Deuses - Do - Eden - William - Bramley - doc - PDF

Deuses - Do - Eden - William - Bramley - doc - PDF

(Parte 1 de 10)

Os Deuses doEden

CONSPIRE ASSIM ABORDA ASSUNTOS POLÊMICOS SOBRE DEPOPULAÇÃO, GUERRAS E CONFLITOS E NOVOS AVANÇOS CIENTÍFICOS Os Deuses do Eden por William Bramley 1993 A Busca Começa Quando inicialmente comecei a pesquisar as origens da guerra humana, certamente a última coisa na minha mente eram os Objetos Voadores não Identificados, melhores conhecidos como UFOs. As muitas revistas sobre discos voadores que uma vez se apresentaram nas prateleiras eram, na minha opinião, não merecedoras de séria consideração. [uma exceção é a Revista UFO que recomendo. Atualmente ela é publicada em Los Angeles por Vicki Cooper e Sherie Starks]. Eu também não sentia que o fenômeno UFO fosse terrivelmente importante até mesmo se houvesse evidência de uma raça extraterrestre. Resolver os problemas da guerra aqui embaixo na Terra e o sofrimento humano me pareciam muito mais importantes do que arguir se existiriam ou não “homenzinhos verdes de Marte” que ocasionalmente poderiam estar visitando a Terra. Comecei a pesquisar este livro em 1979; contudo, meu desejo de ver um fim da guerra se elevou muito mais cedo em minha vida, por volta da idade de oito anos. Naquela época, os filmes de guerra eram muito populares em meu círculo de amigos. Nosso jogo favorito era brincar de exército. Eu geralmente comandava um esquadrão de crianças e meu amigo David liderava a oposição. Preenchíamos as nossas batalhas imaginárias com o mesmo glamur e altruismo que víamos na televisão. Não tínhamos um herói maior então do que o falecido ator Vic Morrow que galantemente levava seu esquadrão à vitória toda semana na série da televisão “Combat!”. Em um entardecer de sábado eu estava assistindo um filme de Hollywood sobre a guerra na televisão. Ele era como qualquer outro filme de guerra, exceto porque continha um pequeno pedaço de deprimente realismo. Pela primeira vez em minha vida me descobri assistindo um documentário sobre um real campo de concentração nazista. Logo depois que as imagens desapareceram da tela da televisão, fui assaltado pelas imagens de corpos como esqueletos sendo jogados em grandes buracos. Como tantas outras pessoas, eu tive problemas ao entender a fundo que as almas dos nazistas que podiam atirar seres humanos em fornos de tijolos como massas de pães e momentos depois retirar os restos carbonizados. Dentro de um minuto, estas imagens granulosas em preto e branco apresentaram a verdadeira imagem de uma guerra. Por trás dos cumprimentos bruscos e oratória emocionante, a guerra nada mais era que uma psicose degradada. Conquanto os filmes de guerra e os jogos algumas vezes possam ser divertidos, a coisa real é inescrupulosa. Por séculos, cientistas e pensadores tem tentado resolver o enigma de porque as pessoas fazem a guerra. Eles tem observado que quase todas as criaturas da Terra lutam entre si por uma vez ou outra, geralmente por comida, território ou acasalamento. A agressão parece ser um comportamento universal relacionado à sobrevivência. Outros fatores também contribuem para a criação de guerras. O analista deve leve em consideração tais variáveis como a psicologia humana, a sociologia, a liderança política, as condições econômicas e as cercanias naturais. Muitos pensadores contudo, tem erronamente igualado todos os motivos humanos com os motivos encontrados no reino animal. Isto é um erro porque a inteligência origina a complexidade. Quando uma criatura se eleva em inteligência, então as motivações se tornam mais elaboradas. É fácil entender o estímulo mental em dois gatos de rua disputando um pedaço de alimento, mas seria um engano atribuir um estado mental tão simples a um terrorista que planta uma bomba em um aeroporto. Comecei este estudo como um resultado de uma única idéia que tinha encontrado. O conceito certamente não é um conceito novo, e de início parece estreito em seu escopo. A idéia, não obstante, é muito importante porque ela se dirige a uma motivação que somente pode ser formulada por criaturas de alta inteligência: A guerra pode ser a sua própria mercadoria valiosa. A simples existência de um conflito violento entre grupos de pessoas pode, por si só, ser valioso para alguém a despeito das matérias pelas quais as pessoas estão lutando. Um exemplo óbvio é o de um fabricante de armamentos