comportamento e bem estar - Barbosa Filho, 200

comportamento e bem estar - Barbosa Filho, 200

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Estado de São Paulo – Brasil Dezembro – 2004

Dissertação apresentada à Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo, para obtenção de título de Mestre em Agronomia, Área de Concentração: Física do Ambiente Agrícola.

JOSÉ ANTONIO DELFINO BARBOSA FILHO Engenheiro Agrícola

Orientador: Prof. Dr. IRAN JOSÉ OLIVEIRA DA SILVA

Estado de São Paulo – Brasil Dezembro – 2004

Dissertação apresentada à Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo, para obtenção de título de Mestre em Agronomia, Área de Concentração: Física do Ambiente Agrícola.

“Levanta o olhar de tua inteligência, usa dos olhos como homem que és, coloca-os no céu e na terra, nas belezas do firmamento, na fecundidade do solo, no vôo das aves, no nado dos peixes, na vitalidade das sementes, na ordenada sucessão dos tempos, põe os olhos nas obras, olha o que vês e eleva-te ao que não vês”. Agostinho, Santo – Sermão 126,3.

Aos meus pais e avós que tanto lutaram para a realização de mais este sonho.

AGRADECIMENTOS A Deus, pela oportunidade e saúde para alcançar mais esta meta;

À Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, e ao curso de Pósgraduação em Física do Ambiente Agrícola pelas oportunidades oferecidas;

Ao Professor Dr. Iran José Oliveira da Silva, pela orientação e amizade durante a execução deste trabalho;

Aos Professores Dr. Antonio Augusto Domingos Coelho e Dr. Vicente José Maria Savino, pelas sugestões e apoio durante a realização deste trabalho;

Aos Professores Dr. Luiz Roberto Angelocci e Dra. Kelly Botigeli Sevegnani, pelas sugestões feitas para enriquecer este trabalho;

À Professora Dra. Sônia Maria Piedade, pelo auxílio na elaboração e execução das análises estatísticas;

Ao Professor Dr. Douglas Emygdio de Faria, pelo empréstimo dos materiais utilizados na realização das análises dos ovos.

Ao Professor Dr. Julio Marcos Melges Walder e à técnica de laboratório Clarice Matraia, do CENA/USP, pela realização das análises de colorimetria;

Aos amigos Marco Aurélio N. da Silva, Flávio Henrique A. Silva, Caio José

Mortari da Silva, Anrelita P. Martins e Edival Correr, pela grande contribuição em todas as etapas deste trabalho.

À amiga Márcia Nalesso C. Harder pela colaboração nas análises de colorimetria.

À colega de trabalho Sulivan P. Alves e aos estagiários Luis Briquezi e Jéferson Bernard, pela ajuda nas prévias desta pesquisa;

Aos colegas do Núcleo de Pesquisa em Ambiência, pela amizade e apoio direto e indireto na realização deste trabalho.

Aos meus irmãos João Paulo, Ana Amélia e Ana Beatriz, pela amizade e confiança.

indispensáveis durante todo este tempo

Aos amigos Emerson, Ademar, Lucas e Heiko, pelo apoio e ajuda

À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, pela concessão da bolsa de estudos.

SUMÁRIO Página

LISTA DE FIGURASix
LISTA DE TABELASxii
RESUMOx iv
SUMMARYx vi
1 IN TRODUÇÃO1
2 R EVISÃO DE LITERATURA4
2.1 Ambiência para aves de postura4
2.2 R espostas fisiológicas6
2.3 Qu alidade dos ovos8
2.4 Comportamento avícola9
2.5 R espostas comportamentais1
2.6 Postura em cama e ninho12
2.7 Avicultura de precisão14
3 MATERIAL E MÉTODOS17
3.1 Local de desenvolvimento da pesquisa17
3.2 Ani mais18
3.3 Fotope ríodo19
3.4 Mor talidade19
3.5 Tr atamentos19
3.5.1 Exposição das aves ao ambiente controlado19
3.5.2 Sistemas de criação20
3.5.3 Caracterização dos sistemas de criação20
3.6 Parâ metros avaliados2
3.6.1Parâmetros climáticos2
3.6.2.1 Indece de temperatura e umidade (THI)23
3.6.2.2 Entalpia24
3.6.3 Parâmetros fisiológicos24
3.6.4 Parâmetros comportamentais24
3.6.5 Ssitema de marcação das aves27
3.6.6 Consumo de água e ração28
3.6.7 Níveis de amônia28
3.7 Parâmetros de qualiade dos ovos29
3.7.1 Peso dos ovos29
3.7.2 Gravidade específica29
3.7.3 Unidade Haugh30
3.7.4 Indice de gema31
3.7.5 Pocentagem de constituintes32
3.7.6 Espessura da casca32
3.7.7 Porosidade da casca3
3.7.8 Colorimetria da gema3
3.7.9 Qualidade visual dos ovos3
3.8 Ov oscopia3
3.9 Ava liação microbiológica34
3.10 De lineamento experimental35
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO36
4.1 Parâ metros climáticos36
4.2 Indices de conforto térmico39
4.2.1 Indice de temperatura e umidade (THI)39
4.2.2 Entalpia40
4.3 Parâ metros fisiológicos42
4.3.1 Temperatura retal e freqüência respiratória42
4.4 Consumo de água e ração4
4.5 Parâ metros comportamentais47
de criação “cama+ninho”47
4.5.3 Expressão dos comportamentos para o sistema de criação em gaiolas51
4.5.4 Expressão dos comportamentos x Condição ambiental52
conforto e sistema de criação em cama65
estresse e sistema de criação em cama68
4.6 Avaliação da técnica de análise de imagenes utilizada72
4.7 Níveis de amônia dentro da câmara74
4.8 Mor talidade75
4.9 Parâmetros de qualidade dos ovos75
4.9.1 Peso dos ovos76
4.9.2 Gravidade específica78
4.9.3 Unidades Haugh79
4.9.4 Porcentagem de constituintes80
4.9.5 Espessura da casca84
4.9.6 colorimetria da gema86
4.9.7 Indice de gema87
4.9.8 Porosidade da casca8
4.9.9 Qualidade visual dos ovos89
4.9.10 Contaminação dos ovos91
5 C ONCLUSÕES93
ANEXOS95

