Controle de doenças

Controle de doenças

Prevenção dos prejuízos de uma doença

  • Prevenção dos prejuízos de uma doença

  • Aceito como válido, para fins práticos, somente quando lucrativo

  • Na prevenção e no tratamento de doenças deviam ser sempre considerados a eficiência dos métodos e o custo dos tratamentos, sendo óbvio que os métodos empregados deveriam custar menos que os prejuízos ocasionados

Cultura do arroz

  • Cultura do arroz

  • Produção de 7.000 Kg por ha

  • 140 sacas de arroz/ha

  • Valor da saca em Sinop = R$ 24,00

  • Valor médio do fungicida – R$ 35,00 o galão de 1 litro – Trifenil Hidróxido de Estanho

  • Dose : 0,75 litros/ha

  • Custo de produção – R$ 21,00

  • Área de 100 ha/ 140 sacas/ha

  • Severidade de 45% de brusone

100 ha – 140 sacas = 14.000 sacas em 100 ha

  • 100 ha – 140 sacas = 14.000 sacas em 100 ha

  • Custo de 14.000 sacas x R$ 21,00 = R$ 294.000

  • Preço pago – 14.000 x R$ 24,00 = R$ 336.000

  • Lucro – 336.000 – 294.000 = R$ 42.000

  • Adotando que 1% de severidade resulta em quebra de 0,05 na produção – 45% x 0,05 = 2,25% de quebra

  • 2,25% de quebra é igual a 315 sacas

  • 315 sacas x R$ 24,00 = R$ 7.560,00

Valor médio do fungicida – R$ 35,00 o galão de 1 litro – Trifenil Hidróxido de Estanho

  • Valor médio do fungicida – R$ 35,00 o galão de 1 litro – Trifenil Hidróxido de Estanho

  • Dose : 0,75 litros/ha x 100 ha = 75 litros

  • 75 litros x 35 = R$ 2.625,00

  • Perda 315 sacas x R$ 24,00 = R$ 7.560,00

  • Custo de produção R$ 294.000 + R$ 2625,00 = R$ 296.625,00 - R$ 336.000 = R$ 39.375,00

  • 315 sacas x R$ 24,00 = R$ 7.560,00

  • R$ 42.000,00 – R$7.560,00 = R$ 34.440,00

Exclusão – prevenção da entrada de um patógeno numa área ainda não infestada;

  • Exclusão – prevenção da entrada de um patógeno numa área ainda não infestada;

  • Erradicação – eliminação do patógeno de uma área em que foi introduzido;

  • Proteção – interposição de uma barreira protetora entre as partes suscetíveis da planta e o inoculo do patógeno, antes de ocorrer a deposição;

Imunização – desenvolvimento de plantas resistentes ou imunes ou, ainda, desenvolvimento, por meios naturais ou artificiais, de uma população de plantas imunes ou altamente resistentes, em uma área infestada com o patógeno;

  • Imunização – desenvolvimento de plantas resistentes ou imunes ou, ainda, desenvolvimento, por meios naturais ou artificiais, de uma população de plantas imunes ou altamente resistentes, em uma área infestada com o patógeno;

  • Terapia – visa restabelecer a sanidade de uma planta com a qual o patógeno já estabelecera uma íntima relação parasítica.

Princípios estão baseados no ciclo das relações patógeno – hospedeiro.

  • Princípios estão baseados no ciclo das relações patógeno – hospedeiro.

  • Doenças Bióticas;

  • Exclusão: Disseminação;

  • Erradicação: Sobrevivência;

  • Proteção: Deposição e penetração;

  • Imunização: Infecção e colonização;

  • Terapia: Após a infecção.

Princípios de regulação no triângulo da doença

  • Princípios de regulação no triângulo da doença

  • Patógeno: Exclusão e erradicação;

  • Hospedeiro: Proteção, imunização e terapia;

  • Ambiente: Regulação e evasão.

Regulação: modificações da umidade, temperatura e luminosidade do ambiente, de reação e propriedades do solo e da composição do ar.

