Uva e aproveitamento máximo de seus produtos

Uva e aproveitamento máximo de seus produtos

(Parte 1 de 2)

FOLHA DE AVALIAÇÃO

Título: Processamento da Uva e aproveitamento máximo de seus produtos

Instituição: Centro Universitário Fundação Santo André – Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras - Colegiado de Química

Disciplina: Instrumentação para o ensino de química Ano de realização: 2010

Professor: Prof. Mestre Luiz Afonso Vaz de Figueiredo

Nome

Série

Nota

Fernando Ap. da Silva Francisca

45912

4º B

 

Priscila R. Teixeira

45930

4º B

 

Comentários do Professor:

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SUMÁRIO

  1. Introdução.....................................................................................................04

  2. Descrição das atividades/estratégias

    1. Kit Experimental....................................................................................06

    2. Jogos didáticos.....................................................................................06

    3. Aspectos históricos e evolução dos conceitos da química...................09

    4. Química, literatura e arte.......................................................................09

    5. Análise fílmica.......................................................................................10

  1. Mapa conceitual............................................................................................12

  2. Plano de aula................................................................................................13

  3. Considerações finais.....................................................................................20

  4. Referências...................................................................................................21

  1. Introdução

A vitivinicultura brasileira apresentou crescimento significativo nos últimos anos através da tecnologia da produção de uvas e elaboração de vinhos. Os diferentes solos propiciam a cultura de diversos tipos de uvas para variáveis paladares. Algumas variedades de uvas existentes no Brasil são: Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon , Merlot, Chardonnay e Prosecco.

Os maiores produtores de vinho são: França, Itália, Espanha, Estados Unidos e Argentina. No Brasil, a maior produção concentra-se na região sul.

Segundo a Embrapa, os vinhos podem ser divididos quanto à classe (Vinho de mesa, Frisante, Vermute etc), quanto à cor (Tinto, Rosado ou Branco), quanto ao teor de açúcar (Seco, Demi- sec ou Suave)

Procurando o aproveitamento máximo da uva, podemos obter a partir do bagaço a graspa (cachaça de alto teor alcoólico) e adubo, a partir das folhas um vinagre, a própria fruta o vinho, suco, doces em geral.

O vinagre que é um dos mais conhecidos produtos a partir da uva, produzido a partir da fermentação acética do vinho, é considerado um condimento e amplamente utilizado na cozinha e para atribuir algum sabor aos alimentos. Embora o vinagre seja obtido através do vinho, em alguns países como a China e o Japão, o mesmo é produzido através do arroz, enquanto que nos Estados Unidos e na Inglaterra, a partir do malte e da sidra.

A graspa que é uma cachaça produzida a partir do bagaço da uva, também é mais um dos subprodutos da uva. Sua descoberta é muito antiga, mas ao longo dos anos foi estudada e aprimorada. Contudo, sua produção foi diminuída devido algumas dificuldades, tais como: estocar o bagaço, baixo rendimento e dificuldade de conservação dos alambiques.

Os vinhos artesanais também estão ganhando bastante espaço, e algumas cooperativas estão pretendendo lançar uma marca própria para elaboração de vinhos de mais de 20 produtores artesanais.

Aos poucos, a indústria de vinhos brasileira vem conseguindo se estabelecer de vez em seu país de origem, revertendo um preconceito que perdurou (e atrapalhou as vendas) durante anos: o de que “vinho bom é vinho estrangeiro”. Mesmo antes do reconhecimento popular, moradores de São Bernardo já faziam da produção do vinho seu negócio familiar.Números recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) mostram que só nos primeiros nove meses de 2009, o consumo de vinho produzido no Rio Grande do Sul aumentou 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. O avanço nas vendas nacionais _ o mais significativo dos últimos dez anos _ foi comemorado não só por produtores gaúchos, mas por donos de vinícolas de todo o Brasil.