LISTA DE FIGURAS Página

1 Divisão da câmara climática em dois boxes e uma bateria de gaiolas17
2 Croqui da vista horizontal e vertical da câmara climática18
3 Dimensões das gaiolas (cm), planta baixa e corte transversal21
4 Dimensões dos ninhos (cm), planta baixa e corte transversal21
1,70m (a) e 0,5m (b) de altura com relação ao piso da câmara climática2

5 Detalhe de duas mini estações meteorológicas instaladas respectivamente a

pintura do dorso das aves25

6 Sistema de marcação individual para a analise de imagens por meio da

computador equipado com placa de captura e software para imagens (b)25
8 Recipientes com as soluções salinas (a) e ovos sendo avaliados (b)30
9 Avaliação da unidade “Haugh” dos avos31

7 Câmeras de vídeo instaladas no teto da câmara climática (a) e tela do

(m) com paquímetro (b)31

10 Medida da altura da gema (m) com micrometro (a) e do diâmetro da gema

espessura (m) da casca (b)32
12 Esquema do ovoscópio utilizado na pesquisa34

1 Micrometro de precisão para medidas de espessura (a) e medida da

de adaptação em câmara climática para a condição de conforto36

13 Médias de temperatura de bulbo seco e umidade relativa, durante o período

14 Médias de temperatura de bulbo seco e umidade relativa, durante o período de adaptação em câmara climática para a condição de estresse...................... 37

de registro de dados em câmara climática para a condição de conforto37

15 Médias de temperatura de bulbo seco e umidade relativa, durante o período

de registro de dados em câmara climática para a condição de estresse38

16 Médias de temperatura de bulbo seco e umidade relativa, durante o período

superior de conforto do índice39

17 Valores de THI em câmara climática na condição de conforto (THIreal) e a faixa considerada ideal para aves, com os respectivos limites, inferior e

limites, inferior e superior de conforto do índice40

18 Índice de temperatura e umidade em câmara climática na condição de estresse (THIreal) e a faixa considerada ideal para aves, com os respectivos

19 Valores de Entalpia em câmara climática para a condição de conforto (Entalp.

inferior e superior de conforto41

Real) e a faixa considerada ideal para aves, com os respectivos limites,

20 Valores de Entalpia em câmara climática para a condição de estresse (Entalp.

superior de conforto41

Real) e a faixa considerada ideal, com os respectivos limites, inferior e

ambientais e sistema de criação42

21 Valores de Temperatura retal (TR), em função das linhagens, condições

condições ambientais e sistemas de criação4

2 Valores de consumo de água e temp. média da água em função das

ambientais e sistema de criação46

23 Valores médios de consumo de ração em função das linhagens, condições

Brown no período da manhã para a condição de conforto65

24 Tempo médio gasto na expressão dos comportamentos da linhagem Hy-Line

W36 no período da manhã para a condição de conforto6

25 Tempo médio gasto na expressão dos comportamentos da linhagem Hy-Line

Brown no período da tarde para a condição de conforto6

26 Tempo médio gasto na expressão dos comportamentos da linhagem Hy-Line 27 Tempo médio gasto na expressão dos comportamentos da linhagem Hy-Line

W36 no período da tarde para a condição de conforto67
Brown no período da manhã para a condição de estresse69

28 Tempo médio gasto na expressão dos comportamentos da linhagem Hy-Line

W36 no período da manhã para a condição de estresse69

29 Tempo médio gasto na expressão dos comportamentos da linhagem Hy-Line

Line Brown no período da tarde para a condição de estresse70

30 Média de tempo gasto na expressão dos comportamentos da linhagem Hy-

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