Projeto de Lajes Maciças

Projeto de Lajes Maciças

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Revestimento: O revestimento da laje é de argamassa de cal, cimento e areia

Carga Permanente ():

3.3.2. Carga Acidental () Sobrecarga:

Observação: A carga total calculada acima é válida para todas as lajes, exceto para a laje L9, pois, nesta, além do carga já calculada, temos que considerar um reservatório de 1000 litros, assim, temos a segunite relação:

Os vãos efetivos da laje L9 são:

Assim o carregamento gerado pelo reservatório na laje L9 é:

3.3.4. Resumo do carregamento nas lajes

Tabela 9 - Carregamentos atuantes nas lajes

3.4. Reações de apoio

O cálculo das reações de apoio das lajes foi feito seguindo as tabelas de PINHEIRO (2007). As tabelas fornecem coeficientes adimensionais, que são: , , e .

As reações de apoio são obtidas da seguinte forma:

Laje L3:

Para entrarmos na tabela, temos:

A laje L3, tem 2 bordas adjascentes apoiadas e 2 bordas engastadas, se encaixando no “caso 3”. Assim, entrando na tabela 2.2a (PINHEIRO, 2007), obtemos os seguintes coeficientes:

Tabela 10 - Coeficientes para a obtenção das reações Assim, temos:

As demais lajes foram calculadas de maneira análoga, com o auxílio do software Excel.

3.4.1. Apresentação das reações das lajes

Tabela 1 - Reações de apoio das lajes

3.5. Momentos Fletores

O cálculo dos momentos fletores atuantes nas lajes foi feito seguindo as tabelas de PINHEIRO (2007). As tabelas fornecem coeficientes adimensionais, que são: , , e

. Os momentos fletores atuantes são obtidos da seguinte forma:

Laje L3:

Para entrarmos na tabela, temos:

A laje L3, tem 2 bordas adjascentes simplesmente apoiadas e 2 bordas engastadas, se encaixando no “caso 3”. Assim, entrando na tabela 2.3a (PINHEIRO, 2007), obtemos os seguintes coeficientes:

Tabela 12 - Coeficientes para a obtenção dos momentos Assim, temos:

As demais lajes foram calculadas de maneira análoga, com o auxílio do software Excel.

3.5.1. Apresentação dos momentos fletores nas lajes

Tabela 13 - Momentos fletores atuantes nas lajes

3.5.2. Compatibilização dos momentos de engaste As lajes que apresentaram momentos na mesma extremidade foram as seguintes:

i) L6; i) L11; i) L12.

Sendo que os vínculos se deram da seguinte forma: a) L6 – L12; b) L11 – L12. Dessa forma, temos: a) L6 – L12:

Tabela 14 - Compatibilização entre os momentos fletores negativos das lajes L6 e L12 b) L11 – L12:

Tabela 15 - Compatibilização entre os momentos fletores negativos das lajes L11 e L12

3.6. Disposições construtivas

Diâmetro das barras: A NBR 6118:2003 prescreve que, para lajes, qualquer barra da armadura de flexão deve ter diâmetro de no máximo 1/8 da espessura da laje, isto é:

Assim, para todas as lajes (a espessura das lajes é uma só e igual a 10 cm), teremos:

Espaçamento máximo:

Para armadura principal, que são: Negativas;

Positivas na direção do menor vão, para lajes com ;

Positivas nas duas direções, para .

Assim, para todas as lajes (a espessura das lajes é uma só e igual a 10 cm), dessa forma, , logo:

Para armadura secundária, que são: Positivas na direção do maior vão, para lajes com ;

Negativas perpendiculares às principais (armaduras de distribuição).

Espaçamento mínimo:

O espaçamento mínimo deve ser respeitado por fins construtivos (passagem do vibrador).

Armadura mínima: Armadura negativa e armadura positiva para :

Armaduras positivas para : Armaduras de distribuição:

3.7. Dimensionamento das armaduras

Para o cálculo das armaduras, foi utilizada a tabela 1.1 de PINHEIRO (2007) de acordo com a NBR 6118:2003.

Aço CA50; Concreto C35;

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