Introdução Raios - X

Introdução Raios - X

(Parte 2 de 2)

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR / 0902

Recuperação25Agosto Apresentação Trabalhos18Agosto Prova I 11Agosto EBSD / Difração TEM04Agosto Fluorêscencia28Julho Difratometrode raios-X / Lab21Julho Difração do raio-X -Lei de Bragg / Lab14Julho Difração do raio-X -Lei de Bragg 07Julho Prova I30Junho Estruturas Cristalinas / Aula Laboratório23Junho Estruturas Cristalinas 16Junho Produção e detecção dos raios-X 09Junho Propriedades dos raios-X 02Junho Apresentação / Objetivos / Conteúdo / Introdução26Maio ASSUNTODIAMÊS

1912 –Max Von Laueum dos precursores da cristalografia e difração de raios X

1913 –Willliame Lawrence Bragg – Formulação do modelo matemático do fenômeno de difração de raios X.

1895 –Os raios X foram descobertos pelo físico alemão WilhelmK. Röntgenna Universidade de Würzburg.

1895 –Os raios X foram descobertos pelo físico alemão WilhelmK. Röntgen(1845-1923) na Universidade de Würzburg.

Prêmio Nobel de Física, em 1901 (US$ 40.0,0)

Além de não aceitar o valor em dinheiro ele também se recusou a patentear a sua descoberta, apesar das diferentes pressões recebidas (Nitske, 1971)

Descoberta dos raios X -o físico WilhelmKonrad Roentgen, estudando descargas elétricas em gases rarefeitos e ampolas de Crookes, por acaso descobriu os raios X. Ele tinha uma ampola de Crookesencerrada em uma caixa de papelão, e alimentada por uma bobina de Rumkhorff. Com o conjunto em um quarto escuro, ele observou que, quando o tubo funcionava, se produzia fluorescência num cartão pintado com platino-cianureto de bário. A fluorescência era observada quer estivesse voltada para o tubo a face do cartão pintada com platino cianureto de bário, quer a face oposta, e atécom este cartão afastado a dois metros do tubo.

A fluorescência não era causada pelos raios catódicos, pois estes não atravessam o vidro do tubo. Roentgenobservou a seguir que o agente causador da fluorescência se originava na parede do tubo de Crookes, no ponto onde os raios catódicos encontravam essa parede. Não sabendo do que se tratava, Roentgenchamou raio X a esse agente. Tubos de raios X Raios X são produzidos todas as vezes que elétrons encontram um obstáculo. Na experiência de Roentgen, eles eram produzidos quando os elétrons encontravam a parede do tubo.

Descoberta dos raios X

-Diferente da luz normal, esses raios são invisíveis, mas se propagam em linhas retas e podem afetar um filme fotográfico assim como a luz visível.

-Esses raios são mais penetrantes que a luz visível e podem facilmente atravessar o corpo humano, madeira, metal e outros objetos opacos.

Aplicação imediata: radiografia -medicina: fraturade ossos

-engenharia: trinca/ fraturade materiais

Características dos raios-X

Material soldado

Importante: resoluçãoda técnica: 10 -3 m

-1912 –descoberta do fenômeno de difração de raios-X por cristais

--natureza onda dos raios-X e deu origem a um novo método de investigação de estrutura fina da matéria.

-a difração pode indiretamente mostrar detalhes de estrutura interna dos materiais da ordem de 10 -7 m de tamanho.

Max Von Laueum dos precursores da cristalografia e difração de raios X

Difração dos raios-X

25 Difração dos raios-X

-Raios-X éuma radiação eletromagnética exatamente com a mesma natureza da luz visível mas de comprimento de onda muito pequeno.

-Raios-X se encontra na região entre os raios-gama e raios ultravioleta no espectro eletromagnético

Luz visível = 6000 Å Raios-X usado em difração -= 0.5 -2.5 Å

1 nm= 10 -9 m = 10 Å

Características dos raios-X

27 Espectro de ondas eletromagnéticas

28 Espectro de ondas eletromagnéticas

Análises de materiais por RX

1.EDX : Análise química elementar semi-quantitativa. (MEV)

2.FRX Análise química elementar quantitativa.

3.DRX: Determina a estrutura cristalina do material, ou o conjunto de compostos cristalinos presentes num material.

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