Um dos cientistas citados neste projeto, e o mais importante em opinião pessoal, Louis Pasteur, será objeto de estudo para compreensão dos alunos sobre a história de como surgiu o processo de fermentação. Pasteur, que era francês, estudou em excelentes escolas e desde cedo desenvolveu gosto pela química. Estudando vários casos de doenças na época, Pasteur naturalmente seguiu seus estudos sobre a fermentação. O resultado de suas pesquisas foi a teoria dos germes como explicação para os processos de fermentação, neste caso, só existiria fermentação se os germes estivessem presentes. Na época, Napoleão patrocinou os estudos de Pasteur para investigar as doenças do vinho. O mesmo além de conseguir tal feito, desenvolveu procedimentos para a conservação do vinho. Tais procedimentos foram estendidos à vários alimentos, criando assim o termo pasteurização.

Como já vimos em algumas literaturas e como citado no PCN+ Química, o mesmo se contrapõe à idéia de memorização de informações, nomes, fórmulas e outros conhecimentos desligados da realidade do aluno.

“A qualidade da escola é condição essencial de inclusão e democratização das oportunidades no Brasil, e o desafio de oferecer uma educação básica de qualidade para a inserção do aluno, o desenvolvimento do país e a consolidação da cidadania é tarefa de todos.” PCN+ Química 2002.

O aprendizado de química deve propicia aos alunos uma visão geral sobre os processos químicos e a construção de um conhecimento científico que envolva as questões ambientais, sociais, políticas e econômicas.

Os temas estruturadores apresentados no PCN servem de base e guia para o desenvolvimento de um plano de aula coerente com a unidade de ensino em questão (3º ano do ensino médio) e o planejamento adequado dos recursos a serem utilizados ao longo do ano.

Através de literaturas sobre o vinho e sua vasta utilização, em conjunto com o PCN+ Química e diversas literaturas relacionadas ao ensino de química e atividades diferenciadas, conseguimos desenvolver um embasamento teórico bem diversificado e amplo, sob o qual poderemos retirar muito conteúdo para colocar em prática no projeto e em sala de aula.

  1. Descrição das atividades/estratégias

2.1 Kit experimental

Uma maneira de ensinar algo mais sobre a fermentação e alguns processos orgânicos, é por meio do kit experimental.

Assim como o jogo, o kit é uma maneira de concretizar e mostrar como os conceitos adquiridos em sala, exteriorizando a problemática em questão. Aos alunos é permitido ter uma noção mais real sobre os processos que envolvem a fabricação do vinho e o que acontece ao longo de tal processo.

A decisão de utilizar tal kit experimental é uma maneira de desvencilhar-se de conteúdos programáticos mecânicos e que fazem com que o aluno perca o interesse e a vontade de criar e procurar novos conceitos, e que criam a idéia de memorização de conteúdos fora de seu cotidiano e não de aprendizagem. Cabe ao professor despertar o interesse nos alunos, com aulas diversificadas e que mostre ao aluno como a química, em questão a orgânica, está diretamente relacionada com tudo que está à sua volta. O que o aluno precisa entender, é que a química está presente no seu interior (corpo humano) e exterior (sociedade em que está inserido).

Com o auxílio de recursos áudio-visuais, enquanto o kit está sendo desenvolvido, serão ministradas aulas sobre o alcoolismo e o comportamento dos jovens quando estão sobre o efeito do álcool. A idéia é mostrar aos alunos como a função álcool, está relacionada com o álcool por eles ingeridos, em algumas ocasiões, e como ele é produzido (kit). Desta forma, podemos expandir as aulas de desenvolvimento do kit, envolvendo os alunos num conteúdo social que é forte entre os jovens, quando relacionado a bebidas alcoólicas, tentando formar cidadãos mais conscientes e de posse de um conhecimento mais aprimorado.

O kit proposto neste projeto é o de produção de vinho de laranja. Os materiais utilizados são de fácil aquisição, mas o kit em si demanda certo tempo para sua produção, devendo este ser programado nos planos de aula.

