Queixas mais comuns na atenção básica

Queixas mais comuns na atenção básica

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ATENÇÃO BÁSICA de

ACOLHIMENTO A DEMANDA ESPONTÂNEA Queixas mais comuns na Atenção Básica

CADERNOS de A TENÇÃO BÁSICA

Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde w.saude.gov.br/bvs

Volume I

ACOLHIMENTO A DEMANDA ESPONTÂNEA Queixas mais comuns na Atenção Básica

Brasília – DF 2012

ACOLHIMENTO À DEMANDA ESPONTÂNEA Queixas mais comuns na Atenção Básica

Brasília – DF 2012

Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica

ACOLHIMENTO À DEMANDA ESPONTÂNEA Queixas mais comuns na Atenção Básica

Cadernos de Atenção Básica, n. 28, Volume I

Brasília – DF 2012

© 2012 Ministério da Saúde. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial. A responsabilidade pelos direitos autorais de textos e imagens desta obra é da área técnica. A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada na íntegra na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde: <http://w.saude.gov.br/bvs>.

Tiragem: 1ª edição – 2012 – 35.0 exemplares

Elaboração, distribuição e informações: Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica SAF Sul, Quadra 2, lotes 5/6 Edifício Premium, bloco 2, subsolo CEP: 70070-600 – Brasília/DF Tels.: (61) 3315-9090 / 3315-9044 Site: <w.saude.gov.br/dab> E-mail: dab@saude.gov.br

Editor Geral: Claunara Schilling Mendonça Hêider Aurélio Pinto

Coordenação Técnica Geral: Alexandre de Souza Ramos Nulvio Lermen Junior Patrícia Sampaio Chueiri

Editor Técnico:

Juliana Oliveira Soares Patrícia Sampaio Chueiri

Revisão Técnica: Alexandre Borges Fortes Alexandre Medeiros de Figueiredo Daniel Knupp Felipe de Oliveira Lopes Cavalcanti Felipe Proenço de Oliveira Guadalupe Sales Ferreira Guilherme Nabuco Machado Hozana Reis Passos Iara de Oliveira Lopes Janaina Rodrigues Cardoso João Batista Cavalcanti Filho Juliana Oliveira Soares Leonardo Augusto Esteves Lopes de Oliveira Luciano Bezerra Gomes Marco Túlio Aguiar Mourão Ribeiro Patricia Sampaio Chueiri Ricardo César Garcia Amaral Filho Ricardo de Sousa Soares Waleska Holst Antunes

Autores: Adriana de Souza Kuchenbecker Adriana Mello Barotto Adriana Vieira Cardozo

Ficha Catalográfica

Acolhimento à demanda espontânea : queixas mais comuns na Atenção Básica / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à
288 p. : il. – (Cadernos de Atenção Básica n. 28, Volume I)
ISBN
1. Atenção básica. 2. Promoção da saúde. I. Título. I. Série.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2012.

CDU 614 Catalogação na fonte – Coordenação-Geral de Documentação e Informação – Editora MS – OS 2012/0110

Títulos para indexação: Em inglês: Humanized reception of patients without an appointment: the most common complaints in spontaneous demand of basic attention Em espanhol: Acogida a la demanda espontánea: las quejas más comunes en la demanda espontánea de atención básica

Alexandre Borges Fortes Ana Cláudia Santos Chazan Arthur Mendes Caroline Moreira Bazzana

Circe Maria Jandrey Djanira Martins de Andrade Eliete Magda Colombeli Elisandrea Sguario Fernanda Plessmann de Carvalho Felipe Proenço Gisele Lima Nogueira Soler Gizelle Ribeiro Rodrigues Alves Juliana Oliveira Soares Juliana Stradiotto Steckert Kalystonia de Almeida da Silva Luciana Calado Pires de Carvalho Marlene Zannin Mônica de Cássia Firmida Nulvio Lermen Júnior Patrícia Sampaio Chueiri Paulo de Nóvoa Cardoso Rejane Bezerra De Lima Samira Barrentin Nacif Tiago Sousa Neiva Wagner Afonso Teixeira Walter Domingos de Matos Costa