  • Regulação: modificações da umidade, temperatura e luminosidade do ambiente, de reação e propriedades do solo e da composição do ar.

  • Evasão: prevenção da doença pelo plantio em épocas ou áreas quando ou onde o inoculo é ineficiente, raro ou ausente.

Eliminar ou reduzir o inoculo inicial ou atrasar o seu aparecimento;

  • Eliminar ou reduzir o inoculo inicial ou atrasar o seu aparecimento;

  • Diminuir a taxa de desenvolvimento da doença;

  • Encurtar o período de exposição da cultura.

Medidas de controle baseadas na evasão visam a prevenção da doença pela fuga em relação ao patógeno e/ou às condições ambientais mais favoráveis ao seu desenvolvimento.

  • Medidas de controle baseadas na evasão visam a prevenção da doença pela fuga em relação ao patógeno e/ou às condições ambientais mais favoráveis ao seu desenvolvimento.

  • As principais medidas evasivas são: Escolha de áreas geográficas, escolha do local de plantio dentro de uma área e modificação de práticas culturais.

A prevenção da entrada e estabelecimento de um patógeno em uma área isenta é feita através de medidas quarentenárias.

  • A prevenção da entrada e estabelecimento de um patógeno em uma área isenta é feita através de medidas quarentenárias.

  • Essas medidas são executadas através de proibição, fiscalização e interceptação do trânsito de plantas ou produtos vegetais.

  • Pragas quarentenárias A1 e A2.

PRAGAS QUARENTERÁRIAS A1

  • PRAGAS QUARENTERÁRIAS A1

  • As Pragas Quarentenárias A1, entendidas como aquelas não presentes no País, porém com características de serem potenciais causadoras de importantes danos econômicos, se introduzidas

PRAGAS QUARENTENÁRIAS A2

  • PRAGAS QUARENTENÁRIAS A2

  • As Pragas Quarentenárias A2, entendidas aquelas de importância econômica potencial, já presentes no país, porém não se encontram amplamente distribuídas e possuem programa oficial de controle

  • www.pragas.com.br/poscolheita/pragasq/pragasq.php

A erradicação, vista como eliminação completa de um patógeno de uma região, só é tecnicamente possível quando o patógeno tem restrito espectro de hospedeiros e baixa capacidade de disseminação, é economicamente viável quando a presença do patógeno restringe-se a uma área geográfica PEQUENA.

  • A erradicação, vista como eliminação completa de um patógeno de uma região, só é tecnicamente possível quando o patógeno tem restrito espectro de hospedeiros e baixa capacidade de disseminação, é economicamente viável quando a presença do patógeno restringe-se a uma área geográfica PEQUENA.

  • Erradicação é um complemento da exclusão.

Eliminação de plantas ou partes vegetativas doentes;

  • Eliminação de plantas ou partes vegetativas doentes;

  • Eliminação de hospedeiros selvagens;

  • Aração profunda do solo;

  • Eliminação dos restos de cultura;

  • Destruição de plantas doentes;

  • Desinfestação física e química do solo;

  • Tratamento de sementes;

  • Rotação de culturas.

Prevenção do contato direto do patógeno com o hospedeiro, é comumente obtido pela aplicação de fungicidas e bactericidas, visando diretamente os patógenos, ou de inseticidas, visando diretamente os vetores.

  • Prevenção do contato direto do patógeno com o hospedeiro, é comumente obtido pela aplicação de fungicidas e bactericidas, visando diretamente os patógenos, ou de inseticidas, visando diretamente os vetores.

  • Princípio que mais onera o custo de produção

O método, a época, a dose e o número de aplicações, bem como os produtos adequados, são aspectos que devem ser considerados nos programas de proteção.

  • O método, a época, a dose e o número de aplicações, bem como os produtos adequados, são aspectos que devem ser considerados nos programas de proteção.