2.2 Jogos didáticos

De fatos conhecemos que não existe apenas um só caminho que possa ser utilizado e entendido como único e melhor para o ensino e aprendizagem de qualquer disciplina, em especial, da química para o ensino médio. No entanto, conhecer e buscar novos caminhos para o trabalho em sala de aula é essencial para que o educador construa sua prática.

Constata-se que o ensino apresentado na maioria das escolas estaduais, vem sob uma forma com muito conteúdo não prático e relacionados com a memorização de fórmulas, tabelas e etc, não atendendo às necessidades desses alunos e o meio onde vivem. Em virtude destes acontecimentos, é de comum acordo entre os professores a necessidade de alterações nos processos de ensino aprendizagem da química, como decorrência da pouca motivação que os alunos têm em aprender e desenvolver conhecimento sobre a matéria.

O desinteresse dos alunos, a falta de conhecimento e equívoco sobre a química, que muitas vezes é desencadeado pela sociedade, faz com que esta situação traga à tona várias discussões no meio acadêmico sobre uma solução para tais problemas. Para que os alunos não desenvolvam ainda mais atitudes negativas em relação à química, é de entendimento que é preciso adequar os conceitos que serão ensinados à realidade dos alunos, promovendo também a interdisciplinaridade para que os mesmos possam associar todos os conhecimentos adquiridos sem fazê-lo de forma isolada. Cabe ao professor, propiciar situações motivadoras, desafiadoras e interessantes, nos quais os alunos possam interagir com o objeto de estudo e, acima de tudo, possam construir o conhecimento chegando às abstrações e participando da sua própria construção. Tendo posse destas informações, os professores foram motivados a procurar estratégias e alternativas metodológicas que motivassem e facilitassem a compreensão dos conteúdos químicos. Umas das formas já bastante conhecidas é a utilização de jogos em ambiente escolar. Um trabalho desta natureza procura apresentar aos alunos novos instrumentos, recursos que busquem auxiliá-las a pensar, para que usem o conhecimento adquirido em aula de uma maneira mais livre e coletiva.

Segundo Márlon Soares, o debate sobre os jogos nos leva a refletir sobre a função lúdica e a função educativa, mostrando um as­pecto importante a ser considerado, que é o importante equilíbrio entre essas duas funções, quando tratamos de jogo com fins educacionais. Portanto, para o autor, quando um professor propõe um jogo em sala de aula e não há escolha voluntária do jogo pelos alunos, este leva o início da atividade a ter mais função educativa do que lúdica. Por sua vez, se a função lúdica é maior que a educativa, não teremos um jogo educativo, mas somente o jogo. É nesse sentido que o autor se refere ao chamado “paradoxo do jogo educativo”, que é relevante ao professor de Química entender antes de se aventurar a elaborar e aplicar jogos didáticos.

No jogo, a construção de novas estratégias durante seu curso, por envolver concentração e cooperação entre a equipe, torna importante a tomada de consciência e rebusque ao que já foi ensinado. Neste tipo de estratégia, é possível que o aluno constate seus erros e dúvidas, desencadeando assim este processo de tomada de consciência.

O jogo, além de ser um objeto sociocultural em que a química está inserida, é uma atividade natural no desenvolvimento dos processos psicológicos básicos; supõe um “fazer sem obrigação externa e imposta”. Já que a aprendizagem da química está totalmente ligada à compreensão, isto é, apreensão do significado, os parâmetros curriculares nacionais (PCN´s) salientam que os jogos são fontes de significados, e, portanto, possibilitam compreensão, geram satisfação, formam hábitos que se estruturam num sistema.

Os jogos com regras são importantes para o desenvolvimento do pensamento lógico, pois a aplicação sistemática das mesmas encaminha a dedução. São mais adequados para o desenvolvimento de habilidades de pensamento do que para o trabalho com algum conteúdo específico. As regras e os procedimentos devem ser apresentados aos jogadores antes da partida e preestabelecer os limites e possibilidades de ação de cada jogador. A responsabilidade de cumprir normas e zelar pelo seu cumprimento encoraja o desenvolvimento da iniciativa, da mente alerta e da confiança em dizer honestamente o que pensa.

