Manual da dupla evolutiva

Manual da dupla evolutiva

(Parte 3 de 5)

Gêneros. Eis 9 gêneros de duplas evolutivas intrafísicas / intermissivas, conforme os níveis evolutivos de cada consciência:

1. Serenão-Pré-serenão. Obviamente, se você já teve, há milênios, na condição de parceiro ou parceira de dupla evolutiva, uma consciência que hoje é Serenão ou Serenona (Homo sapiens serenissimus), a sua atual capacidade de captação do holopensene dos Serenões deve ser maior e muito mais eficaz. É uma questão intrínseca de afinidade que, logicamente, não se perde de todo pelo tempo afora (V. Dupla Evolutiva e Serenologia).

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2. Orientador-Orientando. Ocorre o mesmo efeito se você compôs, em alguma vida humana prévia, dupla evolutiva com o seu atual evoluciólogo ou evolucióloga (orientador(a) evolutivo(a), líder do grupocarma. Neste caso, a discriminação do próprio ciclo multiexistencial pode ser identificada. 3. Amparador-Amparando. Na condição de revezamento entre os componentes desta dupla evolutiva, a sua condição de amparando, hoje, pode evidenciar enorme afinidade com o seu amparador principal, e você pode ser o seu amparador, no próximo renascimento intrafísico (ressoma) dele, se já não o foi antes.

caracteriza pela vantagem das experiências existenciais, atuais,

4. Desperto-Não-desperto. Gênero de dupla evolutiva com o predomínio evidente da competência evolutiva de uma consciência – o ser desperto – sobre a outra. Vale, aqui, o princípio ou método do "relaxe e aproveite" para a conscin ainda não-desperta. 5. Inversor-Inversora. Gênero de dupla evolutiva mais promissor quanto à dinamização da evolução para ambas as conscins, em nossas atuais existências críticas na Terra. 6. Inversor-Reciclante. Este gênero de dupla evolutiva tem no contraste das experiências pessoais de cada consciência, o seu fator máximo de êxito. 7. Reciclante-Reciclante. Este gênero de dupla evolutiva se serem maiores para ambos, podendo haver melhor entrosamento e utilidade recíproca. 8. Casal Íntimo. Este gênero de dupla evolutiva, constituído de pré-serenões medianos, é o melhor quanto à praticidade e à funcionalidade, se as consciências compõem um par dinâmico e produtivo quanto à evolução.

9. Casal Incompleto. Este é o gênero de dupla evolutiva mais numeroso e comum. Sendo em geral uma dupla incompleta, sua condição atual pode expressar vários gêneros das duplas referidas atrás, tanto as que tiveram êxito quanto as que fracassaram em relação à evolução consciencial.

Incompletude. No entanto, em certas circunstâncias favoráveis, cosmoéticas, um casal incompleto pode vir a formar uma dupla evolutiva exitosa. Tudo depende das injunções da vida intrafísica.

A RIGOR, A CONDIÇÃO DE SER 1 PARCEIRO DE DUPLA EVOLUTIVA É O MESMO QUE POSSUIR 2 CONSCIÊNCIAS.

Escolha. Há, pelo menos, 3 recursos distintos que podemos empregar para escolher um parceiro ou parceira de dupla evolutiva ao modo do tópico de número 8, o casal íntimo.

1. Conscienciograma. Um primeiro recurso de avaliação de alguém para a escolha na condição de parceiro ou parceira de dupla evolutiva, é o conscienciograma, destinado àquela conscin mais lúcida, capaz de superar a autocomplacência e os efeitos-halo em função das circunstâncias da existência humana.

Heteravaliação. O sistema sofisticado do conscienciograma permite até a heteravaliação a dois. 2. Seriéxis. Um segundo recurso que se pode lançar mão a fim de escolher um parceiro ou parceira de dupla evolutiva é checar a possibilidade de a conscin já ter tido antes com a outra consciência, por exemplo, 30 vidas humanas prévias e não apenas, por exemplo, 3.

Planilhas. Tal aferição é exequível através do confronto frio, empregando-se várias planilhas de aferição de traços e tendências entre os trafores e trafares de ambas as pessoas, capazes de apontar o percentual exato de afinidade, em todos os sentidos, de

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Conhecimentos. Pela conscienciometria, na escolha de um parceiro ou parceira para compormos a dupla evolutiva, importa considerar 2 tipos de conhecimentos, nesta ordem natural:

A. Próprio. O nível do autoconhecimento de cada qual. B. Mútuo. O conhecimento mútuo ante a conscin sob análise.

gum possível megatrafor, idêntico, comum a ambos os parceiros,

3. Traforismo. Um terceiro recurso ou prática que a dupla evolutiva pode empregar é fazer o rapport mais profundo com ala fim de criar e manter um holopensene a dois, propício à vivência da policarmalidade, a partir desse predicado recíproco (V. Dupla Evolutiva e Pensenologia).

