Futuro relativo

Autor | DenissonFelipe Fernandes da Silva

Resumo

Em base na teoria da relatividade e no Paradoxo do avô. Mostrarei neste artigo que uma pessoa pode ter dois futuros dependendo do ponto referencial em outras palavras dependendo do observador.

Aluno do 9º Ano do Ensino Fundamental; interessado em Matemática, Computação e Física e possui superdotação em Exatas. Atualmente, está estudando as linguagens de programação Java e Pascal, os Futuros Relativos e os Fótons da Matéria

Brasília, 1º de Setembro de 2012

Introdução

Um exemplo de uma situação relativa e quando estamos dirigindo um carro. A pessoa que esta dirigindo esta parada em relação ao carro mais a pessoa em relação ao observado da calçada esta em movimento, isto e reatividade.

PARADOXO DO AVO

E o paradoxo do avô acontece da seguinte maneira: uma pessoa viaja para o passado e mata o seu avô antes dele conhecer a sua esposa, que é a avó dessa pessoa. Dessa maneira, a existência dessa pessoa torna-se impossível. Bom mais este paradoxo diz que mesmo voltando para o passado não tem como mudá-lo então e impossível muda o passado.

FUTURO RELATIVO

O futuro relativo acontece da seguinte maneira: supomos que um menino chamado Lucas tem dois amigos chamados de Felipe e David. No futuro do Lucas ele vai conhece em 2014 uma menina chamada Leticia e em 1017 ele vai ter um filho com ela. Lembrando este e o futuro de Lucas. Na velocidade da luz David viaja para 2017 lá no futuro e David ver Lucas com um filho de Leticia. E o Felipe viaja na velocidade da luz para 2014 quando Lucas ira conhece Leticia mais Felipe faz com que Lucas nunca conheça Leticia, então Lucas nunca terá um filho com Leticia, e quando Felipe tive em 2017 vera que Lucas nunca conheceu Leticia e muito menos teve um filho com ela. Mais já David vera que Lucas conheceu Leticia e teve um filho com ela .O David vera que Lucas conheceu e teve um filho com Leticia por que o passado dele nunca muda e o Felipe vera que Lucas nuca conheceu e não teve um filho com Leticia por que o passado dele também não muda.

Formula no plano cartesiano:

A=(x,y); B=(c,h); A,B=(x,y) + (c,h); E=F; C=A(X+1=Z)=(Z,Y)

A; onde A esta.

B; onde B esta

A,B; onde A e B se juntam

E; E, esta no futuro em A,B

C;C, desvia o futuro de A fazendo com que A não se ajunte com B.

Exp.

A=(5,4) B=(3,5)

A,B(5+4),(3+5)

E=A,B

C=A(5+1=6)=(6,4)

Agora e só coloca no plano cartesiano

Imagem do futuro relativo

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