A proposta de trabalhar com jogos que utilizem materiais de fácil utilização é bem interessante para o jogo a ser utilizado neste projeto, visto que será aplicado para alunos de uma escola estadual. É um jogo de fácil execução em sala de aula que não demanda certo tempo da aula dependendo da habilidade e interesse dos alunos. De acordo com vários autores, o jogo tende a ser sucesso entre os alunos de ensino médio, mostrando a eles uma maneira diferente de aprender química e de sua utilização em seus cotidianos.

O jogo proposto é regido por cartas e tabuleiro, onde os alunos, divididos em equipes, deverão seguir as orientações nas cartas, produzindo desenhos para que sua equipe adivinhe e chegue ao final do tabuleiro.

2.3 Aspectos históricos e evolução dos conceitos da química

A evolução dos conceitos da química ao longo da história é marcada pelas recentes descobertas e inovações na área tecnológica.

Esta estratégia utilizada em nosso projeto ajuda a mostrar como a química veio apresentando evoluções e intenso estudo em diversas áreas, para melhorar a vida dos seres humanos, os processos industriais e, hoje, para evitar danos maiores ao meio-ambiente.

A importância do estudo sobre os destacados cientistas relacionados com o nosso objeto de estudo, é passada aos alunos para que os mesmos entendam como surgiu tal conceito químico ou determinado fenômeno. A maneira como é inserido este conhecimento deve ser tratada de forma especial, uma vez que os alunos não despertam muito interesse pelo assunto.

O processo de fermentação e a pasteurização para conservação dos vinhos, que foi brilhantemente descoberto e estudado por Lavoisier, é o foco de estudo mais importante tratado neste projeto. É necessário que os alunos entendam como surgiu a fermentação e sua história, pois ai poderão construir seu próprio conhecimento e desenvolver seu projeto de ciência.

Nesta estratégia iremos trabalhar os cientistas envolvidos com o conteúdo químico escolhido como objeto de estudo do projeto. Serão abordadas épocas histórias e marcantes para a sociedade química, bem como grandes descobertas e o desenvolvimento até os dias atuais.

2.4 Química, literatura e arte

A Culinária é uma arte, antes disso, ela é uma ciência. As receitas, dicas e truques que são utilizados no preparo dos pratos, sejam dos mais simples aos mais sofisticados, são os resultados de vários processos neles enquanto estamos preparando ou saboreando um prato.

A observação quando da preparação dos alimentos é importante para podermos identificar quais fenômenos estão ocorrendo, exemplo um corte na maça que vai ficando escura com certo tempo ou a banana que amadurece rapidamente embrulhada no jornal.

O uso desta estratégia em nosso projeto, nos ajuda a mostrar aos alunos como a cozinha e a arte de cozinhar envolve muitos dos conceitos já adquiridos por eles. Os alunos conseguem ter uma visão do quanto a química está próxima da realidade deles, ou seja, está por todos os lados.

Além de entender os processos químicos e físicos que acontecem na cozinha, os alunos desenvolvem o lado do trabalho em equipe e o cooperativismo, pois sempre trabalharão em grupo. A questão do desperdício de alimentos, uso de sobras e reciclagem e reutilização de embalagens também é parte do plano de aulas, ampliando o conceito social em que está inserido o manejo de alimentos no Brasil ou até mesmo no bairro onde moram.

2.5 Análise fílmica

Na análise de filmes, proposta de estratégia que foi utilizada neste projeto, visa os mesmos propósitos das estratégias do kit e do jogo, produzir conhecimento aos alunos de forma diferenciada e de uma maneira que desperte o interesse sobre os conteúdos de química e que o envolva no conteúdo social e cultural em que está inserido.