vendendo hadware militar a nações guerreiras, ou uma instituição de empréstimo que forneça empréstimos a governos durante tempo de guerra. Ambos podem alcançar um benefício econômico pela mera existência da guerra tão longe a violência não os atinja diretamente. O valor da guerra como uma mercadoria se estende bem além do ganho monetário: A guerra pode ser um instrumento eficaz para manter controle social e político sobre uma grande população. No século XVI, a Itália consistia de inúmeras principalidades independentes que frequentemente estavam em guerra umas com as outras. Quando um príncipe conquistava um território vizinho, ele algumas vezes alimentavam conflitos internos entre os cidadãos conquistados. Este era um meio eficaz de manter o controle político sobre o povo porque a luta infindável evitava que o povo conquistado se engajasse em uma ação unificada contra o conquistador. Realmente não importava muito sobre que matérias o povo se debatia por tanto tempo já que eles valentemente brigavam uns com os outros e não contra o príncipe conquistador. Um estado de guerra também pode ser usado para encorajar populações a pensar de modo que caso contrário elas não o fariam, e aceitarem a formação de instituições que elas normalmente rejeitariam. Quanto mais uma nação se envolve em guerras, mas entrincheiradas estas instituições e menos de pensamento se tornam. Os mais compreensivos livros de história contêm referências a este tipo de atividade manipuladora da terceira parte. Não é segredo, por exemplo, que antes da Revolução Americana, a França havia enviado agentes de inteligência à América para estimular o descontentamento colonial contra a Coroa Britânica. Também não é segredo que os militares alemães tinham auxiliado Lenin e os bolchevistas na Revolução Russa de 1917. Por toda a história, pessoas e nações tem se beneficiado de, e tem contribuido para, a existência de conflitos de outros povos. Intrigado por estes conceitos, resolvi fazer um estudo para determinar quão importante exatamente uma terceira parte como fator tem sido na história humana. Eu queria descobrir que tendências comuns, se alguma, pode ter existido entre as várias influências de terceiras partes na história. Era minha esperança que este estudo ofereceria insights adicionais sobre como e por quem a história tem sido feita. O que resultou desta modesta meta foi uma das mais extraordinárias odisséias que eu possa até mesmo ter tomado. A trilha de investigação se enovela por um labirinto complexo de fatos notáveis, teorias surpreendentes e tudo intermediário. Quanto mais profundamente eu cavava, uma tendência comum emergiu. Para meu desgosto, era uma tendência tão bizarra que ao menos em duas ocasiões terminei minha pesquisa em desgosto. Como ponderei em minha situação difícil, entendi algo importante: as mentes racionais tendem a buscar causas racionais para explicar os problemas humanos. Quando eu sondava mais profundamente, contudo, fui compelido a enfrentar a possibilidade de que alguns problemas humanos possam estar enraizados em algumas das mais extremas e bizarras realidades imagináveis. Porque tais realidades raramente são reconhecidas, sem nem mesmo falar em serem compreendidas, não lidamos com elas. Como um resultado, os problemas gerados por estas realidades raramente são resolvidos, a asim o mundo parece tropeçar de uma calamidade para outra. Admitirei que quando comecei minha pesquisa eu tinha a parcialidade sobre o que eu esperava encontrar; um motivo humano de lucro como a tendência comum que ligue as influências das terceiras partes na violenta história da humanidade. O que ao invés eu descobri foram os UFOs. Nada poderia ter sido mais mal recebido. ***** Orientação Marido à mulher: ‘Olhe isto, querida. Diz aqui que a Terra viaja 595 milhões de milhas ao redor do Sol a cada ano em uma velocidade de 6.0 milhas por hora. Ao mesmo tempo, a Terra está girando ao redor do centro da galáxia. A galáxia está viajando infindavelmente pelo espaço e está puxando a terra ao longo com ela. Agora como você pode dizer que não vamos a lugar algum?!