O turismo cultural no brasil

O turismo cultural no brasil

(Parte 3 de 6)

Mowfort e Munt (1998) trazem uma rica reflexão sobre o conceito de sustentabilidade do turismo cultural, e mostram que esta se refere, essencialmente, à habilidade das comunidades de reter ou adaptar aspectos de sua cultura face ao turismo.

Um consenso que se verifica na literatura internacional que versa sobre a sustentabilidade do turismo cultural é o que diz respeito à importância das parcerias, ou seja, a cooperação entre os vários atores envolvidos neste ramo. Estes são, de forma geral, os turistas, representantes das comunidades receptoras (sejam governamentais ou não), e as firmas ligadas à exploração do segmento do turismo cultural. Liu (2003) entende a cooperação e coordenação entre esses vários agentes como sendo elementos chave para atingir a “sustentabilidade” do turismo cultural:

“A história do desenvolvimento do turismo mostrou que todos esses grupos são igualmente importantes e que os objetivos de longo prazo e a sustentabilidade não podem ser atingidos se um grupo encontrar-se continuamente subordinado aos outros. O turismo sustentável(...) exige o planejamento e a implementação de parcerias entre os vários agentes do processo do desenvolvimento do turismo”(Liu, 2003:467).

O autor e outros (Mowforth and Munt, 1998) mostram que o “elo fraco” está nos representantes das comunidades locais, que em geral, encontram-se em posição subordinada em relação aos demais atores do processo. Nessa direção, a NWHO aponta que:

“É um elemento central do turismo cultural reconhecer o valor da diversidade cultural, e por isso há que se prover às culturas locais um fórum em que elas possam participar em decisões que afetam o futuro de sua cultura. Em outras palavras, as comunidades receptoras deveriam ter o poder de dizer sim ou não ao turismo, e se o aceitarem, estabelecer os padrões do turismo que elas desejam” (NWHO,1999: 17-18)

Há certo consenso, também, sobre a importância de que a participação não se resuma a “voz ativa” em órgãos deliberativos. É necessário que a comunidade local mantenha a propriedade dos recursos culturais que são oferecidos. Essa é uma condição fundamental para que a distribuição do poder entre os participantes não se torne excessivamente desbalanceada. Nas palavras de Oliveira:

“A venda de propriedades é um dos fatores mais importantes na marginalização da população local no processo de consolidação dos destinos turísticos. Ao se desfazer de suas posses, o morador deixa de deter a propriedade dos meios de produção tornando-se, quando muito, a mão-deobra de baixa remuneração que serve às novas formas e funções de seus territórios. São, assim, incorporados no sistema de produção e consumo com um papel distinto dos novos proprietários e produtores de espaços: constituem o trabalho barato que faz a engrenagem se movimentar.”

(Oliveira, 2005:6)

O autor traz vários estudos de caso que confirmam essa tendência:

vida

Paraty, por exemplo, teve seus casarões coloniais arrematados por grandes centros brasileiros e estrangeiros “por uma pechincha” (idem, ibidem), e o efeito foi que a comunidade local foi expulsa do centro histórico e até mesmo de seus arredores mais próximo, indo habitar a cidade vizinha de Cunha. Essa “deterritorialização”, embora não seja uma imposição, acaba ocorrendo uma vez que a própria comunidade não tem, muitas vezes, consciência do potencial do seu patrimônio e vê na sua venda a oportunidade para uma nova

Outra questão amiúde levantada, e relacionada à anterior, é a da necessidade de educação e treinamento das comunidades receptoras para que tomem consciência tanto da importância da preservação de seu patrimônio cultural quanto dos benefícios trazidos pelo fluxo de turistas. No Brasil, o IPHAN tem desenvolvido programa de educação sobre patrimônio histórico, em um projeto conjunto com o Ministério do Turismo, nas cidades de São Luís do Maranhão e São João del Rei. Na primeira, há um projeto piloto que deverá ser implementado em 2007, de educação patrimonial, cultural e ambiental e de reflexão sobre o potencial turístico da região como parte do curriculum do ensino fundamental. Na segunda, foram recentemente incluídas, em seu plano diretor, ações que contemplam o turismo e a valorização do patrimônio: “São ações voltadas para a sensibilização da comunidade local, que deve ser a primeira a saber de sua história, a importância de seus bens patrimoniais, tanto para valorização de sua identidade, quanto para seu possível uso comercial”, afirma Gabriela dos Santos, professora do curso de Turismo da Faculdade de Sergipe e consultora do projeto.