Na ausência de barreiras protetoras de controle utilizadas pelo homem, ou vencidas estas, o patógeno enfrenta, por parte da planta hospedeira, resistência maior ou menor ao seu desenvolvimento, já antes da penetração, na penetração, nas fases subsequentes do processo doença, na extensão dos tecidos afetados e na produção do inoculo.

  • Na ausência de barreiras protetoras de controle utilizadas pelo homem, ou vencidas estas, o patógeno enfrenta, por parte da planta hospedeira, resistência maior ou menor ao seu desenvolvimento, já antes da penetração, na penetração, nas fases subsequentes do processo doença, na extensão dos tecidos afetados e na produção do inoculo.

Genética: resultando, então, no uso de variedades imunes, resistentes e tolerantes. Esse método de controle é o ideal pois, não onera diretamente o custo de produção e pode até dispensar outras medidas de controle. Entretanto, muitas vezes implica em sacrifício de produtividade e/ou valor comercial do produto.

  • Genética: resultando, então, no uso de variedades imunes, resistentes e tolerantes. Esse método de controle é o ideal pois, não onera diretamente o custo de produção e pode até dispensar outras medidas de controle. Entretanto, muitas vezes implica em sacrifício de produtividade e/ou valor comercial do produto.

Química: imunização de plantas através de substâncias químicas;

  • Química: imunização de plantas através de substâncias químicas;

  • Biológica: utilização de biocontroladores ou plantas repelentes.

Uma vez a planta já doente, o último princípio de que se pode lançar mão é a terapia ou cura, isto é, recuperação da saúde mediante a eliminação do patógeno infectante ou proporcionando condições favoráveis para a reação do hospedeiro.

  • Uma vez a planta já doente, o último princípio de que se pode lançar mão é a terapia ou cura, isto é, recuperação da saúde mediante a eliminação do patógeno infectante ou proporcionando condições favoráveis para a reação do hospedeiro.

Uso de fungicida sistêmicos e, no caso de algumas doenças, como oídios, também de fungicidas convencionais, com a consequente recuperação da planta doente.

  • Uso de fungicida sistêmicos e, no caso de algumas doenças, como oídios, também de fungicidas convencionais, com a consequente recuperação da planta doente.

  • Cirurgia de lesões em troncos de árvores.

O controle cultural das doenças consiste basicamente na manipulação das condições de pré plantio e durante o desenvolvimento da planta.

  • O controle cultural das doenças consiste basicamente na manipulação das condições de pré plantio e durante o desenvolvimento da planta.

  • O objetivo do controle cultural é reduzir o contato entre o hospedeiro suscetível e o inoculo viável de maneira a reduzir a taxa de infecção e o subsequente progresso da doença.

O principio de controle envolvido na rotação de cultura é a supressão ou eliminação do substrato apropriado para o patógeno. A ausência da planta cultiva anual (inclusive as plantas voluntárias e os restos de cultura) leva à erradicação total ou parcial dos patógenos necrotróficos que dela são nutricionalmente dependentes.

  • O principio de controle envolvido na rotação de cultura é a supressão ou eliminação do substrato apropriado para o patógeno. A ausência da planta cultiva anual (inclusive as plantas voluntárias e os restos de cultura) leva à erradicação total ou parcial dos patógenos necrotróficos que dela são nutricionalmente dependentes.

Supressão do aumento e/ou a destruição do inoculo existente;

  • Supressão do aumento e/ou a destruição do inoculo existente;

  • Escape das culturas ao ataque potencial do patógeno;

  • Regulação do crescimento da planta direcionado a menor suscetibilidade.

Por que a monocultura aumenta a intensidade das doenças causadas por patógenos necrotróficos?

  • Por que a monocultura aumenta a intensidade das doenças causadas por patógenos necrotróficos?

Na monocultura, não falta o substrato adequado, indispensável à nutrição destes patógenos. Assim, a presença dos restos culturais, em lavouras de monocultura, assegura a presença dos patógenos naquele local. No caso das culturas anuais, a prática da monocultura reintroduz o substrato dos patógenos a cada 4 a 7 meses.

