Estatística Básica para Agronomia

Estatística Básica para Agronomia

(Parte 1 de 3)

Prof. JOÃO BATISTA LOPES

Departamento de Zootecnia CCA - UFPI

- Fazer generalização de uma população a partir de uma amostra

- Fornecer uma BASE OBJETIVA para ANÁLISE DE

DADOS OBSERVADOS, os quais estão sujeitos à VARIAÇÃO DO ACASO

- Facilitar a TOMADA DE DECISÕES, a partir da

ANÁLISE DE DADOS E DE FATOS CONCRETOS, nas diversas áreas do conhecimento: GOVERNAMENTAL - SOCIAL - EDUCACIONAL - SAÚDE - CIENTÍFICA cujo EFEITO se deseja medir ou comparar em um EXPERIMENTO

1) Avaliar o efeito de Níveis de Nitrogênio sobre o rendimento (kg/ha) da cultura do milho

2) Avaliar o efeito dos alimentos (milho, sorgo, mandioca) na alimentação de aves sobre as variáveis de desempenho

TRABALHO DE PESQUISA previamente planejado, fundamentado em PRINCÍPIOS que permitem a COMPARAÇÃO entre o EFEITO dos TRATAMENTOS APLICADOS

UNIDADE BÁSICA que recebe o TRATAMENTO e fornece os DADOS que devem refletir seu EFEITO

Caracteriza a FORMA como os TRATAMENTOS são distribuídos às UNIDADES EXPERIMENTAIS e utilizados nas ANÁLISES ESTATÍSTICAS

Nortear a EXPERIMENTAÇÃO CIENTÍFICA

Garantir a ESTIMATIVA DA VARIAÇÃO INDIVIDUAL

- Representa o número de unidades experimentais alocadas em cada tratamento

- Determinada a partir de INFORMAÇÕES sobre a variável DEPENDENTE ou RESPOSTA

EXPERIMENTAISTODAS UNIDADES

- Distribuição dos TRATAMENTOS às UNIDADES

DETERMINADO TRATAMENTOSORTEIO

tenham a MESMA CHANCE de receber um ou da TABELA de NÚMEROS ALEATÓRIOS

Tem como fundamento RESTRINGIR A

CASUALIZAÇÃO dos tratamentos a GRUPOS DE

UNIDADES EXPERIMENTAIS com POUCA VARIABILIDADE entre si

1. ESCOLHA DO MATERIAL EXPERIMENTAL

2. SELEÇAO DAS UNIDADES EXPERIMENTAIS

Uniformidade: as características do MATERIAL

EXPERIEMNTAL devem ser similares ANTES da aplicação dos tratamentos Amostra representativa da população

Variabilidade da variável a ser estudada

3. SELEÇAO DOS TRATAMENTOS

A SELEÇÃO DOS TRATAMENTOS é importante na

OBTENÇÃO DOS OBJETIVOS do experimentador e na DEFINIÇÃO DA PRECISÃO do experimento

O INTERVALO entre os TRATAMENTOS deve ser EQÜIDISTANTE em VARIÁVEIS QUANTITATIVAS

4. UNIFORMIDADE NA PLICAÇÃO DOS TRATAMENTOS

Proporcionar CONDIÇÕES SEMELHANTES às unidades experimentais, para aumentar a precisão do EXPERIMENTO

Determinado a partir de INFORMAÇÕES sobre a

VARIABILIDADE das unidades experimentais em termo de VARIÁVEL DEPENDENTE

A IMPORTÂNCIA da REPETIÇÃO está relacionada à ESTIMATIVA do ERRO EXPERIMENTAL e de possibilitar a ESTIMAÇÃO da MÉDIA dos tratamentos

A EXPERIÊNCIA do PESQUISADOR é fundamental na decisão do TAMANHO da AMOSTRA

 Nº Mínimo de parcelas experimentais 20

REGRA PRÁTICA Graus de liberdade mínimo do erro experimental 10

Conceito: processo de coleta de dados relativos a um fenômeno que acusa variabilidade nos seus resultados

É um procedimento cujo resultado é incerto

Exemplos

Jogar uma moeda Sortear um número inteiro de um a cem

Lançar um dado

Conceito - conjunto de todos os possíveis resultados de um experimento aleatório Jogar uma moeda

S = {cara, coroa}

Sortear um número inteiro de um a cem

Conceito - é qualquer subconjunto do espaço amostral de um experimento aleatório E = {cara} (sortear cara)

E = {3, 5, 1} (lançar no impar no dado)

É caracterizado pela ocorrência de pelo menos um dos eventos A e B

Representação A B

A e B são eventos mutuamente excludentes quando a ocorrência de um deles implica necessariamente na não-ocorrência do outro não há elementos comuns entre eles

(Parte 1 de 3)

Comentários