Guin (1998) ressalta que é necessário que haja um esforço de conscientização também do lado dos turistas que visitam os locais alvos do turismo cultural. Em seu estudo de caso sobre a comunidade de Ladack, por exemplo, ela mostrou que foram necessárias medidas para que os turistas não comprassem antiguidades que a população, extremamente carente, colocava à disposição dos transeuntes: foi instituída uma norma de que “não se podem comprar bens de mais de um século!”

Um outro elemento importante para que se construam alternativas de turismo cultural sustentável é o marketing associado à atividade. Vários autores defendem a necessidade de que a comunidade local se envolva na definição do “produto cultural” que está à disposição dos turistas. Com efeito, há riscos envolvidos no marketing descolado da realidade experienciada pelas próprias comunidades receptoras. Pode haver frustração de ambos os lados se, por exemplo, a imagem transmitida pelo marketing associado à atividade for algo estereotipado, congelado no tempo. A “comodificação” da cultura, aludida em seção anterior, pode acompanhar campanhas de marketing desta natureza. Nessa mesma direção, Figueiredo (2005) adverte que a própria seleção do que seja considerado patrimônio cultural não é privada de conteúdo político e ideológico.

A partir de um estudo de caso conduzido na cidade de Ilhéus, o autor argumenta que os pontos de atração de “turismo cultural” são aqueles ligados à aristocracia colonial, e não a outros segmentos - as populações indígenas ou escravas, por exemplo – cujas histórias também povoam a memória das populações locais. Este é mais um argumento em favor de uma participação efetiva da comunidade local na construção do seu “patrimônio cultural” e na definição do “produto cultural” que a indústria do turismo vende. Nas palavras do autor:

“Desde o que se elege como patrimônio cultural – o que deve ser preservado, restaurado, difundido – até as representações que se elaboram sobre esses elementos devem ser analisados criticamente. Análise que passa pelo questionamento da representatividade desses elementos, que recebem investimentos públicos e privados, frente à coletividade em questão. Nesse sentido, pensar o turismo cultural como uma estratégia de desenvolvimento sustentável passa necessariamente pela participação da população no planejamento do turismo, o que pode prevenir distorções nas representações elaboradas sobre estes elementos e garantir que os benefícios provenientes da atividade sejam experimentados por um maior número de pessoas e não fique restrito a um pequeno grupo.”(Figueiredo, 2005: 49)

Outra questão que se coloca é: qual o limite aceitável do fluxo de turistas? Quando determinar que os malefícios provocados pelo turismo superam os benefícios? Deterritorialização, comodificação da cultura, elevação do custo de vida para a comunidade local, perda de infra-estrutura básica. Existem casos em que foi necessária uma campanha de “de-marketing”, quando os prejuízos do turismo mostraram-se nitidamente superiores aos ganhos. O caso paradigmático é Veneza8, que perdeu dois terços de sua população dos anos 50 até hoje, em decorrência da substituição de estruturas básicas de moradia – como escolas e hospitais – por instalações orientadas ao atendimento do fluxo de turistas – como fast foods e lojas de souvenirs. O fotógrafo encarregado do poderoso marketing da Benetton construiu uma eloqüente campanha para desestimular a ida de turistas a Veneza – utilizando imagens de lixo e pombos mortos.

A partir dessas considerações sobre o conceito de turismo sustentável, temos todos os elementos para apresentar as duas medidas de sustentabilidade encontradas na literatura sobre turismo cultural.

