CARACTERIZAÇÃO GENÉTICA DA POPULAÇÃO DE CURIMATÁ Prochilodus lineatus (CHARACIFORMES: PROCHILODONTIDAE) DA REGIÃO DA BAIXADA MARANHENSE.

O Estado do Maranhão caracteriza-se pela abundância dos recursos naturais e pela diversidade de ecossistemas. Grande parte do seu território fica coberto por Mata dos Cocais, uma imensa mata de transição que interage com os biomas brasileiros da Floresta Amazônica, Cerrado e Caatinga (GUTMAN, 2005).

Na porção noroeste do Estado, localiza-se a microrregião da Baixada Maranhense (1º 00’ – 4º 00’ S e 44º 21’ – 45º 21’ W), entre as formações de cocais ao Sul; cerrados ao Leste; floresta amazônica a Oeste e sistemas marinhos a Norte. Esta possui uma área de 17.956,6 Km², e é composta por 21 municípios: Anajatuba, Bela Vista do Maranhão, Cajari, Peri Mirim, Conceição do Lago-Açu, São Vicente Ferrer, Igarapé do Meio, Arari, Matinha, Monção, Olinda Nova do Maranhão, Palmeirândia, Pedro do Rosário, Penalva, Pinheiro, Presidente Sarney, Santa Helena, São Bento, São João Batista, Viana e Vitória do Mearim (SANTOS, 2004; RIOS, 2005).

A Baixada Maranhense é formada por um maior conjunto de bacias lacustres do nordeste brasileiro. Abrange as bacias hidrográficas dos rios Mearim, Pindaré, Grajaú, Aura, Pericumã, Turiaçú e outras menores, onde são responsáveis por uma rica biodiversidade. As águas das bacias e microbacias hidrográficas proporcionam usos múltiplos para a população da região, tais como: abastecimento humano, transporte, recreação, pesca, agricultura irrigada e outros (SOUSA, 1999).

No ano de 1991, a Baixada Maranhense foi transformada em Área de Proteção Ambiental - APA pelo governo estadual, devido a sua importância ecológica, em especial, para as aves aquáticas residentes e migratórias que utilizavam a região como ponto de apoio e de reprodução (GUTMAN, 2005). Nesta região, são encontrados grandes áreas de babaçuais, campos inundáveis, e manguezais (SANTOS, 2004; BERNADI, 2005).

Os campos inundáveis são ambientes constituídos por lagos temporários, lagos marginais e permanentes. Esses campos, durante os seis meses de estiagem (julho-dezembro) há uma grande produção de gramíneas, propícias à pecuária (COSTA NETO, 2002).

O clima da região é do tipo equatorial com transição para o tropical úmido. A precipitação anual é em torno de 2.000mm, com chuvas de janeiro a junho (DPC, 2003; BERNADI, 2005).

Os solos da Baixada são de textura argilosa (poucos permeáveis) e estão sujeitos à saturação por água durante alguns períodos do ano. Observa-se a predominância de solos com horizonte superficial escuro e muita matéria orgânica (hidromórficos), característicos de regiões baixas e planas, alguns com influência de salinidade (BERNADI, 2005).

As atividades econômicas de subsistência da região apóiam-se no extrativismo vegetal (babaçu), pesca e pecuária (búfalo, bovinos, galinhas, suínos, caprinos) (FEITOSA, 2005; BERNADI, 2005).

Em face das condições naturais e da natureza das atividades econômicas, a paisagem da Baixada Maranhense vem sofrendo uma série de intervenções, que merecem a atenção das autoridades ambientais competentes avaliarem seus respectivos impactos: 1º - A introdução de búfalos (há mais de 40 anos atrás), interferindo na destruição de macrófitas aquáticas, assoreamento dos recursos hídricos e diminuição da produção de pescado; 2º - Projetos de irrigação a base de fertilizantes químicos e agrotóxicos, cujos resíduos escoam para os campos inundáveis e outros corpos d’água; 3º - Pesca predatória desenvolvida em todos os lagos e rios da Baixada; 4º - Construção de barragens e dragagens feitas sem menor embasamento científicos, como no caso do Rio Pericumã; 5º - Introdução de peixes exóticos, em ambientes aquáticos (COSTA NETO, 2002; FEITOSA, 2005).

O IBAMA, é órgão fiscalizador dos recursos naturais, visa preservar várias espécies de peixes na Baixada Maranhense contra o processo de diminuição e até mesmo extinção dos estoques. Peixes como cacunda, dourado, mandubé-fidalgo e pirapema vêm sofrendo por serem alvos da pesca predatória (LINS, 2000).

A pesca artesanal constitui, possivelmente, a atividade socioeconômica mais importante como fonte geradora de alimentos, emprego e renda para vários segmentos econômicos. É, contudo, pouco estuda em todos os aspectos. Entretanto, percebe-se que mesmo que a microrregião ofereça uma grande produção de pescado, como conseqüências dos recursos hídricos regionais, a pesca para os municípios da Baixada não aparece quantificada nas estatísticas oficiais do Estado ou da Federação (BERNADI, 2005; PINHEIRO, 2008; PEREIRA & GOMES, 2009).

