Manual da dupla evolutiva

Manual da dupla evolutiva

(Parte 4 de 5)

1. Ginossoma 1. Ato sexual composto pela mulher ativa, a penetração pênis-vagina (sexochacra a sexochacra) mais o beijo profundo (laringochacra a laringochacra). 2. Ginossoma 2. Ato sexual composto pela mulher ativa, a penetração pênis-vagina (sexochacra a sexochacra). 3. Oral Ginossomático. Ato sexual da felação, composto pela mulher ativa: o sexo oral com a absorção energética (esperma) feminina pela glande (laringochacra feminino e sexochacra masculino). 4. Oral Conjunto Simples 1. Ato sexual composto pela mulher ativa, com predomínio feminino: beijo profundo, ou de língua (laringochacra a laringochacra).

B. Homem Absorvedor.

5. Androssoma 1. Ato sexual composto pelo homem ativo, a penetração pênis-vagina (sexochacra a sexochacra) mais o beijo profundo (laringochacra a laringochacra). 6. Androssoma 2. Ato sexual composto pelo homem ativo, a penetração pênis-vagina (sexochacra a sexochacra) mais a sucção da mama esquerda da mulher (cardiochacra feminino). 7. Androssoma 3. Ato sexual composto pelo homem ativo, a penetração pênis-vagina (sexochacra a sexochacra). 8. Oral Androssomático. Ato sexual da cunilintur, composto pelo homem ativo: o sexo oral com a absorção energética masculina pelo clitóris (laringochacra masculino e sexochacra feminino). 9. Oral Conjunto Simples 2. Ato sexual composto pelo homem ativo, com predomínio masculino: beijo profundo, ou de língua (laringochacra a laringochacra).

C. Ambivalente (mulher e homem).

10. Oral Conjunto Complexo 1. Ato sexual com predomínio feminino: o sexo oral mútuo, dupla (69), conjunto ou simultâneo (laringochacras e sexochacras em contraposições). 1. Oral Conjunto Complexo 2. Ato sexual com predomínio masculino: o sexo oral mútuo, dupla (69), conjunto ou simultâneo (laringochacras e sexochacras em contraposições).

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7DUPLA EVOLUTIVA E COSMOÉTICA

Cosmoética. A cosmoética é a especialidade da Conscienciologia que estuda a ética ou reflexão sobre a moral cósmica, multidimensional, e define a holomaturidade consciencial, situada além da moral social, intrafísica, ou que se apresenta sob qualquer rótulo humano.

Incorruptibilidade. A dupla evolutiva precisa da cosmoética a fim de cada parceiro eliminar as autocorrupções, patopensenes e os mecanismos de defesa do egão, e manter autenticidade, honestidade, fidelidade e lealdade mútua, sem o que torna-se muito difícil manter a harmonia de ambas as conscins em um holopensene de incorruptibilidade a dois.

Vínculo. O vínculo interconsciencial da dupla evolutiva se mede pelo nível, natureza, qualidade e quantidade das trocas – vivências humanas a dois – que o casal é capaz de fazer, em todos os sentidos cosmoéticos possíveis.

Intimidades. Eis 14 tipos de intimidades da dupla evolutiva:

1. Intimidade áurica: execução do acoplamento áurico ou interfusão das energias conscienciais das 2 conscins, inclusive quanto às auras orgásticas. 2. Intimidade cosmoética: manutenção da incorruptibilidade – sem pecadilhos mentais – quanto aos próprios pensenes relativos à vida de mutualidade consciencial.

3. Intimidade emocional: ato de compartilhar (dividir de modo pleno) as vivências emocionais – alegria, tristeza, cansaço, medo e outras – com o(a) outro(a). 4. Intimidade estética: ato de compartilhar vivências estéticas, intrafísicas e multidimensionais. Exemplos: contemplar um pôr-de-sol; andar a pé em silêncio; volitar com lucidez a dois (PCC); passar pela euforex projetiva a dois (PCC). 5. Intimidade grupocármica: conscientização quanto aos trafores e trafares totais, mútuos, fazendo de si mesmos – os 2 componentes de uma dupla evolutiva – o seu primeiro grinvex ou o seu primeiro grecex. 6. Intimidade holochacral: execução da assim ou assimilação simpática, máxima, terapêutica, das energias conscienciais (ECs) de um(a) parceiro(a) para outro(a), pela impulsão da vontade. 7. Intimidade holorgásmica: produção do orgasmo holossomático, ou do êxtase máximo gerado pelas ECs de todo o holossoma, de cada conscin componente da dupla. 8. Intimidade interiorizante: ato de deixar o(a) outro(a) ficar sozinho(a) e quieto(a) ou, ainda, o ato de ficar sozinho a dois. 9. Intimidade mentalsomática: somatório de ideias, leituras e experiências intelectuais, máximas, possíveis, de um(a) parceiro(a) com o(a) outro(a).

