2° Bim Transporte - 117 A 146

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o vIe que Ihe e correspondente. Isto signifiea portanto, uma vez que a capaeidade e eonheeida que 0 volume horar.i'~ eorrespondente aquela veloeidade tam- h~m ~ conllecido. Proeura-se ent~o no gr~fico que relaciona as varia~~es de volumesIt:••I••t,.~.,'

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trada, mediante 0 auxIlio da equa~ao de aj~stamento determinada atrav~s experimentais.A hora encont;'ada mediante 'este eriterio de economia dos

NVUUIO DE VOLVMES HO RAIlIOS I.VAIS OV S v ",:- 1110"": S AO VOLUWf CON Sl[)ERAOO. QUI: ClftCULAW UI Ulil ANO.

o Numero Equivalente ,'iN" necesHario ao dimcI1sionumento do de uma rodovia, e definido pelo numer'o de repeti~oes equivalentes de um padrio de 8,2 ton 18.0 l~ durante 0 'perIodo de vida utii db projeto.

Na determin~~ao do Numero N sac considerados certos Eatores

'relacio,nados '8 composi~ao do transitQ ,e reEeridos a 'cada categoda de VCIClilos, dcfinida em func;ao da carga ti.-ansportada edo numGl-'o de eixos dos velclilos. Seus va- lares anuais e aClimulados durante 0 periodQ,dc projeto sac calculados com base nas

'p~ojec;o~s de transito sendo,necessario para isso 0 conheCimento qllulitu,tivoequan-. ',titativodacomposic;:ao presente e futura dos velculos. Esse conhecimento e obticlo

:'atraves'das pesquisas com pesagem, pesquisa? d'e'origem 'e'destino, contagc'ns \/oju- metricase pesqui.sas de tendencias da frot", regi6nat qu nacionaLA decom[lnsic;ao da verclllosde carga no trecho em estudo obtida pelas' primei'ras, ,c1ev'era ser tal que as variac;oes ano a ana dos percentll?is de cada tipa de verculo tiC compatib~liz~m com os nUlilero5 correspondentes da frota regional Oll nucional.

A metodologia para a determina~ao do Numero N e a:pr~sentH- da a seguir, considerando as dois tipes de pavimentos adotados:

No caso de pavimentos rIgidos, ha necessidade de conhecer, o perlodo de projeto de P,anos, os numeros de repeti~oes (n') dos diEerentes. J., :~ixos, simples,e ~andem, grupados em intervalos de carg~ e rep~~aent~dos pelo pon-

Chamando Vt 0 volume total de trafego du~ante ~ perIod6 de num sentido e cOrrespondente a "faixa, de triiEego do projct~lI. is to e, a E.aixa mais soli.citada, tem-se, ser determinado: numa amostragem envolvendo contagem ca~;o de velculos pelo numero de eixo~.

Para a determinac;:~o dos vafores "nj'" que interessam di.reta l' fi.nalmente ao calculo das tellsoes de trac;ao impostas as placas de pavimentos de concreto, e precise determinar as perccntage~s ,1' j com que ocon'em os d ifer.entes tieixos c.lassificados, comodito anterrormente" e obtidos atravesde lima amos-

Eixos Simples(t)

FreqUencia na arp.ostra

Percentagem . (pj )

Eixos Tandem (t)

, p jZ

~omo 0 indicado a se- ~~

FreqUencia diJrante 0 pel-rodo de projctoPercentagem qxos simples ( t )

Eixos tandem (t)

Os elementos constantes do Quadro 2 permitem 0 dimen~iona- menta ~e um pavim~nto rrgido. a s£mbolo p. s,(gnifica parcentagem com que, urndcter- '. J mi~ad~'tipo de eix6, classificado pela sua na~ureza(simples ou tande~) e p~lo seu peso, ocorre na corrente total do transito da rodovia.

\ i No caso de rodovias com mals de duas faixas de tr~nsito\ 0 tern de fazer as seus'calculos tamando, s~mpre. cOl1lo·i:eferellcia, a "faixa

As amastragens citadas padem ser feltas canside'rando 0 tran- total (velculos de passeio e velculos comerciais) au considerando apenas as-r i,~el.culos eomereiais, por serdesprezlvel 0 efeita dos velculos cle passeio; em al- easos, mesmo consider-ando-se apenas os vClculas comerciais, pode set" feita a amostragein somente CO[\1 caminhoesmedios e pesa~os ja que a efeitodos c<lIllinliocs le- pode tambem ser d~sprezrvel.

para a rodovia que vai ;~r pavimentada, as elementos constalltes do.

~c;ao de pesagem situa.da em ponto representativo da zona e adotando-se a classifica-'.~ ~

"\"J~. ~ "

:<;'ao do,DNER, podem ser feito,s estudos est,4tIsticos na central de pesagcm, demouo a obte~ para cad~ ~ategorla~de velculo,urn quadto pesagem, os v~,rCUlbS sac classificados ern:

Eixos si.mples ( t)

(p q) Frequ;;nci.a na amostra

Eixos tandem (t)

Na rodovia que vai ser pavimentada, raz-se uma amostragem ··e d,~terminam-se as per.centagens Pi com queocorrem as diferentes c~tegoL-ia}~'~ vercomerciais. Calcula-se, por processo conveniente (adotando-se leis de cresci-· ou atraves de analise economica), 0 vofume'total de transito, Vt, durante 0 perlodo de projeto de Panos.

Os volumes totais durante 0 perlodo de projeto e para cada velculo, sio dados por:

P. V 1 t

OS'IllimerOG de eixu5 solicitantes, duranLeoperI'ldo do prl)- para ~ada categoriade vefcuL6, sao dados par:

Organizain-se, para'cada classe de vefclIlocomercial cami.nhoes leves, qlladros semelhalltes ao QlIadro 4 a segllir:

(p)
1 • X (I')

Freqiiencia durante 0 per[odu de prujeto .I. J I

JOn

Ilj i 1 I1ji2

t p'1

t'4 P'ji2 n j i2

~~~~~~:1:±2·::::~,_~:' -..:...~_....._
'" l: n.,' en'. = l: n',e pode-s'e organizar, (inc,lmente, um quadro seli,ellJan-

J1 J J1, ao Quadro '5, queservira de base ao dimension~mento do p'avimento rlgido.

Eix'os ~imp1es(t)

.FreqUenda durante 0 per1odo de projeto (nj) .

Eixos tandem (t)

No caso de pavimentos flexlveis, consid~arido 0 conceito do de equiva1encia (tomando, COI1)O referenda, a carga padrao dIe 8,2 t 18.0 do item 1, pode ser de3envolvido do seguinte modo:

.. Eixos simples FreqUencia Fator de Equivalenci.a (t) na amostra Pereentagem equivalencia

Eixos tandem (t)

t n' P'j2. 2 2

lob. * Os fatores de equivalencia (Fcj) cconstam do grifico seguinte:

tJiIi,

L (p.) x (Fc.) J J .

iOO mero de eixos padrao de 8,2

.. 0('.)d - -1sollcltantes, a 0 numero equlva ente. de elXOS-
to (N )Po;:1Oi",,110/ '1e ('M CiS : r C ',«:n = fl. ~fJ'7

carga, into e, um fator que, multiplicado pelo nu-,

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