Segundo Lins (2000), apesar do Brasil ter uma das maiores diversidades de espécies de peixes de água doce, o conhecimento sobre estas é ainda muito deficiente. No sistema hidrológico maranhense, esta situação agrava-se em razão da carência de estudos taxonômicos, visando o conhecimento das espécies ícticas e de suas distribuições geográficas, base apropriada para delimitação de áreas de endemismo, ações de manejo e gestão adequada desses recursos.

O município de Penalva-MA, por exemplo, apresenta regiões lacustres que oferecem uma excelente produção de pescado. O peixe tornou-se a principal fonte de proteína animal regional e garante recursos para a maioria das populações tradicionais. Grande parte do peixe consumido pela população local e de outros municípios vizinhos vem da pesca no lago Cajari. (SMITH, 1979; ARAÚJO & PINHEIRO, 2008).

Segundo Rios (2005), os principais lagos da Baixada são: Lago Acará localizado no município de Moção, Lago-Açú (Conceição de Lago Açu), Lago de Apui, Aquari, Viana, Cajari e Aquiri (Viana), Lago de Apui (Cajari), Lagos de Cantundoca, Faveiro, Laguinho, Grande e Bujiritiva (Pinheiro), Formoso, Ilha de Formosa (Penalva), Lago Itaus (Matinha), Lago Taturupau (Pindaré-Mirim) e os Lagos Laguinho e da Morte (Arari).

Os Lagos Acará e Açú destacam-se na produção do pescado. De acordo com as informações de Michel (2008), no verão, somente no Lago-Açú são capturados até 15 toneladas de peixes/dia e no Lago de Viana a produção anual é de aproximadamente 1000 toneladas.

Algumas espécies de peixes que aparecem nos lagos e rios da Baixada são: jeju (Hoplerythrinus unitaeniatus), bagrinho (Trachelyopterus galeatus), traíra (Hoplias malabaricus), curimatás (Prochilodus lineatus eProchilodusnigricans), pescada (Plagioscion squamosissimus), piau (Leporinus friderici), piaba (Astyanax bimaculatus), piranha-vermelha (Pygocentrus nattereri), piranha-branca (Serrasalmus rhombeus), carrau (Platydoras costatus), mandi (Pimelodus blochii), muçum (Synbranchus marmoratus), bagre-sapo (Pseudopimelodus raminus), pacu-branco (Myloplus rhomboidalis) e o acará-preto (Ciclanrus coryphaenoides), tapiaca (Curimata cyprinoides), e bodó (Liposarcus cf. Pardalis). Os peixes que são vendidos mais caros são a pescada, o surubim (Pseudoplastystoma fasciatum)eo curimatá. Características como o tamanho do surubim, o sabor da pescada e a dificuldade de se encontrar o curimatá também valorizam ainda mais o peixe. Segundo o relato de alguns pescadores, o curimatá está desaparecendo dos lagos (SOUZA, 1999; SOARES, 2005; ARAÚJO & PINHEIRO, 2008; FISH BASE, 2011).

O curimatá (Prochilodus lineatus), é um peixe do gênero Prochilodus e da família do Prochilodontidae, que apresenta a linha lateral completa com 44 a 50 escamas prateadas em um corpo alto e comprido. A nadadeira dorsal não apresenta manchas negras e em seu corpo apresenta 42 a 44 vértebras. Seus lábios são de espessura grossa e protátil, os dentes são pequenos e frágeis. É uma espécie que se alimenta de lodo, sementes e detritos orgânicos; alcança cerca de 30 cm e 400 gramas de peso (CASTRO, 1990; SOARES, 2005).

Espécies do gênero Prochilodus encontram-se distribuídas por todas as bacias hidrográficas brasileiras (Castro, 1991).

A espécie apresenta 2n = 54 cromossomos com a presença d

O gênero Prochilodus compreende espécies migradoras que podem ser bastante encontradas em rios da América do Sul (TEIXEIRA, 2010). São espécies de importância comercial em toda a nação brasileira, especialmente no Nordeste, devido a sua alta capacidade de adaptação a diferentes ambientes aquáticos, grande facilidade de fecundação artificial, alta precocidade e prolificidade, baixo custo na aquisição de alimentação e, também grande aceitação no mercado (ITANE, 2010).

O curimatá (Prochilodus sp.), além de ter uma importância econômica para os municípios da Baixada, no suprimento de alimento para a região, é também importante vetor na dispersão de sementes para a manutenção, diversidade e regeneração de plantas às margens dos rios e lagos. Por ser detritívoro, apresenta um papel importante na, transferência de energia e na reciclagem de nutrientes dentro de um ecossistema. O mecanismo de dispersão por peixes é denominado ictiocoria. (ARAÚJO & PINHEIRO, 2009; TEIXEIRA, 2010).

A existência da pesca predatória na Baixada Maranhense, principalmente nos lagos, contribuiu ainda mais para que a atividade de piscicultura surgisse como alternativa no suprimento da demanda por esse peixe (SOARES, 2005; SILVA et. al. 2010).