A RIGOR, OS DOIS SOMAS (CORPOS HUMANOS) DA DUPLA EVOLUTIVA NÃO PERFAZEM 1 MENTALSOMA, PARACORPO DO DISCERNIMENTO.

10. Intimidade pensênica: produção da telepatia ou telepensenes de um(a) parceiro(a) para o(a) outro(a), de modo involuntário, porém sadio (homopensene). 1. Intimidade primaveril: vivência da primener ou primavera energética a dois – a lua-de-mel verdadeira – quando possível, visando às gestações conscienciais magnas. Viver em dupla evolutiva é experienciar ternura, afeição e amizade.

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12. Intimidade sexossomática: concentração do toque amoroso, do abraço envolvente e da vivência genital máxima e madura, em sessões sexuais prolongadas e frequentes (prática do sexo diário). Viver em dupla evolutiva é partilhar o que é bom. 13. Intimidade social: ato de compartilhar de momentos de lazer a dois (alcova blindada) e também junto com os amigos (conscins e consciexes) da Socin (intimidade social) e da Sociex (intimidade parassocial, amparadores). 14. Intimidade vocacional: ato de compartilhar de seu trabalho pessoal e da vida profissional com o(a) outro(a), sobre as bases da mutualidade de manifestações abertas.

que sinceridade ainda não é vivência e conhecimento ainda não

Sinceridade. Vejamos um caso prático que pode ilustrar apropriadamente a questão cosmoética, evidenciando, por exemplo, é realização.

Perdão. Uma noite, este autor estava respondendo a perguntas do público, perante mais de 1.500 pessoas, que assinaram o livro de presenças da palestra, em uma capital de um Estado do Sul do Brasil, quando uma senhora bem-vestida e muito simpática, fez a pergunta: “Meu marido teve 3 amantes. Não consigo perdoar essas pessoas. O que devo fazer?”

Zunzum. Houve uma gargalhada uníssona dentro do salão de convenções, por alguns momentos, continuada por um zunzum em cadeia, todos admirados pela sinceridade pública da interlocutora.

Resposta. Depois de algum tempo, foi possível falar:

“Quem não consegue perdoar se divorcia, deixa para resolver no futuro os problemas pendentes com o parceiro e seu grupo de afinidades, adiando tudo para outra vida à frente. Não é uma resolução inteligente. O caso é pior quando há filhos pequenos no contexto.”

Tentação. Qual a maneira de a conscin agir quando em determinada fase da vida, estando comprometida com alguém que forma com ela uma dupla evolutiva, descobre outra conscin (tentação, canto da sereia, pressão das solicitações, prova crítica, acid test) que reconhece ser, de fato ou muito mais, a sua real dupla evolutiva?

Consciencialidade. A prova crítica é a hora da incorruptibilidade cosmoética, quando a conscin deve demonstrar que tem consciência, sem autocorrupções, ponderar cada minúcia do panorama da sua existência intrafísica, sempre decidindo dentro da norma da holomaturidade e da megafraternidade: “que aconteça o melhor para todos nós”.

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8DUPLA EVOLUTIVA E DESPERTOLOGIA

Despertologia. A despertologia é a especialidade da Conscienciologia que estuda a desperticidade ou a qualidade consciencial, evolutiva, do ser desperto, que não mais padece com os assédios interconscienciais patológicos, e todas as consequências evolutivas prejudiciais dessa condição.

Conjunto. Ninguém passa do nível evolutivo de pré-serenão vulgar para o de ser desperto, fazendo piquenique. Há de se trabalhar disciplinadamente as energias conscienciais. Logicamente, se tal propósito for desenvolvido em conjunto, dentro de uma dupla evolutiva bem-formada, a conquista evolutiva pode ser menos difícil.

Holopensene. A criação e a manutenção de um holopensene cosmoético a dois, próprio da dupla evolutiva, é uma predisposição extraordinária para as pessoas alcançarem a desperticidade vivida (V. Dupla Evolutiva e Pensenologia).

Raridade. É um fato ainda muito raro, neste planeta, encontrar um casal íntimo, de qualquer idade física, composto por 2 pessoas desassediadas permanentes, mesmo não totais. Contudo, raridade não significa impossibilidade.

Epicon. A consciência é extremamente complexa. Mesmo a noção primária, sem hiperacuidade, quanto à vivência prolongada, por exemplo, de conceitos avançados tais como a base física, a cosmoética, o epicentrismo consciencial, o holorgasmo, a tares, a tenepes e até a dupla evolutiva, ainda não consegue eximir o epicon (homem ou mulher) dos acidentes e perigos subjacentes em si mesmo, à sua volta, nas proximidades e em suas relações íntimas.

Setores. Dentre os setores mais difíceis para a execução da proéxis, por parte do(a) epicon superexposto(a), devem ser incluídos a prática diária da tenepes e o exercício habitual do sexo diário.