… ‘ Alô e benvindo. Este é o nosso planeta Terra. Anter de começar a nossa viagem pela história, vamos dar uma breve olhada em nossa pequena orbe no espaço do ponto de vantagem dos recém chegados seguindo uma breve orientação. A Espaçonave Terra – como algumas pessoas gostam de chama-la – é um corpo celestial relativamente pequeno. O transportador espacial americano pode completamente orbitar a Terra em apenas 90 minutos. Em uma aeronave moderna, a travessia e uma vez oceanos formidáveis tem se tornado pouco mais que uma tediosa rotina para muitas pessoas aeronautas que fazem o comércio entre os continentes. Ao meramente pegar um telefone e discar, podemos falar instantaneamente com alguém do lado oposto do globo. Todos somos testemunhas da maneira notável na qual a viagem de alta velocidade e as telecomunicações fazem contacto entre pontos distantes da Terra rápida e facilmente gerenciavel. A Terra não é apenas pequena, ela também é bem remota. Se você e eu fossemos tomar uma posição fora da galáxia da Via Láctea, veríamos que a Terra está perto da borda extrena da galáxia. Além disso, a Via Láctea é mais que anã perto de galáxas muito maiores. Esta localizaçao isolada pode ajudar a explicar porque a Terra tem tão poucos contactos com civilizações extraterrestres, se tais civilizações existem. A Terra está flutuante nas distantes regiões afastadas de um galáxia menor. A despeito deste isolamento, a Terra é bela e é habitada. Enquanto escrevo isto, os números da população humana passam de cinco bilhões de pessoas. E para imaginar todos os outros grandes mamíferos, descobrimos que as terras e águas da Terra estão ocupadas por uma população enorme de criaturas inteligentes e semi-inteligentes. Que tipo de animal são os seres humanos? Como um estudante de biologia pode rapidamente lhe dizer, os humanos constituem a espécie animal conhecida como Homo sapiens. A palavra Homo vem da palavra em latim que significa homem, e sapiens quer dizer um ser sábio e sensível. Portanto o rótulo Homo sapiens denota uma criatura que possui sabedoria ou sensibilidade. A maioria dos Homo sapiens de fato vive como seu titulo grandemente, embora um pequeno número obviamente não faça isso. Quando lidamos com um ser humano estamos apenas confrontando um animal? Como se descobre, não é assim. Parece que estamos diante de algo muito mais importante: um ser espiritual. A idéia de que haja uma realidade espiritual para a vida é imemorial. Algumas religiões tem mantido a crença por milênios que os corpos humanos são meras marionetes animadas por seres espirituais. Frequentemente acompanhando este princípio estão as doutrinas relativas a reencarnação ou uma outra vida posterior. Na religião cristã, a palavra “alma” a muito tem sido usada para denotar uma entidade espiritual que sobrevive à morte do corpo físico. Algumas pessoas afirmam que uma antiga sabedoria sobre o espírito tinha uma vez existido. Se uma tal sabedoria até mesmo existiu, isto a muito se tornou desesperançadamente a ser confundida por incontáveis idéias falsas, estranhas crenças e práticas místicas, simboliso incompreensível e errôneos ensinamentos científicos. Como resultado, o assunto do espírito é hoje quase que não estudável. No topo disso, muitos eruditos treinados nos métodos científicos ocidentais rejeitam a idéia de uma alma inteiramente, aparentemente porque eles não podem colocar o espírito sob um microscópio e observar seus rabiscos, ou plantar eletrodos nele e dar a ele um salto. Como a boa fortuna teria isso, alguns atalhos sobre o assunto tem sido feitos durante as décadas recentes. A evidência de que cada pessoa é um único ser espiritual é forte de fato. Volumes de fascinante testemunho tem sido reunidos de pessoas que tem passado pelas chamadas experiências de “quase morte”. Durante tais episódios, muitas pessoas são submetidas a sensação de sairem de seus corpos, especialmente quando seus corpos se aproximam da morte. Alguns psiquiatras argumentam que este fenômeno nada mais seja do que uma ilusão auto-protetora da mente. Mas não é tão simples, já que muitas vítimas de quase morte são capazes de perceberem seus corpos de uma acurada perspectiva superior. Elas retém sua completa auto-consciência e identidade pessoal até mesmo embora seus corpos estejam inconscientes. [um artigo obscuro mas intitulado "Uma Tipologia das Experiências de Quase Morte", do Dr. Bruce Greyson, é encontrado na publicação de agosto de 1985 do "American Journal of Psychiatry". Dr. Greyson apresenta uma anomalia estatística de diferentes tipos de fênomenos de "quase morte" e nota, "Os indivíduos que relatam estes três tipos de experiência 'quase morte" não diferem