Caderno dds agosto

Caderno dds agosto

(Parte 4 de 5)

4# Caminhar em grupo relaxa ainda mais

Se você não gosta de praticar exercícios sozinho, leve um grupo de amigos para a caminhada. Além de tornar o momento mais prazeroso, os benefícios contra o stress que já foram citados são mantidos, sendo uma boa oportunidade para colocar o papo em dia e ainda diminuir os níveis de cortisol, que é o hormônio do stress.

5# Andar dá energia e reduz a fadiga

Um estudo de 2008 da Universidade de Georgia comprovou que as pessoas sedentárias que passaram a caminhar tiveram um aumento de 20% na energia e redução de 65% da fadiga.

E você, está esperando o que para começar a andar?

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 16

Durante o desenvolvimento industrial houveram épocas em que o trabalhador estava exposto a riscos em seu trabalho que nem os supervisores podiam fazer nada para evitá-los. Proteções inadequadas nas máquinas foram às causas de muitos acidentes e mortes. As condições de trabalhos não foram sempre as melhores para a saúde dos trabalhadores. A principio o ciclo dos equipamentos inseguros e as condições de trabalhos foram responsáveis por trinta e seis por cento de todos os acidentes industriais. Os restos foram causados pelos próprios trabalhadores.

Na atualidade a situação esta invertida completamente. As empresas reconhecem a importância da prevenção de acidentes, tanto do ponto de vista humanitário como econômico, e com a consciência dos gerentes temos locais mais seguros para trabalhar e com isto a redução dos acidentes por condições inseguras para cinco por cento. A indiferença, descuido e falta de conhecimento dos trabalhadores que causam noventa e cinco por cento.

O problema principal agora é conseguir que os trabalhadores tenham mais consciência de segurança. É aqui onde o gerente têm um papel muito importante. E esta é a melhor posição para influir sobre o comportamento dos trabalhadores, pois é o homem chave em qualquer esforço que haja para reduzir os acidentes. E deverá assumir a responsabilidade por um treinamento seguro dos trabalhadores, por que todos ponham em prática o que aprenderam, e que sejam motivados a pensar sempre em segurança, tanto ele mesmo como os seus companheiros de trabalho.

O que melhorar para ter uma segurança mais compacta e sem riscos?

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 17

Ainda ontem quando retornava do trabalho, um grande amigo meu, pilotando uma motocicleta cruzou com o nosso ônibus em sentido contrário. Me surpreendi, pois além da alta velocidade, ele não fazia o uso da jugular do capacete de proteção . Neste exato momento retrocedi no tempo e me vi sentado ao seu lado realizando uma prova de matemática, que em breve nos levaria a uma conceituada escola de nossa cidade natal, aprovados juntos vivemos ao longo de três anos em diversas situações. Do bate-papo ao bate-bola, aos poucos íamos nos moldando como futuros profissionais. Em fração de segundos voltei a realidade e mudaram se de rumo os meus pensamentos. A verdade e que a qualquer momento poderei perder esse amigo.

Chegando em minha residência vasculhei meus livros didáticos e encontrei algo sobre a legislação que reza a respeito da obrigatoriedade do uso da jugular do capacete de segurança por parte dos pilotos de motocicletas. "Como está bem claro no parágrafo único do artigo 158 da C.L.T., constitui ato faltoso do empregado a recusa do uso do equipamento de proteção para empregados/motociclistas: " A OBSERVÂNCIA DAS INSTRUÇÕES EXPEDIDA PELA EMPRESA diz plenamente como devemos proceder no percurso casa/trabalho e trabalho casa ". A lei nr. 8213 / 91, com vigência a partir de 25 de julho de 1991, regulamentada pelo decreto nr. 357 /91, no artigo 21, inciso IV, letra " d ", considera como acidente do trabalho o sofrido pelo segurado, ainda que fora do local e horário de trabalho, no percurso da residência para o local de trabalho ou desta para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado. Não resta a menor dúvida de que os acidentes de trabalho, inclusive os de trajeto, nos termos da anterior e atual legislação acidentária do trabalho, geram conseqüências jurídicas. Embora a legislação defina de forma enérgica as obrigações dos pilotos de motocicletas, a nossa política de atuação é totalmente voltada para o treinamento e conscientização desses colegas, que além de profissionais são pessoas que pertencem a uma comunidade e como tal devem primar não só pela sua segurança, como também pela preservação da integridade física dos inocentes que transitam pelas vias de acesso. Essa ação não só representa um ato de respeito, mas também de amor ao próximo, o primeiro passo que devermos nos presar é que o importante saber que não importa como somos fora do trabalho, mas dentro e a caminho ou volta dele, devemos nos manter seguros, e o uso da jugular salva vida em caso de um acidente, pois em um tranco ou queda, o capacete solto com a pressão do ar tende a se soltar, não protegendo a área da cabeça do individuo.

Fechei o livro e antes de dormir refleti bastante sobre o que acabara de ler. Espero ansioso o dia de amanha para retornar ao trabalho, encontrar meu amigo, e falar-lhe do que li. Vou dar lhe um puxão de orelha, pois em todas as situações: “na escola, nas provas, no trabalho, na bola, no bar e no bate-papo”, esse é um amigo que não quero perder.

