Plano de Trabalho para Introdução ao TFG

Plano de Trabalho para Introdução ao TFG

UNIVERSIDADE SALVADOR – UNIFACS

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E ARQUITETURA – DEAR

CURSO GRADUAÇÃO DE ARQUITETURA E URBANISMO

BRUNA MOTA DA MATTA

PLANO DE TRABALHO

PRODUTO PARA A INTRODUÇÃO AO TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

CENTRO DE REABILITAÇÃO PARA DEPENDNTES QUÍMICOS

SALVADOR

2011

RELATÓRIO DE ANÁLISE PARA A SEGUNDA E TERCEIRA AVALIAÇÕES DA DISCIPLINA METODOLOGIA DE PESQUISA, DA UNIVERSIDADE SALVADOR.

Orientador: Prof.ª ANA LICKS

PLANO DE TRABALHO

PRODUTO PARA A INTRODUÇÃO AO TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

CENTRO DE REABILITAÇÃO PARA DEPENDNTES QUÍMICOS

BRUNA MOTA DA MATTA

SALVADOR

2011

"Antigamente a cidade era o mundo, hoje o mundo é uma cidade.” (Lewis Mumford).

SUMÁRIO

  1. APRESENTAÇÃO

A sociedade brasileira reconhece os desafios para construir premissas, concepções e objetivos para uma cidade com justiça social, democrática na definição de acesso universal aos serviços que são de grande importância e magnitude, principalmente no âmbito das políticas de inclusão social. O termo inclusão social, muito difundido e pouco praticado, consiste na igualdade de acesso a todas as informações, tecnologias, bens e serviços consciente do respeito à diversidade e às expressões culturais e religiosas. O trabalho e a “sociabilização” constitui a melhor forma de permitir o acesso do indivíduo à sociedade aumentando a sua autoestima, o seu desenvolvimento e influencia positivamente àqueles que o cercam. Numa sociedade dividida pela desigualdade socioeconômica, algumas famílias vivem um dilema: lutar contra o mau do vicio de seus filhos dependentes químicos. Com o aumento do consumo de drogas, algumas entidades preocupadas criaram centros especializados na recuperação de dependentes químicos. Ao ser internado o dependente químico passa por vários processos com acompanhamento medico, psiquiátrico e psicológico. A família também passa por acompanhamentos psicológicos para estarem preparados para o retorno do seu ente. Quanto ao processo de inserção do ex-dependente químico ao convívio social é o primeiro obstáculo que um ex-dependente químico enfrentará é o preconceito constituído na sociedade. Por associar o uso de drogas com marginalização, parte da sociedade vê um ex-dependente químico como marginal, e com isso não acreditam na sua recuperação, inibindo assim a chance dele ter novas oportunidades profissionais e sociais.

E de acordo com a necessidade e a falta de instituições adequadas que unam além do tratamento médico ao paciente, o incluam novamente no meio social, dando subsídios para uma vida relativamente normal surge a materialização desse desejo de reunificação social entre dependente e sociedade surge com a proposta de se fazer um Centro de Reabilitação do Dependente. Um equipamento de grande porte que irá abrigar todas as formas de ressocialização de Dependentes a inserção deles de volta na sociedade.

  1. OBJETIVOS

    1. OBJETIVO GERAL

Elaborar o projeto de um Centro de Reabilitação de apoio Biopsicossocial para Dependentes Químicos que contemple no seu detalhamento, diretrizes e modelos tanto na gestão das políticas para os internos quanto ao apoio aos seus familiares.

    1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Entre os objetivos específicos do trabalho, devem ser considerados os seguintes:

  1. Conceber diretrizes projetuais estratégicas para o desenvolvimento desse equipamento em área suficientemente compatível com o modelo a ser adotado;

  2. Identificar ações que devam de imediato, ser implantadas na recuperação biológica, psicológica e social dos Dependentes Químicos;

  3. Elaborar de um projeto voltado para o desenvolvimento social com a inclusão do paciente novamente na sociedade;

  4. Promover levantamentos para auxiliar no processo desde antes da internação até o período de entrada no centro, como auxiliar o dependente na passagem pela instituição desde o primeiro estágio até o último estágio que é a ressocialização através da música, literatura, artes plásticas, etc.

  5. Viabilizar o contato entre as equipes multidisciplinares tendo como eixo articulador de trabalho o tema em questão;

  1. CRÍTICA A PROJETOS SIMILARES

    1. CENTRO PARA TRATAMENTO DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA VILA SERENA

O Centro Vila Serena foi fundado em 1982, na cidade do Rio de Janeiro, tendo o apoio das entidades Johnson & Johnson do Brasil e da Fundação Hazelden dos Estados Unidos. Em 1986 foi aberto o segundo centro em São Paulo, desta vez com a colaboração da Caterpillar, Dow Química, McDonald's e General Motors. Já no ano de 1995 verificou-se a necessidade de expansão deste centro, sendo então implantadas outras unidades em diversos estados como Bahia e Ceará, através do sistema de franquia.

