(Parte 4 de 8)

; PAR := PAR+2; CONTADOR := CONTADOR+1; ATE CONTADOR=100 FIM.

A estruturarepita..atØ_que tem o seu funcionamento controlado por decisªo. PorØm, irÆ efetuar a execuçªo de um conjunto de instruçıes pelo menos uma vez antes de verificar a validade da condiçªo estabelecida. Diferente da estruturaenquanto que executa somente um conjunto de instruçıes, enquanto a condiçªo Ø verdadeira. Desta formarepita tem seu funcionamento em sentido contrÆrio aenquanto, pois sempre irÆ processar um conjunto de instruçıes, no mínimo uma vez atØ que a condiçªo se torne Verdadeira. Pra a estruturarepita um conjunto de instruçıes Ø executado enquanto a condiçªo se mantØm Falsa e atØ que ela seja Verdadeira.

Anteriormente, formas vistas duas formas de se elaborar looping. Uma usando o conceitoenquanto e a outra usando o conceitorepita. Foi visto tambØm como se estabelecer rotinas que efetuarem a execuçªo de um looping um determinado nœmero de vezes atravØs da utilizaçªo de um contador ( atravØs de uma variÆvel de controle)

PorØm, existe uma possibilidade de faciliar o uso de contadores finitos, sem fazer uso das estruturas anteriores, deixando-as para a utilizaçªo de loopings onde nªo se conhece de antemªo o nœmero de vezes que uma determinada sequŒncia de instruçıes deverÆ ser executada. Os looping que possuem um nœmero finito de execuçıes poderªo ser processados atravØs de estrutura de laços contadospara, sendo conseguida com a utilizaçªo do conjunto de instruçıes para..de..atØ..passo.faça..fim_para.

A estrutura para..de..atØ..passo.faça..fim_para tem seu funcionamento controlado por uma variÆvel denominada contador. Sendo assim, poderÆ executar um determinado conjunto de instruçıes um determinado nœmero de vezes. Sua sintaxe Ø a seguinte:

Para <variÆvel> de <inicio> atØ <fim> passp<incremento> faça <instruçıes> fim_para

Exemplo

Pedir a leitura de um valor para a variÆvel X, multiplicar este valor por 3 implicando-o à variÆvel de resposta R e apresentar o valor obtido, repetindo esta següŒncia por cinco vezes.

Programa Looping_Para Var

X, R ,CONT: Inteiro Inicio

Para CONT de 1 atØ 5 passo 1 faça

Fim_para Fim.

SerÆ executado o conjunto de instruçıes entre a instruçªopara e a

instruçªofim_para, sendo a variÆvel CONT ( variÆvel de controlo) inicializada com valor 1 e incrementada de mais 1 atravØs da instruçªo passo atØ o valor 5. Este tipo de estrutura de repetiçªo poderÆ ser utilizado todas as vezes que se tiver a necessidade de repetir trechos finitos, onde se conhece o valor inicial e o valor final.

23 Exercícios de Aprendizagem

Desenvolver Cada Exercício utilizando as trŒs estruturas de repetiçªo

apresentadas ) 1)

Apresentar os quadrados do nœmeros inteiros de 15 a 200.

Apresentar os resultados de uma tabuada de um nœmero qualquer. Esta deverÆ ser impressa no seguinte formato:

Considerando como exemplo o fornecimento do nœmero 2

2 X 1 = 2 2 X 2 = 4 2 X 3 = 6 2 X 4 = 8 2 X 5 = 10

)

2 X 10 = 20

3) Apresentar o total da soma do cem primeiros nœmeros inteiros (

Elaborar um programa que apresente no final o somatório dos valores pares existentes na faixa de 1 atØ 500.

Apresentar todos os valores numØricos inteiros ímpares situados nafaixa de 0 a 20. Para verificar se o nœmero Ø ímpar, efetuar dentro da malha a verificaçªo lógica desta condiçªo com a instruçªose, perguntando se o nœmero Ø ímpar, sendo mostre-o, nªo sendo, passe para o próximo passo.

Apresentar todos os nœmeros divisíveis por 4 que sejam menores que 200. Para verificar se o nœmero Ø divisível por 4, efetuar dentro da malha de verificaçªo lógica desta condiçªo com a instruçªose, perguntando se o nœmero Ø divisível, sendo, mostre-o, nªo sendo passe para o próximo passo. A variÆvel que controlarÆ o contador deverÆ ser iniciada com valor 1.

Apresentar as potŒncias de 3 variando de 0 a 15. Deve ser considerado que qualquer nœmero elevado a zero Ø 1, e elevado a 1 Ø ele próprio.

Elaborar um programa que apresente o valor de uma potŒncia de uma base qualquer elevada a um expoente qualquer, ou seja, de NM .