significativamente em variáveis demográficas" (p. 968). Dr. Greyson não especulou sobre o que cause as experiências.] A luz de tal testemunho, não é surpreendente que umas poucas religiões, tais como o Budismo, acreditem que as pessoas sejam seres espirituais imortais que se tornam imersas em corpos durante a vida. Os Budistas concluem que isto é causado, ao menos em parte, pela interação a longo prazo do espírito com o universo físico. Em agudo contraste com a teoria psiquiátrica, os Budistas ensinam que a separação espiritual do corpo é o estado mais saudável para os seres humanos e os Budistas procuram alcançar esta separação sem sofrerem trauma físico ou morte. A meta deles é encorajada pela crença de que um ser espiritual pode operar um corpo tão bem, ou melhor, de fora do corpo do que de dentro. A definição de um ser espiritual sendo partilhada por várias religiões parece ser a mais acurada: um ser espiritual é uma entidade que possui consciência, criatividade e personalidade. Ele não é composto de matéria ou de qualquer outro componente do universo físico; ao invés, ele parece ser uma unidade imortal de consciência que não pode perecer, embora possa ser aprisonada pela matéria física. O ser espiritual é completamente capaz de se entender. A tendência moderna, de fato, é ver o cérebro como o centro da consciência e personalidade. Os cientistas tem sido capazes de estimular eletricamente partes específicas do cérebro para produzirem manifestações psicológicas de muitas emoções humanas. Isto, conttudo, revela que o cérebro nada mais é do que um sofisticado quadro de distribuição capaz de ser ativado por uma variedade de fontes externas, tais como por um experimentador com seus eletrodos ou até mesmo talvez por um ser espiritual com seu próprio output de energia. A interação entre uma entidade espiritual e o sistema nervoso central do corpo parece ser tão íntima que uma mudança em um pode frequentemente influenciar o comportamento do outro. De tudo isto emerge uma imagem indicando que os seres humanos são entidades espirituais que desfrutam de certa imortalidade espiritual mas que geralmente estão inconscientes disso até que uma separação inesperada ocorra. Durante a vida, os seres espirituais tendem a utilizar, quase exclusivamente, as percepções do corpo físico. A Morte, segundo esta análise, é pouco mais do que o abandono espiritual do corpo durante um tempo de intenso ferimento físico, ou até mesmo mental. O que tudo isto tem a ver com a guerra humana? Quase tudo, como devemos ver. Isto nos trás ao terceiro e final tópico de nossa orientação: os UFOs. Há poucos assuntos hoje tão cheios de falsa informação, engano e loucura quanto “os discos voadores”. Muitas pessoas sérias que tentam estudar o assunto são dirigidas ao redor de círculos por uma quantidade terrível de desonestidade de um pequeno número de pessoas que, pelo amor de um fugaz momento de notoriedade ou com a deliberada intenção de ofuscar, tem nublado o campo com falsos relatos, explicações insustentáveis e evidência fraudulenta. É suficiente dizer que por trás da tela de fumaça há ampla evidência de visitações extraterrestres à Terra. Isto é ruim demais. Um estudo em profundidade do fenômeno UFO revela que isto não oferece uma traquinagem feliz ainda que pequena por titilar o desconhecido. Os UFOs parecem mais e mais ser uma das realidades mais cruéis que até mesmo confrontaram a raça humana. Mantendo os pontos de nossa breve orientação na mente, vamos agora iniciar uma sondagem mais profunda. ***** UFOs: Verdade ou Ficção? UFOs: O que são eles? De onde eles vêem? Falando estritamente, o termo UFO se refere a qualquer objeto aéreo que não possa positivamente ser identificado como uma construção feita pelo homem ou como um fenômeno conhecido da natureza. O termo implica em um mistério. Em linguagem comum, UFO é frequentemente usado para denotar qualquer objeto que possa ser uma espaçonave de uma civilização extraterrestre. A frase “objeto voador não identificado” foi criada pelo Capitão da Força Aérea dos EUA Edward J. Ruppelt. O Capitão Ruppelt chefiou uma investigação da Força Aérea sobre o fenômeno em 1951. Antes da investigação de Ruppelt, UFOs eram geralmente chamados “discos voadores” porque muitas testemunhas descreveram os objetos como em forma de disco. Disco Voador logo se tornou um termo de escárnio, contudo, devido ao ceticismo expresso