2) Indicadores de sustentabilidade: primeira aproximação i. Carrying Capacity Inicialmente utilizado no contexto do impacto ambiental (natural), este conceito foi expandido de forma a comportar outros elementos. A classificação utilizada pela WTO discrimina pelo menos três categorias distintas para este conceito:

x Carrying capacity física: limite de capacidade da infra-estrutura do local de receber os turistas sem uma clara deterioração da experiência do turista.

8 Relatado em Russo (1999). 19 x Carrying capacity ecológica: limite do número de visitantes a partir do qual há prejuízos ecológicos aos locais de recepção.

x Carrying capacity cultural: limite do número de visitantes a partir do qual o patrimônio cultural da comunidade receptora começa a se deteriorar no tempo.

Todas essas dimensões combinadas levam à estimativa de um número máximo de visitantes por período, por localidade. A crítica mais comum a essa conceito (Mac Donald, 1999) é que a medida é carregada de forte grau de subjetividade – embora se revista de um ar “técnico”. É freqüentemente calculado por alguma tecnocracia que guarda distância em relação à realidade da comunidade receptora; i. Limits to Acceptable Change Cada vez mais tem sido preferida esta outra medida, essa sim assumidamente subjetiva, que tem sido construída de foram participativa, incluindo os atores participantes dos serviços de turismo cultural. Ao invés de fixar um número limite de visitantes, o enfoque é delimitar quais as condições sociais, cultura e ambientais de uma área e tomar as providências para que não se ultrapassem os limites de mudança desse quadro. Aqui, a crítica é que, como qualquer processo participativo, está sujeito a desequilíbrios de poder nos processos de tomada de decisão.

Seção 5. Caracterização geral das principais fontes de demanda do Turismo Cultural no Brasil.

turísticos

No anexo desta nota técnica, encontra-se um levantamento dos principais pontos de atração de turismo cultural no Brasil, organizados por região e por estado. Ao lado do próprio Ministério do Turismo, foram consultadas as Secretarias Estaduais de Turismo/Cultura de todos os estados brasileiros, e em alguns casos municipais, além de outros sites de guias

A qualidade das informações encontradas no site do Mtur é boa, e o sistema de busca bastante eficaz. No entanto, notou-se uma grande disparidade da qualidade das informações entre as várias Secretarias de Estado e/ou Municipais.

Notou-se a falta de dados específicos sobre o segmento de turismo cultural, o que pode se explicar em parte por ser de recente tratamento por parte das autoridades oficiais ligadas ao Turismo.9

De qualquer modo, há dados que indicam que o movimento descrito pela WTO em nível mundial também se verifica no Brasil. A pesquisa levada a cabo no âmbito do programa PRODETUR-I, cuja síntese dos principais resultados veio a público no último salão do turismo de São Paulo em junho de 2006, mostrou que entre as razões apontadas para as viagens domésticas, o turismo cultural figura em terceiro lugar, com 12,5% de respostas (as duas outras respostas mais encontradas são “visitar amigos e parentes” e “sol e praia”, com 53,1% e 40,8% respectivamente)10. Em consonância com as tendências verificadas na literatura internacional, o motivo “turismo cultural” encontra mais adeptos quanto maior é a faixa de renda, variando de 8,3% na faixa entre R$350 e R$1.400 a 19, 9% na faixa acima de R$10.500. De forma consistente com este dado, quando perguntadas sobre as atividades de lazer realizadas durante a principal viagem doméstica, 12,2% das pessoas

9 Note-se que o grupo técnico para tratar da categoria ‘turismo cultural” foi criado em 2003, e o documento em que se encontra a definição precisa do termo veio a público somente em Junho de 2006. 10 Há que se notar que o total soma mais de 100%, o que significa que uma mesma viagem pode ter diferentes motivações).

apontaram “visitar atrações culturais”, número que também varia (diretamente) com o nível de renda.

