Tintura Mãe (T.M.) apartir da Bananeira : parte 1

Tintura Mãe (T.M.) apartir da Bananeira : parte 1

Monografia apresentada para obtenção do título de Especialista no Curso de Pós- Graduação em Homeopatia do Colégio Brasileiro de Homeopatia Constantine Hering. Orientador: Prof. Ricardo Andreazza.

CURITIBA 1999

Monografia apresentada para obtenção do título de Especialista no Curso de Pós- Graduação em Homeopatia do Colégio Brasileiro de Homeopatia Constantine Hering. Orientador: Prof. Ricardo Andreazza.

CURITIBA 1999

LISTA DE SIGLASiv
LISTA DE TABELASv
RESUMOvi
INTRODUÇÃO01
1 BREVE HISTÓRICO DA MUSA (BANANEIRA)08
2 MORFOLOGIA E CLASSIFICAÇÃO09
3 REPRODUÇÃO E PROPAGAÇÃO10
4 TRATAMENTO E NUTRIÇÃO DA MUDA1
5 FERTILIDADE DO SOLO13
6 ADUBAÇÃO EM COBERTURA15
7 DRENAG EM17
8 COVA S19
9 CULTIVOS E ADUBAÇÕES20
10 UM NOVO BANANAL25
1 CORRETI VOS28
12 O RENDIMENTO30
13 VANTAGENS NA REFORMA PERIÓDICA DO BANANAL31
14 MUTAÇÃO DA BANANEIRA32
15 VARIEDADES DE BANANAS34
15.1 BANANEIRAS: BANANAS34
16 EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS DA BANANEIRA46

SUMÁRIO i

16.2 OS MACRONUTRIENTES47
16.3 MICRONUTRI ENTES51
DA BANANEIRA E DO CACHO5
18 ANÁLISE FOLIAR58
19 BANANA: ALIMENTO/MEDICAMENTO64
20 A SEIVA OU SUCO DA BANANEIRA67
21 UMA RECEITA SIMPLES69
2 ANÁLISE ETNOBOTÂNICA DA BANANEIRA (MUSA paradisíaca)70
BANANEIRA (MUSA paradisiaca)72
24 PESQUISAS E RESULTADOS76
24.1 PESQUISA DE ALCALÓIDES76
24.2 PESQUISA DE TANINOS76
24.3 PESQUISA DE MUCILAGENS7
24.4 PESQUISA DE SAPONINAS7
24.5 PESQUISA DE HETEROSÍDIOS ANTOCIÂNICOS7
24.6 RESULT ADOS78
CONCLUSÃO79
GLOSSÁRIO80
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS81

16.1 CONCEITOS BÁSICOS.................................................................................. 46 17 PRINCIPAIS COMPONENTES MINERAIS 23 ANÁLISE FITOQUÍMICA DA TINTURA MÃE i

AIR: Amostra Internacional de Referência B.: Banana DNOS: Departamento Nacional de Obras Contra as Secas g/m²: grama por metro quadrado. IAC: Instituto Agronômico de Campinas. Kg/ha: kilograma por hectare. Linn. Subsp: Linneu subespécie M.: Musa NPK: Macronutrientes essenciais. TM: Tintura mãe t/ha: Tonelada por hectare.

iv

linha de plantio, o surgimento de novas mudas é mais ordenado15
Figura 02 – Adubação em cobertura, na fase de desenvolvimento do “filho” e
“neto”21
mais comuns39
Tabela 2 – Volume e valor energético produzidos por unidade de superfície39
mineralomassas, da planta mãe até a colheita50
Tabela 3 – Porcentagem em relação ao total do nutriente na folha5
Figura 3 – Folha mostrando a parte que constitui a amostra foliar (AIR)60
Tabela 362
Tabela 363

Figura 01 – Quando a adubação é feita em torno da bananeira, as mudas surgem desordenadamente, mas, no segundo sistema, quando a adubação acompanha a Tabela 1 – Teores médios da composição química da polpa madura das bananas Gráfico 1 – Porcentagem de N, K (macronutrientes) envolvida na cinética das Tabela 4 – Classificação ocupada pelos 50 cultivares de bananeiras segundo os teores crescentes de macronutrientes encontrados nas amostras de folhas analisadas. Os cultivares estão designados numericamente conforme indicação na Tabela 5 – Classificação ocupada pelos 50 cultivares de bananeiras segundo os teores crescentes de macronutrientes encontrados nas amostras de folhas analisadas. Os cultivares estão designados numericamente conforme indicação na v

A TM de bananeira é o resultado da expressão direta do pseudocaule, obtendo-se assim, o sulco, de cor amarelo citrína que é igualmente juntado a um álcool etanol 90%. O teor alcoólico da TM ficou em torno de 45%. Todos os procedimentos foram baseados na Farmacopéia Homeopática Dr. Willmar Schwabe.

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