O Centro Vila Serena é uma rede de centros não filantrópica que realiza atendimentos particulares e de conveniados, sem o recebimento de doações ou subsídios que se mantém pelo estipêndio de serviços prestados. Atuantes em 4 estados brasileiros, como Bahia, Ceará, Rio de Janeiro e São Paulo, sendo que há um Centro na Grande São Paulo e uma outra unidade em São João da Boa Vista.

MODELO DE TRATAMENTO E FILOSOFIA: Vila Serena realiza o tratamento de diversas dependências além das substâncias lícitas ou ilícitas, como a compulsão por jogos, internet, compras, sexo, etc. O modelo de tratamento empregado é o Minnesota, que utiliza um trabalho psicoterapêutico voltado para o autoconhecimento e conscientização da doença. Tendo em vista que a doença manifesta-se de forma diferente em cada organismo, a filosofia de tratamento do centro, visa à recuperação dos pacientes de forma humanizada e integrada com reuniões de grupos para que juntos eles possam descobrir estilos de vidas diferentes, além do tratamento individualizado e diversas atividades que ocupam os pacientes durante todo o dia, sempre com o acompanhamento de profissionais especializados. A disciplina também é colocada em prática com os pacientes através de horários fixos para todas as atividades, tendo em vista que estes ao iniciarem o tratamento estão com horários completamente desregulados.

TRATAMENTOS:Inicialmente é realizada uma entrevista com o dependente e sua família para identificação do grau da doença e então será informado o tratamento ideal para tal paciente, que podem ser os seguintes:

  • Ambulatorial (sessões semanais);

  • Residência Dia (internação dia estimada no mínimo em trinta dias);

  • Residencial (internação estimada no mínimo em trinta dias e no máximo 45 dias).

AVALIAÇÃO CRÍTICA: A Clinica Vila Serena está inserido num local tranquilo, longe do centro urbano, repleto de área verde com vários caminhos para deambulação que levam ao lago, proporcionando uma grande integração dos pacientes com a natureza, porém existe uma grande carência de infraestrutura na região, não há asfaltamento no percurso até a clínica nem iluminação pública, o local é deserto e o ponto de parada do transporte público mais próximo na Estrada do Coco. Pelo fato da clínica ser uma adaptação de uma antiga chácara, não houve um projeto arquitetônico adequando-a para esta finalidade, o que resultou numa construção simplista, sem plasticidade e com deficiências na setorização.

    1. SE AME: ESPAÇO TERAPÊUTICO PARA TRATAMENTO DE DEPENDENTES QUÍMICOS

O Espaço Terapêutico SE AME, é uma entidade particular, fundada em 2004, num terreno de aproximadamente 5.000m² onde funcionava o Espaço Viver - abrigo para idosos.

MODELO DE TRATAMENTO E FILOSOFIA:O Espaço Terapêutico realiza o tratamento para combate a qualquer dependência, porém seu foco é a Dependência Química. O modelo de tratamento empregado é a Psicoterapia Cognitivo-Comportamental, que enxerga o paciente como responsável por no mínimo manter-se no estado de dependência e não como um doente incapaz. Através de trabalhos psicoterapêuticos, busca a conscientização da doença e da necessidade de tratamento.

TRATAMENTO:O primeiro passo é uma entrevista com o dependente e sua família para identificar o grau de comprometimento do indivíduo e a vontade que o dependente tem em se tratar. São expostas também as regras do Espaço para evitar futuras fugas e desistências do tratamento. Após uma análise da entrevista, os profissionais identificam se o paciente tem um perfil que se encaixa as regras da clínica e então indica-se o tratamento adequado àquele paciente, podendo ser um regime de internação ou um tratamento de acompanhamento dia/noite no qual não é verificada a necessidade de um tratamento intensivo porém sem afastamento do meio em que ele convive. “Se Ame” também oferece o ‘follow-up’ que é a continuidade do tratamento pós-alta num período de 01 ano, com sessões semanais. A clínica só recebe pacientes de grau leve para realização de desintoxicação sem restrições de idade e sexo. A família também recebe assistência dos profissionais no combate à co-dependência.