Não é possível ignorar o impacto causado pela criação e difusão do cinema e outros meios de comunicação de massa na sociedade do século XX. Entre as mudanças ocorridas na sociedade nas primeiras décadas deste século, o historiador inglês Eric Hobsbawn inclui o surgimento das artes de massa em detrimento das artes de elite, e destaca o cinema que iria influenciar decisivamente na maneira como as pessoas percebem e estruturam o mundo.

Consideramos que ao interpretar e significar as imagens oriundas de um filme, o espectador o faz em decorrência de uma experiência histórica, social e cultural. Em trabalho recente temos notado um crescimento da utilização do cinema na sala de aula de Ciências e em alguns casos com interpretações equivocadas sobre o processo de significação, análise, utilização, etc. Enfim, incongruências estas que não permitem uma utilização apropriada do meio.

A imagem não ilustra nem reproduz a realidade, ela a reconstrói a partir de uma linguagem própria que é produzida num dado contexto histórico. Sendo assim, a utilização do cinema no Ensino de Ciências pressupõe uma séria de indagações que vão muito além do reconhecimento dos efeitos visuais do cinema. O professor de ciências deve passar por um processo de educação do olhar que lhe possibilite “ler” as imagens do cinema.

Entendemos que a utilização do filme na sala de aula de Ciências é um processo, pois consideramos que a leitura/análise do filme não se resume apenas às intenções do diretor ou à análise do conteúdo ou ainda aos elementos da linguagem audiovisual. O filme possui um texto visual e como artefato cultural possui seu próprio contexto sociocultural. A partir desta análise o filme é desconstruído e reconstruído na organização do ensino. Assim, o processo possibilita uma real contextualização, trabalho de leitura crítica do meio, uma abordagem interdisciplinar e não apenas ilustração em movimento ou redução ao erro conceitual ou ainda confusões entre representação, expressão, realidade e ficção.

De acordo com o cineasta Siegfried Kracauer um filme conta-nos a história humana superando as formas do mundo exterior – o espaço, o tempo e a causalidade; e ajustando os acontecimentos às formas do mundo interior – a atenção, a memória e a emoção. E ainda, na perspectiva da abordagem sócio-interacionista o público pode se identificar com os personagens compartilhando suas ações e emoções, expressas na linguagem do audiovisual.

Por meio de um filme o espectador/aluno compreende de maneira sensitiva e não apenas cognitiva. Ao assistir um filme, além da transmissão de conteúdos, ocorrem vivências de todos os tipos: emoções, sensações, atitudes, ações, conhecimentos etc. Filmes criam tendências e têm maior impacto em gerações mais jovens do que qualquer outra mídia, além de poder despertar maior interesse em temas científicos.

O filme que será utilizado neste projeto, fala sobre a produção de vinhos e mostra uma fábrica, onde o aluno poderá associar o conhecimento já adquirido anteriormente em sala de aula.

  1. Mapa conceitual

  1. Plano de aula semestral de Julho à Dezembro

Mês: Julho

Aula 1

Estratégia utilizada: Aula expositiva

Assunto central: Feira de ciências

Duração provável: 50 minutos

Objetivo: Apresentação do projeto semestral

Conteúdo: Apresentação aos alunos do projeto semestral que será ministrado durante o curso do 2º semestre. Aos alunos será proposta a elaboração de uma feira de ciências, cujo tema central será a uva.

Aula 2, 3 e 4

Estratégia utilizada: Aula expositiva

Assunto central: Ácidos, bases e sais

Duração provável: 150 minutos

Objetivo: Passar conteúdo sobre ácidos, bases, sais e ácidos orgânicos.

Conteúdo: Os alunos devem ter conhecimento prévio de ácidos, base e sais. Neste semestre, aprenderão sobre estes temas mais voltado para a química orgânica.