E você quer bem o seu amigo de trabalho? Como dizem equipe em um futebol um por todos e todos por um!

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 18

A modernidade invade as empresas. A qualidade sem dúvida representa hoje a principal arma na venda da matéria-prima ou produto final. Entretanto, os acidentes do trabalho interferem sob camuflagem no andamento normal da produção. Os problemas econômicos derivados do acidente de trabalho atingem a todos: acidentados, sociedade, nação e também, a empresa. Assim, o acidente do trabalho representa um custo social e privado. As empresas são as mais fortemente atingidas pelas conseqüências antieconômicas dos acidentes de trabalho, apesar de nem sempre perceberem. Podemos dizer mesmo que, via de regra, as empresas desconhecem os prejuízos que tem com os acidentes e às vezes seus dirigentes nem imaginam em quanto os acidentes oneram os custos dos seus trabalhos ou produtos. No Brasil, uma parcela do custo é de responsabilidade da empresa seguradora (INSS), pois as empresas, por imposição legal, são obrigadas a manter seus empregados segurados contra acidentes do trabalho. Tal parcela constitui o que se denomina CUSTO DIRETO, ou mais propriamente Custo Segurado dos acidentes. Há, porém uma outra parcela, não rara, maior que a anterior que é de responsabilidade exclusiva do empregador, chamada CUSTO INDIRETO ou custo não Segurado do acidente.

Despesas médicas, hospitalares e farmacêuticas necessárias na recuperação do acidentado.

Pagamento de diárias e indenizações. Transporte do Acidentado.

Despesas com material nos reparos dos danos.

Despesas com mão-de-obra na manutenção corretiva do equipamento acidentado. Prejuízos pelas horas improdutivas em decorrência do acidente (LUCRO CESSANTE).

As empresas brasileiras (urbanas e rurais) se transformam em verdadeiros campos de batalha. A cada ano, cerca de 750 mil trabalhadores São vítimas de acidentes de trabalho.

Deste total, 5 mil morrem e 20 mil ficam mutilados, sem condições de volta à atividade profissional. Nessa guerra diária, 400 mil dão baixa do trabalho por pelos menos 15 dias, em função de algum tipo de acidente, e outros 280 mil são obrigados a ficar fora de ação por um período que pode variar de 15 dias a alguns anos. Além do drama humano, este exercito de acidentados custa ao país 6 bilhões de DÓLARES por ano, segundo cálculos do Ministério do Trabalho. Muitas empresas brasileiras, no entanto, estão longe de perceber o prejuízo que sofrem em função de não darem condições de trabalho a seus funcionários. O custo indireto de cada trabalhador acidentado eh quatro vezes maior que o custo direto do acidente. Ou seja, além dos gastos com seguro, médicos, e afastamento do trabalhador, existe uma perda ainda maior, já citada nos exemplos acima.

Sob o aspecto humano, poderemos afirmar que a preservação da integridade física, da vida e do gosto pelo trabalho são dádivas para o trabalhador e sua família. Mais do que isto, é o seu próprio direito !

Em um acidente que mais tem a perder? Com certeza você não quer saber a dor que isso causa!

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 19

As estatísticas mostram que as facas causam mais ferimentos incapacitantes do que qualquer outra ferramenta manual. As pessoas em todas as ocupações são feridas por facas: o funcionário de almoxarifado ao tentar abrir uma caixa, todos nós em nossas residências, o trabalhador ao longo do trecho ao cortar qualquer tipo de material, etc. Realmente todos nos estamos expostos freqüentemente a ferimentos com facas pela razão única de que a faca é uma ferramenta muito usada.

lugar. Existem luvas especiais para este tipo de trabalho no caso de frigoríficos

Quando estivermos velhos o bastante para trabalhar, a maioria de nós já terá aprendido os perigos associados às facas. Porém, somos incapazes de aprender os cuidados de segurança tão rapidamente. o principal risco no uso de facas no trabalho é que a mão do usuário pode escorregar sobre a lâmina, causando um sério ferimento. Uma outra causa de ferimento é o contato da faca com a mão livre ou com o corpo. Quando for preciso usar uma faca, corte sempre afastando a faca do corpo, se possível. Caso contrário, use uma proteção adequada para o corpo e tome medidas para manter o material cortado no

Se for necessário carregar a faca de um lado para o outro no trabalho, coloque numa bainha própria. Os especialistas em segurança recomendam que a bainha seja usada sobre a cintura do lado direito ou esquerdo, com a ponta virada para trás. A faca transportada na parte da frente ou sobre a perna pode causar um sério acidente em caso de queda. A maneira de guardar as facas também é um fator importante para a segurança. Cubra as bordas expostas e mantenha as facas em locais apropriados, não as deixe sobre bancos ou no chão.

O primeiro socorro é muito importante se você se cortar com uma faca. Mesmo o menor corte deve ser tratado para evitar-se infecções. Há casos que se afastaram do trabalho por vários dias devido a complicações e infecções causados pelos ferimentos mal tratados.

