Usinagem Convencional e Não Tradicional

Usinagem Convencional e Não Tradicional

(Parte 1 de 2)

Faculdade de Engenharia Mecânica

Processo de Usinagem

Professor: Marcionilio.

Acadêmicos: Egidio;

Jesus;

Paulo Sartori;

Ronaldo de Moraes Ferreira;

Valsuer;

Wagner Campos de Araújo.

Rio Verde-GO

06/2011

Sumário

  1. Introdução ...........................................................................................02

  2. Tipos de Usinagem..............................................................................03

2.1 Aplainamento.........................................................................................03

2.1.1 Furação ..............................................................................................04

2.1.1.1 Retificação ......................................................................................06

3. Processo de Usinagem Não Tradicional..............................................09

3.1Eletroerosão...........................................................................................09

3.1.1 Eletroquímica.......................................................................................10

3.1.1.1 Laser.................................................................................................11

3.1.1.1.1 Jato Abrasivo.................................................................................13

3.1.1.1.1.1 Ultrasom......................................................................................14

3.1.1.1.1.1.1 Plasma.....................................................................................16

4. Bibliografia..............................................................................................19

Introdução

Diante dos muitos métodos e processos de produção disponíveis, são muitos os profissionais da área que encontram dificuldades para discernir qual a melhor solução para cada necessidade de produção.

As máquinas-ferramenta clássicas realizam, com muita facilidade, movimentos retilíneos e de rotação. Combinações simples permitem obter formas helicoidais como roscas e perfis de dentes de engrenagens.

Os processos de transformação de metais e ligas metálicas em peças para a utilização em conjuntos mecânicos são inúmeros e variados: você pode fundir soldar, utilizar a metalurgia em pó ou usinar o metal a fim de obter a peça desejada. Evidentemente, vários fatores devem ser considerados quando se escolhe um processo de fabricação. Como por exemplo:

  • Forma e dimensão da peça;

  • Material a ser empregado e suas propriedades;

  • Quantidade de peças a serem produzidas;

  • Tolerâncias e acabamento superficial requerido;

  • Custo total do processamento.

Uns dos processos de Usinagem convencional são:

  • Aplainamento;

  • Furação;

  • Retificação.

Uns dos processos de Usinagem não tradicionais são:

  • Eletroerosão;

  • Eletroquímica;

  • Laser;

  • Jato Abrasivo;

  • Ultrasom;

  • Plasma.

Tipos de Usinagem

Aplainamento

Processo destinado a obter superfícies regradas, geradas por um movimento retilíneo alternativo da peça ou da ferramenta. Por ser horizontal ou vertical. Classificado em aplainamento de desbaste e aplainamento de acabamento.

Fig. Tipos de Aplainamento.

Furação

Processo de usinagem destinado a obter um furo geralmente cilíndrico numa peça. Para tanto a ferramenta ou a peça se desloca coincidente ou paralela ao eixo principal da Máquina.

Divide-se em:

  • Furação em cheio: Para obter um furo cilíndrico numa peça.

Fig. - Furação em cheio.

  • Furação escalonada: Para obter um furo com dois ou mais diâmetros, simultaneamente.

Fig. - Furação escalonada.

  • Escareamento: Para obter abertura de um furo cilíndrico numa peça pré-furada.

Fig. - Furação Escareamento.

  • Furação de centros: Para obter um furo de centro, visando uma operação posterior na peça.

Fig. - Furação de centros.

  • Trepanação: Onde apenas uma parte de material compreendido no volume do furo final é reduzida a cavaco, permanecendo um núcleo maciço.

Fig. - Furação Trepanação.

Retificação

É um processo de usinagem por abrasão. A ferramenta gira e a peça ou a ferramenta desloca-se segundo uma trajetória determinada, podendo a peça girar ou não. A retificação pode ser tangencial ou frontal.

  • Tangencial – Processo executado com a superfície de revolução da ferramenta.

  • Retificação cilíndrica: Processo de retificação tangencial no qual a superfície a ser trabalhada é cilíndrica.

Fig. - Retificação cilíndrica externa e interna com avanço longitudinal.

Quanto ao avanço pode ser com avanço longitudinal da peça, com avanço radial do rebolo, com avanço circular do rebolo ou com o avanço longitudinal do rebôlo.

  • Retificação cônica: Processo no qual a superfície usinada é uma superfície cônica. Esta superfície pode ser interna ou externa. Quanto ao avanço pode ser com avanço longitudinal da peça, com avanço radial do rebôlo, com avanço circular do rebôlo ou com o avanço longitudinal do rebôlo.

Fig. - Retificação cônica externa com avanço longitudinal.

  • Retificação de perfis: Processo no qual a superfície a ser usinada é uma espécie qualquer gerada pelo perfil do rebolo.

Fig. - Retificação de perfil com avanço longitudinal.

  • Retificação tangencial plana: a superfície a ser usinada é plana.

Fig. - Retificação tangencial plana com movimento retilíneo da peça.

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