Gestão da Qualidade técnico em qualidade

Gestão da Qualidade técnico em qualidade

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Quando fala sobre custos de Qualidade divide em custos de avaliação, custos de prevenção e custos de falhas e tem como cliente a próxima pessoa a receber o trabalho.

"Qualidade é o trabalho de cada um e de todos".

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14 Etapas de um Programa de Melhoria de Qualidade, segundo Crosby:

01. Comportamento da gerência, 02. Equipe de melhoria da Qualidade, 03. Cálculo de Qualidade, 04. Avaliação do custo da Qualidade, 05. Conscientização, 06. Ação corretiva, 07. Estabelecimento de um Comitê especial para o PZD, 08. Treinamento de Supervisores, 09. Dia “zero defeito”, 10. Estabelecimento de meta, 1. Remoção de causa de erros, 12. Reconhecimento, 13. Conselhos da Qualidade, 14. Fazer tudo de novo.

“Qualidade significa concordância, não elegância, problema de Qualidade é coisa que não existe; economia de Qualidade é coisa que não existe; é sempre mais barato realizar corretamente a tarefa logo na primeira vez.”

“Se a Qualidade não estiver entranhada na organização, não se concretizará” “Qualidade é grátis, mas n o é presente”.

Crosby continua atuante em todo o mundo, escreveu vários livros e seus ensinamentos continuam fazendo parte de bons programas de Busca da Excelência.

É engenheiro e consultor. Atualmente é presidente da General System CoTem como

Um pouco sobre ARMAND V. FEIGEMBAUM crédito ter sido o introdutor do conceito de Total Quality Control. Nos anos 50, introduziu na General Eletric um sistema de custos da Qualidade direcionado para a total consideração da avaliação, prevenção, falhas internas e externas, buscando um sistema da Qualidade.

Feigenbaum escreveu vários artigos e dois livros: Quality...A Way of Managing the Business e Total Quality Control.

Prefere chamar seu TQC de TQS "Total Quality System", sistema este que envolve Gerenciamento, Sistemas de Engenharia e Motivação para a Qualidade.

Um pouco sobre OLEGGRESHNER

Foi consultor, engenheiro químico, estatístico e pedagogo. Ministrou mais de 500 cursos e simpósios sobre Controle de Qualidade e Círculos de Controle de Qualidade. Radicou se no Brasil e

Escola Técnica Regional _ Técnico em Logística Gestão da Qualidade foi o grande Mentor da Qualidade Johnson & Johnson.

Foi o fundador dos Círculos de Controle de Qualidade no Brasil (1972).

Em 1976 foi condecorado com a Medalha Internacional de P e D da Johnson & Johnson -

Philip B. Hofmann.

Em 1977 idealizou e lançou o Sistema CQAE (Controle de Qualidade Amplo Empresarial). Em 1985 foi condecorado pela Imbel com a Comenda de Corpo Especial e Classe de Mestre

Geral.

Em 1985 foi condecorado pela O & M São Paulo. Em 1985 foi criado em sua homenagem pelo MCB o troféu Oleg Greshner de Qualidade. Teve vários trabalhos e artigos publicados.

15 etapas do Controle de Qualidade Amplo Empresarial:

01. Apoio da Gerencia Executiva, 02. Promoção da importância da Qualidade na empresa, 03. Nova filosofia de Controle de Qualidade, 04. Treinamento, 05. C.C.Q., 06. Atendimento e prazo de entrega, 07. Garantia da Qualidade dos produtos e serviços, 08. Controle em processo pela produção, 09. C.Q. estruturados e eficientes, 10. Objetivos da empresa em 3ª dimensão, 1. Distribuição de responsabilidades, 12. Planejamento eficiente, 13. Normalização, 14. Programas motivacionais, 15. Futurismo.

"Qualidade é responsabilidade de todos e não única e exclusivamente do Controle de Qualidade".

"Qualidade não acontece, constrói-se; é responsabilidade de todos". "Qualidade não acontece sozinha; é uma frente de trabalho".

Nascido em Tókio em 1915 e falecido em 1986, era engenheiro químico, Mestre e Doutor, reitor e presidente da Musashi Institute of Technology.

Atuou na área de Qualidade por mais de 30 anos. Foi o criador dos Círculos de Controle da Qualidade.

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Foi autor de vários livros, palestras e artigos técnicos. Entre eles podemos destacar:

Guide to Quality Control – 1974. TQC (Total Quality Control) - Estratégia e Administração da Qualidade – 1986.

Ganhador do prêmio Deming, do prêmio Ninhonkeizai, do prêmio Padrão Industrial e do prêmio "Grant" da ASQS em 1971 pelo seu programa Educacional para o Controle de Qualidade.

De Ishikawa podemos extrair:

"Se o Homem é humano, e se todos são iguais, desde que o CCQ constitua uma atividade adequada à natureza humana, o movimento poderá ser desenvolvido em qualquer local do mundo; faço votos para que este movimento contribua para a paz mundial e o progresso da Humanidade".

“As normas Nacionais ou mesmo as Internacionais não devem constituir o objetivo para condução do C.Q.. Elas deverão ser utilizadas como referências, porém, dever-se-à buscar metas maiores que atendam as necessidades do consumidor, assentando-o em termos da Qualidade exigida, e concentrar as atividades para alcançá-la".

"A Qualidade inicia e com a Educação e não tem fim, é um processo contínuo".

"Se o TQC for conduzido por toda a Empresa, poderá contribuir para a própria melhoria da saúde organizacional assim como a da sua reputação".

"Se não houver liderança da alta direção, interrompa a promoção do TQC".

"Procure tornar-se uma pessoa que não seja sempre necessário estar presente na companhia, mas, indispensável à vida da companhia".

"Uma pessoa que não consegue administrar os seus subordinados não é competente como ele imagina ser. Quando ele conseguir também gerir os seus superiores, então poderá ser chamado de uma pessoa perfeita".

Estes expert’s juntos representam o que se fez de melhor no campo da Qualidade Total até hoje. 3. ENFOQUE DE PROCESSOS

Processo para a qualidade é um conjunto de ações, correlacionadas e integradas, que transformam os insumos recebidos em produtos/serviços que agregam valor aos seus usuários.

Este conceito é um dos pilares para a implantação das normas ISO, o entendimento deste ponto é fundamental para aplicação de diversas ferramentas da qualidade.

3.1. Conceito de processos Processo = uma transformação que agrega valor.

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São atividades coordenadas que envolvem recursos materiais, humanos, tecnológicos e de informação.

Enfoque por processos = forma estruturada de visualização do trabalho.

O Analista de Processos:

Preocupa-se com como fazer; Criação, implantação e melhoria do processo que vai suportar o negócio;

Busca o desenvolvimento de atividades que agregam valor ao produto ou serviço produzido.

Suas Habilidades:

Técnicas

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