A pesquisa do PRODETUR-I também mostra que parte significativa do fluxo doméstico de turistas (46,6%) é intra-estadual. Conforme apontado na literatura internacional, o “turista cultural’ muitas vezes faz viagens curtas (em geral mais curtas do que o turismo de “praia e sol”) e muitas vezes, no caso do Brasil, dentro do próprio estado. O exemplo de Pirenópolis, analisado na seção 6 desta nota técnica, confirma essa tendência. Outro dado interessante é que o estado de São Paulo é tanto o principal emissor (40% das emissões) quanto o principal receptor (29,4% das recepções) do turismo doméstico. Isso aponta para a conclusão de que há um significativo mercado a explorar, no ramo de turismo cultural, para visitas inter-estaduais.

A avaliação da demanda internacional por turismo cultural é ainda mais difícil. Uma pesquisa recentemente divulgada da FIPE, em parceria com a Embratur (“Caracterização e Dimensionamento da demanda internacional. 2004-2005”) fornece pistas interessantes. Aparentemente, o turismo de praia e sol ainda é fortemente predominante para o turista internacional. Os nossos principais visitantes são os argentinos, seguidos dos americanos (18,52% e 14,81% do total dos visitantes internacionais, respectivamente). Os principais destinos são as praias brasileiras (no caso dos primeiros, principalmente as do Sul, o que explica que esta região seja a mais visitada entre os entrevistados no quesito viagens a lazer – 46,8%). As unidades da Federação mais visitadas são Rio de Janeiro (34,7% dos entrevistados), Santa Catarina (25,1%) e Paraná (20,1%)1.

Dos entrevistados que viajavam a lazer, 96% disseram desejar voltar ao

Brasil. Perguntados sobre a principal motivação para tal decisão, o quesito “beleza natural e clima” foi mencionado por mais de 50% dos entrevistados. Chama a atenção o baixo número de indicações para o quesito “cultura” (apenas 5,4% dos entrevistados mencionaram esta razão). Mesmo somando o

1 Note-se que, aqui também, o total ultrapassa 100%, o que significa que um mesmo turista possa visitar vários estados.

– algo vago – “atrações” (5%), chega-se a um percentual ainda pequeno. Isso pode ser tomado como uma indicação de que ainda há um potencial a explorar em termos de incremento do fluxo internacional relativo ao “turismo cultural” para o Brasil. Do ponto de vista do grau de instrução, 65% dos entrevistados têm grau superior ou pós-graduação, o que, na literatura internacional, é indicado como sendo característica do “turista cultural” típico.

Por último, vale ressaltar que a maioria dos turistas internacionais teve uma avaliação positiva dos serviços de turismo. As maiores queixas foram para serviço de guias de turismo (7,5% dos entrevistados) e para o serviço de informações turísticas (10,7%). Positiva também foi a maioria das avaliações sobre a infra-estrutura turística. As maiores queixas dizem respeito à telefonia e Internet (23% dos entrevistados têm avaliação negativa) e sinalização turística (20%). Como o segmento de turismo cultural é extremamente sensível ao serviço de informações, isto pode indicar que há espaço para melhora neste quesito, que pode ter repercussões positivas sobre a demanda do segmento de turismo cultural.

Seção 6. Pirenópolis: um caso bem sucedido de turismo cultural

1) Introdução

Escolheu-se Pirenópolis para exemplificar o turismo cultural no Brasil porque essa cidade reúne duas características que definem o turismo que ali se dirige como turismo cultural (é bem verdade que por estar encravada num belíssimo entorno natural, aos pés da Serra dos Pireneus, a região também pode ser tomada como um bom estudo de caso de eco-turismo).

Em primeiro lugar, trata-se de uma cidade tombada Patrimônio

Histórico Nacional em 1989, contando com uma linda arquitetura colonial do século XVIII, igrejas e museus e ruas de pedras quartzísticas.

