Aula 4 - Ecologia de Comunidade

Aula 4 - Ecologia de Comunidade

(Parte 1 de 3)

ECOLOGIA DE COMUNIDADE Prof. Paulo Augusto ZaitunePamplin

Assembléiade popuplaçõesde diferentes espécies que habitam uma determinada área ao mesmotempo e interagementre si

“As comunidades biológicas estão sujeitas a leis especiais, cuja atuação no todo é maior do que a soma das partes e esta ação resulta em mudanças direcionais na composição de espécies”.

Clements, F. E. 1916. Plant Sucession. Carnegie Institution, Publication 242, Washington DC.

Frederic E. Clements HIPÓTESE INDIVIDUALÍSTICA

“O relacionamento das espécies coexistentes é um simples resultado de similaridades de requerimentos e tolerâncias entre estas espécies, e por isso as associações entre as espécies é menos previsível”.

Gleason, H.A. 1926. The individualistic concept of the plant association. Bulletin of the Torrey Botanical Club, 53:7-26

Henry A. Gleason

(a) Hipótese Individualística (b) Hipótese Interativa

Gradiente ambiental (p.ex., temperatura, salinidade)

Densidade s P opu lacionais das E spécies

Interações Biológicas Padrões de Distribuição da Riqueza de Espécies

Medida da Diversidade Biológica

Relações intra-específicas harmônicas

Sociedades Colônias

Relações intra-específicas desarmônicas

Canibalismo Competição

Relações interespecíficas harmônicas

Mutualismo Protocooperação Inqulinismo ou Epibiose Comensalismo

Relações interespecíficas desarmônicas

Amensalismo ou Antibiose Sinfilia ou Esclavagismo Predatismo Competição

“Interação entre indivíduos, que competem por recursos LIMITADOS, levando a uma redução na sobrevivência, crescimento e/ou reprodução de pelo menos um dos indivíduos envolvidos nesta interação.”

Competição Intra-específica Competição Interespecífica

Competição por Interferência Competição por Exploração Park, T. (1962). Beetles, competition, and populations. Science 138:1369-1375.

Regula o tamanho das populações.

Pode causar extinção de espécies.

Princípio da Exclusão Competitiva

Favorece mecanismos evolutivos para a que haja a coexistência das espécies envolvidas.

Partilha de Recursos

Diferenciação de caracteres

GeorgiiF. Gausecultura separada cultura mista Tempo (dias)

D en s i da pu l aci on al

Arthur G. Tansley G. saxatilecrescendo sozinha

G. sylvestrecrescendo sozinha Ambasas espéciesjuntas solo calcáriosolo ácidoGallium sp

Tribolium castaneum Tribolium confusum

Park, T. (1954). Experimental studies of interspecies competition. I. Temperature, humidity and competition in two species of Tribolium. Physiological Zoology, 27, 177–238.

Park, T. (1954). Experimental studies of interspecies competition. I. Temperature, humidity and competition in two species of Tribolium. Physiological Zoology, 27, 177–238.

Temperatura 34º C

Umidade Relativa 70%

Temperatura 24º C Umidade Relativa 30% separados separados

juntos juntos

(1) A presença/ausência de espécie pode ser determinada pela competição com outra espécie;

(2) As condições ambientais afetam o resultado da competição; e

(3) A segregação ecológica das espécies deve ter sido resultado de um processo competitivo no passado.

Os exemplos discutidos foram estudados em situação experimental. Será que no ambiente natural isso também acontece?

Joseph Grinnel NICHO ECOLÓGICO HABITAT

Charles S. Elton NICHO ECOLÓGICO NICHO FUNCIONAL

TEORIA DE NICHO ECOLÓGICO Elton, C. S. (1927). Animal Ecology. Methuen & Cie, London

Tadarida brasiliensis

Insetívoro Vive em deserto

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