• ECONOMIA REGIONAL E URBANA

  • Professor: Luiz Paulo Fontes de Rezende

  • AULAS 1 e 2

  • 06/08/2012

Economia Regional e Urbana Contribuições Teóricas Recentes

  • Economia Regional e Urbana Contribuições Teóricas Recentes

  • Bases teóricas e instrumentais da economia regional e urbana e sua aplicabilidade ao Brasil: Uma breve reflexão (Diniz e Crocco, 2006).

Marcos Teóricos da Política Regional e Urbana: três gerações de políticas regionais.

  • Marcos Teóricos da Política Regional e Urbana: três gerações de políticas regionais.

  • a) A perspectiva keynesiana

  • b) Enfoque da Competitividade

  • c) A busca de uma Terceira Geração de Políticas Regionais: a síntese exógeno-endógeno

A perspectiva keynesiana – (1950 e 1960)

  • A perspectiva keynesiana – (1950 e 1960)

  • primeira geração de políticas regionais

  • Concepções teóricas: abordagem Keynesiana do pleno emprego, a atuação do Estado na economia e demanda induzida (dinâmica fora da região).

  • Políticas Top-Down (centralizadas).

A abordagem Keynesiana dá ênfase ao papel do Estado para gerar uma demanda (demanda induzida) influenciando as interpretações teóricas do desenvolvimento regional e das políticas para combater os desequilíbrios.

  • A abordagem Keynesiana dá ênfase ao papel do Estado para gerar uma demanda (demanda induzida) influenciando as interpretações teóricas do desenvolvimento regional e das políticas para combater os desequilíbrios.

  • As teorias regionais do enfoque Keynesiano entendem que o desenvolvimento regional não é garantido automaticamente pelas forças de mercado, sendo necessária a intervenção estatal para que os desequilíbrios regionais sejam superados

  • o crescimento de regiões e países não ocorre de forma equilibrada e no sentido de uma convergência de crescimento e desenvolvimento (correção automática do mercado).

As teorias de enfoque keynesiano aceitam que o processo de desenvolvimento de uma sociedade capitalista implicaria, necessariamente, o desenvolvimento desigual e desequilibrado, gerador de significativas desigualdades regionais (intervenção ativa do Estado).

  • As teorias de enfoque keynesiano aceitam que o processo de desenvolvimento de uma sociedade capitalista implicaria, necessariamente, o desenvolvimento desigual e desequilibrado, gerador de significativas desigualdades regionais (intervenção ativa do Estado).

  • A políticas de desenvolvimento regional estiveram, em sua grande maioria, direcionadas ao setor industrial até período de 1970.

  • Críticas às políticas Top-Down: não são capazes de enraizar os mecanismos de crescimento; e possuem pouca vinculação com as capacidades locais.

Enfoque da Competitividade (década 1970) Segunda geração de políticas regionais

  • Enfoque da Competitividade (década 1970) Segunda geração de políticas regionais

  • Questionamentos quanto à eficácia tanto da teoria, quanto dos instrumentos de política econômica keynesiana (enfoque da demanda e política intervencionista)

  • Surgimento de concepções: mecanismos de mercado garantem o crescimento a longo prazo de forma sustentada (Escola Novo Clássica).

  • Políticas denominadas Supply-Side (lado da oferta).

O crescimento não é obtido mais por meio do estímulo à demanda, mas sim da melhoria das condições de oferta (flexibilização do mercado de trabalho, redução significativa dos encargos pagos pelas empresas e aumento do capital humano).

  • O crescimento não é obtido mais por meio do estímulo à demanda, mas sim da melhoria das condições de oferta (flexibilização do mercado de trabalho, redução significativa dos encargos pagos pelas empresas e aumento do capital humano).

  • Macroeconomia: Estabilidade monetária (Estado mínimo)

  • Estas mudanças continuam e se aprofundam durante os anos 1980, determinando um movimento de abertura comercial e financeira, acelerando, assim, a reestruturação econômica e a internacionalização da produção.

Transformações no espaço geográfico: perda de dinamismo de regiões afetadas pela desindustrialização e pelo processo de reestruturação produtiva e o surgimento de novas regiões de crescimento acelerado, como o Vale do Silício e os chamados novos distritos industriais da terceira Itália.

