tabela roscas

tabela roscas

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Quadrado Diâmetro da haste Diâmetro Rebaixado Canal Passo Centro Externo (Macho) Diâmetro da Rosca (Externo) Comprimento de Guia Chanfrado Comprimento da Rosca Comprimento da haste rebaixada Comprimento da haste Comprimento do quadrado Comprimento total Ângulo da hélice Comprimento da ponta helicoidal Ângulo da ponta helicoidal Ângulo de guia chanfrado

Largura do campo Ângulo da aresta de corte Diâmetro do núcleo Alívio radial da rosca

Rosqueamento com machos

O sucesso de qualquer operação de rosqueamento depende de diversos fatores, todos afetam a qualidade do produto acabado.

1. Selecionar a geometria correta do macho para o material componente e o tipo do furo, por exemplo, passante ou cego, através da tabela de Aplicações por Grupos de Material.

2. Verificar que o componente esteja firmemente fixado – o movimento lateral poderá causar a quebra do macho ou roscas de baixa qualidade.

3. Selecionar a dimensão correta da broca nas tabelas de brocas para rosqueamento (ver páginas 76 - 79). As dimensões corretas da broca também são mostradas nas páginas dos machos no catálogo. Lembrar que as dimensões das brocas para machos laminadores são diferentes. Cuidar sempre que seja mantido no mínimo o endurecimento do material componente, ver parte referente a aços inoxidáveis na seção de Informações Gerais.

4. Selecionar a velocidade de corte correta conforme mostrada no Índice Visual no Catálogo e no Selector.

6. Nas aplicações NC (Controle Numérico) verificar que o valor do avanço escolhido para o programa esteja correto. Quando for utilizado um dispositivo para rosquear, recomenda-se de 95% a 97% do passo para permitir que o macho produza seu próprio passo.

7. Quando possível, fixar o macho num dispositivo de rosqueamento de boa qualidade com limitação do torque, que assegure o movimento axial livre do macho e que o apresente corretamente com relação ao furo. Isto também protege o macho de uma quebra se atingir acidentalmente o fundo de um furo cego.

8. Controlar a entrada suave do macho no furo, pois um avanço desigual poderá causar um alargamento da rosca.

Rosqueamento com machos

GEOMETRIAS DOS MACHOS E PROCESSO DE ROSQUEAMENTO Tipo Variantes Processo Descrição Cavacos

Machos com canais retos Os tipos de machos utilizados mais freqüentemente são os de canais retos. São adequados para utilização na maioria dos materiais, principalmente em aços e ferro fundido de cavacos curtos, e formam a base do programa.

Machos com rosca interrompida A rosca interrompida proporciona menor atrito e assim menor resistência, o que é particularmente importante quando do rosqueamento de material que é elástico e difícil de usinar (p.ex. alumínio, bronze). É também mais favorável para a penetração do lubrificante até as arestas cortantes, auxiliando na diminuição do torque gerado.

Machos com ponta helicoidal O macho tem canais retos relativamente rasos e freqüentemente é denominado de macho com ponta de bala ou ponta helicoidal. A ponta deste tipo é projetada para impulsionar os cavacos para frente. Os canais relativamente rasos asseguram que a rigidez do núcleo seja maximizada. Também agem permitindo que o lubrificante chegue às arestas cortantes. Este tipo de macho é recomendado para rosqueamento de furos passantes.

Rosqueamento com machos

Tipo Variantes Processo Descrição Cavacos

Machos com entrada somente no

chanfro de guia A parte cortante do macho é formada por uma nariz tipo bala na mesma maneira que para o macho de ponta helicoidal, a função é de impulsionar o cavaco para frente afastando-se das arestas cortantes. Essa geometria é extremamente rígida, o que proporciona bons resultados de usinagem. Porém, o curto comprimento da entrada limita sua aplicação a uma profundidade de furo menor que aproximadamente 1.5 x Ø.

Machos com canal helicoidal Os machos com canal helicoidal destinam-se principalmente para roscas em furos cegos. O canal helicoidal transporta os cavacos para trás afastando-os das arestas cortantes e para fora do furo, assim evitando compactar os cavacos nos canais ou no fundo de furo. Desta maneira minimizase o perigo de quebrar o macho ou de danificar a rosca.

