Faculdade de tecnologia centec

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FACULDADE DE TECNOLOGIA CENTEC – CARIRI

CURSO: TECNOLOGIA DE ALIMENTOS – III SEMESTRE

DISCIPLINA:ANÁLISE SENSORIAL

PROF:MELISSA MATIAS

ALUNO:Mª SOLANGE GOMES SANTANA

MILENA OLIVEIRA S. DE MORAIS

NÁGELA NERES LACERDA

ANÁLISE SENSORIAL DE REFRIGERANTE DE LARANJA

JUAZEIRO DO NORTE

JUNHO/2011

INTRODUÇÃO

Análise Sensorial é uma metodologia destinada que visa avaliar a aceitação de produtos no mercado, pesquisando os gostos e preferências de consumidores. Através de um perfil pré-selecionado pela empresa contratante, um conjunto de provadores são convidados pela SGS. Com base nos resultados, é possível medir, avaliar e interpretar a percepção sensorial em relação ao produto analisado.

Os consumidores expressam suas opiniões em cabines individuais, onde recebem o produto a ser analisado, usando metodologia científica referendada internacionalmente, acompanhado de um formulário com perguntas pré-definidas para determinação dos resultados.

Empregam-se diferentes métodos de avaliação, visando determinar o perfil sensorial, a aceitação e preferências acerca dos produtos. Estes métodos podem ser orientados ao controle de qualidade, ao desenvolvimento de produtos e a estudos de consumidores.

A Análise Sensorial é uma ferramenta moderna utilizada para o desenvolvimento de novos produtos, reformulação dos produtos já estabelecidos no mercado, estudo de vida de prateleira (shelf life), determinação das diferenças e similaridades apresentadas entre

produtos concorrentes, identificação das preferências dos consumidores por um determinado produto e, finalmente, para a otimização e melhoria da qualidade.

Refrigerante é uma bebida não alcoólica, carbonatada, com alto poder refrescante encontrada em diversos sabores. O vocábulo “tubaína”, empregado no interior do Brasil, é sinônimo de refrigerante regional e local. A indústria de refrigerante surgiu em 1871 nos Estados Unidos. No Brasil, os primeiros registros remontam a 1906, mas somente na década de 1920 é que o refrigerante entrou definitivamente no cotidiano dos brasileiros (ABIR, 2007). Em 1942, no Rio de Janeiro, foi instalada a primeira fábrica.

O Brasil é o terceiro produtor mundial de refrigerantes, depois dos Estados Unidos e México (Palha, 2005; Rosa e cols., 2006). Contudo, o consumo per capita é da ordem de 69 L por habitante por ano, o que coloca o país em 28º lugar nesse aspecto. A Coca-Cola e a Pepsi detêm ¾ do mercado mundial, avaliado em cerca de US$ 66 bilhões anuais (Rosa e cols., 2006).

Entre 1988 e 2004, o mercado nacional cresceu 165%, verificando-se também um aumento da participação de refrigerantes regionais (de 9% para 32%). A Coca-Cola e a Companhia de Bebidas das Américas (AmBev) detinham, em 2004, 68% do mercado (Rosa e cols., 2006).

ESTUDO

Análise sensorial de refrigerante de laranja, teste de preferência.

OBJETIVO DO TESTE

Determinar a preferência entre duas marcas de refrigerante de laranja.

METODOLOGIA

Cinqüenta julgadores 12 do sexo feminino e 38 do sexo masculino, de faixa etária entre 16 e 42 anos foram selecionados para expor sua preferência entre o refrigerante de laranja da coca-cola (fanta) codificada (amostra A) e o da marca Wilson (amostra B). Para o teste foi servido cerca de 45 ml de cada amostra em copos de 50 ml sobre bandejas de isopor para a conservação da temperatura, os copos foram codificados com números de três dígitos.

RESULTADO

Vinte - nove julgadores preferiram à amostra A (fanta) e vinte uma preferiram a amostra B (Wilson). De acordo com a tabela bicaudal a 5% de probabilidade, o número mínimo de respostas favoráveis a uma amostra para que ela seja considerada preferida, com cinqüenta julgamentos são 33. Portanto pode-se concluir que não houve diferença significativa entre as amostras.

CONCLUSÃO

Não houve preferência significativa entre as duas marcas de refrigerante de laranja.

BIBLIOGRAFIA:

Análise Sensorial. Disponível em:< http://www.meuspa.com.br/download/AnaliseSensorial.pdf.> Acessado em 24-06-2011.

A Química do Refrigerante. Disponível em:< http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc31_3/10-PEQ-0608.pdf.> Acessado em 24-06-2011.

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