APS Fornecimento de água pela Concessionária Marcelo Padua 7º Civil A

APS Fornecimento de água pela Concessionária Marcelo Padua 7º Civil A

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE PATOS DE MINAS

FACULDADE DE ENGENHARIA E CIÊNCIAS AGRÁRIAS - FAECIA

CURSO: ENGENHARIA CIVIL - 7º PERÍODO - TURMA A

DISCIPLINA: INSTALAÇÕES PREDIAIS I

PROFESSOR (A): CELSO CURSINO GUIMARÃES

O FORNECIMENTO DE ÁGUA PELA CONCESSIONÁRIA

MARCELO ALFREDO S. DE PADUA

PATOS DE MINAS

2013

MARCELO ALFREDO S. DE PADUA

O FORNECIMENTO DE ÁGUA PELA CONCESSIONÁRIA

Trabalho apresentado como requisito parcial de avaliação na disciplina Instalações Prediais I do curso de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia e Ciências Agrárias do Centro Universitário de Patos de Minas, sob a orientação do professor Celso Cursino Guimarães.

PATOS DE MINAS

2013

O FORNECIMENTO DE ÁGUA PELA CONCESSIONÁRIA

Entrevista feita com o Eng.º Júlio César da Concessionária COPASA – na data de 04/03/2013

  1. A partir do consumo diário de água calculado para um prédio residencial ou de outra destinação, como o engenheiro especifica a bitola do tubo de entrada de água de um prédio (pode copiar e colar a tabela)? Ou como a concessionária o determina? Há casos excepcionais? Quais?

As ligações em 100% dos casos das residências são de ½” e, também em 98% nas Industriais, podendo ser de ¾” se for solicitado pelo Empreendedor caso comprove a necessidade. Para o dimensionamento é seguido à tabela de dimensionamento abaixo.

Fonte: http://www.COPASA.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=804&sid=45

  1. Entre consumo misto no mesmo prédio, entre residencial e comercial, qual prevalece? É a soma deles ou não? Por quê?

A água é a mesma para todos, mas os valores são diferenciados na hora da cobrança. Tem uma tabela de cobrança e esta que é a seguida. Sendo que o que prevalece é o maior consumo. Nos novos empreendimentos tem a opção de um modelo novo agora aplicado na COPASA como me foi descrito por ele:

No caso de Condomínios em geral. O Engenheiro da Obra instala um cavalete principal na entrada e depois coloca um cavalete para cada usuário em separado. A COPASA vai e instala os Hidrômetros em cada um destes cavaletes. Na hora da cobrança somam-se as leituras dos ramais e diminui-se com a leitura do Hidrômetro principal. Então se consegue separar certinho qual foi o gasto de cada usuário e essa diferença que sobra é paga pelo Condomínio.

  1. Como saber se a rede de água da concessionária tem vazão suficiente para o consumo previsto diário (ou mensal) do prédio ou empreendimento a ser construído?

Depende da população, no caso de Patos de Minas está em torno de 120 a 140 mil e faz uma média de gastos por dia. É feita um per capita que varia de acordo com o estabelecimento por pessoa, sendo que o mínimo de 3,6 pessoas/casa. A vazão é calculada para o consumo em 24h, mas sabem que só é utilizado em torno de 12h.

  1. Se o projeto for bem elaborado pelo engenheiro projetista, a concessionária oferece algum serviço de suporte para análise do projeto predial de água (e esgoto)? – Durante a execução da obra, existe algum serviço de apoio da concessionária para acompanhar o serviço? Como ele é feito? É oneroso (em que bases) ou gratuito?

O projeto chega ao escritório da Concessionária daí ele é enviado a Araxá para análise e possíveis correções depois de analisado ele volta ao Empreendedor que o corrige. A COPASA quando instala o Hidrômetro, depois da ligação feita no empreendimento, e aí acompanha a saída de água e se verificar vazamentos os indica e aguarda o Empreendedor os corrigir. Não há ônus sobre este apoio.

  1. Se o engenheiro fornece o endereço, a concessionária tem informações sobre a pressão estática disponível naquele local em M.C.A ou KPa? Se não, tem como o engenheiro projetista solicitar da concessionária uma medição piezométrica no cavalete provisório da obra?

O Empreendedor faz uma carta de solicitação a COPASA com sua locação, daí são enviados técnicos para o local que medem a pressão da água e o resultado vem em Metros por Coluna D’água – M.C.A.

