PROJE...AÇÕES - 04 leitura de projetos aplicado a trasa??es imobiliarias

PROJE...AÇÕES - 04 leitura de projetos aplicado a trasa??es imobiliarias

(Parte 1 de 4)

Leitura de projetos aplicado a trasações imobiliarias

Baixa

Técnicos entação de Nível étrico

Final ojeto

Projeto 4.3 – Contratação do Arquiteto

Lote Terreno

Cotas de escalas de papel

UNIDADE I 1. O DESENVOLVIMENTO DA ARQUITETURA

2. NORMAS TÉCNICAS 2.1 – ABNT 2.2 – Formatos de Papel 2.3 – Dobraduras das Pranchas 2.4 – Caligrafia 2.5 – Carimbo ou Legenda 2.6 – Tipos 2.7 – Tipos de linhas 2.8 – Tipos 2.9 – Linhas de

3 - PROJEÇÕES ORTOGONAIS

UNIDADE I 4 - ETAPAS DO PROJETO 4.1 – Escolha do Lote ou 4.2 – Compra do

4.4 – Encomenda do 4.5 – Estudo Preliminar 4.6 – Antepr 4.7 – Projeto 4.8 – CREA 4.9 – Pr

5 - LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO 5.1 – Planim 5.2 – Altimétrico 5.3 – Planialtimétrico 5.4 – Curvas 5.5 – Ori 5.6 – Termos

6. PROJETO DE ARQUITETURA 6.1 – Planta

SUMÁRIOSUMÁRIOSUMÁRIOSUMÁRIOSUMÁRIO efeitura filosofia de trabalho

Francesa 10.1.12. Lápis – Lapiseiras aralela ” ziana rer

9. JANELAS PORTÕES

Elétrico

Estrutura ARES

Situação Cobertura te

Elevações6.2 – Fachadas ou 6.3 – Cor 6.4 – Planta de 6.5 – Planta de 6.6 – Implantação e Locação 6.7 – Quadro de Abertura 6.8 – Quadro de Áreas

7. CONTRATAÇÃO DOS PROJETOS COMPLEMENT 7.1 – Projeto de 7.2 – Projeto Hidro-Sanitário 7.3 – Projeto 7.4 – Projeto Telefônico

UNIDADE I 8. PORTAS E

9.1 – Tipos de Aberturas das Janelas 9.1.1. Basculante 9.1.2. Máximo-Ar 9.1.3. Guilhotina 9.1.4. Cor 9.1.5. Vene 9.1.6. Janela com Bandeirola

10. FASE DE TRANSIÇÃO 10.1 – Método Tradicional de Desenho 10.1.1. Prancheta 10.1.2. Régua “T 10.1.3. Régua P 10.1.4. Escala 10.1.5. Esquadros 10.1.6. Transferidor 10.1.7. Réguas de Normógrafo 10.1.8. Gabaritos 10.1.9. Régua Flexív 10.1.10. Achuriador Rápido 10.1.1. Pantógrafo

10.1.13. Curva 10.1.14. Bigode 10.1.15. Compasso 10.2 – Método Atual de Desenho - CAD, uma nova

1. OBRA49
1.1 – Ação de Adjudicação Compulsória49
1.2 – Alvará49
1.3 – Cartório de Notas49
1.4 – Certidão Negativa49
1.5 – Código de Obras49
1.6 – Habite-se49
1.7 – Imposto de Transmissão de Bens Imobiliários (ITBI)49
1.8 – Juizado Especial Cível50
1.9 – Lei de Zoneamento50
1.10 – Memorial Descritivo50
1.1 – Plano Diretor50
12. PROJETOS DE RESIDÊNCIAS50
12.1 – Classificação50
12.1.1. Classificação quanto ao tipo50
12.1.2. Classificação quanto à edificação51
13. FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS53
13.1 – Fundações53
13.2 – Estruturas53
13.2.1. Tipos de Estruturas53
13.3 – Instalações de esgoto56
14. REVESTIMENTOS60
14.1 – Soleiras, rodapés, peitoris60
14.2 – Ferragens61
14.3 – Vidros61
15. APARELHOS61
16. ELEMENTOS DECORATIVOS62
TESTE SEU CONHECIMENTO65
GLOSSÁRIO69
BIBLIOGRAFIA79

UNIDADE IV GABARITO........ .........................................................................................................80

Este módulo de desenho Arquitetônico contém ilustrações que ajudarão o aluno a melhorar interpretação dos tópicos abordados, facilitando sua compreensão no momento de apresentar um empreendimento para cliente.

O desenho arquitetônico possui uma linguagem própria de expressão, a qual será apresentada no decorrer dos tópicos. O aluno terá conhecimento de todo o processo de desenvolvimento de um projeto arquitetônico, passando a ter intimidade com seus símbolos e termos básicos para a leitura deste módulo.