por muitos escritores de revistas e de jornais. “Objeto Voador Não Identificado” foi usado pelo Capitão Ruppelt para emprestar respeitabilidade ao seu estudo da Força Aérea. UFO também é um termo mais acurado, porque nem todos objetos voadores não identificados tem a forma de disco. Centenas de UFOs são relatados a cada ano, geralmente à polícia, a media de notícias, ou a grupos de pesquisa UFO. Estes relatos representam apenas uma minoria do número total de UFOs realmente vistos; porque a maioria das testemunhas UFO não revelam publicamente seus encontros. Aproximadamente 90% a 95% de todos os UFOs relatados provam ser aeronaves feitas pelo homem ou fenômenos naturais não reconhecidos. Aproximadamente 1.5% a 2% são claras farsas, frequentemente acompanhadas de fotografias espúrias. Embora as farsas constituam uma pequena percentagem de todos os relatos UFO, elas tem criado uma quantidade desproporcional de problemas. As farsas são, de fato, responsáveis por quase inteiramente desgraçarem os estudos sérios dos UFOs. Quanto mais convincente a fraude, maior o dano que ela geralmente causa. Os remanecentes 3% a 8.5% de todos os avistamentos UFO são aqueles que parecem ser aeronaves de origem não humana. A maioria dos pesquisadores está preocupada com este último grupo. Os UFOs no século X foram raramente relatados na media de massa antes de 1947, e algumas pessoas assumem que os UFOs devam ser um fenômeno relativamente moderno. Os UFOs, de fato, são bem o oposto. Os UFOs tem sido relatados por milhares de anos em todas as partes do mundo. Por exemplo, o escritor Julius Obsequens reproduziu a seguinte narrativa de 216 AC em seu livro, Prodigorium liber: “Coisas como navios foram vistas no céu sobre a Itália… Em Arpi [na Itália] um escudo redondo foi visto no céu… Em Capua, o céu estava todo em chamas e alguém viu figuras como navios…” No primeiro século AC, o famoso estadista romano Cicero registrou uma noite durante a qual o sol, acompanhado de barulhos altos, foi reportadamente visto no céu noturno. O céu pareceu se partir aberto e revelar estranhas esferas. Os UFOs se tornaram tão problemáticos nos séculos VIII e IX que o imperador Carlos Magno da França foi compelido a publicar éditos os proibindo de perturbar o ar e provocarem tempestades. Em um episódio, alguns dos sujeitos de Carlos Magno foram levados em barcos aéreos, lhes foram mostradas maravilhas e eles voltaram a Terra, somente para serem condenados à morte por uma multidão zangada. Estes navios problemáticos eram até mesmo acusados de destruirem plantações [uma coleção longa e interessante de antigos avistamentos UFO e não usual fenômeno natural dos ultimos anos AC e os primeiros anos DC pode ser encontrada no livro de Harold T. Wilkins, "Flying Saucers on the Attack". A despeito de seu título sensacionalista, o livro de Mr. Wilkins é frequentemente bem argumentado e vale ser lido como um dos primeiros livros da era moderna dos UFOs. Uma coleção excelente de antigos relatos UFO também pode ser encotrada no livro do Jacques Vallee, "Passport to Magonia".] UFOs não tem sido apenas vistos, eles também tem sido venerados pela história. As religiões da antiga Mesopotamia, Egito e as Américas eram dominadas pela adoração de deuses como humanos dos céus. Muitos destes deuses eram ditos viajarem em barcos voadores e globos. Afirmações antigas desta natureza são hoje a base da moderna teoria dos ‘antigos astronautas’ que postula que uma raça da idade espacial já visitou a Terra e uma vez se envolveu nos assuntos humanos. Alguns pesquisadores UFO tem dado um passo adiante ao sugerir que uma tal raça da idade espacial tenha criado ou conquistado a sociedade humana a muitos milhares de anos atrás e que ela tem mantido um olho observador em sua posse desde então. Para muitos, tais teorias parecem ser matéria de ficção científica. As idéias são, contudo, uma consequência natural de um debate acadêmico que tem preocupado os historiadores por mais de um século: como as antigas civilizações do Velho e do Novo Mundo, localizadas em lados opostos da Terra, podem tão estreitamente se assemelharem entre si? Porque as pessoas destas civilizações tão distantes desenvolveram crenças religiosas notavelmente similares? Uma opinião a muito tempo mantida é a de que tenha havido uma terra ou ponte de gelo no Estreito de Bering entre a Sibéria e o Alasca pela qual as pessoas do