Relatório Dinâmica EQI

Relatório Dinâmica EQI

(Parte 1 de 2)

Centro de Ciências Exatas e Tecnologia – CCET Núcleo de Engenharia de Produção – NPR

Prática de Engenharia de

Qualidade I Ferramentas da Qualidade

Grupo Dynamik: ANTONIO PEREIRA SANTOS

São Cristóvão, SE – BRASIL JUNHO DE 2011

Centro de Ciências Exatas e Tecnologia – CCET Núcleo de Engenharia de Produção – NPR

Prática de Engenharia de

Qualidade I Ferramentas da Qualidade

Grupo Dynamik: ANTONIO PEREIRA SANTOS

São Cristóvão, SE – BRASIL JUNHO DE 2011

Trabalho apresentado como requisito parcial para aprovação na disciplina Engenharia de Qualidade I da Faculdade de Engenharia de Materiais, Universidade Federal de Sergipe.

Drª. Veruschka Franca uschka Franca

O presente trabalho tem por objetivo apresentar as ferramentas da qualidade vistas em sala de aula aplicadas em uma dinâmica. A turma foi dividida em grupos de quatro alunos e a professora propôs para cada grupo a montagem de três cabides sanfonados, para tanto, foi realizado um brainstorming para gerar idéias e definir a melhor e mais rápida rota de montagem. Surgiram três idéias iniciais, na primeira, montagem se daria em três etapas e na segunda e terceira em duas. A idéia aceita foi a segunda. Para visualizarmos os passos do processo escolhido, um fluxograma foi elaborado. Com o fluxograma em mãos, partimos para a montagem dos produtos. Os materiais foram fornecidos pelo monitor para darmos início aos procedimentos. Ao término da montagem dos cabides, uma folha de verificação foi fornecida a cada grupo para relatar os defeitos e a freqüência com que surgiram durante o processo. Relatamos a falta de porcas e arruelas. Um Check-List com as principais operações da montagem foi preenchido. Para facilitar a análise dos problemas que surgiram, um diagrama causa e efeito e um gráfico de pareto foram elaborados.

Palavras-chave: ferramentas da qualidade.

iv

Tabela 1 – Definição de importância 2 Figura 1 – Fluxograma 3 Figura 2 – Diagrama de causa e efeito 5 Figura 3 – Gráfico de Pareto 6

RESUMOi
LISTA DE ILUSTRAÇÕESiv
1 INTRODUÇÃO1
1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO1
1.2 OBJETIVOS1
1.3 DELIMITAÇÕES DO RELÁTORIO1
2 FERRAMENTAS DA QUALIDADE2
2.1 BRAINSTORMING2
2.2 FLUXOGRAMA2
2.3 FOLHA DE VERIFICAÇÃO3
2.4 CHECK-LIST3
2.5 DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO4
2.6 GRÁFICO DE PARETO5
3 DISCUSSÃO7
4 REFERÊNCIAS8

SUMÁRIO APÊNDICES ................................ ................................ ................................ ........................ 9

1 1 INTRODUÇÃO

1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO

As ferramentas da qualidade são utilizadas nos processos de implantação de programas de qualidade (MIGUEL, 2001). As técnicas ou ferramentas, bem como os métodos utilizados possibilitam às organizações o monitoramento e avaliação dos seus processos, com vistas à melhoria contínua. Entretanto, estes mecanismos admitem uma nomenclatura diferenciada, que segundo alguns autores divergem quanto a sua classificação (GEROLAMO, 2003).

A caracterização e o sucesso dos sistemas de qualidade, a partir de uma concepção teórica à prática, devem necessariamente passar pelo uso de ferramentas. As modernas e evolutivas técnicas passaram de modelos estatísticos elementares para matrizes, que, embora pareçam complexas pela abrangência e diversidade de informações, são de simples compreensão, fácil manipulação e produzem resultados relevantes (PALADINI, 1997; BAUDET, PESKE, ALCÂNTARA, 1998; PALADINI, 2000).