1,1,2,3,5,8,13,21,34,etc. Esta sØrie se caracteriza pela soma de um termo

Escreva um programa que apresente a sØrie de Fibobnacci atØo dØcimo quinto termo. A sØrie de Fibonacci Ø formada pela seqüŒncia: posterior com o seu anterior subseqüente.

ESTRUTURA BSICA DE DADOS ? TABELAS EM MEMÓRIAS Estrutura de Dados HomogŒneas

Durante os pontos estudados anteriormente, percebemos que o poder de programaçªo se tornou maior. PorØm, tendo domínio das tØcnicas anteriores, ainda correr-se à o risco de nªo conseguir resolver alguns tipos de problemas, pois foram trabalhadas atØ aqui apenas variÆveis simples, variÆveis que somente armazenam um valor por vez.

Neste capítulo, serÆ apresentado uma tØcnica de programaçªo que permitirÆ trabalhar com o agrupamento de vÆrias informaçıes dentro de uma mesma variÆvel. Vale salientar que este agrupamento ocorrerÆ obedecendo sempre ao mesmo tipo de dado, e por esta razªo chamado de estruturas de dados homogŒneas. Agrupamentos de tipo de dados diferentes setªo estudados mais adiante quando forme abordadas as estruturas de dados heterogŒneas.

A utilizaçªo deste tipo de estrutura de dados recebe diversos nomes, com: variÆveis indexadas, variÆveis compostas, variÆveis subscritas, arranjos, vetores, matrizes, tabelas em memória ou arrays ( do inglŒs)

. Sªo vÆrios os nomes encontrados na literatura voltada para o estudo de tØcnicas de programaçªo que envolvem a utilizaçªo das estruturas homogŒneas de dados. Por nós, serªo definidas como matrizes.

As matrizes ( tabelas em memória) sªo tipo de dados que podem ser ?constituídos ? à medida que se fazem necessÆrios , pois nªo Ø sempre que os tipos bÆsicos ( real, inteiro, caractere ou lógico) e /ou variÆveis simples sªo suficiente para representar a estrutura de dados utilizado em um programa.

Matrizes de uma Dimensªo ou Vetores

Este tipo de estruturaem particular Ø tambØm denominado por alguns profissionais como matrizes unidimensionais. Sua utilizaçªo mais comum estÆ vinculada à criaçªo de tabelas. Caracteriza-se por ser definida uma œnica variÆvel dimensionada com um determinado tamanho. A dimensªode uma matriz Ø constituida por constantes inteiras e positivas. Os nomes dados às matrizes seguem as mesmas regras de nomes utilizados para indicar as variÆveis simples.

Operaçıes BÆsiccas com Matrizes do Tipo Vetor Uma matriz de uma dimensªo ou vetor serÆ, neste trabalho, representada por seu nome e seu tamanho ( dimensªo ) entre colchetes, desta forma seria uma matriz MD [1..n], onde MD Ø o seu nome e possuindo uum tamanho de 1 a n. Isto significa que poderªo ser armazenados em MD atØ um valor definido pelo programador. Perceba que na utilizaçªo de variÆveis simples existe uma regra: uma variÆvel pode conter apenas um valor por vez. No caso das matrizes, esta poderªo armazenar mais um valor por vez. No caso das matrizes, esta poderªo armazenar mais de um valor por vez, pos sªo dimensionadas, exatamente para este fim. Desta forma poder-se Æ manipular uma quantidade maior de informaçªo com pouco trabalho de processamento. Deve-se apenas considerar que com relaçªo à manipulaçªo dos elementos de uma matriz,eles ocorrerªo de forma individualizada, pois nào Ø possível efetuar a manipulaçªo de todos os elementos do conjunto ao mesmo tempo.

Atribuiçªo de uma Matriz

Anteriormente, foram utilizadas vÆrias instruçıes em portuguŒs estruturado para poder se definir e montar um programa. No caso da utilizaçªo de matrizes, serÆ definida a instruçªoconjunto que indicarÆ em portuguŒs estruturado a utilizaçªo de uma matriz, tendo como sintaxe:

VariÆvel :conjunto [<dimensªo>]de <tipo de dado>. Onde <dimensªo> serÆ a indicaçªo dos valores inicial e final do tamanho do vetor e <tipo de dado> se o vetor em questªo irÆ utilizar valores reais, inteiros, lógicos ou caracteres.

Leitura dos Dados de uma Matriz

A leitura de uma matriz Ø processada passo a passo, um elemento por vez. A instruçªo de leitura Ø leia seuida da variÆvel mais o índice. Abaixo, Ø apresentado a codificaçªo em portuguol da leitura de 8 notas de 8 alunos, cÆlculo da mØdia e a apresentaçªo da mesma.

Programa Media_Turma

Var

Md : conjunto [1..8] de real Soma, media : real I : inteiro

Inicio

Soma <= 0 Para I de 1 ate 8 faça

Soma <= Soma + MD[I]

Fim_Para MØdia <= Soma / 8

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