É a parte da MECÂNICA que estuda o EQUILÍBRIO das partículas e dos sólidos. O estudo da ESTÁTICA inicia-se pelo conceito de FORÇA.

  • É a parte da MECÂNICA que estuda o EQUILÍBRIO das partículas e dos sólidos. O estudo da ESTÁTICA inicia-se pelo conceito de FORÇA.

  • FORÇA é todo agente capaz de provocar uma variação de velocidade ou uma deformação de em um corpo, sendo uma grandeza vetorial(Caracteres: Módulo; Direção e Sentido).

Podemos medir a intensidade de uma FORÇA por um aparelho denominado DINAMÔMETRO.

  • Podemos medir a intensidade de uma FORÇA por um aparelho denominado DINAMÔMETRO.

  • No S.I. a unidade de FORÇA =N(newton)

  • FORÇA RESULTANTE ( R ou F r): É a força que produz o mesmo efeito que todas as forças aplicadas em um corpo.

  • Quando F r = 0 (Nula) ou não existirem forças o ponto material é dito ISOLADO.

A soma de vetores não é uma operação aritmética, e sim uma operação geométrica.

  • A soma de vetores não é uma operação aritmética, e sim uma operação geométrica.

  • Ex: Considere os vetores a, b, c e d abaixo:

a) S1 = a + b

  • a) S1 = a + b

  • b) S2 = a + c

  • c) S3 = a + b + c

  • d) S4 = a + b + c + d

  • NOTA:Usaremos a REGRA DO POLÍGONO. A partir de um ponto (0) usamos um dos vetores e a sua extremidade é o ponto de partida do outro vetor e assim por diante. O vetor soma liga o ponto de partida do 1ºvetor à extremidade do último.

Usa-se a REGRA DO PARALELOGRAMO

  • Usa-se a REGRA DO PARALELOGRAMO

  • Para somar os vetores A e B,desenhamos os vetores partindo do mesmo ponto (0). Assim, o vetor S é dado pela diagonal do paralelogramo de lados A e B.

Vetor soma S ou resultante R

  • Vetor soma S ou resultante R

02) Um ponto material está sujeito a duas forças perpendiculares de intensidades iguais a 30N e 40N (ver figura). Determinar a direção, sentido e a intensidade da resultante.

  • 02) Um ponto material está sujeito a duas forças perpendiculares de intensidades iguais a 30N e 40N (ver figura). Determinar a direção, sentido e a intensidade da resultante.

Neste caso obtém-se o módulo do vetor soma (ou resultante), pela regra do paralelogramo usando o Teorema de Pitágoras.

  • Neste caso obtém-se o módulo do vetor soma (ou resultante), pela regra do paralelogramo usando o Teorema de Pitágoras.

Na subtração, utilizamos o conceito de somar o vetor com o seu oposto.

  • Na subtração, utilizamos o conceito de somar o vetor com o seu oposto.

Grandeza escalar ( e )

  • Grandeza escalar ( e )

  • Grandeza vetorial ( V )

  • O produto: e.V = G é uma grandeza vetorial com as seguintes características:

  • Direção: a mesma de V

  • Sentido: depende do sinal de e:

  • e > 0: mesmo sentido de V

  • e < 0: sentido oposto de V.

Seja o vetor F inclinado de em relação ao eixo x (sentido anti-horário)

  • Seja o vetor F inclinado de em relação ao eixo x (sentido anti-horário)

  • F x = componente de F segundo 0x.

  • F y = componente de F segundo 0y.

FORÇAS DE AÇÃO A DISTÂNCIA.

  • FORÇAS DE AÇÃO A DISTÂNCIA.

  • São aquelas que atuam sobre os corpos mesmo quando não existe o contato entre eles.

  • As forças de ação à distância atuam numa região do espaço denominada de CAMPO.

A)

  • A)

a)

  • a)

São aquelas que só atuam sobre os corpos se existir o contato entre eles.

  • São aquelas que só atuam sobre os corpos se existir o contato entre eles.

  • Ex: NORMAL, TRAÇÃO, FORÇA DE ATRITO.

  • FORÇA NORMAL (N) – É a força exercida pela superfície em que o corpo está apoiado. Ela atua PERPENDICULAR a superfície, em que o corpo se encontra.

a) b)

  • a) b)

É uma força exercida através de um fio ou de uma corda.

  • É uma força exercida através de um fio ou de uma corda.

  • Ex: a) b)

São forças que atuam em barras

  • São forças que atuam em barras

  • Tração (T): Atua no sentido de alongar a barra.

  • Compressão (C): Atua no sentido de diminuir o comprimento da barra.

O CENTRO DE GRAVIDADE de um corpo homogêneo (massa uniformemente distribuída) é o ponto de aplicação da força peso.

  • O CENTRO DE GRAVIDADE de um corpo homogêneo (massa uniformemente distribuída) é o ponto de aplicação da força peso.

Equilíbrio estático – O ponto material está em repouso ( v = 0 ).

  • Equilíbrio estático – O ponto material está em repouso ( v = 0 ).

  • Equilíbrio dinâmico – O ponto material está em MRU ( v = constante  0 ).

  • Para que um ponto material esteja em equilíbrio, é necessário e suficiente que a RESULTANTE de todas suas forças que agem seja NULA.

“Cada força está para o seno do ângulo oposto”

  • “Cada força está para o seno do ângulo oposto”

É um sistema construído por duas forças de intensidades iguais, de mesma direção e de sentidos opostos, mas cujas linhas de ação estão separadas por uma distância d (braço) não nula.

  • É um sistema construído por duas forças de intensidades iguais, de mesma direção e de sentidos opostos, mas cujas linhas de ação estão separadas por uma distância d (braço) não nula.

  • Momento do Binário: M = ± F . D

  • A Resultante do Binário é nula. Um corpo rígido , não sofrerá translação submetido a um binário e sim movimento de rotação não uniforme.

Condições

  • Condições

  • 1ª - A resultante de todas as forças que agem sobre o corpo é nula.

  • R = 0 R x = 0 e R y = 0 .Esta condição faz com que o corpo não possua movimento de translação.

  • 2ª - A soma algébrica dos momentos de todas as forças que atuam no corpo em relação a um ponto é nulo (  M = 0 ). Esta situação faz com que o corpo não tenha movimento de rotação.

Talha exponencial

  • Talha exponencial

Interfixa

  • Interfixa

Conteúdo

  • Conteúdo

  • Prof.Edmundo Reis Bessa (Edi)

  • Produção e Diagramação

  • Prof.Edmundo Reis Bessa (Edi)

  • Revisão Final

  • Prof.Edmundo Reis Bessa (Edi)

  • Realização

  • Colégio Cascavelense

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