Ensaios mecânicos

Ensaios mecânicos

RESPOSTAS EXERCÍCIOS MÓDULO 9 ENSAIOS MECÂNICOS

9.1) O cordão de solda junto com o metal de base, garante um entalhe metalúrgico que favorece a origem de formação de uma trinca.

9.3) Brinell (B e D)Rockwell (C) Vickers (E)
não atinja a região do corpo-de-prova que se encontra encruada pela impressão anterior
c) Retira-se (Alivia) a carga e faz-se a leitura

9.4) “Preparação da superficie” é necessária para eliminar possíveis defeitos do processo de corte e para obter uma superfície plana e livre de irregularidades que possam mascarar a leitura das impressões. “Espessura mínima”deve ser obedecido para evitar degenerações laterais e de profundidade que possam mascarar o resultado do ensaio. “Posicionamento das impressões” deve-se obedecer aos critérios de distanciamento para evitar que as deformações se estendam até as bordas e que a próxima impressão “Posicionamento do penetrador” deve-se obedecer aos critérios quanto posição perpendicular do penetrador com relação à superfície, a fim de evitar impressões defeituosas. 9.5) Letra “E” 9.6) Consiste em comprimir, por meio de uma carga P, uma esfera de aço de diâmetro D, sobre uma superfície polida ou pelo menos preparada com um esmeril fino ou lima tipo murca, de um corpo-de-prova ou peca, durante um determinado intervalo de tempo. 9.7) Letra “A” 9.8) Cone de diamante com 120º de conicidade (padrão) e Esferas de aço temperado nos diâmetros de: 1/16”, 1/8”, 1/4” e 1/2”. 9.9) Letra “B” 9.10) O processo, em resumo, e realizado em três etapas: a) Submete-se o corpo-de-prova a uma pré-carga (carga menor) com o objetivo de garantir um contato firme entre o penetrador e a peca. b) Aplica-se a carga que somada com a pré-carga, resulta a carga nominal do ensaio ate o ponteiro do mostrador parar. 9.1) Letra “B” 9.12) Letra “C” 9.13) Letra “C” 9.14) Letra “C” 9.15) Letra “A” 9.16) Consiste em dobrar um cp de qualquer secção acentado em dois apoios afastados a uma distancia especificada de acordo com as dimensões do cp, por intermédio de um cutelo que aplica um esforço de flexão no centro do cp, ate que seja atingido o ângulo de dobramento especificado. A carga não e especificada e a severidade do ensaio depende do diâmetro do cutelo que geralmente e igual a três vezes o diâmetro ou a espessura do cp. 9.17) A determinação das propriedades mecânicas dos metais e obtida através de ensaios mecânicos, padronizados por norma brasileira ou estrangeira. Quanto aos metais soldados, sabes-se que a solda deve assegurar qualidade mínima em termos de propriedades mecânicas, as quais são determinadas através dos ensaios mecânicos. 9.18)

Grupo de dureza Rockwell x

Superficial 45N e 45T x x

Normal A, F, H, L e R

C, G, K, P e V

Normal D, B, E, M e S Superficial 30N e 30T

Suplemento de carga de: 50, 90 e 140kgf. Totalizando: 60, 100 e 150kgf. 9.21) Letra “A” 9.2) Letra “D” 9.23) Na determinação de profundidades de superfícies cementadas, temperadas, etc.

Na determinação de constituintes individuais de uma micro-estrutura. Na determinação de dureza em peca extremamente pequena ou fina. 9.24) Aços carbono

Aços ligados de médio teor de liga (5 a 10% de elementos de liga que não sejam aqueles que entram na composição química do aço carbono). 9.25) Os medidores portáteis de dureza Brinell, operam pela comparação das impressões provocadas simultaneamente no cp e numa barra padrão de dureza conhecida, por uma esfera de aço de 10mm, pelo impacto de um martelo sobre um dispositivo de impacto ou haste do medidor. De forma idêntica ao método convencional, são feitas duas leituras de cada impressão, por meio de uma lupa graduada, tendo-se os diâmetros consulta-se as tabelas ou pela relação: HB2 = (d1/d2)2 .HB1 a H do cp

9.26) Para ensaio em equipamentos, em pecas de grande porte ou qualquer condição onde e impossível o uso de aparelhos estacionários. 9.27) Letra “D” 9.28) Resistência à tração da barra (Poldi).

Fator de conversão em relação à resistência da barra que foi utilizada para confecção da tabela de conversão. Dureza da barra (Brinellito e Telebrineller) 9.29) Cargas e penetradores diferentes. Comportamento diferente do material ensaiado sob ação da carga (condições de encruamento resultantes). 9.30) Letra “C” 9.31) Letra “B” e “D”

9.32) Existem três tipos de heterogeneidades: - Cristalina: Devido ao modo de solidificação, crescimento cristalino e a velocidade de esfriamento.

- Químicas: Devido à segregação de impurezas, inclusões ou constituintes que podem ser desejáveis ou não. - Mecânicas: Devido às tensões introduzidas no material pelo trabalho a frio. 9.3) Os cuidados são: a) Verificar qual a finalidade do ensaio, isto é, qual o tipo de estrutura, descontinuidades esperadas. b) Proceder à inspeção visual da peça antes do corte, procurando identificar, por exemplo, vestígios de solda, azulamento por aquecimento, mossas, trincas, rugosidades, etc. c) Região da peça onde deve se localizar o corte e qual a posição do corte. d) Definir o processo de corte a ser utilizado. e) Fotografar ou desenhar a peça antes do seccionamento. 9.34) O critério de aceitação estabelecido pelo código ASME seção IX para qualificação de procedimento de soldagem de soldas em ângulo, que a macro-estrutura da seção transversal, compreendida pelo metal de solda e a ZTA esteja com fusão completa e livre de trincas. 9.35) V – F – V – F – F 9.36) Desenho-1: Dobramento transversal de raiz. Obs: Falta arredondar os cantos do cp do mesmo lado onde se encontra a raiz da solda. Desenho-2: Dobramento lateral transversal. Obs: Falta remover o reforço da solda na face. Desenho-3: Dobramento transversal de face. Obs: Falta arredondar os cantos do cp do mesmo lado onde se encontra a face da solda. Desenho-4: Dobramento longitudinal de face. Obs: Falta remover o reforço da solda na raiz. 9.37) A solução deve ser usada à temperatura ambiente esfregando-se uma mecha de algodão embebida na solução, na superfície a ser atacada. 9.38) Utiliza-se o papel fotográfico para o registro dos ensaios macrográficos pelo método de Baumann.

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