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Tabela 6 - Levantamento planialtimétrico cadastral

Densidade mínima de pontos a serem medidos por hectare

acima de entrede até
20%10% e 20% 10%

dodas curvasTerreno comTerreno comTerreno com desenhode nível declividadedeclividadedeclividade

Poligonais planimétricas I P ou de ordem superior. Nas áreas superiores a 100 ha, recomendam-se poligonais de classe I P. Pontos de divisa ou notáveis, irradiados com MED, ou medidos à trena de aço. Os demais pontos cadastrais podem ser medidos estadimetricamente, leitura dos três

Poligonais planimétricas de classe I P ou de ordem superior. Pontos de divisa ou notáveis, irradiados com MED ou medidos à trena de aço. Os demais pontos cadastrais podem ser medidos estadimetricamente, leitura dos três fios, ou com auto-redutor, visada máxima de 80 m,

I PACteodolito classe 2. Estações das poligonais1:5001 m605040 niveladas conforme classe I N ou de ordem superior. Pontos irradiados para nivelamento, medidos taqueometricamente, leitura dos três fios sobre miras devidamente comparadas, visada máxima de 100 m, teodolito classe 2.

Notas: a)Escalas maiores devem respeitar, no mínimo, as exigências da classe I PAC.

b)Para levantamentos com representação em escalas de desenho maiores que 1:500 (1:250, 1:200, etc.) estas devem ser estudadas caso a caso, observando-se sempre, no mínimo, o método de medição de classe I PAC.

Classe Metodologia Escala Eqüidistância

6.4.3 As finalidades das quatro classes de nivelamento de linhas ou circuitos e seções apresentadas na Tabela 8 referem-se a:

a)Classe IN - Nivelamento geométrico para implantação de referências de nível (RN) de apoio altimétrico; b)Classe IIN - Nivelamento geométrico para determinação de altitudes ou cotas em pontos de segurança (PS) e vértices de poligonais para levanta- mentos topográficos destinados a projetos básicos, executivos, como executado, e obras de engenharia; c)Classe IIIN - Nivelamento trigonométrico para determinação de altitudes ou cotas em poligonais de levantamento, levantamento de perfis para estudos preliminares e/ou de viabilidade em projetos; d)Classe IVN - Nivelamento taqueométrico destinado a levantamento de perfis para estudos expeditos.

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Tabela 7 - Levantamento planimétrico - Poligonais

Desenvolvimento

Lado

Classe Extensão Mínimo Médio Número Materialização máxima (Dmín.) (Dméd.) máximo (L) de vértices

Método das direções:Leituras recíprocas (vante e três séries de leiturasré) com distanciômetroMarcos de

IPconjugadas direta e inversa,eletrônico classe 2.50 km 1km≥ 1,5 km11concreto ou horizontal e vertical.Correção de temperaturapinos Teodolito classe 3.e pressão.

Método das direções:Leituras recíprocas (vante e três séries de leiturasré) com distanciômetro15 km100 m≥ 190 m31Marcos de

IIPconjugadas direta e inversa,eletrônico classe 1.concreto ou horizontal e vertical.Correção de temperaturapinos Teodolito classe 3.e pressão.

Método das direções comLeituras recíprocas (vante eMarcos de duas séries de leiturasré) com distanciômetroconcreto ou nos conjugadas direta e inversa,eletrônico classe 1 ou pinos no apoio

Teodolito classe 2.aferida com correçõesou piquetes nas de dilatação, tensão,poligonais catenária e redução aoauxiliares horizonte.

Método das direções:Leituras recíprocas (vante e uma série de leiturasré) com distanciômetro conjugadas direta e inversa,eletrônico classe 1 ou

IVPhorizontal e vertical.medidas com trena de aço07 km 30 m≥ 160 m41Pinos

Teodolito classe 2.aferida e controleou taqueométrico com leiturapiquetes dos três fios ou eqüivalente (teodolitos auto-redutores).

