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- Possibilidade de ampliação.

É ainda de referir, que a manutenção deste tipo de material, e por consequência deste tipo de casa é quase zero, tornando por conseguinte o valor do imóvel mais barato (Aguiar; 2000).

Para concluir, na sequência do anteriormente descrito e para um melhor esclarecimento sobre a utilização dos materiais poliméricos, anexo tabelas com as suas principais utilizações.

Polietileno Etileno Baldes, sacos de lixo, sacos de embalagens Polipropileno Propileno Cadeiras, poltronas, pára-choques de automóveis

PVC Cloreto de vinila Tubos para encanamentos hidráulicos Isopor Estireno Isolante térmico

Orlon Acrilnitrilo Lã sintética, agasalhos, cobertores, tapetes Plexiglas "Vidro plástico"

Acrílicos

Metilacrilato de metila

Plástico transparente muito resistente usado em portas e janelas, lentes de óculos.

Teflon Tetrafluoretileno Revestimento interno de panelas Borracha natural Isopreno Pneus, câmaras de ar, objetos de borracha em geral

Amido a glicose Alimentos, fabricação de etanol Celulose b glicose Papel, algodão, explosivos

Buna – N ou perbuna 1,3-butadieno acrilnitrilo

Buna – S 1,3-butadieno estireno

Pneus, câmaras de ar e objectos de borracha em geral

Nylon 1,6-diaminoexano

Acido adipico

Rodas dentadas de engrenagens, peças de maquinaria em geral, tecidos, cordas, escovas

Terilene ou Dacron Etilenoglicol Acido tereftálico

Tecidos em geral (tergal)

Baquelite (fórmica)

Aldeído fórmico Fenol comum

Revestimento de moveis (fórmico), material eléctrico (tomada e interruptores)

Poliuretano

Poliéster ou poliéter

Isocianato de p. Fenileno

Colchões e travesseiros (poliuretano esponjoso), isolante térmico e acústico, poliuretano rígido das rodas dos carrinhos de supermercados

6. Conclusão

Em termos de conclusão, é referir que, o primeiro polímero puramente sintético de uso comercial, somente surgiu em 1907 (Baquelite). Desde então a industria e a utilização de polímeros não parou de se desenvolver e crescer. Os plásticos fazem parte do nosso quotidiano. Grande parte das nossas casas dos utensílios domésticos, dos nossos automóveis, das roupas que vestimos e embalagens que utilizamos são feitas de materiais poliméricos.

No futuro, é provável que, os nossos descendentes se reportem à nossa época como sendo a era do plástico. No entanto, questionamo-nos; seria possível manter os actuais padrões de conforto sem a existência dos plásticos?

Uma coisa podemos garantir, eles tem vindo a contribuir nos mais variados domínios, para a melhoria da qualidade de vida.

Estamos certos também que, certamente os polímeros e os plásticos neles baseados serão os materiais determinantes para vencer alguns desafios do desenvolvimento sustentado no presente século.

7. Bibliografia

• Andrade, C, “Compêndio de Nomenclatura Macromolecular”, UNLZ, Zamora, 1995;

• Aguiar, J, “Apontamentos de Materiais de Construção 2”, Universidade do Minho, Guimarães, Volume 5, 2000;

• Bauer, L, “Materiais de Construção”, Livros Técnicos e Científicos, Lisboa, 1988;

• “Boletim da Sociedade Portuguesa da Química, nº 24, série I”;

• Branco, C, “Mecânica dos Materiais”, Fundação Calouste Gulbenkian, 2ª Edição, Lisboa, 1994;

• Clark, J, “Química”, Editora da USP, São Paulo, 1981;

• Disponível na Internet via W. URL: http://www.institutodopvc.org, em linha em 21 de Novembro de 2003;

• Disponível na Internet via W. URL: http://www.qmc.ufc.br, em linha em 21 de Novembro de 2003;

• Kroschwitz, J, “Enciclopédia de los polímeros e ingeniería”, John Willey & Sons, Nova York, Volume 17, 1985;

• Rocha, W, “Química 2000”, Editora Cientifica Nacional, Brasil, 2ª Edição, 1999;

• Russel, J, “Química Geral”, MacGraw Hill, São Paulo, 1981;

• Salvador, U, “Química Orgânica 3”, Editora Saraiva, 2000;

• Smith, W, “Princípios de Ciências dos Materiais e Engenharia”, MacGraw Hill, Lisboa, 1998;

• Vlack, L, “Princípios de Ciências dos Materiais”, Editora Edgard Blucher Ltda, São Paulo, 1970.

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