Índice. Depois de escolhido o parceiro e composta a dupla evolutiva, o índice cosmoético no mínimo de 51% de gratificação ou prazer, e 49% de obrigação ou desgaste, é válido para ser aplicado no departamento de recursos humanos na indústria, no comércio, na instituição conscienciológica e também pela dupla evolutiva.

Divórcio. Se no convívio diário ocorre uma inversão nestes percentuais, é hora de o parceiro e a parceira considerarem se vale, ou não, a pena continuarem juntos. Às vezes vale o esforço de reestruturar uma união, fazer uma reciclagem da dupla evolutiva.

Responsabilidade. Segundo os especialistas, na separação dos parceiros de uma união, não há uma culpa unilateral. A culpa é sempre de ambos. “Não existe uma parte completamente inocente, nem outra totalmente culpada”.

Afetividade. Antes de promover uma separação de um parceiro ou parceira, importa considerar o nível exato da consciência afetiva, primária ou avançada, do interessado, a fim de afastar a hipótese de o mesmo estar abordando os seus sentimentos erradamente ou promovendo uma fuga quanto a si mesmo.

Separação. Neste caso em que o problema está no íntimo do interessado e não em sua companhia, obviamente pode ocorrer que, amanhã, ele virá a separar-se de qualquer outra pessoa, que encontrar pela frente, candidata a ser sua companhia ou partner evolutivo, até mesmo um Serenão ou uma Serenona.

Questões. O teste da vivência do nível da autêntica afetividade – o amor real do casal íntimo – pela consciência que compõe uma dupla evolutiva, pode ser desenvolvido pelas respostas realistas a estas 25 questões:

1. Acoplamento. Já fiz acoplamento áurico diretamente com essa conscin-parceira? 2. Alcova. Mantenho sempre, de minha parte, a blindagem energética de nossa alcova?

3. Assédios. Eu a assisto na superação de possíveis assédios inconscientes? 4. Assins. Promovo assimilações simpáticas (assins) com a intenção de auscultar-lhe as energias conscienciais e o nível da saúde? 5. Carinho. Ofereço-lhe carinho e atenção após instalar o estado vibracional profilático?

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10. Holochacra. Já a ajudei a equilibrar e flexibilizar

6. Clarividências. Patrocino clarividências faciais para minha companhia entrever a dimensão energética (dimener)? 7. Cosmoconsciência. Já contribuí, até agora, para fazêla expandir a própria consciência? 8. Descompensações. Já identifiquei-lhe as descompensações sistêmicas de energia ou os seus bloqueios energéticos? 9. EV. Venho cooperando realmente para que ela domine, por si mesma, a instalação do estado vibracional (EV)? o próprio holochacra? 1. Holorgasmo. Já procurei dar-lhe, pelo menos, um holorgasmo (raro) até o momento? 12. Isca. Já servi de isca consciencial lúcida a fim de promover os desassédios dela? 13. Objetos. Já afastei dela possíveis objetos pessoais carregados de energias conscienciais nocivas? 14. PC. Com os recursos de que disponho, já a ajudei a se projetar (projeção consciente ou PC) com lucidez, através do psicossoma, para outras dimensões conscienciais evoluídas e enriquecedoras? 15. PCC. Já consegui produzir uma projeção consciente conjunta (PCC) com ela? 16. Porão. Já facilitei-lhe a libertação do porão consciencial e do subcérebro abdominal? 17. Presente. Já presenteei-lhe com algum objeto pessoal que constitua elemento positivo de rapport energético entre nós dois? 18. Primener. Já identifiquei-lhe algum possível surto sadio de primener? 19. Proéxis. Tenho apoiado, com boa vontade e eficiência, sem competitividade, o ajuste consciente dela à proéxis? 20. Projetarium. Já preparei-lhe e mantenho para ela um projetarium técnico e eficaz? 21. Recéxis. Já cedi tudo o que posso para que ela alcance êxito na execução da recéxis ou da invéxis? 2. Sexualidade. Venho fazendo amor diariamente, quando possível, com ela, a fim de mantê-la sem carência sexual e afetiva?

até o momento, pedindo-lhe ajuda para eu melhorar-me para ela

23. Sinalética. Já apontei-lhe pistas para ela identificar, por si própria e em si mesma, a sinalética energética, intraconsciencial e parapsíquica pessoal? 24. Trafares. Já forneci a ela a lista dos meus megatrafares pessoais, ou os trafares que consegui identificar em mim mesmo, e em função dela? 25. Trafores. Já fiz uma exposição sincera dos megatrafores, ou trafores que já identifiquei nela ou dela, a fim de que ela os empregue no combate aos seus trafares pessoais?

Teste. Se o interessado ou interessada respondeu sim a, pelo menos, 12 destas questões, a sua afetividade prática ou vivida, é de bom nível conscienciológico, holossomático e parapsíquico.

Psicossoma. Menos do que isso evidencia alguma parapatologia do psicossoma que vale a pena considerar e identificar em relação à formação e vivência em dupla evolutiva.

Técnica. Como se observa, no teste foi empregada a técnica funcional do já explícito e do ainda não implícito.