  • Na monocultura, não falta o substrato adequado, indispensável à nutrição destes patógenos. Assim, a presença dos restos culturais, em lavouras de monocultura, assegura a presença dos patógenos naquele local. No caso das culturas anuais, a prática da monocultura reintroduz o substrato dos patógenos a cada 4 a 7 meses.

Quando uma determinada cultura, após a rotação, pode voltar a ser cultivada no mesmo local?

  • Quando uma determinada cultura, após a rotação, pode voltar a ser cultivada no mesmo local?

Quando os patógenos necrotróficos, controláveis pela rotação de culturas, forem eliminados ou reduzidos a uma densidade de inoculo suficientemente baixo. Isso ocorre após a decomposição dos resíduos culturais (mineralização da matéria orgânica).

  • Quando os patógenos necrotróficos, controláveis pela rotação de culturas, forem eliminados ou reduzidos a uma densidade de inoculo suficientemente baixo. Isso ocorre após a decomposição dos resíduos culturais (mineralização da matéria orgânica).

Uma espécie vegetal, para integrar um sistema de rotação, não pode ser hospedeira dos mesmos patógenos da cultura explorada.

  • Uma espécie vegetal, para integrar um sistema de rotação, não pode ser hospedeira dos mesmos patógenos da cultura explorada.

  • Geralmente, as espécies de folha largas podem ser alternativas para integrar um sistema de rotação com gramíneas e vice e versa.

Uso de material propagativo sadio;

  • Uso de material propagativo sadio;

  • Eliminação de plantas vivas doentes;

  • Eliminação ou queima de restos de cultura;

  • Inundação de campos e pomares;

  • Incorporação de matéria orgânica no solo;

  • Preparo de solo (aração);

  • Fertilizantes (nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio);

Irrigação;

  • Irrigação;

  • Densidade de plantio;

  • Épocas de plantio e colheita;

  • Enxertia e poda;

  • Barreiras físicas.

Alternativa ao controle químico;

  • Alternativa ao controle químico;

  • Não apresenta efeito imediato;

  • O controle biológico de doenças de plantas pode ser definido como “a redução da densidade de inoculo ou das atividades determinantes da doenças, através de um ou mais organismos”;

  • Antagonismo.

Antibiose;

  • Antibiose;

  • Competição;

  • Parasitismo;

  • Hipovirulência;

  • Predação;

  • Indução de resistência.

Características desejáveis para um agente:

  • Características desejáveis para um agente:

  • Ser geneticamente estável;

  • Ser efetivo a baixas concentrações;

  • Não ser exigente em requerimentos nutricionais;

  • Ter habilidade para sobreviver sob condições adversas;

  • Ser eficiente contra uma vasta gama de patógenos em várias hospedeiras;

Ser hábil para desenvolver em um meio de cultura barato;

  • Ser hábil para desenvolver em um meio de cultura barato;

  • Ser preparável em uma forma de efetivo armazenamento;

  • Ser tolerante a pesticidas;

  • Ser compatível com outros tratamentos físicos e químicos;

  • Não ser patogênico ao homem.

Controle biológico do inoculo do patógeno;

  • Controle biológico do inoculo do patógeno;

  • Proteção biológica da superfície da planta;

  • Controle biológico através da indução da resistência.

O emprego de microorganismos como agentes de controle biológicos de fitopatógenos ocorre principalmente:

  • O emprego de microorganismos como agentes de controle biológicos de fitopatógenos ocorre principalmente:

  • No tratamento de sementes;

  • No tratamento do solo;

  • No tratamento da parte aérea das plantas;

  • No tratamento de ferimentos de poda.

Alternativa ao controle químico.

  • Alternativa ao controle químico.

  • Principais métodos de controle físico:

  • Temperatura;

  • Radiação;

  • Ventilação;

  • Luz.