Mês: Agosto

Aula 1

Estratégia utilizada: Aspectos históricos e evolução dos conceitos da química

Assunto central: Química orgânica

Duração provável: 50 minutos

Objetivo: Apresentar introdução à química orgânica

Conteúdo: Os alunos terão conhecimento sobre a matéria que será abordada ao longo do semestre. Serão apresentados dados históricos e principais cientistas envolvidos.

Aula 2 e 3

Estratégia utilizada: Aula expositiva

Assunto central: Estruturas orgânicas

Duração provável: 100 minutos

Objetivo: Apresentar aos alunos as cadeias carbônicas existentes e como desenhá-las.

Conteúdo: Os alunos terão conhecimento sobre todas as cadeias carbônicas existentes, estruturas e formas de desenhá-las e entende-las

Aula 4, 5 e 6

Estratégia utilizada: nenhuma

Assunto central: Funções orgânicas

Duração provável: 150 minutos

Objetivo: Apresentar aos alunos as diversas funções orgânicas, alguns produtos e utilizações industriais/caseiras.

Conteúdo: Os alunos terão conhecimento sobre as diversas funções orgânicas existentes, os produtos que podemos obter através de tais funções e utilizações domésticas e industriais.

Aula 7 e 8

Estratégia utilizada: Análise fílmica

Assunto central: Processo de fabricação do vinho

Duração provável: 100 minutos

Objetivo: Apresentar filme da fábrica de vinhos

Conteúdo: Apresentar aos alunos um filme sobre a produção de vinhos e organizar idéias sobre o assunto. Os alunos devem entregar um relatório sobre o filme, o que entenderam e o que tem interesse em aprender sobre o assunto.

Seguem abaixo os links dos filmes que serão apresentados em aula.

http://www.youtube.com/watch?v=j-neoe8e8wk&p=657d0c0e0e78eaff&playnext=1&index=8 http://www.youtube.com/watch?v=0q9hyuddmi8&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=pdhdh8wt6b8&nr=1

Aula extra

Estratégia utilizada: Química, literatura e arte

Assunto central: Fábrica de vinhos

Duração provável: 5 horas

Objetivo: Conhecer fábrica de vinhos

Conteúdo: Propiciar aos alunos o conhecimento do funcionamento de uma fábrica de vinhos e observar os processos de fermentação. Os alunos poderão expandir seus conhecimentos sobre a fábrica e os processos. Posteriormente terão uma aula-vídeo sobre o mesmo tema. Os alunos devem integrar os conhecimentos já adquiridos quando do vídeo assistido. Os alunos deverão apresentar relatório na aula seguinte à visita.

Aula 9

Estratégia utilizada: Aula expositiva

Assunto central: Uva

Duração provável: 50 minutos

Objetivo: Apresentar aos alunos conceito de uva, suas utilizações, tipos, plantio, etc.

Conteúdo: Os alunos terão conhecimento sobre a uva no geral e tudo o que está ao seu entorno.

Aula 10 e 11

Estratégia utilizada: Química, literatura e arte

Assunto central: Vinho

Duração provável: 50 minutos

Objetivo: Apresentar aos alunos conceito de vinho, tipos, consumo, produção etc.

Conteúdo: Os alunos terão uma visão geral sobre o vinho e tudo o que está ao seu entorno.

Aula 12

Estratégia utilizada: Aula expositiva

Assunto central: Vinagre

Duração provável: 50 minutos

Objetivo: Apresentar aos alunos conceito de vinagre, fabricação, tipos, consumo, produção etc.

Conteúdo: Os alunos terão uma visão geral sobre o vinagre e tudo o que está ao seu entorno.

Aula 13

Estratégia utilizada: Aula expositiva

Assunto central: Fermentação

Duração provável: 50 minutos

Objetivo: Apresentar aos alunos conceito de fermentação, o processo, função química.

Conteúdo: Os alunos terão uma visão geral sobre o processo de fermentação, o conteúdo químico envolvido, onde é utilizado e qual serventia e, posteriormente, aprenderão sobre o cientista responsável pelo processo.

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