[Elementos de Automação] Aula 07 - CNC

[Elementos de Automação] Aula 07 - CNC

(Parte 1 de 5)

Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Introdução

A diferença entre os equipamentos convencionais e os equipados com Controle Numérico é que nestes, não existe a necessidade de gabaritos, cames, limites, etc., para o controle dos movimentos da máquina.

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Introdução

Através de um programa ou de dados de entrada, os movimentos são executados de maneira bastante uniforme e a qualidade das peças executadas tem maior garantia quando comparada àquelas feitas nas máquinas convencionais.

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Introdução

Sua grande vantagem está na execução de peças complexas e na redução dos tempos improdutivos devido à troca e posicionamento das ferramentas.

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Introdução

No desenvolvimento histórico das Máquinas

Ferramentas de usinagem, sempre se procurou soluções que permitissem aumentar a produtividade com qualidade superior associada a minimização dos desgastes físicos na operação das máquinas.

Muitas soluções surgiram, mas até recentemente, nenhuma oferecia flexibilidade necessária para o uso de uma mesma máquina na usinagem de peças com diferentes configurações e em lotes reduzidos.

•Um exemplo desta situação é o caso do torno.

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Introdução

A evolução do torno universal, levou à criação do torno revólver, do torno copiador e torno automático, com programação elétrica ou mecânica, com emprego de "cames", etc.

Em paralelo ao desenvolvimento da máquina, visando o aumento dos recursos produtivos, outros fatores colaboraram com sua evolução, que foi o desenvolvimento das ferramentas, desde as de aço rápido, metal duro às modernas ferramentas com insertos de cerâmica.

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Introdução

As condições de corte imposta pelas novas ferramentas exigiram das máquinas novos conceitos de projetos, que permitissem a usinagem com rigidez e dentro destes, novos parâmetros.

Então, com a descoberta e, consequente aplicação do Comando Numérico à Máquina Ferramenta de Usinagem, esta preencheu as lacunas existentes nos sistemas de trabalho com peças complexas, reunindo as características de várias destas máquinas.

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Torno Revólver

Apresentam característica fundamental que é o emprego de várias ferramentas pré selecionadas e pré fixadas em um acessório chamado castelo ou torre revólver.

Reduzem bastante o tempo manual porém produzem aumento do tempo de preparação o que para execução de poucas peças não é interessante.

O torno revólver tem por finalidade permitir que se usinem várias peças iguais de modo igual, usando variadas ferramentas, sem a necessidade de trocar a peça de máquina operatriz.

Torno Revólver.

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Torno Automático

Os tornos automáticos mecânicos tem os seus movimentos realizados através de cames.

Cada carro porta ferramenta e demais órgãos móveis, como o encosto do material, conjunto de acionamento da sujeição do material e outros, tem para si um came.

A grande maioria dos tornos automáticos acionados através de cames são de carros múltiplos.

9 Torno Automático

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Torno Automático

10 Torno Automático

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Torno Automático Torno Copiador

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Histórico

No conceito "Comando Numérico", devemos entender ”numérico”, como significando por meio ou através de números.

Este conceito surgiu e tomou corpo, inicialmente nos idos de 1949/50, nos Estados Unidos da América e, mais precisamente, no Massachussets Institute of Technology, quando sob a tutela da Parsons Corporation e da Força Aérea dos Estados Unidos, desenvolveu-se um projeto específico que tratava do "desenvolvimento de um sistema aplicável às máquinas-ferramenta para controlar a posição de seus fusos, de acordo com os dados fornecidos por um computador, idéia, contudo, basicamente simples.

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Histórico

Entre 1955 e 1957, a Força Aérea Norte-Americana utilizou em suas oficinas máquinas C.N., cujas idéias foram apresentadas pela ”Parson Corporation”. Nesta mesma época, várias empresas pesquisavam, isoladamente, o C.N. e sua aplicação.

O M.I.T., Massachussets Institute os Tecnology, também participou das pesquisas e apresentou um comando com entrada de dados através de fita magnética.

A aplicação ainda não era significativa, pois faltava confiança, os custos eram altos e a experiência muito pequena.

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