Leituras numa só posiçãoObservações

VPda luneta, horizontal etaqueométricas (vante e05 km(P) 30m(P)41 (P)Pinos vertical, com correções deré) em miras centimétricas, colimação, PZ (ou de índice)previamente aferidas,02 km(S) 30m(S) 90 m21(S) ou com teodolito classe 1.providas de nível esférico, com leitura dos três fios ou01 km(A) 30m(A)12 (A)piquetes eqüivalente (teodolitos auto-redutores).

Notas:(P) = Poligonal principal.

(S) = Poligonal secundária. (A) = Auxiliar.

Medição Angular Linear

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Tabela 8 - Nivelamento de linhas ou circuitos e seções

Desenvolvimento Tolerâncias

Linha ExtensãoLanceLanceNº máx. Seção Máxima Máximo Mínimo de lances fechamento

Nivelamento geométrico a ser executado com nível classe 3, utilizando miras dobráveis, centimétricas, devidamente aferidas, providas

INde prumo esférico, leitura a ré e vante dos três10 km80 m15 m12 mmK Geom.fios, visadas eqüidistantes com diferença máxima de 10 m, ida e volta em horários distintos e com Ponto de Segurança (PS) a cada km, no máximo.

Nivelamento geométrico a ser executado com nível classe 2, utilizando miras dobráveis,

IINcentimétricas, devidamente aferidas, providas10 km80 m15 m20 mmK Geom.de prumo esférico, leitura do fio médio, ida e volta ou circuito fechado, com Ponto de Segurança (PS) a cada dois km, no máximo.

Nivelamento trigonométrico a ser realizado através de medidas de distâncias executadas com medidor eletrônico de distância - MED -

IIINclasse 1, leituras recíprocas (vante e ré) emPrinc.10 km500 m40 m400,15 mK Trig.uma única série, ou medidas de distâncias executadas à trena de aço devidamente aferida,Sec. 5 km300 m30 m200,20 mK com controle estadimétrico de erro grosseiro, leituras do ângulo vertical conjugadas, direta e inversa, em uma série direta e inversa, com teodolito classe 2 ou estação total classe 2.

Nivelamento taqueométrico a ser realizado através de leitura dos três fios sobre miras centimétricas, devidamente aferidas, providas

IVNde prumo esférico, leitura vante e ré, leituraPrinc. 5 km150 m30 m400,30 mK Taqueo.do ângulo vertical simples, com correção de PZ ou de índice obtida no início e no fim da jornadaSec. 2 km150 m30 m200,40 mK de trabalho, por leituras conjugadas, direta e inversa, com teodolito classe 1.

Notas: a)Para nivelamentos trigonométricos com lances superiores a 500 m, a tolerância de fechamento é dada, em metros, pela ex- pressão Th = 0,05 ∑2d , onde Σ d2 significa o somatório dos quadrados dos comprimentos dos lances considerados em quilômetros. Os desníveis, considerados num só sentido, são obtidos pela média aritmética dos resultados das observações a vante e a ré no escopo da eliminação do efeito conjunto da curvatura terrestre e da refração atmosférica.

b)Para nivelamentos geométricos de ordem superior aos aqui apresentados, devem ser observadas as especificações e normas gerais para levantamentos geodésicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

e)A tolerância de fechamento para as classes I e I corresponde à diferença máxima aceitável entre o nivelamento e o contranivelamento de uma seção e linha. Os erros médios após o ajustamento são, respectivamente, 6 mmKe 10 mmK.

deClasseMetodologia

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6.4.4 As duas classes de levantamento para a construção da rede de referência cadastral municipal, nas áreas urbanizadas, objetivam a criação de uma rede de vértices e pontos aos quais são amarrados todos os levantamentos topográficos e locação, de forma a permitir um rigoroso controle sobre estes e a montagem de uma fiel planta cadastral do município (ver Tabela 9):

a)classe I PRC -Apoio topográfico da rede de referência cadastral municipal, apoia-

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