relatório

relatório

RELATÓRIO: SOROS

RELATÓRIO ENTREGUE COMO PARTE

DAS EXIGÊNCIAS DA DICIPLINA DE

BIOLOGIA DE VEGETAIS INFERIORES.

Objetivo

Conhecer e identificar os mais diversos tipos de soros, observando suas disposições nas pinas e nas frontes.

Introdução

Maior parte da história, 470 milhões de anos, das plantas sobre a terra pertence a briófitas, pteridófitas e gimnospermas, que acabou rendendo ao domínio ecológico por angiospermas. Em análises de máxima verossimilhança mostra inequivocamente que cavalinhas e samambaias juntas são os parentes mais próximos a plantas com sementes. Isso refuta a visão predominante de que cavalinhas e samambaias são de transição evolutiva entre os graus briófitas e plantas com sementes, e tem implicações importantes para nossa compreensão do desenvolvimento e evolução de plantas.

Uma das Características distintas desse grupo, para as plantas avasculares (briófitas) é que a fase duradoura e mais visível é a fase do esporófito e não a do gametófito. Nesse, desenvolvem-se os esporângios, que produzem e guardam os esporos até o momento da sua liberação. Os esporângios são apresentados em grupos naquelas manchas alaranjadas ou castanhas, que em algumas épocas desenvolvem-se sob as folhas das samambaias denominado soros.

Deste modo nesta prática foi oferecida a oportunidade de reconhecermos as estruturas de reprodução das Pteridóphytas, e seu comportamento perante as condições que foram impostas, observando sua resposta e analisando em quais condições suas respostas seriam mais favoráveis.

Materiais utilizados

  • Placa de Petri

  • Lâmina

  • Lamínula

  • Béquer

  • Conta gotas

  • Lupa

  • Microscópio Óptico

  • Pinça

  • Lâmina de corte

Procedimento

Nesta pratica foi proposto que fizéssemos uma análise minuciosa dos soros primeiramente a olhos nus, depois ao leva-lo à lupa, observar as mudanças e como ele reagiria.

Foram feitos cortes paradermicos nos soros e retirado os esporângios, ao coloca-lo no microscópio notamos que os esporângios, de acordo com o tempo exposto a luz e sem hidratação, eclodiam e liberaram os esporos que saltavam como se estivessem estourando. No passo seguinte foi adicionada ao esporângio na lâmina uma gota d’água com a lamínula sobre a amostra, foi possível notar que o esporângio desta vez eclodiu liberando os esporos, mas de forma mais coordenada e de modo a observar seu movimento durante a liberação.

Resultado e Discussão

De acordo com as analises podemos discutir e avaliar sua evolução e aspectos do seu hábitat, sabendo que ocorre com mais frequência nas florestas tropicais e mata atlântica e que esses estão em fase de quase extinção, nos propõe uma questão qual será o futuro dessas plantas percussoras e como será daqui em diante se a tendência da atual situação só tende a piorar?

Conclusão

Deste modo podemos concluir que de acordo com o que já foi dito anteriormente as Pteridófitas necessitam de água para sua reprodução, de acordo com as observações feitas podemos inferir que elas possuem uma grande dependência da água e consequentemente de ambientes úmidos.

Bibliografia

http://felix.ib.usp.br/Botanica_Cotidiano.pdf

Comentários