1.2 OBJETIVOS

Este trabalho tem por objetivo apresentar os resultados obtidos na prática realizada em laboratório com as ferramentas da qualidade brainstorming, fluxograma, folha de verificação, check-list, diagrama de causa e efeito e gráfico de Pareto. E como objetivos específicos podem ser citados:

- Avaliar a aplicabilidade destas ferramentas;

- Análise de resultados.

Justifica-se a necessidade da dinâmica como forma de aplicação de conceitos teóricos vistos em sala num ambiente mais interativo.

1.3 DELIMITAÇÕES DO TRABALHO

O presente trabalho aborda de forma sucinta as seis ferramentas utilizadas na dinâmica e seus respectivos resultados. Ao final, uma breve discussão.

2 2 FERRAMENTAS DA QUALIDADE

As ferramentas básicas são o “arroz com feijão” da engenharia da qualidade. O seu uso intensivo pode representar, entre outros aspectos, um ponto de partida para melhoria no ambiente de trabalho e para a redução de custos operacionais e auxiliar o profissional na análise de solução de problemas (LINS, 1993).

2.1 BRAINSTORMING

O brainstorming caracteriza-se como uma reunião de grupo em que novas idéias são buscadas e, portanto, a livre expressão dos participantes deve ser assegurada. O objetivo é o de maximizar o fluxo de idéias, a criatividade e a capacidade analítica do grupo.

Denominamos nosso grupo com o nome de Dynamik, que significa dinâmica, em alemão. A responsabilidade pelas anotações em papel ficou com nossa integrante Rosângela. Surgiram três idéias, duas foram consensuadas e as classificamos de acordo com o número de etapas no processo. Para a definição de importância, levando em consideração a opinião de cada integrante, foi preenchida uma tabela (ver Tabela 1), com a qual pudemos decidir qual idéia seria a mais aplicável e que segue os requisitos. Nos apêndices contém os demais detalhes.

Tabela 1 - Definição de importância

2.2 FLUXOGRAMA

O fluxograma destina-se à descrição de processos. Um processo é uma certa combinação de equipamentos, pessoas, ferramentas e matéria-prima, que gera um produto ou serviço com determinadas características.

Com a idéia selecionada, partimos para a completa definição e esquematização do processo de montagem de acordo com as etapas propostas. A Figura 1 mostra o fluxograma do processo, com seus principais componentes.

Figura 1 - Fluxograma 2.3 FOLHA DE VERIFICAÇÃO

A folha de verificação é, essencialmente, um quadro para o lançamento do número de ocorrências de um certo evento. A sua aplicação típica está relacionada com a observação de fenômenos. Observa-se o número de ocorrências de um problema ou de um evento e anota-se na folha, de forma simplificada, a sua freqüência. A folha de verificação utilizada pelo grupo consta no apêndice.

A partir dos dados obtidos com a folha de verificação, é possível a construção do Gráfico de Pareto.

2.4 CHECK-LIST

O check-list ou lista de verificação é uma relação previamente definida de atividades ou itens de verificação. Aplica-se, geralmente, à verificação de procedimentos repetitivos ou padronizados.

O check-list possibilita o controle na execução de tarefas e a sua avaliação posterior.

Por sua simplicidade e utilidade, é uma ferramenta amplamente utilizada na elaboração de manuais de procedimentos em geral, ou de manuais da qualidade.

Como podemos ver no apêndice, onde está o check-list usado por nosso grupo, foram acrescentadas mais duas operações a serem checadas. São elas:

- Todos estão com arruelas

- Todos estão com parafusos

É importante um espaço para acrescentar observações, pois durante o processo, no chão de fábrica, sempre há a possibilidade de haver algo que passe despercebido.

2.5 DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

O diagrama de causa e efeito é também conhecido como diagrama de Ishikawa, por ter sido desenvolvido pelo engenheiro japonês Kaoru Ishikawa, ou como diagrama “espinha de peixe”, por seu formato gráfico.

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