[Gestão da Produção] Aula 15 - Gestão da Produção II- Estratégias da Produção

[Gestão da Produção] Aula 15 - Gestão da Produção II- Estratégias da Produção

(Parte 1 de 4)

Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Introdução

Algumas características marcantes da chamada globalização:

•intensificação da troca de mercadorias e informações entre os diversos países do globo;

•uso de novas tecnologias nos produtos e nos processos produtivos;

•aumento da concorrência em diversos setores produtivos;

•mudanças nos hábitos dos clientes.

Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Introdução

A globalização e mudança caminham juntas.

Em que circunstância é mais fácil gerenciar uma empresa: num AMBIENTE DE NEGÓCIOS estável ou num ambiente afetado por mudanças vonstantes?

Se gerenciar a organização num ambiente em mudança constante é difícil, gerenciá-la sem noção dos rumos a tomar é mais difícil ainda.

Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Introdução

A empresa precisa estar atenta ao movimento dos concorrentes, buscando superar seu desempenho, e às necessidades dos clientes, indo além de suas expectativas.

O desempenho e as expectativas estão relacionados com as características dos bens e serviços produzidos.

Portanto, é difícil imaginar o sucesso de uma estratégia competitiva sem a participação da área de produção.

Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Níveis de Estratégia

Dentre as mudanças em curso, percebe-se também a diversificação da atuação de alguns grupos empresariais.

Existem algumas empresas que possui ramificações em mais de um negócio: celulose, metais, cimento, banco etc.

São conglomerados que possuem estratégias gerais válidas para todas as UNIDADES DE NEGÓCIO em que atuam.

Por exemplo, a decisão sobre em quais negócios investir é uma decisão geral enquadrada no que chamamos de estratégia corporativa.

Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Níveis de Estratégia

A estratégia corporativa será seguida por todas as ramificações em que a empresa atua.

O grupo empresarial poderá até mesmo desenvolver uma missão e uma visão válidas para todas as unidades de negócio.

No entanto, existem decisões que devem ser tomadas no âmbito de cada unidade.

•Quantas fábricas de cimento a empresa deve possuir? •Quais as localizações ideais das unidades de celulose?

•Que tipos de serviço o banco deve oferecer?

As respostas a essas questões seriam parte da formulação da estratégia de cada empresa do grupo.

Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Níveis de Estratégia

Por último, no nível mais restrito, temos a estratégia funcional.

O negócio de cimento do grupo possui áreas ou funções próprias de marketing, pessoal, finanças, produção etc.

Cada área poderá formular estratégias funcionais específicas.

•Por exemplo: estratégia de marketing, estratégia de compras e estratégia de produção.

Mas é importante lembrar que as estratégias funcionais não podem divergir da estratégia empresarial.

Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Níveis de Estratégia

Dentro do conglomerado existe o negócio de cimento, dentro da empresa de cimento existem diversas áreas, dentre elas, a área de produção.

A estratégia de produção é um exemplo de estratégia funcional e deve estar de acordo com a estratégia empresarial e corporativa, contribuindo para o alcance dos objetivos da empresa.

Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Estratégias de Produção

Na estratégia empresarial a empresa define alguns objetivos.

Cada função da empresa deve estruturar sua estratégia na mesma direção, especificando o seu papel na organização.

As empresas podem apresentar diferenças quanto à importância atribuída à estratégia de produção.

Nesse sentido, a empresa pode dar à área de produção uma posição reativa ou proativa diante dos desafios de gerenciamento da organização no ambiente de mudanças.

Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Estratégias de Produção

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