[Processos de Fundição] Aula 06 - Fornos de Fundição

[Processos de Fundição] Aula 06 - Fornos de Fundição

(Parte 2 de 5)

Prof. BrennoFerreira de Souza –Engenheiro Metalúrgico

Forno Cubilô

Desvantagem:

• Não consegue grande quantidade de ferro fundido em uma única vez, pois precisa esperar o enchimento do crisol para cada vazamento, proporcionando uma marcha irregular de produção.

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Forno Cubilô

Solução:

• Instalação de antecrisol: O ferro fundido no cubilô passa imediatamente para um crisol externo.

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Forno Cubilô

• Pré aquecimento do forno com queima de lenha no crisol: eliminar umidade que pode danificar o refratário.

• Carregamento de coque até 1m acima dos canais de ventilação aproximadamente. Coque duro, denso e resistente para evitar fragmentação e

• Carrega-se o ferro, com camadas alternadas de coque e fundente: formação de escórias fluidas.

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Forno Cubilô

• O Coque se queima com o ar projetado pelo ventilador, fundindo o ferro, que goteja no crisol.

• A zona de coque não pode estar baixa, evitando a proximidade da zona de fusão do ferro com os canais de ventilação: oxidação do metal e aumento do enxofre. O aumento de óxido de ferro na escória diminui sua eficiência.

• Abre-se o alvado ou orifício de vazamento, até então fechado com tampão de argila. (80% de argila refratária, 20% pó de carvão)

Prof. BrennoFerreira de Souza –Engenheiro Metalúrgico Forno Cubilô

Prof. BrennoFerreira de Souza –Engenheiro Metalúrgico Forno Cubilô

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Forno Cubilô

Formação de escória:

Dessulfuração:

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Forno de Reverberação

Nesses fornos o carvão não está em contato com o metal, logo não se produz um aumento no teor de carbono no ferro.

Utilizado para ferros fundidos com baixo teor de carbono (2,0-2,5%) e na fundição de bronze.

Utilizado para fundir peças de grandes dimensões.

Calefação feita a partir de hulha (60-80%C), carvão pulverizado, petróleo, óleo diesel ou gás.

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Forno de Reverberação

2. Laboratório: Fusão do metal. Ocorre pela reverberação da chama de gás pela abóbada, aquecendo o metal.

3. Altar: Separa o laboratório da lareira.

4. Saída dos gases.

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Forno de Reverberação

Consiste em uma lareira revestida de ladrilhos refratários, separadas da soleira ou laboratório onde se encontra o metal por um muro chamado altar.

A soleira deve ter uma dimensão tal que os gases ao sair pelo alçapão ainda tenho temperatura suficiente para fundir o metal.

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Forno de Reverberação

Funcionamento: • Combustão incompleta do carvão: CO

• Este óxido é queimado com o ar secundário insuflado, completando a reação:

• Reação exotérmica, desprendendo calor para o funcionamento do forno.

• O calor se transmite por radiação, istoé, pela reverberação da abóbada e as paredes do forno, distribuindo-se pela soleira.

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Forno de Reverberação

Obtém-se temperaturas de 1500 a 1600°C

Pode ser rotativo, com queimador de combustível em um extremo e no outro a saída de gases.

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