Comandos -eletricos

Comandos -eletricos

(Parte 3 de 7)

Comutador de posições - Eremento que se mantém na posição selecionada pelo operador. Poderá ser com manopla ou alavanca. (Fig. 2.8)

Comutador com Chave Yale - Indicado para comando de circuitos no qual a manobra deve ser executada somente pelo operador responsável. (Fig. 2.9)

Alguns tipos de botões de comando podem ser dotados de um elemento de sinalização luminosa interna, que acenderá quando acionarmos o dispositivo, sinalizando a operação. Códigos decores - Os botões de comando são fabricados segundo um código internacional de cores, o que facilita a identificação do regime de funcionamento das maquinas comandadas pelos mesmos. O quadro a seguir mostra as cores e a indicação de suas funções.

Bloco de contatos

Elemento constituído de um corpo isolante, contatos móveis, fixos e bornes para conexões. (Fig. 2.10)

Corpo isolante - Serve para envolver os contatos e sustentar os bornes para conexões. É feito de material termoplástico (isolante) de boa resistência mecânica. Contatos - São elementos responsáveis pela continuidade da corrente elétrica no circuito. Os contatos são, normalmente, em forma de pastilha de liga de prata, elemento que assegura baixa resistência de contatos (normalmente menor ou

igual a 0,0202 quando é novo). Alguns fabricantes fornecem, sob encomenda, contatos com banho de ouro.

Bornes para conexões - São elementos que estabelecem a ligação dos condutores aos contatos fixos. (Fig. 2.1)

Observação

Atua/mente, os botões de comando são fabricados de forma que podemos inserir mais blocos de contatos NA e NF de acordo com as necessidades do circuito. Os blocos de contatos são acessórios disponíveis no mercado de componentes elétricos.

Botão de comando de impulsão-É aquele no qual o acionamento é obtido pela pressão do dedo do operador no cabeçote de comando. A impulsão pode ser:

• livre, sem retenção; • com retenção.

Livre, sem retenção - Quando o operador cessa a força externa, o botão retorna à posição desligada ou de repouso.

Com retenção - Quando pressionado, mantém-se na posição até um novo acionamento.

Botoeira com travamento

• Travamento elétrico. • Travamento mecânico.

Travamento elétrico

Quando o botão A for pulsado, o botão B estará impossibilitado de estabelecer o circuito (a - a1), ficando interrompido pelo botão A; o mesmo ocorre quando B é pulsado, isto é, b - b1 ficam interrompidos pelo botão B. (Fig. 2.12)

Travamento mecânico

Pulsando-se o botão A, os contatos do botão B ficarão travados mecanicamente e impossibilitados de ligar O mesmo ocorre com o botão A, quando A é acionado. (Fig. 2.13)

Características elétricas

• Corrente nominal. • Tensão nominal.

Corrente nominal

Os botões de comando são fabricados para valores de corrente nominal relativamente pequenos, normalmente entre 0,1 a 25A de corrente nominal e 1 a SOA para corrente de ruptura.

Tensão nominal

A tensão de isolação dos botões de comando varia entre 24V e 550V. Outra característica é a tensão deteste, que corresponde â resistência desolação do botão pôr um tempo reduzido. A tensão de teste é cinco vezes maior que a tensão nominal.

Chave que opere em função de posições predeterminadas, atingidas por uma ou mais partes móveis do equipamento controlado (NBR 5459). (Fig. 3.1)

Simbologia

Constituição

É basicamente composta por um corpo (carcaça), bloco de contatos e um elemento de acionamento (cabeçote).

Corpo

Elemento responsável pela proteção mecânica dos contatos e bornes. Serve como suporte de fixação do elemento de acionamento. É fabricado por diferentes tipos de materiais, de modo que possa oferecer elevada resistência mecânica, e trabalha em temperaturas variadas. (Fig. 3.3)

Bloco de contato

Responsável pelo acionamento elétrico do circuito de comando, quando acionado mecanicamente pelo cabeçote. As chaves fim de curso admitem uma grande variedade de contatos NA e NF, de acordo com o sistema de acionamento elétrico.

Exemplo

1 NA + 1 NA, 3 NA + 1 NF, 2 NA + 2 NF etc., sendo sua função programada de acordo com a necessidade.

Sistemas de contato

• Contatos simples ou por impulso. • Contatos instantâneos.

• Contatos prolongados.

Contatos simples ou pôr impulso - Têm um estágio intermediário entre a operação dos contatos NF e NA, dependente da velocidade de atuação. (Fig. 3.4)

Contatos instantâneos - Não têm estágio intermediário entre a operação dos contatos NF e NA. A abertura e fechamento dos contatos não depende, portanto, da velocidade de atuação. (Fig. 3.5)

Contatos prolongados - São usados para situações especiais (específicas).

Exemplo

Quando são acionados, o contato NA se fecha, antes do contato prolongado NF se abrir, permanecendo fechado até quase o final do curso da ação, quando novamente se abre. (Fig.3.6)

Observação

Os bornes dos contatos são identificados por códigos numéricos, idênticos aos contatos auxiliares dos outros dispositivos já estudados, padronizados pela I.E.C. Elemento de acionamento (cabeçote) É o elemento que aloja os mecanismos de acionamento do fim de curso. Os mecanismos de acionamento são variados, dependendo do tipo de cabeçote, e selecionados de acordo com a função de comando a ser executada.

Existem vários tipos de cabeçotes que trabalham em dois movimentos básicos: percurso de ação retilinea e percurso de ação angular; e seu retorno pode ser automático ou pôr acionamento.

Percurso de ação retilínea

Os cabeçotes podem ser acionados na posição vertical ou horizontal. (Fig. 3.7)

Percurso de ação angular Para cabeçotes de alavanca e cabeçotes de hastes (Fig. 3.8).

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