É importante que o aluno esteja consciente que o aprendizado flui com mais facilidade, quando existe o espírito de equipe. A troca de informações se faz necessária: saber ouvir, saber falar, respeitar a opinião do próximo é fundamental, para que todos, no final do curso atinjam o objetivo. Aprender não é só acumulo de informações, mas sim saber interpretá-las de acordo com a realidade da vida, é saber aproveitar, explorar do começo ao fim da vida.

“O homem nasce sem nenhuma estrutura e morre inacabado, por isso é um ser em construção”.

Os Pilares do Conhecimento:

Aprender a viver juntos

Aprender a conhecer

Aprender a fazer Aprender a ser

Aprender é uma função permanente do seu organismo, é a atividade pela qual o homem cresce, mesmo quando o seu desenvolvimento biológico há muito se completou. Essa capacidade de aprender permite uma educação indefinida, um indefinido crescimento ao ser humano.

Unidade I

¾ Reconhecer características das principais exigências estabelecidas pela ABNT para a área de arquitetura;

¾ Reconhecer a importância das normas técnicas para o exercício de uma profissão.

1. O DESENVOLVIMENTO DA ARQUITETURA

O escritor francês André Moreux definiu que a Arquitetura é a arte de construir sob o signo da beleza”.

Nem sempre foi assim. A necessidade primitiva e inata de todos os animais de buscarem um abrigo não foi diferente no homem. A chuva, o vento, o frio, os predadores fizeram com que os primeiros homens buscassem abrigos seguros. Era o instinto de conservação que os compelia a essa busca.

Nos primórdios da formação das civilizações humanas, a noção de habitação não tinha o sentido de permanência e as moradias eram transitórias. Esse conceito foi aos poucos se desenvolvendo e paulatinamente o homem passou a cuidar com mais desvelo dos seus abrigos: desenhava nas paredes das cavernas, usava materiais mais duradouros nas construções e, para se proteger, cuidar dos rebanhos recém domesticados e a agricultura incipiente, agrupava-se. Assim, por necessidade de sobrevivência, passou a ser um animal gregário, logo, um animal social.

A medida que o homem evoluiu, suas construções, além de serem locais de refúgio, passaram a ser também lugares onde ele tem prazer em estar. A sua preocupação não se restringia apenas a se proteger, ele queria estar em local ao mesmo tempo seguro, agradável e belo. Suas emoções não se restringiam só ao medo, mas também ao prazer e à sua religiosidade. Homenageavam os seus mortos e reverenciavam as suas divindades. Suas construções eram mais sólidas e duradouras, mais limpas e arejadas e, sobretudo, o homem passava a ocupar-se com o estético, isto é, procurava construir com a preocupação voltada para o belo. Surgem as pinturas rupestres, como as das grutas de Altamira, na Espanha, e as belas e simétricas construções monolíticas, como as de Stonehenge, na Inglaterra.

Das construções eminentemente utilitárias da pré-história, passamos pela arquitetura monumental do Egito e da Mesopotâmia ou então aos estilos arquitetônicos tão peculiares da Índia, do Japão, da China ou mesmo das Américas, cada qual com suas particularidades culturais. Do harmônico dos estilos greco-romano, vamos ao soberbo do gótico e o barroco na Idade Média e Renascença, depois de passar pelo neoclássico, chegamos hoje à Arquitetura contemporânea.

Se, nos primórdios da história, o homem tinha na arte de construir a essência de se resguardar, passando posteriormente a ser elemento de tributo aos deuses e a Deus, hoje, o homem volta a si e consubstancia suas edificações ao seu conforto e bem-estar, enfim ao seu prazer.

Nesta busca incessante, nesta inquietude humana, concluímos que a Arquitetura, como a arte de edificar, é, ao mesmo tempo, uma ciência dinâmica e ilimitada em sua capacidade criadora, que aliou as necessidades fundamentais do homem, como: a) físicas: de abrigo; b) emocionais: de segurança e proteção; c) estéticas: de beleza e funcionalidade.

• O instinto de conservação levou o homem a buscar abrigos seguros que se foram modificando com o passar dos tempos. • Com a evolução do homem, as construções, além de locais de refúgio, passaram a ser, também, locais agradáveis e belos. • Das construções utilitárias da pré-história, passamos por diversos estilos até a arquitetura contemporânea. • A Arquitetura é a arte de edificar; uma ciência dinâmica e ilimitada em sua capacidade criadora. • A Arquitetura aliou as necessidades fundamentais do homem: físicas, emocionais e estéticas.

Assinale, com um X nos parênteses, se as afirmativas são verdadeiras ou falsas. Justifique suas respostas.