Nas propriedades que desenvolvem a atividade de piscicultura, a presença do curimatá é de destaque, assim, como o tambaqui (Colossoma macropomum) e a tilápia nilótica (Oreochromis niloticus). Estes peixes são encontrados em ambientes de produção como viveiros, tanques e açudes. De acordo com Barbosa & Ponzi Jr. (2006), o pesque-pague é uma alternativa que apresenta um forte apelo turístico e potencial gerador de renda. Porém, ainda não é bem explorado nos municípios da Baixada.

No município de Arari-MA, o curimatá faz parte do manejo com o arroz irrigado (rizipiscicultura) (SOUSA & GEHRING, 2009).

Outra alternativa que a piscicultura tem a oferecer é benefício da prática de repovoamento de espécies nativas. A soltura, no ambiente natural, de alevinos de espécies nativas, poderá, no longo prazo, contribuir para a recuperação dos estoques explotados pela pesca. E para isso, é fundamental a participação das prefeituras municipais da Baixada na elaboração de programas, que desenvolvam soluções e tecnologias de manejo para a preservação de espécies nativas de peixes, beneficiando a comunidade pesqueira que utiliza dos recursos hídricos como fator de desenvolvimento.

Portanto, para a elaboração de um programa de repovoamento funcionar com eficiência, é primordial o monitoramento genético e biológico da espécie em questão; já que o repovoamento pode representar riscos genéticos nas populações naturais e no ecossistema, podendo levar a espécie à extinção (BARRERO et al, 2008).

As análises genéticas em estoques de pisciculturas representam informações importantes para conseguir resultados expressivos na produção e na conservação de peixes, já que a perda de variabilidade genética desses estoques pode causar problemas de endogamia, adaptabilidade e sobrevivência dos alevinos usados em programas de repovoamento, em razão ao inadequado manejo reprodutivo ou por deficiências no número efetivo de reprodutores (BARRERO et al, 2008).

O curimatá normalmente inicia a migração no período reprodutivo, afim de promover a maturação final da gônodas antes da estação chuva. Ele apenas desova quando houver águas novas, caso contrário não consegue realizar os fatores necessários à maturação e eliminar os óvulos. O período de cheias, o aumento do fotoperíodo, a quantidade de íons dissolvidos na água (condutividade) e a temperatura da água são os fatores indutores da finalização desse processo. Logo, para realizar a desova artificial em cativeiro (viveiro, tanques), torna-se necessário o uso de hormônios sintéticos ou de hipófise ou até mesmo simular as condições naturais, como o aumento da temperatura e elevação do nível da água (FONTENELE, 1981; AUTOR DA REPESCA).

De acordo com Soares (2005), este peixe reofílico é considerado um dos mais prolíferos de água doce, pois é capaz de produzir 500 mil a 1 milhão de óvulos por ciclo reprodutivo.

Para se conhecer melhor o ciclo de vida da espécie é necessário abordar alguns aspectos de sua biologia reprodutiva, como o tipo de desova, os estágios de desenvolvimento gonodal, a determinação do período reprodutivo, o fator de condição gonodal, a estimativa do comprimento médio de início da primeira maturação sexual, o comprimento médio em que toda população se apresenta madura, a proporção de ambos os sexos ao longo do tempo, e em diferentes fases de desenvolvimento (CREPALDI, 2006; MARTINS, 2009).

A falta de conhecimento da biologia reprodutiva de alguma espécie interfere na elaboração de medidas ou regulamentos para a pesca. Informações como, por exemplo, o período e idade da primeira maturação sexual são de grande importância para estabelecer os períodos de defeso e tamanho mínimo de captura.

Tais dados, como relatam Crepaldi et al. (2006), são ainda mais significantes quando se busca introduzir espécies nativas no contexto da produção comercial visando a um melhor manejo e a uma melhor conservação desses animais.

Portanto, o estudo da biologia reprodutiva do curimatá (Prochilodus sp.)reveste-se de estimável importância por ser um espécie utilizada como recurso pesqueiro, constituindo-se em expressiva fonte de proteína animal para a população humana. Logo, o estudo irá contribuir para adotar medidas de ordenamento que garantem o uso sustentável dos recursos pesqueiros na Baixada Maranhense.

REFERÊNCIAS

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X JORNADA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO – JEPEX 2010 – UFRPE: Recife, 18 a 22 de outubro.

REPRODUÇÃO INDUZIDA DA CURIMATÃ (Prochilodus sp) UTILIZANDO DOIS TIPOS DE LIBERADORES DA GONADOTROPINA.

Amanda Lacerda Itani

, Maíra Lima de Araújo¹ e Athiê Jorge Guerra Santos

CARACTERIZAÇÃO GENÉTICA DE ESTOQUES DE Prochilodus lineatus

(Valenciennes, 1836) (Characiformes: Prochilodontidae), UTILIZADOS EM

PROGRAMAS DE REPOVOAMENTO: IMPORTÂNCIA PARA A

CONSERVAÇÃO DA ICTIOFAUNA E DO ECOSSISTEMA

Nelson Maurício Lopera BARRERO

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