Ernest Gombrich

Ernest Gombrich

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ

TEORIA DA ARTE

Prof.ª FÁTIMA

ACADÊMICAS:

MYLA NUNES

SAMILE BRITO

ERNST HANS GOMBRICH

ERNST HANS GOMBRICH

  • Ernst Hans Josef Gombrich (Viena, 30 de março de 1909 — Londres, 3 de novembro de 2001) foi um dos mais célebres historiadores da arte do século XX.

  • É o autor de um dos livros mais populares dentre os adotados pelas instituições de ensino de História da Arte, em vários países: The Story of Art (A História da Arte), publicado pela primeira vez em 1950 em Londres e, desde então, com numerosas reedições e traduções.

Biografia

  • Nasceu em Viena, ainda na época do Império Austro-Húngaro, numa família de origem judaica, que fazia parte de um sofisticado meio social e musical. Seu pai era advogado e colega de escola de Hugo von Hofmannsthal; sua mãe era pianista, aluna de Anton Bruckner (ela também conheceu Schoenberg, Mahler e Brahms). Rudolf Serkin era amigo da família.

  • Gombrich foi educado na Escola Secundária Theresianum em Viena, e Universidade de Viena antes de ir à Grã-Bretanha em 1936 onde tornou-se assistente de pesquisa no Instituto Warburg.

  • Durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhou no serviço mundial da BBC, monitorando emissões de rádio alemãs.

Retornou ao Instituto Warburg em novembro de 1945, onde foi nomeado Research Fellow Sênior (1946), Lecturer (1948), Reader (1954), e finalmente professor de história da tradição clássica, e diretor do Instituto (de 1959 até 1972). Foi eleito Fellow da British Academy em 1960, feito Membro do Império Britânico em 1966, cavaleiro em 1972, e membro da Ordem do Mérito em 1988. Foi agraciado com muitas outras honrarias.

  • Retornou ao Instituto Warburg em novembro de 1945, onde foi nomeado Research Fellow Sênior (1946), Lecturer (1948), Reader (1954), e finalmente professor de história da tradição clássica, e diretor do Instituto (de 1959 até 1972). Foi eleito Fellow da British Academy em 1960, feito Membro do Império Britânico em 1966, cavaleiro em 1972, e membro da Ordem do Mérito em 1988. Foi agraciado com muitas outras honrarias.

Obra

  • O primeiro livro de Gombrich foi Eine kurze Weltgeschichte für junge Leser (Uma História do Mundo para jovens leitores), o único livro que não escreveu em inglês, publicado na Alemanha em 1936. Alcançou grande sucesso e foi traduzido em muitas línguas, mas não esteve disponível em inglês até 2005 quando uma tradução de uma edição revisada foi publicada como A Little History of the World.

  • A História da Arte, publicado pela primeira vez em 1950, já em sua 16.a edição, é considerado como um trabalho indispensável de crítica de arte e uma das mais acessíveis introduções às artes visuais. Originalmente dirigido para leitores adolescentes, vendeu milhões das cópias e foi traduzido em mais de 30 línguas.

  • Outros livros incluem Arte e Ilusão(1960), considerado por críticos como seu trabalho mais influente e de maior envergadura, e os artigos reunidos em Meditações sobre um cavalinho de pau(1963) e A imagem e o olho (1981). Outros livros importantes são Aby Warburg: Uma biografia intelectual (1970), O sentido da ordem (1979) e A Preferência pelo primitivo (póstumo, 2002). Uma lista completa de suas publicações foi publicada por J.B. Trapp, E.H. Gombrich: Uma bibliografia em 2000.

  •  

Principal obra: The story of Art ( História da arte)

  • A História da Arte, de Ernst Gombrich (1909/2001), corresponde a um dos empreendimentos literários melhor sucedidos. Propõe-se difundir uma das dimensões fundamentais da cultura geral, sem se preocupar com erudição mas apenas buscando cultivar o hábito de aproximar-se da arte de forma descontraída e respeitosa. O sucesso dessa obra pode ser medido pelo fato de que, desde o seu aparecimento em 1950, mereceu 16 edições na Inglaterra, foi traduzida nas principais línguas e já vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

Não existe uma coisa chamada Arte. Só existem artistas.” E.H.Gombrich

Gombrich começa a introdução criticando uma noção de Arte com A maiúsculo, que é aquele tipo de postura que toma a arte como uma atividade esnobe ou fetiche. Para Gombrich, não existe um jeito errado de se gostar de uma obra de arte. Fazer com que o espectador lembre de alguém ou de algo querido, pela semelhança da representação é algo tão válido quanto outros motivos.

As principais teses de Gombrich poderiam ser resumidas como segue:

  • a) não há razões erradas para gostarmos de um quadro. Podem entretanto existi-las para não gostar;

  • b) a propensão para gostarmos apenas do que é bonito pode se converter num obstáculo se nos levar a rejeitar obras que representam um tema menos atraente;

  • c) gosto e padrões do que é belo variam imensamente. Por isto podemos levar algum tempo para perceber a beleza intrínseca de determinada obra;

d) o artista verdadeiro busca alcançar o equilíbrio correto entre as figuras, uma relação certa que culminasse no todo mais harmonioso;

  • d) o artista verdadeiro busca alcançar o equilíbrio correto entre as figuras, uma relação certa que culminasse no todo mais harmonioso;

e,

  • e) é natural que as pessoas gostem do que aparenta estar próximo da realidade.

Neste sentido observamos que o autor busca introduzir o leitor ao mundo da arte, apresentando desde as pinturas rupestres da pré-história até a arte experimental contemporânea. O desenvolvimento da pintura e da escultura é tratado tendo como pano de fundo os sucessivos estilos de arquitetura. No livro, o autor descreve seu objetivo como sendo o de trazer alguma ordem compreensível à riqueza de nomes, períodos e estilos que preenchem as páginas. Usa a sua percepção da psicologia das artes visuais a fim de fazer o leitor ver a história da arte como uma tela contínua e uma mudança de tradições, em que cada obra reflete o passado e aponta para o futuro.

  • Neste sentido observamos que o autor busca introduzir o leitor ao mundo da arte, apresentando desde as pinturas rupestres da pré-história até a arte experimental contemporânea. O desenvolvimento da pintura e da escultura é tratado tendo como pano de fundo os sucessivos estilos de arquitetura. No livro, o autor descreve seu objetivo como sendo o de trazer alguma ordem compreensível à riqueza de nomes, períodos e estilos que preenchem as páginas. Usa a sua percepção da psicologia das artes visuais a fim de fazer o leitor ver a história da arte como uma tela contínua e uma mudança de tradições, em que cada obra reflete o passado e aponta para o futuro.

Fontes Bibliográficas

  • http://www.institutodehumanidades.com.br/dicionario/historia_da_arte.php

  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Ernst_Gombrich

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