direcionado para suportar as condições mais severas de utilização pois, uma hora de processo parado pode custar muito mais caro que a diferença de preço de um equipamento bem dimensionado e de boa qualidade. Se o profissional não se sentir seguro na escolha, ele deverá procurar os serviços de orientação técnica das empresas através do 0800, Internet ou promotores técnicos, profissionais de outras empresas que têm equipamentos similares instalados e sempre, antes da escolha final, analisar todas as características dos equipamentos em questão. Se a alternativa preço fosse o principal item de escolha, nós só teríamos carros da LADA andando nas ruas. CSZ

Caro Leitor, Atualmente, as duas únicas características que importam na escolha de um inversor são: a "Filosofia” de controle - Inversor vetorial ou escalar, e a Potência do dispositivo.

Todas as demais são parametrizáveis via software (tensão de trabalho, ajustes de rampa, freqüência de PWM, tensão e velocidade máxima do motor, etc.).

Quanto aos filtros, basta verificar se o fabricante tem ou não o certificado de EMC (até hoje não encontrei nenhum que não o tivesse).

Obrigado pela participação!

Inversores de Freqüência - I

MECATRÔNICA ATUAL Nº 3 - ABRIL/20026

Prezados Senhores, Sou estudante universitário de Engenharia de Controle e Automação e tomei conhecimento das revistas Mecatrônica Fácil e Mecatrônica Atual, recentemente. Estou interessado em fazer as assinatura da revista e, se possível, receber as edições anteriores.Gostaria de receber informações. Atenciosamente , Eliseu França

Estava navegando pelos sites que abordavam o assunto Mecatrônica e achei o da Revista Mecatrônica Fácil, pelo qual me interessei bastante, já que sou aluno de Mecatrônica do Cefet - CE. Gostaria de saber se existe a possibilidade de uma assinatura ou outra forma de eu adquirir os exemplares da revista. Obrigado pela atenção, Gabriel

Prezados Eliseu e Gabriel, Já é possível fazer as assinaturas das revistas Mecatrônica Atual e

Mecatrônica Fácil. As assinaturas e aquisições de números atrasados podem ser feitas através dos sites das revistas: w.mecatronicaatual. com.br (Mecatrônica Atual) e w.mecatronicafacil.com.br (Mecatrônica Fácil). Ou então através do telefone (0xx11) 6192-4700.

No site é possível conhecer os artigos publicados em cada revista. Não deixe de completar a sua coleção.

Prezados editores, chamo-me João Batista e leciono a disciplina de

Automação Industrial na Escola Técnica Estadual Monteiro Lobato. A mesma está situada em Taquara - RS e oferece três cursos técnicos de nível médio: Eletrônica, Eletrotécnica e Mecânica. Em função das alterações curriculares que visam a atualização e adequação desta à realidade do mercado de trabalho, a partir deste semestre a disciplina de Mecatrônica passará a fazer parte de nosso currículo escolar. Na busca de informações que pudessem dar maior consistência ao conteúdo programático, acabei conhecendo a revista “Mecatrônica Atual”, que possui uma abordagem bastante simples e extremamente didática de muitos dos temas que serão abordados durante o semestre. Seria, portanto, de grande interesse adicioná-la à bibliografia da disciplina. Entretanto, não foi possível encontrar nas bancas as edições anteriores ao mês atual, gostaria de ser informado sobre a forma ou procedimento para aquisição dessas publicações. Sem mais para o momento, agradeço a vossa atenção. Cordialmente, Prof. João Batista P. dos Santos

Prezado João, Obrigado por indicar a nossa revista para os seus alunos. Ficamos felizes ao ver os professores de várias instituições de ensino utilizando as informações contidas nela. Um dos grandes diferenciais da “Mecatrônica Atual” é que procuramos não nos limitar à exposição de um determinado tema, mas sim propor soluções através de situações práticas. Isto faz com que as informações aqui contidas sejam de grande valia para quem trabalha e para quem pretende trabalhar com Automação Industrial. Continue nos acompanhando e colaborando para a melhoria das revistas. Quanto a assinatura e aquisição de números atrasados, veja a resposta acima.

7MECATRÔNICA ATUAL Nº3 - ABRIL/2002

NOTÍCIASNOTÍCIASNOTÍCIASNOTÍCIASNOTÍCIAS Newton C. Braga

O Primeiro Robô da Johnson & Johnson na América Latina é Instalado em Fábrica de São José dos Campos

A fábrica de escovas dentais da Johnson & Johnson, em São José dos Campos, acaba de ganhar um colaborador inusitado - um robô. A máquina, que coleta, empilha e inspeciona as embalagens blister das marcas Johnson & Johnson e Reach, é a primeira do gênero que a empresa instala na América Latina.

A expectativa é que no decorrer do ano outras duas linhas de escovas também ganhem um robô, concluindo a automatização da produção.

A atividade executada pelo robô é a seguinte: ele retira as embalagens, verifica se não há embalagem sem escova, coloca uma cinta em cada dúzia e empilha as mesmas. Caso alguma cartela não contenha escova dentro, ela é automaticamente descartada.

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