Exemplo:

  • Exemplo:

  • Tratamento com água quente de bulbos de plantas ornamentais;

  • Eliminação interna e externa de patógenos dos tecidos do hospedeiro;

  • Principio: Tempo x temperatura;

  • Diferença de sensibilidade térmica entre o hospedeiro e patógeno.

45 a 55°C – Eliminação de zoósporos de oomycetos patogênicos;

  • 45 a 55°C – Eliminação de zoósporos de oomycetos patogênicos;

  • 60 a 70°C – Eliminação da maioria dos fungos e bactérias fitopatogênicas;

  • 75 a 85°C – Eliminação de vírus.

Forma de calor intensa e de curta duração:

  • Forma de calor intensa e de curta duração:

  • Erradicação dos microorganismos.

  • Forma de calor pouco intensa e de longo duração.

  • Reduzir a concentração de microorganismos;

  • Cultura de meristemas.

  • Tratamento por água quente, ar quente ou vapor;

  • Tratamento de órgãos vegetais e de solo.

Vapor

  • Vapor

  • Solarização

Desinfestação do solo com uso de vapor.

  • Desinfestação do solo com uso de vapor.

  • O solo é coberto com uma lona e o vapor produzido por uma caldeira, é injetado sob a cobertura.

  • Ausência de resíduos tóxicos;

  • Vácuo biológico;

  • Autoclaves.

Desinfestação do solo com uso de energia solar.

  • Desinfestação do solo com uso de energia solar.

  • O método consiste na cobertura do solo com filme plástico transparente, antes do plantio, preferencialmente durante o período de maior incidência de radiação solar.

  • Período de meses (Desocupada);

  • Eliminação selecionada;

  • Não provoca o vácuo biológico.

Mais conhecido e mais utilizado.

  • Mais conhecido e mais utilizado.

  • Não provoca a desinfestação.

  • Retarda ou inibe o crescimento do patógeno.

Absorção de luz ultravioleta;

  • Absorção de luz ultravioleta;

  • Barram passagem de comprimentos de onda menores que 390 nm;

  • Controle de doenças nas casas de vegetação;

  • Absorção de raios infravermelhos;

  • Manutenção da temperatura interior;

  • Redução da umidade relativa do ar;

  • “Efeito estufa”.

Em processamento de alimentos, a energia ionizante é utilizada, principalmente, para eliminar ou reduzir a população de microorganismos e de insetos, para inibir a germinação de bulbos e tubérculos e para retardar a maturação e senescência das frutas.

  • Em processamento de alimentos, a energia ionizante é utilizada, principalmente, para eliminar ou reduzir a população de microorganismos e de insetos, para inibir a germinação de bulbos e tubérculos e para retardar a maturação e senescência das frutas.

  • O cobalto 60 e o césio 137;

  • Danificação no DNA;

  • Doenças de pós colheita.

Eficiente;

  • Eficiente;

  • Economicamente viável;

  • Garantir as altas produtividades;

  • Qualidade de produção.

Agroquímicos:

  • Agroquímicos:

  • Fertilizantes;

  • Pesticidas.

Utilizado no controle de doenças fisiogênicas:

  • Utilizado no controle de doenças fisiogênicas:

  • Deficiência de crucíferas;

  • Podridão estilar do tomateiro;

  • Diminuição do pH (Sarna da batata);

  • Principio da regulação.

Inseticidas e acaricidas – Vetores (Exclusão);

  • Inseticidas e acaricidas – Vetores (Exclusão);

  • Fungicidas, bactericidas e nematicidas (Erradicação);

  • Herbicidas (Erradicação).

Divididos em:

  • Divididos em:

  • Erradicantes ou de contato;

  • Protetores ou residuais;

  • Curativos ou terapêuticos.

Atuam diretamente no patógeno.

  • Atuam diretamente no patógeno.

  • Diminui a fonte de inoculo e tem boa eficiência;

  • Uso:

  • Tratamento de solo;

  • Tratamento de sementes;

  • Tratamento de inverno.