Velho Mundo tinham migrado para o Novo. Outros apontam a evidência arqueológica que os antigos fenícios tinham navegado pelo Oceano Atlântico século antes dos Vikings escandinavos e de Cristóvão Colombo. Alguns eruditos concluem que os fenícios tinham tomado emprestado muitas características da civilização egípcia e as transplantado para o Novo Mundo. Uma outra hipótese é a de que os próprios egípcios tenham navegado pelo oceano. A despeito da evidência para apoiar todas as possibilidades acima, nenhuma das teorias abrange completamente todos os fatos conhecidos. Isto tem levado a uma quarta teoria, bem expressada em 1910 por um professor de Oxford e laureado Nobel Frederick Soddy: ‘Algumas das crenças e lendas herdadas por nós da Antiguidade são tão universal e firmemente estabelecidas que temos nos tornado acostumados a considera-las como sendo quase tão antigas quanto a própria humanidade. Não obstante, somos tentados a perguntar quão longe o fato de que algumas destas crenças e lendas tenham tantas características em comum seja devido ao acaso, e se a similaridade entre elas pode não apontar para a existência de uma civilização antiga, totalmente desconhecida e completamente não suspeitada da qual todos os outros traços tenham desaparecido.’ Quando tal conjuntura é levantada, muitas pessoas pensam em desaparecidas massas ou ilhas de terra, tais como o legendário continente perdido de Atlântida e Lemúria. Um dos contemorâneos do Professor Soddy, contudo, tomou uma abordagem diferente e especulou que sociedades extraterrestres estavam envolvidas na pré história da Terra. Este contemporâneo controvertido do Dr. Soddy foi Charles Hoy Fort (1867-1923). Charles Fort talvez seja o primeiro escritor do século X a sugerir que extraterrestres tem estado envolvidos nos assuntos humanos. Fort se apoiou em uma pequena herança e passou muitos anos de sua vida adulta reunindo relatos de fenômenos não usuais de jornais científicos, jornais e revistas. As histórias que ele coletou eram de tais eventos como luzes não usuais se movendo no céu, “chuvas de animais” e outras ocorrências que pareciam desafiar a convencional explicação científica. O primeiro de seus dois livros, “The Book of the Damned” (1919) e a seguir “New Lands” (1923), contêm uma grande variedade de avistamentos UFO e fenômenos relacionados dos séculos XIX e início do século X. Fort concluiu que os céus da Terra estavam hospedando um conjunto de naves extraterrestres, que ele chamou de “superconstruções’. Fort desenvolveu outras teorias de suas pesquisas, várias das quais tem permanecido e ainda permanecem provocantes hoje. Em “The Book of the Damned”, ele escreveu: “Penso que somos propriedade. Devo dizer que pertencemos a algo: que uma vez no tempo, esta Terra não era a terra de Homem Algum, que outros mundos exploraram e colonizaram aqui e lutaram entre eles pela posse, mas que agora é possuída por algo: que algo possui esta Terra e todos os outros estão avisados.” Fort concluiu que a raça humana não tenha um status muito alto em relação aos proprietários extraterrestres. Ao se dirigir ao enigma de “porque eles [os proprietários da Terra] não tem vindo aqui, ou estão aqui, abertamente, ele filosofou: ‘que tal se fôssemos sofisticados porcos, gansos, gado?” Seria sábio estabelecer relações diplomáticas com a galinha que agora funciona, satisfeita com o mero senso de obtenção de um meio de compensação? Além de ligar a raça humana a um rebanho auto-satisfeito, Fort acreditava que uma influência direta sobre os assuntos humanos estava sendo exercida pelos aparentes proprietários da Terra: “Suspeito que, afinal, sejamos úteis, que entre os reclamantes contestadores, o ajustamento tenha ocorrido, ou que algo agora tenha um direito legal sobre nós, pela força, ou por ter pago os análogos das contas por nós para os antigos e mais primitivos proprietários, que tudo isso tem sido sabido, talvez por eras, um culto ou ordem, membros que funcionam como líderes para o resto de nós, ou como escravos ou supervisores superiores, nos dirigindo de acordo com as direções recebidas de Alguém mais, em nossa misteriosa utilidade.” Fort não especulou que misteriosa utilidade possa ser esta, exceto ao brevemente sugerir que os humanos podem ser escravos. Em uma veia mais leve, Fort pensou que a Terra tem tido uma pré história muito viva e colorida:

(Parte 1 de 10)

Comentários