  1. Se eventualmente o empreendimento (prédio, condomínio ou loteamento) estiver em área de parcelamento de uso de solo irregular, como pode ser feito o fornecimento de água?

A COPASA atende a Prefeitura, então somente serão feitas ligações em áreas liberadas pela Prefeitura.

  1. Quem efetua os testes de rede e ligação de água no empreendimento, existência de vazamentos (estanqueidade), alinhamento, posição correta de medidores, etc?

Os testes de rede interna e ligação são de responsabilidade do empreendedor, que ficará com o ônus dos respectivos concertos. A COPASA liga o Hidrômetro e é responsável até o ponto de entrada da água.

  1. Como são os cavaletes medidores usuais (de ½” e ¾”). Que parte é responsabilidade de execução da obra (usuário) e qual é de responsabilidade da concessionária, incluindo manutenção e troca? (pode copiar e colar o esquema fornecido pela concessionária do cavalete para instalação do hidrômetro) – Existe opção da concessionária se responsabilizar por toda a ligação, incluindo cavalete, serviço de pedreiro, material de instalação e medidor? Se existir, que ônus traz ao consumidor?

A COPASA fornece esquema para o usuário preparar o cavalete e o instalar, ou também se o usuário quiser instala o cavalete e depois o cobra na fatura pelos serviços. Sendo que manutenção e tudo referente depois do ponto de entrada por responsabilidade dos usuários. Os hidrômetros, recomposição do piso e a canalização da rua até o ponto de entrada responsabilidade da concessionária, sem ônus.

Esquema do Cavalete:

  1. Se for empreendimento tiver várias unidades (apartamentos e lojas), podem ser feitas as ligações individuais de medidores para cada unidade? Como são feitas as ligações se houver reservatórios inferior e superior? Como são feitas as leituras se os medidores estiverem situados em local de difícil acesso, por exemplo, na saída dos reservatórios superiores? É possível isto?

Sim, podem ser feitas ligações individuais. A ligação principal é feita na entrada da edificação. E os pontos demais podem ser feitos individuais para cada apartamento no ponto de entrada depois do hidrante principal, sempre em pontos de fácil acesso, onde a leitura possa ser feita até mesmo com a residência fechada.

  1. Liste as peças, tubos (PVC e FoFo) e conexões que compõem o cavalete.

Estão abaixo todas as conexões, tanto de ½” quanto de ¾”, retiradas do Manual fornecido pela COPOSA no dia da entrevista.

Item

Especificação das peças

Quantidade / Medida

 

Diâmetro ½’’

Cavalete

Embutido

1

Cotovelo de 90º de ferro galvanizado com adaptador para tubo PEAD (½" x 20)

01 un

01 un

2

Tubo de ferro galvanizado, classe média, com ou sem costura (½")

75 cm

100 cm

3

Cotovelo de 90º de ferro galvanizado (½")

03 un

03 un

4

Registro de esfera macho/fêmea, borboleta, em latão (½") (vide especificações)

01 un

01 un

5

Conjunto virola (porca / tubete / arruela) em liga de cobre ou ferro galvanizado (¾" x ½")

02 un

02 un

6

Tubo (gabarito) de ferro galvanizado, classe média, com ou sem costura, ou PVC roscável (3/4")

16,5 cm

16,5 cm

7

Tubo de ferro galvanizado, classe média, com ou sem costura (½")

60 cm

100 cm

8

Tubo PEAD (polietileno de alta densidade), flexível, cor azul, DN 20 (tubo de espera)

 

 

Item

Especificação das peças

Quantidade / Medida

Diâmetro ¾”

Cavalete

Embutido

1

Cotovelo de 90º de ferro galvanizado com adaptador para tubo PEAD (¾" x 20)

01 un

01 un

2

Tubo de ferro galvanizado, classe média, com ou sem costura (¾")

75 cm

100 cm

3

Cotovelo de 90º de ferro galvanizado (¾")

03 un

03 un

4

Registro de esfera macho/fêmea, borboleta, em latão (¾") (vide especificações)

01 un

01 un

5

Conjunto virola (porca / tubete / arruela)

02 un

02 un

em liga de cobre ou ferro galvanizado (1" x ¾")

6

Tubo (gabarito) de ferro galvanizado, classe média, com ou sem costura, ou PVC roscável (1")

19 cm

19 cm

7

Tubo de ferro galvanizado, classe média, com ou sem costura (¾")

60 cm

100 cm

8

Tubo PEAD (polietileno de alta densidade), flexível, cor azul, DN 20 (tubo de espera)

variável

Comentários