Características:

  • Características:

  • Produtos voláteis;

  • Altamente tóxicos – biocidas;

  • Cobertura superficial impermeabilizante;

  • Custo alto;

  • Pouca utilização – canteiros.

Brometo de metila;

  • Brometo de metila;

  • Formol;

  • Cloropicrina;

  • Dazomet;

  • Metam sodium.

Thiram;

  • Thiram;

  • Captam;

  • Benomyl;

  • Thiabendazol;

  • Ácido sulfúrico.

Aplicados na parte suscetível do hospedeiro.

  • Aplicados na parte suscetível do hospedeiro.

  • Camada protetora.

  • Afeta grande número de processos vitais.

  • Não sistêmicos.

Pulverizações.

  • Pulverizações.

  • Fungicidas protetores devem ter boa:

  • Deposição;

  • Distribuição;

  • Aderência;

  • Cobertura;

  • Tenacidade (persistência).

Usos:

  • Usos:

  • Culturas no campo;

  • Tratamento de pós colheita;

  • Tratamento de sementes.

Fungicidas:

  • Fungicidas:

  • Culturas no campo:

  • Enxofre;

  • Cúpricos;

  • Ditiocarbamatos;

  • Etilenobisditiocarbamatos;

  • Compostos aromáticos;

  • Compostos heterocíclicos nitrogenados.

Controla oídios e ácaros.

  • Controla oídios e ácaros.

  • Sarna da macieira, podridão parda do pessegueiro e cercosporioses do amendoim.

  • Fitotoxicidade, mais pronunciada em cucurbitáceas e sob condições de temperaturas elevadas ( acima de 26 a 30°C), que se traduz por queima das folhas, desfolha e diminuição da produção.

  • Baixa toxicidade e baixo custo.

Calda bordalesa

  • Calda bordalesa

  • Pode ser fitotóxica, principalmente a plantas cucurbitáceas, rosáceas, solanáceas e crucíferas, particularmente em tecidos jovens e em baixas temperaturas.

  • A fitotoxicidade manifesta-se na forma de manchas em frutos, como em rosáceas frutíferas, queima e desenvolvimento retardado de folhagem em cucurbitáceas, transpiração excessiva que leva à seca em algumas culturas hortícolas e queda de flores em tomateiro.

Thiram (tetrametiltiuram)

  • Thiram (tetrametiltiuram)

  • Protetor de parte aérea e, principalmente, de sementes.

  • Ferbam (dimetilditiocarbamato férrico)

  • Frutíferas e ornamentais

  • Ferrugens, antracnose e sarna das rosáceas e podridão parda do pêssego.

  • Boa ação contra os agentes de míldios e antracnoses de hortaliças e mofo cinzento do fumo

Ziram (dimetilditiocarbamato de zinco)

  • Ziram (dimetilditiocarbamato de zinco)

  • Grande poder residual

  • Recomendado no controle de grande número de doenças de hortaliças, particularmente míldios e antracnose.

Zineb (etilenobisditiocarbamato de zinco)

  • Zineb (etilenobisditiocarbamato de zinco)

  • Hortaliças e frutíferas, devido a seu amplo espectro de ação antifúngica.

  • Míldios.

  • Maneb (etilenobisditiocarbamato de manganês)

  • Míldio.

Captan (N-(triclorometil) ciclohex–4–eno–1,2– dicarboximida)

  • Captan (N-(triclorometil) ciclohex–4–eno–1,2– dicarboximida)

  • Doenças de frutas, hortaliças e plantas ornamentais;

  • Doenças de maçã, pêra, pêssego, ameixa, morango e uva;

  • Ineficiente contra míldios, oídios e ferrugens.

  • Utilizado no tratamento de sementes, protegendo contra Pythium spp. e Rhizoctonia solani, os dois mais importantes causadores de damping – off.

Folpet (N – triclorometiltioftalimida)

  • Folpet (N – triclorometiltioftalimida)

  • Mancha preta, oídio da roseira e podridão parda do pêssego.