Trafores. Dentre os trafores que podem ajudar mais a manutenção da homeostase do holossoma do(a) epicon superexposto(a), destacam-se 4:

1. Dupla. A formação de uma dupla evolutiva. 2. Comunicabilidade. O nível da sua comunicabilidade interconsciencial direta. 3. Mnemotécnica. A aquisição da melhor mnemotécnica possível. 4. Trinômio. A vivência continuada, de fato, do trinômio motivação-trabalho-lazer.

Liderança. Do modo que sempre existe, na dupla evolutiva, seja qual for, um parceiro energeticamente mais forte e desenvolto com as energias conscienciais (supremacia bioenergética), sempre existirá também um epicon principal. Isso, no entanto, não impede a vivência de epicentrismos autoconscientes a dois.

Machismo. Esta pessoa – o líder energético – pode ser tanto o homem quanto a mulher. Tal fato influi sobremaneira na vida afetiva e psicológica do casal, notadamente se o homem ainda guarda resquícios muito marcantes de machismo.

Parceria. A parceria da dupla evolutiva apresenta um nível diferente e mais evoluído no que diz respeito à conquista da desperticidade. Este fato pode ajudar a aplainar as diferenças de manifestações quando muito diversas (brecha, gap) entre os parceiros.

Evolução. Importa enfatizar, aqui, as 3 condições conscienciais referidas nas relações da dupla evolutiva com a despertologia, cada qual dependente da outra, anterior, nesta ordem natural, em crescendo:

1. Holopensene. O holopensene cosmoético a dois.

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2. Epicentrismos. Os epicentrismos plenamente autoconscientes a dois. 3. Desperticidade. A desperticidade lúcida a dois.

Conscin. Uma conscin pré-serenona, seja homem ou mulher, mais jovem ou mais madura fisicamente, pode ser ou ter conquistado 10 metas extraordinárias dentro da Socin ainda patológica:

8. Hipersexuada, praticando até o sexo diário, maduro,

1. Hiperafetiva, sendo até componente de dupla evolutiva atuante. 2. Hiperassistencial, sendo até praticante veterana da tenepes. 3. Hiperavançada, sendo até inversora existencial lúcida. 4. Hiperdotada, vivendo até com desenvoltura e lucidez a tridotação consciencial (intelectualidade, parapsiquismo, comunicabilidade). 5. Hipergenética, tendo já identificado e, hoje, vive empregando fluentemente os seus sinais energéticos, intraconscienciais e parapsíquicos personalíssimos. 6. Hiperoperosa, sendo até praticante (militante, ativista) da tarefa do esclarecimento (tares). 7. Hiperparapsíquica, já desempenhando até as funções de um (ou uma) epicon lúcido(a). e o holorgasmo. 9. Hipersomática, dispondo até de um macrossoma em uma condição em que é perfeitamente consciente ou de certeza razoável. 10. Hiperpsíquica, empregando os seus atributos conscienciais com taquipsiquismo autolúcido.

Recursos. No entanto, mesmo com estes 10 recursos evolutivos magnos, pode estar vivendo ainda sem ser desassediada permanente total, ou sem os traços do ser intrafísico desperto.

Meta. Daí porque a meta evolutiva, hoje, prioritária, para cada um de nós, pré-serenões, mesmo para os parceiros de uma dupla evolutiva, é trabalharmos, a partir do simples estado vibracional, para alcançar a condição avançada do ser desperto lúcido.

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9DUPLA EVOLUTIVA E DESSOMÁTICA

Dessomática. A dessomática é a especialidade da Conscienciologia que estuda os contextos físicos da dessoma (morte biológica) e os contextos conscienciais, psicológicos, sociais, médico-legais e multidimensionais relacionados com a desativação do soma (corpo humano), bem como a segunda e a terceira dessomas e suas consequências.

Dessoma. Quando um parceiro da dupla evolutiva dessoma, o que ficou na vida humana deve encontrar outro parceiro a fim de constituir outra dupla e prosseguir, assim, com a execução de sua proéxis pessoal que lhe exige isso perante a evolução.

Moréxis. Importa considerar que, em certos casos, essa condição pode ser desencadeada por moréxis.

Enfermagem. No universo da dupla evolutiva há de se considerar o estado da terceira idade e suas consequências na vida intrafísica a dois, quando um dos parceiros torna-se o enfermeiro do outro ou, até mesmo, quando ambos chegam a viver na condição da enfermagem a dois.

Longevidade. Há matrimônios que, excepcionalmente, podem chegar a 7 ou 8 décadas de vida em comum.

Paradoxo. Ocorre um paradoxo prático, aqui: em função da condição da aceleração da História Humana, esta condição tende a diminuir, mas, em contraposição, há uma tendência evidente para a expansão da longevidade humana.

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