Comandos -eletricos

Comandos -eletricos

(Parte 2 de 7)

• Corrente nominal (In). • Tensão nominal (Vn).

• Resistência de contatos.

• Limitação de corrente.

• Capacidade de ruptura.

• Característica tempo x corrente.

• Influência da temperatura ambiente.

Corrente nominal (In)

Especifica a máxima corrente que o fusível suporta continuamente sem se queimar. Geralmente vem escrita no corpo do componente. Existe um código de cores padronizado para cada valor da corrente nominal. As cores estão numa espoleta indicadora de queima, que se encontra presa pelo elo indicador de queima.

Corrente Cor nominal(A)

Rosa 2 Marrom 4 Verde 6 Vermelho 10 Cinza 16 Azul 20 Amarelo 25 Preto 35 Branco 50 Laranja 63

Tensão nominal (Vn)

Especifica o valor da máxima tensão de isolamento do fusível. É uma característica relacionada com o corpo isolante do dispositivo.

Resistência de contatos

A resistência de contatos entre a base e o fusível é responsável por eventuais aquecimentos porque se opõe à passagem da corrente, podendo causar a queima do fusível.

Limitação de corrente

Sob altas correntes, os fusíveis atuam tão rapidamente que a corrente de impulso de curto-circuito não pode ocorrer. O valor instantâneo máximo da corrente alcançado durante o processo de interrupção denomina-se corrente de corte In. A limitação de corrente é representada, nos catálogos, por meio de diagramas de corrente de corte. (Gráf. 1)

Capacidade de ruptura

É a capacidade que um fusível tem de proteger com segurança um circuito, fundindo apenas seu elo de fusão, não permitindo que a corrente elétrica continue a circular. É representada por um valor numérico acompanhado das letras kA (quiloampêre). (Gráf. 1)

Característica tempo x corrente

A característica tempo x corrente dos fusíveis é representada por um diagrama que relaciona o tempo de fusão com a corrente, em escala logarítma, como indica o gráfico 2.

A curva característica tempo de fusão x corrente é construída, assintoticamente, a partir da corrente mínima de fusão, e a reta de efeito térmico equivalente (I²t) já na faixa de altas correntes de curto-circuito.

O perfil da curva característica depende, principalmente, da dissipação de calor no elemento fusível; na norma VDE 0636 estão definidas faixas de tempo e de corrente dentro das quais essas curvas devem se situar. Tais faixas de tempo e de corrente são necessárias devido à tolerância intrínseca de fabricação.

Pela VOE 0636, as características tempo x corrente admitem tolerância de mais ou menos 7% no eixo da corrente. As curvas características tempo de fusão x corrente, para correntes nominais de 20A, são iguais às curvas de tempo de interrupção x corrente. Para correntes de curto-circuito mais altas, essas curvas separam-se devido aos respectivos tempos de arco, que dependem do fator de potência e, primordialmente, da tensão de operação e da corrente de interrupção. (Gráf. 2)

Exemplo de leitura para fusível rápido Um fusível de 10A não se funde com a corrente de 10A, pois a reta vertical correspondente a 10A não cruza a curva correspondente. Com uma corrente de 20A, o fusível se fundirá em aproximadamente 0,2 segundos. (Gráf. 3)

Influência da temperatura ambiente

Nos catálogos e documentos técnicos estão representadas as características tempo de fusão x corrente médias, levantadas em uma temperatura ambiente de 20°C + 50°C Elas valem para elementos fusíveis não previamente carregados, ou seja, elementos no estado frio. Na prática, porém, os fusíveis são expostos a diversos níveis de temperatura ambiente, que provocam pequenas variações nas características esperadas.

Em alguns tipos de fusíveis (ex: fusível NH Siemens), contudo, temperaturas entre 50°C e +4500 têm influência desprezível sobre as curvas características. Eles podem, ainda, conduzir sua corrente nominal continuamente á temperatura de 55°C, ou no mínimo por 24 horas a 65°C.

Substituição

Não é recomendado o recondicionamento de um fusível, devendo este, ao ser rompido, ser substituído por outro de mesma capacidade.

Dimensionamento

E a escolha de um fusível que preencha as necessárias condições para fazer a proteção de determinado circuito.

A escolha do fusível deve ser feita de tal modo que uma anormalidade elétrica fique restrita a um subcircuito, sem atingir as demais partes do circuito do sistema considerado.

Para dimensionar um fusível deve-se levar em consideração as seguintes grandezas elétricas:

• corrente nominal do circuito; • corrente de curto-circuito; tensão nominal.

São dispositivos com a finalidade de interromper ou estabelecer momentaneamente, por impulso, um circuito de comando, para iniciar, interromper ou continuar um processo de automação. (Fig. 2.1)

Simbologia

Constituição básica

Os botões de comando são compostos, basicamente, por um elemento frontal de comando (cabeçote) e um bloco de contatos.

Elemento frontal de comando

E o elemento de acionamento do botão de comando, fabricado com diversos tipos de acionamentos para atender à enorme faixa de aplicação das botoeiras. Tipos de elemento frontal de comando: • normal;

• saliente;

• cogumelo;

• comutador de posições;

• comutador com Chave Yale.

Normal - Utilizado nos comandos elétricos em geral. E um botão de longo curso e praticamente inexiste a possibilidade de manobrá-lo acidentalmente. Normal faceado simples - Possui somente um dispositivo para acionamento. (Fig. 2.3)

Normal faceado duplo - Tem dois dispositivos para acionamento, um botão verde (liga) e um botão vermelho (desliga) e, em alguns casos, um dispositivo de sinalização luminoso, que acenderá ao acionarmos o botão verde.

Este tipo de elemento pode ser encontrado com ligações internas, que facilitam a sua conexão aos circuitos de comando. Os fabricantes fornecem, no corpo do componente, o diagrama de ligação. (Fig. 2.4)

Saliente - Sua construção torna o acionamento mais rápido, porém oferece a possibilidade de manobra acidental se não tiver guarnição. (Fig. 2.5)

Saliente com guarda total - Tem uma guarnição que impede a ligação acidental. (Fig. 2.6)

Cogumelo - Normalmente se destina a interromper circuitos em caso de emerg&icia. (Fig. 2.7)

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