  • Sarna da macieira, antracnose e míldio de cucurbitáceas.

  • Dyrene (2,4 – dicloro – 6 (o – cloranilo) triazina)

  • Doenças do tomateiro, batata e aipo;

  • Amplo espectro de ação fungitóxica;

  • Controla helmintosporiose, fusariose e rizoctoniose.

Direcionada ao patógeno.

  • Direcionada ao patógeno.

  • Estabelecido as relações parasitárias.

  • Fungicidas sistêmicos – Mais eficientes.

  • Proteção e imunização.

  • Erradicantes.

  • Usos:

  • Sementes, solo e planta (folhas).

Fungicidas:

  • Fungicidas:

  • Carboxamidas;

  • Benzimidazóis;

  • Dicarboximidas;

  • Inibidores de biossíntese de esteróis;

  • Inibidores de oomicetos;

  • Inibidores da biossíntese de melanina;

  • Fosforados orgânicos;

  • Antibióticos.

Carboxin (5,6–dihidro–2–metil–1,4–oxatiin–3 –carboxanilida)

  • Carboxin (5,6–dihidro–2–metil–1,4–oxatiin–3 –carboxanilida)

  • Sementes de cereais (contra carvão e cáries), de amendoim e de hortaliças (Rhizoctonia solani).

  • Oxicarboxin (5,6–dihidro–2–metil–1,4–oxatiin –4,4–dióxido–3–carboxianilida)

  • Utilizado no controle de ferrugens, particularmente a ferrugem do feijoeiro.

Benomyl (metil N(1-butilcarbamoil)-benzimidazol-2-carbamato)

  • Benomyl (metil N(1-butilcarbamoil)-benzimidazol-2-carbamato)

  • Amplo espectro de fungos;

  • Ascomicetos e os fungos imperfeitos;

  • Basidiomicetos – carvões e cáries.

Carbendazim (2-metoxicarbonilaminobenzimidazol)

  • Carbendazim (2-metoxicarbonilaminobenzimidazol)

  • Benomyl e tiofanato metílico

  • Menos eficiente no controle das mesmas doenças.

Thiabendazole (2-(4-tiazolil)-benzimidazol)

  • Thiabendazole (2-(4-tiazolil)-benzimidazol)

  • Um dos poucos produtos permitidos em tratamentos pós colheita de muitas frutas, como mamão e banana.

  • Amplamente utilizado em tratamento de sementes.

Iprodione (isopropilcarbamoil-1-(dicloro-3,5-fenil)-3-hidantoina)

  • Iprodione (isopropilcarbamoil-1-(dicloro-3,5-fenil)-3-hidantoina)

  • Tratamento de sementes, do solo e de partes aéreas;

  • Alfaces (podridão de sclerotina), alho (podridão branca), batata e tomate (pinta preta), cebola (mancha púrpura), cenoura (queima das folhas), pêssego (podridão parda) crisântemo, morango, videira (mofo cinzento).

Vinclozolin (3-(3,5-diclorofenil)-5-metil-5-vinil-1,3-oxazolidin-2,4-diona)

  • Vinclozolin (3-(3,5-diclorofenil)-5-metil-5-vinil-1,3-oxazolidin-2,4-diona)

  • Doenças causadas por Botrytis, Sclerotinia, Sclerotium, Monilinia e Phoma.

  • Procymidone (N-(3,5-diclorofenil)-1,2-dimetilciclopropanodicarboximida)

  • Indicação idêntica às dos demais fungicidas do grupo.

Bitertanol (1-(4-fenilfenoxi)-1-(1,2,4-triazol-1)-3,3-dimetilbutano-2-o)

  • Bitertanol (1-(4-fenilfenoxi)-1-(1,2,4-triazol-1)-3,3-dimetilbutano-2-o)

  • Recomendado para ferrugem do gladíolo e sarna da macieira.

