Doença Hemolítica Perinatal

Doença Hemolítica Perinatal

  • A doença hemolítica perinatal (DHPN) ou eritroblastose fetal È um distúrbio generalizada que pode afetar o concepto de forma grave.

  • Possui uma incidência de um para 2.419 nascimento (Walker et al.1993), esta vem caindo a cada década devido à profilaxia com as imunoglobulinas.

  • Incompatibilidade do sistema ABO é de 40% a 50%.

  • Incompatibilidade do sistema Rh é de 5%.

  • No recém-nascido, a doença pode resultar em icterícia, anemia, dano cerebral, falência cardíaca e morte.

  • Seu fator etiológico é a incompatibilidade sanguínea materno fetal, com destruição das hemácias fetais por anticorpos maternos.

  • Em 98% dos casos a incompatibilidade sanguínea é relacionada aos sistema RH.

  • Após a introdução da profilaxia da incompatibilidade Rh com a imunoglobulina anti-Rh, os casos mais graves de DHPN tiveram sua freqüência bastante reduzida.

Conduta durante a Gravidez

  • Evidencia de Incompatibilidade Sanguínea entre o casal;

  • Determinação da Aloimunização Materna;

  • Avaliação das Condições Fetais:

3.1 Amniocentese;

3.2 Avaliação não invasiva (Ultra-sonografia/ Doppler/ Cardiotocografia).

1. Evidência de Incompatibilidade Sanguínea entre o casal

  • Sistema Rh

  • Sistema ABO

2. Determinação da Aloimunização Materna

  • Teste de Coombs indireto

  • Negativo repetir 28 semanas Negativo

1° dose da profilaxia( repertir 72h após parto).

  • Positivo aloimunização prévia titulação de anticorpos.

  • Obs.: O título de Coombs indireto o divisor de águas 1:16

3. Avaliação das Condições Fetais

3.1 Amniocentese;

3.2 Avaliação não invasiva (Ultra-sonografia/ Doppler/ Cardiotocografia).

3.1 Amniocentese

  • Princípio: identificação de bilirrubina no liquido na vigência de hémolise fetal.

  • 16 a 20 semanas;

  • Especfotometria : 450nm;

  • Transportado: Gráfico de Liley

Exame Complementar

  • Cordocentese

  • História prévia hidropsia fetal ou morte precoce.

  • A partir da 18° semana;

  • Tratamento

  • Transfusão intra-uterina.

3.2 Avaliação não invasiva (Ultra-sonografia/ Doppler/ Cardiotocografia)

  • Ultra-sonografia

  • Classificação biofísica do feto;

  • Grau de comprometimento fetal.

3.2 Avaliação não invasiva (Ultra-sonografia/ Doppler/ Cardiotocografia)

  • Cardiotocografia

  • Oscilação lisa;

  • DIPs tardios;

  • Oscilação sinusóide.

  • Obs.: As alterações clássicas estão presentes somente nos casos terminais.

3.2 Avaliação não invasiva (Ultra-sonografia/ Doppler/ Cardiotocografia)

  • Dopplerfluxometria artéria cerebral média fetal

  • Síndrome hipercínertica;

  • Aumento de fluxo.

· Velocidade sistólica máxima;

· Grau de hemoglobina.

Tratamento do Recém-Nascido

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