1. Quando André Moreux definiu que “a Arquitetura é a arte de construir sob o signo da beleza”, deu a entender que a Arquitetura é uma arte eminentemente decorativa. ( ) Verdadeira ( ) Falsa

2. O homem primitivo procurava os abrigos porque este era o seu instinto de preservação. ( ) Verdadeira ( ) Falsa

3. Até recentemente, a primordial preocupação ao construir grandes obras arquitetônicas era homenagear os mortos e reverenciar os deuses (ou Deus); hoje não é mais esta a preocupação do homem. ( ) Verdadeira ( ) Falsa

4. Os estilos arquitetônicos mostram o grau de evolução de um povo em épocas diversas. ( ) Verdadeira ( ) Falsa

• As normas técnicas são um processo de simplificação de procedimentos e produtos. • As normas fixam padrões de qualidade, padronizam produtos, processos e procedimentos consolidam, difundem e estabelecem parâmetros consensuais entre produtores, consumidores e especialistas, bem como regulam as relações de compra e venda. • O órgão responsável pela normalização técnica, no país, é a ABNT.

2. NORMAS TÉCNICAS

2.1 – ABNT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS

O sistema de padronização é o alicerce para garantir a qualidade de um projeto. Para facilitar a compreensão do projeto em nível nacional, todos os componentes que envolvem o desenho de arquitetura e engenharia são padronizados e normalizados em todo o país. Para isto existem normas específicas para cada elemento do projeto, assim como: caligrafia, formatos do papel e outros. O objetivo é conseguir melhores resultados a partir do uso de padrões que supostamente descrevem o projeto de maneira mais adequada e permitem a sua compreensão e execução por profissionais diferentes independente da presença daquele que o concebeu.

Como instrumento, as normas técnicas contribuem em quatro aspectos:

••••• Tecnologia: consolidando, difundindo e estabelecendo parâmetros consensuais entre produtores, consumidores e especialistas, colocando os resultados à disposição da sociedade.

1. Pesquise e cite os quatro aspectos relativos às normas técnicas. _

2.2 – FORMATOS DO PAPEL

As Normas Brasileiras de Desenho Técnico estabelecem como padrão a série “A”. A NBR 10.068 tem o objetivo de padronizar as dimensões, layout, dobraduras e a posição da legenda, garantindo desta forma uniformidade e legibilidade.

Os itens a serem observados na NBR, são os seguintes: •posição e dimensões da legenda;

•margem e quadro;

•marcas de centro;

•escala métrica de referência;

•sistema de referência por malhas;

•marcas de corte.

A01189 x 841mm25mm10mm175mm1,4mm A1 841 x 594mm25mm10mm175mm1,0mm A2 594 x 420mm25mm 7mm178mm0,7mm A3 420 x 297mm25mm 7mm178mm0,5mm A4 297 x 210mm25mm 7mm178mm0,5mm

Formato Dimensões Margens

EsquerdaOutrasLargura doCarimbo

Esp. Linhas das margens

Os formatos da série “A” tem como base o Formato A0, cujas dimensões guardam entre si a mesma relação que existe entre o lado de um quadrado e sua diagonal

A NBR10068 é complementada com a

NBR 8402, referente à execução de caracteres para escrita em desenhos técnicos e procedimentos, e pela NBR 8403, que cuida da aplicação de linhas em desenhos – tipos de linhas – largura das linhas e procedimentos.

2.3 – DOBRADURAS DAS PRANCHAS

Os projeto de Arquitetura e Engenharia após serem executados, devem ser dobrados conforme as figuras abaixo:

Formato A0

Formato A1

Formato A2 Formato A3

Cabides para projetos

Formato A1

Formato A1 – com medidas

2.4 – CALIGRAFIA TÉCNICA

Existe uma padronização também para a caligrafia técnica, para evitar que os projetos desenvolvidos em localidades diferentes sejam interpretados de formas distintas. Desta forma, adquire-se maior agilidade na interpretação e execução do projeto.

Indicação das dobras

Moldura de 10mm

Carimbo

A NBR 8402 tem a finalidade de fixar características da escrita a mão livre ou por instrumentos usados para a elaboração dos projetos.

Segundo a norma, as letras devem ser sempre em maiúsculas e não inclinadas. Os números não devem estar inclinados

1 2 3 4 5 6 7 8 9... 1 2 3 4 5 6 7 8 9...

(2,0mm – Régua 80 CL – Pena 0,2mm) (2,5mm – Régua 100 CL – Pena 0,3mm) (3,5mm – Régua 140 CL – Pena 0,4mm) (4,5mm – Régua 175 CL – Pena 0,8mm)

2.5 – CARIMBO OU LEGENDA

Em um projeto de Arquitetura ou Engenharia, faz-se necessário a identificação de alguns elementos, tais como: tipo de projeto, endereço, autor do projeto, responsável técnico pela obra, tipo de escala empregada, área do lote, área de construção, número da prancha, números de prancha, espaço reservado para a aprovação da prefeitura e pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA, entre outros.