AVALIAÇÃO CRÍTICA:A instituição visitada localiza-se numa área tranquila. No terreno existe muita vegetação que atrai muitos animais, - a exemplo de micos que são alimentados todos os dias pelos pacientes, sendo esta tarefa uma parte do tratamento. Porém pelo fato do Espaço Terapêutico ‘Se Ame’ ser adaptação de um asilo - não havendo um projeto arquitetônico idealizado para esta função -, o resultado é uma arquitetura simples, sem preocupação com a volumetria nem com fachada, observa-se ainda algumas deficiências como: a falta de coberturas para integração dos espaços, carência de uma área para prática de esportes adequada, tendo em vista que a existente além de pequena fica próxima à piscina sem nenhuma proteção causando o desconforto durante a prática de jogos, quando por muitas vezes a bola cai na mesma. Quanto ao setor administrativo, verifica-se a concentração dos serviços na recepção, não havendo um setor específico para execução das tarefas. Observam-se também pequenos desníveis ao longo do terreno não havendo rampas para o acesso de deficientes físicos, além de não existir adaptações nos sanitários para este público.

  1. JUSTIFICATIVA

As esferas governamentais, profissionais da área de saúde e sociedade, reconhecem a necessidade de definir políticas voltadas para a problemática da dependência química ao qual vem aumentando consideravelmente em diversas faixas etárias. Esse conjunto de iniciativas serve de apoio, para que no futuro próximo, ao desenvolvimento capaz de diminuir consideravelmente o consumo de drogas e vise à melhoria das condições de vida da população e o respeito ao próximo. A isto se deve somar, em sucessivas gestões, a preocupação das administrações federal, estadual e municipal em observar o quadro da evolução do consumo de substâncias químicas no território e combater o foco central dessa distribuição com políticas voltadas nas áreas de Saúde e Segurança Pública.

Da parte do Governo Federal a instalação da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, em parceria com o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça lançaram o programa “Ações Integradas na Prevenção ao Uso de Drogas e Violência” objetiva implementar um processo de intervenção integrada em resposta aos desafios impostos pela associação de drogas, violência e juventude.

Impossível deixar de considerar, neste contexto, o interesse da administração federal em promover a articulação de suas esferas não só com propósito de encaminhar a solução dos problemas gerados, como em criar formas de mobilização para obter meios para que resolvam essas questões que são geradas com o vício dos dependentes.

Na prática poucos dependentes e seus familiares tem acesso a bons tratamentos e a centros de reabilitação que trabalhem os lados biológico, psicológico e sociológico unidos em um único conceito. Tendo em vista essa dificuldade que atinge parcelas da sociedade a proposta de Projetar um Centro de Reabilitação de Dependentes Químicos com essa finalidade de atendimento.

  1. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

  1. Para a classificação dos dados e informações: para este fim, serão organizados em dados estatísticos (levantados em órgãos que possuam dados atualizados de quantitativos sobre o tema) e dados sistemáticos (levantados em loco nas secretarias especializadas – saúde e segurança pública – assim como, clínicas especializadas.);

  2. Para a Coleta e Sistematização de dados: para este tópico deverá se utilizar das fontes de organizações estatais e de saúde a fim de coletar dados sistemáticos e estatísticos que reproduzam a real necessidade de se implantar este tipo de projeto;

  3. Para a Organização dos dados e informações: todas as coletas pesquisas serão sistematizadas em gráficos, tabelas e croquis.

  4. Para elaboração do projeto: elaboração de um programa que englobe a todos os itens propostos para este projeto.

  1. EMBASAMENTO TEÓRICO E DEFINIÇÃO DE TERMOS

Ao conjunto de medidas adotadas por especialistas no sentido de levar o indivíduo à abstinência das drogas e, sobretudo na busca pela compreensão do perfil do consumidor e seus consumos, com o intuito de amenizar os sofrimentos originados pela doença tanto para o usuário quanto para parentes e amigos, além dos cuidados físicos e psicológicos, dá-se o nome de Tratamento. Existem diversos modelos de tratamento e, a escolha depende do caso de cada paciente. Porém o efeito positivo dependerá da capacitação do profissional, além do apoio de familiares e amigos. Fala-se muito “da vontade do dependente de se tratar”, porém esta vontade é muito rara, o que geralmente ocorre são fatores externos que “forçam” o indivíduo a procurar ajuda, como a família, doença, amigos, polícia, etc. A seguir, os três principais modelos:

  • Tratamento psicossocial – atua sem a utilização de medicamentos – drogas lícitas – realizando um trabalho baseado em terapias de grupos de ajuda mútua, atividades físicas, etc.

  • Tratamento biopsicossocial – difere do anterior por fazer a administração de medicamentos - droga lícita.

  • Tratamento religioso – cada religião atua voltando-se para suas crenças, em geral não se administra medicamentos.