Possessividade. Como é fácil concluir pelas observações precedentes, o sentimento subumano ou subcerebral de possessividade na vida afetivo-sexual pode ser mudado, a fim de a dupla evolutiva funcionar satisfatoriamente com a execução da proéxis de ambos os parceiros, através de autocríticas, auto e heteravaliações conscienciais sinceras. O conscienciograma pode ajudar sobremodo aqui.

Realismo. Neste caso, a conscin há de indagar a si mesma o que pretende, qual a sua priorização, se está sendo sincera perante si própria, fria e realisticamente, sem autocorrupções. Não há nenhum outro recurso ou alternativa melhor disponível ou prática.

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6DUPLA EVOLUTIVA E CONSCIENCIOTERAPIA

Consciencioterapia. A consciencioterapia é a especialidade da Conscienciologia que estuda o tratamento, alívio e remissão de distúrbios da consciência, executados através dos recursos e técnicas derivados da abordagem da consciência “inteira”, em suas patologias e parapatologias.

Áreas. Todas as áreas humanas ou linhas de conhecimento intrafísico que permitam a evolução cosmoética, prioritariamente, são boas para o desenvolvimento dos parceiros da dupla evolutiva, sejam áreas em comum ou até antípodas, não importa.

Afinidade. O que interessa mais é a afinidade básica dos parceiros capaz de superar as pressões antiquadas, anacrônicas, retrógradas, bolorentas, fossilizadas ou neófobas dos holopensenes milenares enraizados nas Socins, ou seja: na vida humana da cotidianidade da conscin.

Minipeças. Sob o ângulo do rendimento policármico, ou consciencioterápico, a dupla evolutiva evoluída se compõe pelo entrosamento de 2 minipeças autoconscientes dentro de suas funções, de uma equipe multidimensional ou maximecanismo de trabalho assistencial universalista.

Carências. A composição da dupla evolutiva permite as eliminações mais rápidas e eficientes das carências afetivas, intelectuais e econômico-financeiras de ambos os parceiros, no esforço para o crescimento vivido dentro da Conscienciologia.

EV. Um dos recursos consciencioterápicos é o estado vibracional (EV) a ser empregado por quem assiste e também como técnica útil para o próprio assistido expandir suas autodefesas energéticas, portanto, um hábito que deve ser criado pelos parceiros da dupla evolutiva, inclusive promovendo os estados vibracionais, simultâneos, a dois.

Tenepes. A assistencialidade da consciencioterapia se expressa de maneira frutífera como um preparo para a prática diária da tenepes (tarefa energética pessoal) por parte do parceiro de parapsiquismo mais evoluído, ou de maior flexibilidade do holochacra, da dupla evolutiva.

Diferenças. Os 2 parceiros da dupla evolutiva, além dos trabalhos conjuntos, assumem tarefas também em separado, ou as interdições a certos empreendimentos que precisam ser desenvolvidos, por suas próprias naturezas, individualmente, por exemplo, estas 3 condições:

1. Horários. Escolherem 2 horários diferentes para as práticas da tenepes a fim de que um praticante e seus trabalhos não interfiram ou façam intrusões patológicas (permitir a potencialização dos assediadores ou, em linguagem popular: entregar o ouro aos bandidos) nas práticas e nos trabalhos do outro. 2. Amparadores. Disporem de 2 amparadores diferentes em seus trabalhos assistenciais dependendo do mérito da qualificação dos serviços de ajuda interdimensional. 3. Ofiexes. Formarem 2 ofiexes diferentes.

Individualização. A prática da tenepes e a manutenção da ofiex são serviços individualíssimos em função das energias conscienciais aplicadas às autodefesas e assistências aos outros (V. Dupla Evolutiva e Somática).

Parceiro. Depois de 12 meses de prática da tenepes de um parceiro da dupla evolutiva, o outro pode começar os seus trabalhos, na mesma casa, no mesmo cômodo e até no mesmo leito, desde que em horários diferentes. Este é o prazo ideal segundo a média dos praticantes da tenepes até o momento.

GPC. É um procedimento de alto nível quando os parceiros da dupla evolutiva trabalham em um mesmo GPC, Grupo de Pesquisas da Consciência, como, por exemplo, a área da consciencioterapia.

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Entrosamento. Não obstante as reais exigências dos próprios trabalhos evolutivos, uma dupla evolutiva pode ser constituída por 2 consciencioterapeutas, por exemplo, um médico e uma psicóloga, e ambos trabalharem conjunta e eficientemente nas assistências da consciencioterapia. Por quê não?

Desbloqueios. Os parceiros do casal íntimo, ou da dupla evolutiva, podem absorver as energias conscienciais um do outro, de modo sadio e desinibido, promovendo assins, desassins, desbloqueios e compensações energéticas, através de atos sexuais.

Procedimentos. Eis 1 procedimentos técnicos dentro da sexualidade, em ordem decrescente de intensidade da possibilidade de absorção conforme cada parceiro, e alto nível de higiene física e consciencial, em uma alcova energeticamente blindada e com o holopensene da democracia da alcova:

A. Mulher Absorvedora.

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