Cyproconazole

  • Cyproconazole

  • Ferrugem de cafeeiro

  • Inseticida Disulfoton, especial para controlar ferrugem e bicho-mineiro do cafeeiro

Tebuconazole

  • Tebuconazole

  • Doenças de cereais, particularmente trigo, ferrugens, helmintosporioses, septorioses, oídios, giberela e brusone.

  • Propiconazole

  • Doenças do amendoim (cercosporioses), banana (Sigatoka), café (ferrugem), seringueira(mal das folhas), cevada e trigo (helmintosporioses, septorioses, oídios e ferrugens).

Triadimenol

  • Triadimenol

  • Sementes de cereais (cevada e trigo), visando controlar cáries, helmintosporioses e oídios.

  • Triadimefon

  • Ferrugens nas culturas de café, trigo, alho, gladíolo

  • Oídios em cucurbitáceas e de cereais de inverno

  • Sarna da macieira

Disulfoton

  • Disulfoton

  • Ferrugens e bicho mineiro do cafeeiro

  • Tridemorph

  • Oídios

  • Cucurbitáceas e cereais

  • Triforine

  • Sarna da macieira, ferrugem da roseira e oídios em geral

Propamocarb

  • Propamocarb

  • Tratamento erradicante do solo e protetor de sementes e plântulas

  • Pythium e Phytophthora

  • Cymoxanil

  • Requeima da batata e do tomateiro, míldio da videira, requeima e cancro estriado do painel da seringueira

Metalaxyl

  • Metalaxyl

  • Requeima da batata e do tomate, míldio da videira e da roseira e requeima da seringueira

  • Efosite

  • Verdadeiramente sistêmico

  • Phytophthora em abacaxi, abacate e citros

Bim

  • Bim

  • Brusone do arroz, mas sem efeito sobre outras doenças da cultura

  • Pyroquilon

  • Tratamento de sementes de arroz e de trigo, para controle da brusone

IBP

  • IBP

  • Brusone de arroz

  • Pyrazophos

  • Controle de oídios – cucurbitáceas, frutíferas e ornamentais

  • Não é absorvido pela raiz, não podendo ser aplicado via semente ou solo

Aureomicina ou Chlortetraciclina

  • Aureomicina ou Chlortetraciclina

  • Grupo das tetraciclinas

  • Menos eficientes do que a estreptomicina

  • Tratamento de sementes de crucíferas

  • Xanthomonas campestris pv. Campestris

  • Blasticidina

  • É sistemicamente ativo contra bactérias e fungos

  • Pyricularia oryzae, agente da brusone do arroz

Cicloheximida

  • Cicloheximida

  • Eficiente contra oídios em plantas ornamentais e ferrugem do pinheiro branco

  • Estreptomicina

  • Crestamentos bacterianos do feijoeiro e da soja, canela preta da batata, mancha angular do pepino, podridão negra das crucíferas, cancro do tomateiro, podridão mole da alface, requeima da batata e do tomateiro, míldio do brócolis e oídio da roseira

Estreptomicina

  • Estreptomicina

  • Mutantes de xanthomonas campestris pv. vesicatoria e de Clavibacter michiganensis resistentes a esse antibiótico.

  • Kasugamicina

  • Controle de brusone do arroz

  • Bactérias fitopatogênicas do gênero Pseudomonas

Objetivos:

  • Objetivos:

  • Minimizar o desenvolvimento das doenças e consequentemente, o desenvolvimento do patógeno;

  • Limitar a resposta do patógeno de tal forma que as medidas de controle aplicadas sejam duradouras;

  • Que o custo do controle seja o menor possível;

  • Que haja um mínimo de efeito indesejável sobre o ambiente e o homem.

Cuidados que devem ser tomados na aplicação

  • Cuidados que devem ser tomados na aplicação

  • Número e intervalos de aplicações;

  • DL 50;

  • Efeitos colaterais;

  • Persistência;

  • Compatibilidade com inseticidas e micronutrientes;

  • Sensibilidade da cultura;

  • Modo de ação dos fungicidas.

Comentários