Além destas medidas serão consultados artigos de especialistas no tema para a união de medidas que se adequem ao propósito final deste projeto.

  1. PROGRAMA PRELIMINAR DE NECESSIDADES

O programa de necessidades pode ser adequado no decorrer da disciplina com o auxílio da pesquisa bibliográfica e de campo aliando todos os conceitos e a real necessidade deste projeto. Previamente esta edificação será dividida da seguinte maneira:

  • 1° ESTÁGIO – TRABALHANDO O LADO BIOLÓGICO

  • CONSULTÓRIOS MÉDICOS

  • ALA INTERNAÇÃO E DESINTOXICAÇÃO

  • ENFERMARIA

  • 2° ESTÁGIO – TRABALHANDO O LADO PSICOLÓGICO

  • AUDITÓRIO

  • SALA DE PILATES E YOGA

  • SALA PARA DINÂMICAS DE GRUPO

  • BIBLIOTECA

  • ALA MULTIESPORTIVA

  • 3° ESTÁGIO – TRABALHANDO O LADO DA SOCIABILIZAÇÃO

  • SALA PARA ARTES PLÁSTICAS

  • SALA PARA AULAS DE MÚSICA

  • LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

  • OFICINAS PROFISSIONALIZANTES

  1. PRODUTOS

Para projetos de edificações serão entregues de acordo com o solicitado pela instituição para a disciplina ITFG os seguintes produtos:

  1. Justificativa do tema, estudos iniciais, pesquisa referentes à: aspectos ambientais (clima, vegetação, etc.) e topográficos do terreno, o local (contexto, morfologia/tipologia do entorno construído, etc.), legislação, aspectos socioculturais e históricos, e demais temas específicos relativos ao trabalho proposto e de acordo com as diferentes metodologias adotadas.

  2. Programa de usos e necessidades, pré-dimensionamento, fluxograma, diagramas de composição e usos.

  3. Representações gráficas técnicas e expressivas do estudo preliminar, incluindo obrigatoriamente a planta de situação, plantas-baixas esquemáticas, cortes esquemáticos, e estudo volumétrico.

  1. CRONOGRAMA

Para a primeira etapa de Introdução ao Trabalho Final de Graduação segue os itens abaixo descritos em tabela podendo ser adequado pelo orientador com mais etapas a serem cumpridas durante o processo de elaboração dos trabalhos:

PLANO DE TRABALHO

MESES

JULHO

AGOSTO

SETEMBRO

OUTUBRO

NOVEMBRO

DEZEMBRO

PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

 

 

 

 

 

 

PESQUISA DE CAMPO

 

 

 

 

 

 

DIAGNÓSTICO E ANÁLISE DO CONTEXTO

COMPILAÇÃO DE DADOS

 

 

 

 

 

 

CONCEPÇÃO DO PROJETO

 

 

 

 

 

 

  1. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • CARVALHO, Antônio Pedro Alves de. Temas de arquitetura de estabelecimentos assistenciais de saúde. Salvador (BA): Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, 2002. 235 p Trabalhos apresentados no 3º Curso de Especialização de Arquitetura do Sistema de Saúde ISBN 85-87243-14-4 (broch.).

  • Lei n. 11.343, de 23 de agosto de 2006. Fonte: www.presidência.gov.br Brasil.

  • Lei n. 8.625, de 12 de fevereiro de 1993. Fonte: www.presidência.gov.br Brasil.

  • MACHADO, Marcos Henrique. A PREVENÇÃO E O COMBATE ÀS DROGAS ILÍCITAS PELA FAMÍLIA COMO FATOR FUNDAMENTAL DE DIMINUIÇÃO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA.

  • MINAYO, Maria Cecília de Souza. A complexidade das relações entre drogas, álcool e violência. Disponível em: www.fiocruz.br. Acessado em: 18/03/2011.

  • MS - Ministério da Saúde. Diretrizes para Projetos de Redução de Danos. Documento Preliminar. Brasília: Ministério da Saúde/Programa Nacional de DST/AIDS. 2004.

  • OMS - Organização Mundial de Saúde. Glossário de Álcool e Drogas. Brasília. 2006.

  • SE AME- ESPAÇO TERAPÊUTICO PARA TRATAMENTO DE DEPENDENTES QUÍMICOS. Sob responsabilidade do SE AME. Disponível em: < http://www.seame.com> Acesso em: 04/06/2011.

  • VILA SERENA SÃO PAULO - CENTRO PARA TRATAMENTO DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA FILIAL SÃO PAULO. Sob responsabilidade do VILA SERENA SÃO PAULO. Disponível em: < http://www.vilaserenasp.com.br > Acesso em 04/06/2011.

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