Waleska Holst Antunes

Apoio: Associação Brasileira dos Centros de Informação e Assistência Toxicológicas e

Toxicologistas Clínicos – Abracit Coordenação – Geral de Urgência e

Emergência – Ministério da Saúde Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade – SBMFC

Coordenação Editorial:

Antônio Sergio de Freitas Ferreira Marco Aurélio Santana da Silva

Diagramação e Projeto Gráfico: Roosevelt Ribeiro Teixeira

Normalização: Delano de Aquino Silva – Editora MS Marjorie Fernandes Gonçalves – MS

Revisão:

Eveline de Assis – Editora MS Khamila Silva – Editora MS Mara Soares Pamplona – Editora MS

Marcia Medrado Abrantes – Editora MS

Impresso no Brasil / Printed in Brazil

Quadro 2 – Esquema de rifampicina indicado por etiologia3
Quadro 3 – Analgésicos para o tratamento agudo das cefaleias de fraca intensidade36
Quadro 4 – Analgésicos para o tratamento agudo das cefaleias de moderada intensidade36
Quadro 5 – Analgésicos para o tratamento agudo das cefaleias de forte intensidade36
Quadro 6 – Medicamentos usados na crise de migrânea em crianças e adolescentes37
Quadro 7 – Classificação de crises40
Quadro 8 –Causas de crises epilépticas segundo a idade41
Quadro 9 – Fármacos que podem causar crises epilépticas42
Quadro 10 – Informações importantes da história clínica43
Quadro 1 – Drogas antiepilépticas (DAE)4
Quadro 12 – Principais indicações DAE45
Quadro 13 – Condutas na crise epiléptica48
Quadro 14 – Classificação da diarreia segundo a duração dos sintomas56
Quadro 15 – Principais etiologias da diarreia57
Quadro 16 – Principais sinais para a avaliação do grau de desidratação57
Quadro 17 – Planos de tratamento para a desidratação57
Quadro 18 – Contraindicações da TRO58
Quadro 19 – Fase rápida de expansão59
Quadro 20 – Antimicrobianos sugeridos para o tratamento da diarreia60
Quadro 21 – Achados clínicos. Uso de medicações. Uma das causas mais frequentes de náuseas e vômitos61
Quadro 2 – Referências para o diagnóstico de taquipneia em crianças63
Quadro 23 – Classificação de pneumonia em crianças64

Quadro 1 –Sinais de alerta do paciente com queixa de cefaleia................................................................................................32

> dois meses (via oral) e adultos65
Quadro 25 – Classificação da intensidade da exacerbação da asma – criança e adulto67
Quadro 26 – Dose habitual das medicações para o tratamento de exacerbações da asma em adultos68
Quadro 27 – Apresentação clínica dos quadros de ITU, por grupo etário7
Quadro 28 – Tratamento farmacológico de ITU7
Quadro 29 – Tratamento farmacológico de prostatite78
Quadro 30 – Classificação do abdome agudo segundo a natureza do processo determinante93
Quadro 31 – Causas abdominais e extra-abdominais de abdome agudo94
Quadro 32 – Fatores que indicam alto risco em dor abdominal96
Quadro 3 – Causas mais prováveis de dor abdominal segundo a sua localização97
Quadro 34 – Tratamento ambulatorial9
Quadro 35 – Diagnóstico diferencial de dor abdominal aguda em crianças segundo a faixa etária100
Quadro 36 – Causas de otalgia103
Quadro 37 – Fatores de risco para diagnósticos de pior prognóstico em pacientes com otalgia104
Quadro 38 – Antibioticoterapia em adultos com OMA108
Quadro 39 – Achados clínicos e epidemiológicos dos diagnósticos diferenciais de faringite infecciosa112
Quadro 40 – Prevenção primária da febre reumática (tratamento da tonsilofaringite estreptocócica)113
Quadro 41 – Origens da dor lombar116
Quadro 42 – Sinais de alerta para a avaliação de pessoas com lombalgia117
Quadro 43 – Diagnóstico diferencial118
Quadro 4 – Medicamentos utilizados para o tratamento da dor lombar120
Quadro 45 – Causas comuns de dor torácica aguda122
Quadro 46 – Classificação da pressão arterial de acordo com a medida casual no consultório (> 18 anos)130