Machos laminadores Os machos para deformação a frio diferenciam-se dos machos de corte em que a rosca é produzida pela deformação plástica do material do componente em vez da ação de corte tradicional. Isto significa que não é produzido qualquer cavaco mediante sua ação. A faixa de aplicações é em materiais com boa capacidade de serem formados. A resistência à tração (Rm) não deverá exceder 1200 N/mme o fator de alongamento (A) não deverá ser menor de 10%. Os machos para laminação a frio, sem canais, são adequados para usinagem normal e são especialmente utilizados quando do rosqueamento vertical de furos cegos. Também disponíveis machos com refrigeração interna.

Rosqueamento com machos

Tipo Variantes Processo Descrição Cavacos

Machos com furo de refrigeração interna O desempenho dos machos com furos de refrigeração é mais elevado que os mesmos machos utilizados com lubrificação externa. Este tipo de machos permitem uma melhor evacuação dos cavacos que são afastados da própria área de corte. O desgaste das arestas cortantes é reduzido, pois o efeito de resfriamento na zona de corte é mais

elevado que a geração de calor. A lubrificação pode ser mediante óleo, emulsão ou ar comprimido com névoa de óleo. Exige-se uma pressão de trabalho mínima de 15 bar, porém podem ser obtidos bons resultados com uma lubrificação mínima.

Machos para porca Estes machos são utilizados geralmente para rosqueamento de porcas, porém também podem ser utilizados para furos passantes profundos. Estes machos têm um diâmetro de haste menor que o nominal e um comprimento total maior, pois a sua função é de acumular porcas.

São utilizados em máquinas especiais projetadas para o rosqueamento de enormes quantidades de porcas. Podem operar em aço e aço inoxidável.

O primeiro macho da série tem um chanfro muito comprido a fim de distribuir a carga de corte sobre aproximadamente dois terços do comprimento da rosca.

Rosqueamento com machos

>6 ≤101, 211, 2, 41, 21, 4

>10 ≤122, 32, 32, 32, 32, 3

O tipo de ponta dos machos deve ser escolhido pelo usuário. Segue uma tabela mostrando as pontas e chanfros que geralmente são utilizadas em produtos da Dormer, classificados conforme o diâmetro do macho.

Tipo de Ponta

Ponta completaPonta reduzidaPonta internaPonta removida Forma do chanfro

Macho ∅ m

Cônica TampãoPara fundo

GEOMETRIAS E PROCESSOS DE ROSQUEAMENTO (OU LAMINAÇÃO) A FRIO Vantagens comparadas com machos de corte • A laminação a frio é mais rápida que o rosqueamento habitual por corte.

• É um tipo de ferramenta que pode ser usado em materiais diferentes e para furos tanto passantes quanto cegos.

• Não há cavacos.

• Fios de rosca mais fortes (mais resistentes), comparados com fios obtidos mediante corte (até 100% mais fortes).

• Menor rugosidade superficial nas roscas obtidas por laminação do que por corte. Requisitos para uma utilização eficiente: • Suficiente alongamento do material

Rosqueamento com machos

FLUXO DO MATERIAL NA FORMAÇÃO DE UMA ROSCA A dimensão de um furo rosqueado depende do material sendo furado, das condições de corte escolhidas e das condições do equipamento que está sendo usado. Se o material é forçado para acima na entrada da rosca do macho, e/ou se a vida do macho for curta demais, selecionar uma broca com diâmetro ligeiramente maior. Se, por outro lado, o perfil da rosca formada for insuficiente, escolher um diâmetro ligeiramente menor da broca.

Corte de rosca obtida através de macho laminador em aço C45

Os machos laminadores exigem maior potência no fuso, comparados com um macho cortante da mesma dimensão, pois exige um torque mais elevado.

Furo cego M6, Vc 30 m/min, 90 SFM

Furo preparado para um macho cortante

Furo preparado para um macho de formação a frio

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