  • Transformações no espaço geográfico: perda de dinamismo de regiões afetadas pela desindustrialização e pelo processo de reestruturação produtiva e o surgimento de novas regiões de crescimento acelerado, como o Vale do Silício e os chamados novos distritos industriais da terceira Itália.

  • Elaboração teórica nas políticas de desenvolvimento regional : incorporação de aspectos institucionais na dinâmica regional e a valorização da capacitação local no combate às desigualdades regionais.

  • Ênfase na competitividade, inserção internacional inovação, redes de cooperação, contato face a face, regiões que aprendem e sistemas regionais de inovação.

  • Este conjunto de políticas constitui a segunda geração de políticas regionais: Novas políticas de desenvolvimento regional endógeno

A busca de uma Terceira Geração de Políticas Regionais: a síntese exógeno-endógeno (final dos anos 1990).

  • A busca de uma Terceira Geração de Políticas Regionais: a síntese exógeno-endógeno (final dos anos 1990).

  • Processo da Globalização impõe competição não somente a nível local mas também entre sistemas industriais regionais políticas de desenvolvimento regional não podem ser exclusivamente locais.

  • Nova orientação das políticas “racionalidade sistêmica” no uso dos recursos e programas

Avanços Recentes da Teoria Regional e Urbana.

  • Avanços Recentes da Teoria Regional e Urbana.

  • Resgate de formulações clássicas sobre localização e o papel da centralidade urbana incorporando o conceito de retornos crescentes

  • O papel do investimento e de aspectos macroeconômicos ( educação, abertura comercial e financeira, estabilidade)

Avanços Recentes da Teoria Regional e Urbana.

  • Avanços Recentes da Teoria Regional e Urbana.

  • Papel da inovação ou das mudanças tecnológicas, ambiente social e institucional ( capital social)

  • As mudanças das forças organizadoras do espaço e as novas características da centralidade urbana, à luz do processo de globalização, metropolização e reconfiguração do espaço.

As contribuições teóricas e das variáveis centrais na economia regional

  • As contribuições teóricas e das variáveis centrais na economia regional

  • 1) As Teorias do Crescimento e a Variável Investimento ( retomada do modelo de Solow) Teorias de crescimento endógeno.

  • 2) Tecnologia – exógena no modelo de Solow mas tem nova interpretação nos modelos de crescimentos endógenos.

Cada região é diferente nos seus atributos, não sendo possível um modelo único e generalizável.

  • Cada região é diferente nos seus atributos, não sendo possível um modelo único e generalizável.

  • Cada região ou localidade tem de criar as condições e políticas segundo suas especificidades.

  • O processo de integração de mercados e de globalização vantagens comparativas construídas e dinâmicas, pelo desenvolvimento das forças produtivas locais ou regionais.

O papel da infra-estrutura e do capital social básico.

  • O papel da infra-estrutura e do capital social básico.

  • Nova Geografia Econômica (NGE)- processos de concentração espacial é explicado pelo modelo de retornos crescentes, baseado na concepção de centro-periferia (existência de externalidades).

  • Formação de capital social básico para as regiões mais atrasadas (oferta de transportes, sistemas locais de inovação, melhorias educacionais, sistemas de informações, políticas locais de emprego, sistema de subsídios)

O papel da infra-estrutura e do capital social básico.

  • O papel da infra-estrutura e do capital social básico.

  • O processo de integração da economia requerer o fortalecimento e a especialização das economias regionais para enfrentar a competição nacional e internacional e, ao mesmo tempo, gerar capacidade competitiva nesses mercados.

Os efeitos da globalização sobre a centralidade urbana e o ordenamento do território

  • Os efeitos da globalização sobre a centralidade urbana e o ordenamento do território

  • Os processos de globalização, financeirização e a mundialização do capital alteram as escolhas locacionais do capital produtivo e consequentemente os padrões clássicos de localização.

Os efeitos da globalização sobre a centralidade urbana e o ordenamento do território

  • Os efeitos da globalização sobre a centralidade urbana e o ordenamento do território

  • Desteritorialização dos fatores produtivos clássicos e reterritorialização das atividades mais complexas e a importância do capital social (fatores históricos, culturais e institucionais ).

  • A integração e a importância das grandes cidades ou cidades mundiais (globais) – centralidade urbana na organização do espaço

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS

  • BRASIL: Desigualdades Regionais

O IDH/2008 DO BRASIL

  • O IDH/2008 DO BRASIL

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