Quadro 24 – Posologia dos principais antimicrobianos para o tratamento ambulatorial de pneumonia em crianças com idade LISTA DE QUADROS

Quadro 48 – Principais fármacos usados em crises hipertensivas133
Quadro 49 – Síndromes tóxicas138
Quadro 50 – Antídotos e fármacos utilizados nas intoxicações141
Quadro 51 – Localização dos Centros de Informação e Assistência Toxicológica (CIATs)149
Quadro 52 – Esquema para a profilaxia da raiva humana com vacina de cultivo celular154
Quadro 53 – Fatores predispodentes de RS167
Quadro 54 – Sinais sugestivos de rinossinusite bacteriana168
Quadro 5 – Gravidade dos sinais e sintomas na sinusite bacteriana aguda170
Quadro 56 – Antibióticos para o tratamento da rinossinusite aguda171
Quadro 57 – Complicações das rinossinusites orbitárias, intracranianas e ósseas171
Quadro 58 – Dosagem por peso e frequência diária176
Quadro 59 – Características para distinguir a causa da vertigem entre periférica e central186
Quadro 60 – Tratamento farmacológico para o alívio sintomático agudo das vertigens188
Quadro 61 – Fármacos utilizados para o tratamento de enfermidades odontológicas206
Quadro 62 – Olho vermelho: diagnóstico etiológico e conduta213
Quadro 63 – Efeitos da alcoolemia (CAS) sobre o corpo humano220
Quadro 64 – Clinical Institute Withdrawal Assessment for Alcohol, Revised (CIWA-Ar)2
Quadro 65 – Quadro de doses e efeitos adversos dos antidepressivos de mais fácil acesso na rede básica233

Quadro 47 – Orientações gerais para as equipes de Atenção Primária à Saúde de manejo dos tipos de alterações pressóricas.....132

acesso na Rede Básica235
Quadro 67 – Guia Prático de Matriciamento em Saúde Mental236
Quadro 68– Guia Prático de Matriciamento em Saúde Mental............................................................................................236

Quadro 6 – Doses e efeitos adversos dos fármacos utilizados no tratamento dos transtornos de ansiedade e de mais fácil Quadro 69 – Resumo dos principais componentes de SBV para adultos, crianças e bebês..........................................................254

atendimento da demanda espontânea........................................................................................................................23
Figura 2 – Fluxograma de atendimento por classificação de risco/vulnerabilidade aos casos de reação anafilática28
Figura 3 – Escala de expressão facial e sua representação numérica30

Figura 1 – Fluxograma para a organização do processo de trabalho das equipes de atenção primária para o

atendimento devido a quadro de cefaleia39

Figura 4 – Fluxograma para o atendimento com classificação de risco/vulnerabilidade dos pacientes que procuram

do paciente com epilepsia ou em crise47
Figura 6 – Causas, sinais/sintomas e manejo da hiperglicemia54

Figura 5 – Fluxograma e algoritmo que abordam o atendimento com classificação de risco/vulnerabilidade

procuram atendimento por demanda espontânea5

Figura 7 – Fluxograma para o atendimento com classificação de risco/vulnerabilidade dos pacientes diabéticos que

atendimento devido à queixa de diarreia ou de vômito62
Figura 9 – Algoritmo 1: manejo da exacerbação da asma69
Figura 10 – Aparelho Peak Flow70
Figura 1 – Valores normais para interpretação do PFE72

Figura 8 – Fluxograma para o atendimento com classificação de risco/vulnerabilidade dos pacientes que procuram

atendimento devido à queixa de dispneia74

Figura 12 – Fluxograma para o atendimento com classificação de risco/vulnerabilidade dos pacientes que procuram

(Parte 1 de 11)

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