Urocultura DATY

Urocultura DATY

(Parte 1 de 3)

PROF ªAdriana Oliveira

Uretra Masculina Uretra Feminina

Entrada do microrganismo Disseminação Multiplicação Lesão

Fisiopatologia da Infecção Urinária

Imunidade Celular e Humoral?

Fluxo normal de urina Fatores anatômicos

1-Ascensão via uretra 2-Via hematogênica

Abscesso renal

3- Agentes Enterobactérias Candida albicans S. saprophyticus

Fatores do hospedeiro

1-Tamanho uretra 2-Pós relação sexual –fator de risco 3-Uso de Contraceptivo 4- Doença Neurológica 5-Receptores bacterianos no epitélio

1-Tamanho uretra 2- Secreção prostática 3- Hipertrofia prostática

ITU complicada X anormalidade anatômica -Cateter

-Cálculo urinário

-Pielonefrite e sepse

Refluxo de urina Crianças: fechamento incompleto das válvulas ureterovesicais

Distúrbios neurológicos

Esvaziamento inadequado da bexiga

Efeitos hormonais e anatômicos da gravidez-dilatação e peristaltismo diminuído dos ureteres

Diabetes Cateteres uretrais-Fator de risco para pielonefrite e cistite

Cálculos do trato urinário-Fonte de infecção recidivante para rins e bexiga

Sintomas de cistite e uretrite irritação superficial

Fefre Calafrio Leucocitose Dor LOMBAR, bacteremia

Anticorpo

Diminuição do fluxo renal Diminuição da função neutrófilo

Diminuição da fagocitose

Hemolisina de E coli -lesão renal

Endotoxina-Inflamação e lesão do parênquima

Proteus sp–Formação de cálculos Obstrução leva à sepse

Normalmente, é feita pelo próprio paciente.

Para um isolamento ideal dos microrganismos causadores da infecção das VGU(vias genitourinárias) é necessária uma coleta com o mínimo de probabilidade de contaminação pelos tecidos adjacentes à uretra; o ideal seria a coleta com supervisão de um técnico bem treinado.

Cabe a nós instruir o paciente da maneira mais simples para que o mesmo não erre na coleta e, conseqüentemente, nos livre dos erros de isolamento.

-a contagem de colônias pode variar de 0 a 100.0 col/mL (ou mais);

- pacientes isentos de infecção das vias urinárias não devem ter bactérias ou ter no máximo algumas colônias;

-Nível de significância –

-de 0 a 9.0 col. /ml não tem significado clínico

-de 10.0 a 90.0 col./mL suspeita de infecção

-acima de 100.0, início de infecção.

- o isolamento de três ou mais espécies de bactérias indica, na maioria dos casos, falhas na coleta ou atraso no transporte.

- Punção supra-púbica: 1) Qualquer isolamento de BGN deve ser considerado.

2) Quantidade > 103 UFC/ml de BGP deverá ser considerada.

Usada principalmente para crianças e em material de adultos que apresentam sintomatologia, porém com ausência de crescimento nos meios habituais.

O prazo máximo para que o material, no caso da urina, seja utilizado em exames é de duas horas.

Enterobactérias (E. coli, Proteus, spp; Klebsiella, spp), Streptococcus do grupo D (S. faecalis), Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus, S.epidermides, S. saprophyticus.

1. Infecções na bexiga: piúria, disúria, hematúria, dor e tumefação supra-púbica e de abdomem inferior.

2. Infecção renal: dor lombar e tumefação do ângulo costo-vertebral (ACV).

São bactérias Gram negativas em forma de bastão com bordas retas.

Suas colônias são grandes, cinza escuras, úmidas e mucóides; as colônias que crescem como ondas (fenômeno erosivo) sugerem a presença de Proteus, spp.

As enterobactérias fermentam a glicose e produzem ácido no meio, tornando o TAF amarelo.

Uma reação no TAF de ápice e base alcalinos (vermelho) exclui as espécies bacterianas da família das enterobactérias.

(Parte 1 de 3)

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