Resistores lineares e nao linerares e lei de ohm

Resistores lineares e nao linerares e lei de ohm

(Parte 1 de 2)

MANAUS-AM 2011

Vanessa Passos Ribeiro

Elaine Chrystine Da Silva Albuquerque

Ronison Soares De Souza Roberto Jordan Gonçalves Monte

MANAUS – AM 2011

Relatório solicitado pelo profª Edilanê Mendes dos Santos para obtenção de nota parcial da turma 2 do curso de Engenharia Química.

1.Introdução

No começo do século XIX, George Simon Ohm (1787-1854) mostrou experimentalmente que a corrente elétrica, em condutor, é diretamente proporcional a diferença de potencial V aplicada. Esta constante de proporcionalidade é a resistência R do material. Então de acordo com os experimentos de Ohm, temos que V=RI, a qual é conhecida como “Lei de Ohm”.

Os resistores que obedecem a equação V=RI são chamados de resistores lineares pois a corrente elétrica que os percorrem é diretamente proporcional à voltagem aplicada.

Em grande parte dos condutores, quando alternamos a tensão nas extremidades destes materiais altera-se também a intensidade da corrente elétrica i, mas estas duas grandezas não variam proporcionalmente, portanto eles não obedecem a lei de Ohm e são chamados de resistores não lineares.

2.Material utilizado:

Fonte de tensão contínua: fornece tensão de amplitude variável (numa faixa de zero a vinte volts) permitindo flexibilidade na construção de circuitos eletromagnéticos.

Multímetro digital: é um instrumento capaz de medir tensão, corrente e resistência. Modelos recentes, mesmo os mais simples, medem ganho estático de transistor bipolar e testam diodos retificadores. Modelos mais sofisticados medem capacitância e indutância.

Resistores: são componentes que têm por finalidade oferecer uma oposição á passagem de corrente elétrica, através de seu material. A essa oposição damos o nome de resistência elétrica, que possui como unidade o ohm. Classificamos os resistores em dois tipos; fixos e variáveis. Os resistores fixos são aqueles cujo valor da resistência não pode ser alterada, enquanto que os variáveis têm sua resistência modificada, dentro de uma faixa de valores de um cursor móvel. Os resistores fixos são comumente especificados por três parâmetros: o valor nominal da resistência elétrica; a tolerância, ou seja, a máxima variação em porcentagem do valor nominal; e a máxima potencia elétrica dissipada. Para resistores de precisão encontramos cinco faixas onde as três primeiras representam o primeiro, o segundo e o terceiro algarismos significativos e as demais, respectivamente, fator multiplicativo e tolerância.

Diodo: é o tipo mais simples de semicondutor. De modo geral, um semicondutor é um material com capacidade variável de conduzir corrente elétrica.

3.Procedimento experimental: PARTE A - LÂMPADA

Plugaram-se a lâmpada, o diodo, e o resistor em fileiras distintas no suporte elétrico. Ligaram-se o medidor de corrente elétrica e o multímetro respectivamente.

Conectaram-se os dois cabos do multímetro nas diferentes laterais da lâmpada.

Com precisão girou-se o botão de controle de tensão elétrica até obtenção de 0,5 Volts (V).

Observou-se no multímetro a intensidade elétrica de 0,01 Ampere (A).

Novamente girou-se o botão de tensão até a marca de 1,0 volts.

Detectou-se a presença de uma pequena, mas, significativa incandescência na lâmpada.

Giraram-se repetidas vezes o botão de tensão elétrica, até finalizar em 3,0 volts obedecendo a uma progressão linear de 0,01 A, a cada 0,5 volts que foi aumentado.

Observou-se que a partir de 0,7 volts, a lâmpada dava esboço de incandescência.

Conectaram-se os cabos do multímetro no suporte nas extremidades do resistor.

Girou-se o botão até adquirir a tensão de 1,0 volts, e observou-se a intensidade elétrica em 0,02 A.

Girou-se repetidas vezes o botão de tensão, até alcançar 4,0 volts, obedecendo a um aumento 0,02 A de razão a cada 1,0 volts aumentado.

Observou-se a partir da tensão de 5,0 volts, aumentar para 0,1 A, por conseguinte deslocando a razão para 3,0 A, a cada 1,0 volts aumentado.

A partir da tensão 6,0 volts, logo se restabeleceu a razão de 0,02 A.

Depois da análise da corrente elétrica, calculou-se a resistência do resistor através das linhas coloridas, e observou-se uma resistência de 47 Ohm e 5% de tolerância.

Conectaram-se os cabos do multímetro no suporte nas laterais do diodo.

Manipulou-se o botão do multímetro, até a tensão de 0,5 volts, obtendo uma corrente elétrica quase nula de 0,01 A.

Seguiu-se o experimento aumentando 0,1 volts de cada vez, obedecendo-se uma razão de 0,7 A.

Após 0,8 volts, observou-se que a corrente elétrica do diodo progrediu de uma forma que não obedecia a uma razão exata, até o termino do experimento, que variava de 0,10 a 0,20 A.

Terminou-se o experimento e desligou-se o multímetro.

4.Resultados:

p e r e s

Volts

Resistor

V(v) I(A) R=v/i

p er

Volts

Diodo

V(v) I(A)

p e r e s

Volts

Lâmpada

V(v) I(A)

5.Conclusões:

Observa-se que nos experimentos, a resistência não foi constante para grande parte das voltagens aplicadas. Esse comportamento é conhecido como Lei de Ohm, que foi o primeiro a fazer um estudo sistemático da resistência elétrica.

(Parte 1 de 2)

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