1. Relacione abaixo quais os elementos freqüentemente usados no desenho técnico. _

2. O carimbo, localizado no canto esquerdo das pranchas, possuiu alguns itens obrigatórios definidos pela ABNT. Relacione-os abaixo. _

3. Qual o objetivo dos símbolos e das convenções em um projeto? _

4. Como denominamos as linhas indicativas das dimensões do objeto desenhado? _

2.6 – TIPOS DE PAPEL

Existem duas categorias de papel para a elaboração do projeto de arquitetura: opacos e transparentes.

Papéis transparentes: Antes do advento do software para projetos, os projetos originais eram elaborados em papel-vegetal, por ser um papel transparente e de fácil manuseio e também, por proporcionar cópias idênticas aos originais.

Papéis Opacos:

Apresentam uso variável, para desenhos em geral; os projetos de Arquitetura e Engenharia abandonaram o uso do papel vegetal para os originais, abrindo espaço para o papel sulfite. Com o uso do computador para a elaboração dos projetos, é possível imprimir em papel sulfite tantas vezes quantas forem necessárias.

2.7 – TIPOS DE LINHAS

Os projetos utilizam uma variedade de tipos de linhas, para representar objetos em várias situações.

Já as instalações prediais requerem nomenclatura e convenções próprias. Vejamos algumas das convenções mais usuais:

2.8 – ESCALAS - considerações de alguns autores:

"Toda representação está numa proporção definida com o objeto representado. Esta proporção é chamada de escala". ( Raisz, 1969:47)

"Escala é, então, a relação que existe entre os comprimentos de um desenho e seus correspondentes no objeto; portanto, escala nada mais é do que uma razão de semelhança. Sendo assim, toda escala é expressa por uma fração; essa fração é chamada escala numérica; sua representação gráfica chama-se escala gráfica. Os comprimentos considerados no desenho são chamados distâncias gráficas e os considerados no objetos são chamados distâncias naturais" (Rangel, 1965:1)

Existem três tipos de escalas: Escala

Natural, Escalas de Redução e Escalas de ampliação.

2.8.1. Escala Natural: Quando o objeto que está sendo representado no desenho, apresenta a mes- ma medida do real, chamamos de escala natural. A escala natural está na razão 1 para 1, ou seja, o real está para o desenho na razão de uma medida do real para uma medida do desenho.

2.8.2. Escala de Redução: Quando o objeto que está sendo representado é de grandes dimensões, usamos escala de redução, para possibilitar sua representação no papel. Por exemplo, quando projetamos uma residência, um prédio ou uma cidade.

Escala de redução são representadas da seguinte forma:

1/10 – 1/20 – 1/50 – 1/100 – 1/200 1/100 e outras.

O número 1 indica o desenho e o próximo o real.

Exemplo: 1/50 (um por cinqüenta) Significa que um centímetro do papel representará 50 cm do real, ou seja, o desenho será reduzido 50 vezes.

2.8.3. Escala de Ampliação: Quando o objeto que está sendo representado é muito pequeno, necessitando ser ampliado para melhor interpretação do projeto. Esta escala é empregada nas áreas de mecânica, eletrônica, desenho de jóias, entre outras.

OBS - Escala real - Usa-se este tipo de escala quando o desenho deve ser igual ao objeto desenhado. A representação desta escala é sempre 1:1 (lê-se um por um).

I - Dadas as escalas abaixo, escreva-as por extenso e identifique se são de ampliação, redução ou real. 1) 1½ : 1 2) 1 : 1½ 3) 5: 5 4) 1 : 1.0 5) 1.0 : 1

• As escalas numéricas podem ser: de redução, de ampliação e real. • A escala de redução significa que o desenho é menor que o objeto desenhado. É usada quando o objeto é muito grande e não temos como representá-la graficamente. • A escala de ampliação significa que o desenho é maior que o objeto desenhado. É usada quando o objeto é muito pequeno e sua representação não será nítida, • A escala real significa que o desenho é igual ao objeto desenhado. • As escalas numéricas são assim representadas: - de redução -1:2 (lê-se um por dois), ou seja, o desenho é a metade do objeto desenhado; - de ampliação -2:1 (lê-se dois por um), isto é, o desenho é duas vezes maior que o objeto desenhado; - real -1:1 (lê-se um por um), ou seja, o desenho é igual ao objeto desenhado. • Escala gráfica é aquela em que seccionamos um segmento de reta em várias partes iguais, obedecendo a um plano de desenho previamente estabelecido.

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