Geralmente se diz que não há nada mais doloroso do que um corte com uma faca cega. Talvez isso seja um pouco de exagero, mas nos chama a atenção para um ponto importante. Mantenha as facas sempre afiadas e em boas condições de uso. Uma faca cega exige que você faça mais força para cortar e a lâmina pode escapar e ferir você ou alguém que esteja por perto.

Nunca use uma faca defeituosa. Por exemplo, que tenha uma lâmina ou cabo quebrado. Naturalmente uma boa maneira de danificar e até quebrar uma faca é usá-la com uma chave de fenda ou força-la a cortar determinados objetos que deveriam ser cortados com facas maiores ou facões.

“Nossa paciência é capaz de trazer mais resultados do que o uso da nossa força”. Essa afirmação é boa para ser lembrada quando precisamos usar uma faca.

Como está a utilização das nossas faca/estilete de segurança?

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 20

Aterre todas as ferramentas que não possuam duplo isolamento. Se a ferramenta for equipada com um plug de três pinos, encaixe-o numa tomada de três entradas. Se estiver usando um adaptador para tomadas de duas entradas, fixe o fio adaptador num terra conhecido.

Nunca remova o terceiro pino; Mantenha todas as proteções no lugar e em boas condições;

Mantenha a área de trabalho limpa. Áreas e bancadas cheias de entulhos são um convite aos acidentes;

Evite ambientes perigosos. Não use ferramentas elétricas em locais úmidos ou molhados. Mantenha as áreas bem iluminadas;

Não force as ferramentas. Ela fará melhor o trabalho e de maneira mais segura se for usada sob as condições para as quais foi projetada;

Não separe as pernas do cabo elétrico. Se, acidentalmente, cortar o cabo ou danificar o isolamento de qualquer maneira, não tente repará-lo por sua conta. Entregue-a para substituição e/ou reparos imediatos. Não substitua cabos de extensão por sua conta;

Quando sair da área de trabalho temporariamente guarde as ferramentas longe do alcance de crianças. Elas são muito curiosas; agarrar-se em peças móveis. Use o calçado e as luvas de borracha quando se trabalha em áreas abertas;

Use óculos de segurança para a maioria das ferramentas;

Não abuse do cabo. Nunca carregue uma ferramenta segurando pelo cabo elétrico, ou desligue da tomada puxando por ele. Mantenha o cabo afastado de fontes de calor, óleo ou bordas cortantes.

Prenda seu trabalho. Use garras ou um torno de mesa. É mais seguro do que usar as mãos, ficando com as mesmas livres para segurar a ferramenta;

Não se estique para alcançar o ponto de trabalho. mantenha-se bem equilibrado durante todo o tempo;

Desligue a ferramenta quando não estiver usando-a, ou quando for trocar acessórios;

Remova as chaves e chavetas de ajuste. Forme o hábito de verificar se as chavetas e chaves de ajustes foram removidas da ferramenta antes de ligá-la;

Evite partidas acidentais. Não carregue ferramentas conectadas com o dedo no gatilho; Não repare ou desmonte a ferramenta. Leve a uma oficina autorizada ou substitua-a;

riscos em potencial associados á sua operação

Conheça a sua ferramenta elétrica. Aprenda suas aplicações e limitações, assim como os Qual parte elétrica precisa de maior atenção na Haver Serviços?

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 21

As empilhadeiras, verdadeiras mulas de carga da indústria, estão se tornando rapidamente bestas perigosas. Desde que foram introduzidas nos locais de trabalho elas são responsáveis pelo aumento do índice de acidentes mais de 400%. O aumento alarmante de operação insegura de empilhadeiras foi relatado num estudo recente. Eis aqui algumas das conclusões desse estudo:

Mais da metade - 52% - dos ferimentos no período estudado envolveu empilhadeiras móveis, 19% envolveram empilhadeiras sendo operadasem veículos estacionários e em 29% dos casos a empilhadeira estava parada;

Quase a metade - 45% - dos ferimentos foram sofridos por empregados trabalhando ou caminhando em áreas onde as empilhadeiras estavam sendo operadas;

Cerca de 15% dos ferimentos foram causados em trabalhadores regularmente designados para tarefas próximas das empilhadeiras;

Os ferimentos mais típicos - 2% - envolviam escoriações e contusõesnas pernas, pés;

Esmagamentos foram os ferimentos mais comuns associados com elevação ou abaixamento dos garfos das empilhadeiras;

Os acidentes fatais que houveram, foram provocados principalmente por quedas cargas, tombamentos.

A maior parte destes acidentes poderia ter sido evitada se as regras de segurança abaixo fossem seguidas:

Não levante a carga com a empilhadeira em movimento; Não transporte a carga com o garfo totalmente levantado; Dirija cuidadosamente e lentamente nas esquinas e sinalize com a buzina nos cruzamentos;

Verifique se as plataformas usadas para acesso a caminhões ou vagões tem a largura e a resistência necessárias para suportar a empilhadeira; E paradas súbitas;

Não transporte passageiros de carona; Observe os espaços acima e o giro da extremidade traseira;

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