Em segundo lugar, ocorre no local uma festividade que é uma das maiores manifestações populares da região, misto de festa religiosa e profana. Trata-se da festa do Divino Espírito Santo, acompanhada da Cavalhada – teatro ao ar livre que representa a luta medieval entre cristãos e mouros montados a cavalo. As festividades - tradição trazida pelos jesuítas em 1819 - têm início 45 dias após o Domingo de Páscoa e atraem quase 15 mil pessoas à cidade (cuja população é de cerca de 21000 habitantes), durando 12 dias.

A população quase dobra no período das festividades. Como se sabe, isso pode significar grandes transtornos em locais não preparados. No entanto, Pirenópolis tem sido um exemplo de turismo cultural bem-sucedido. Os recursos ajudam a preservar o patrimônio histórico e as tradições foram reavivadas pelo fluxo dos turistas. Com efeito, a história de Pirenópolis guarda peculiaridades que permitem dizer que a sinergia entre turismo e cultura tem sido extremamente benéfica a ambos. Construída no auge da época mineradora, a cidade foi praticamente abandonada no início do século, tornando-se praticamente um “paradeiro fantasma”. Foi somente no início dos anos oitenta que ela voltou à atividade, quando uma comunidade de Hippies ali se instalou para iniciar uma experiência de comunidade alternativa. Vivendo do artesanato de prata e pedra e marcenaria, eles iniciaram um movimento de revitalização do patrimônio histórico e cultural da cidade.

Duas pesquisas relativamente recentes implementadas na região nos servirão de base para desenhar o perfil da demanda e o da oferta de serviços de turismo em Pirenópolis. A primeira, levada a cabo pela AGETUR (Agência Goiana de Turismo, órgão governamental, em parceria com diversas entidades12) em 2002, foi uma importante pesquisa de campo em todas as cidades que fazem parte do chamado “caminho do ouro” do estado de Goiás em diversas épocas do ano. São essas cidades: Corumbá, Goiás e Pirenópolis. Para os propósitos desse relatório, selecionaram-se alguns dados referentes a Pirenópolis, durante as Cavalhadas (na festa do Divino Espírito Santo) para chegar a uma avaliação do perfil do turista que freqüenta Pirenópolis e de suas impressões.

No tocante à oferta de serviços turísticos de Pirenópolis, a fonte utilizada é uma pesquisa realizada pelo Sebrae no âmbito do GEOR - Projeto de Desenvolvimento do Turismo em Pirenópolis, e divulgada em agosto de 2005. O objetivo do projeto é dar subsídios ao “Desenvolvimento sustentável do Setor de Turismo de Pirenópolis, por meio do aumento do fluxo de turistas na baixa temporada”. Assim, os gestores do Projeto querem aumentar a taxa de ocupação nos hotéis e pousadas de Pirenópolis em 15%, no período de baixa temporada, até 2007. Para tanto, procuraram: a) Conhecer o perfil dos proprietários/sócios e gestores dos negócios; b) Caracterizar as empresas do segmento; c) Caracterizar a atividade; d) Conhecer os resultados das empresas (capacidade diária de atendimento, a taxa média de ocupação - na baixa e na alta temporada e o faturamento no ano de 2004; e) Conhecer o número de pessoas ocupadas nas empresas.

12 A pesquisa foi realizada em parceria com: Grupo Nativa, Fundação Aroeira, Universidade Estadual de Goiás, Associação dos Condutores de Visitantes de Pirenópolis, e Associação dos Monitores Ambiental da Cidade de Goiás.

2) Perfil da demanda: Pesquisa AGETUR Agência Goiana de Turismo (AGETUR), Goiás-Brasil: Turismo em dados (O Caminho do Ouro). Disponível no site: http://www.pirenopolis.tur.br/arquivo/Ouro.pdf

Figura 1: Origem

A origem do turista que se dirige a Pirenópolis é condizente com os dados na pesquisa sobre turismo doméstico do PRODETUR-I. A maior parte do fluxo de turistas (quase 8%) é do próprio estado de Goiás ou do Distrito Federal – ou seja, são viagens que podem ser consideradas como interestaduais.

Figura 2: Idade

(Parte 3 de 6)

Comentários