Gestão da Qualidade técnico em qualidade

Gestão da Qualidade técnico em qualidade

(Parte 8 de 14)

• Estratificar a a o

• dentificar os itens que s o responsáveis pelos maiores impactos.

• Definir as melhorias de um pro eto, tais como: principais fontes de custo e causas que afetam um processo na escolha do projeto, em função de número de não conformidade, e outros.

Como Construir (pré-requisitos)

• Coleta de dados • Folha de verifica o

• A freqüência relativa e acumulada na ocorrência de cada item.

• Estratifica o, separando o problema em propor ões ou família

Como Fazer

• Decidir o que vai ser analisado, e o tipo de problema • elecionar o método e o período para coletar os dados Coletar os dados de acordo com sua causa e assunto. • Estabelecer um período de tempo para coletar dados, tais como: horas, dias, semanas, meses, etc. • Reunir os dados dentro de cada categoria

• Tra ar dois eixos, um vertical e um horizontal de mesmo comprimento

No eixo vertical da direita, fazer uma escala de 0% a 100%, e na esquerda uma escala de 0% até o valor total.

Listar as categorias em ordem decrescente de freqüência da esquerda para a direita. Os itens de menos importância podem ser colocados dentro de uma categoria "outros" que é colocada na última barra à direita do eixo.

Calcular a freqüência relativa e a acumulada para cada categoria, sendo que a acumulada será mostrada no eixo vertical e à direita.

Observações:

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É indese ável que o item “outros” tenha percentagem muito alta e isso acontecer, é provável que os itens não estejam classificados de forma adequada, sendo preciso rever o método de classificação.

Se um item parece de simples solução, deve ser atacado imediatamente, mesmo que tenha menor importância relativa. Como o gráfico de Pareto objetiva a eficiente solução do problema, exige que ataquemos somente os valores vitais. Se determinado item parece ter importância relativa menor, mas pode ser resolvido por medida corretiva simples, deve servir como exemplo de eficiência na solução de problemas.

Após a identificação do problema com o Gráfico de Pareto por sintomas, é necessário identificar as causas para que o problema possa ser resolvido. Por isso, é importantíssimo fazer um Gráfico de Pareto por causas, caso se queira algum processo.

A análise de Pareto permite a visualização dos diversos elementos de um problema, ajudando a classificá-los e priorizá-los (Campos, 1992, p. 199) Permite a rápida visualização dos 80% mais representativos;

Facilita o direcionamento de esforços;

Pode ser usado indefinidamente, possibilitando a introdução de um processo de melhoria contínua na Organização;

A consciência pelo “Princípio de Pareto” permite ao gerente conseguir ótimos resultados com poucas ações.

Existe uma tendência em se deixar os “ % triviais” em segundo plano sso gera a possibilidade de Qualidade 80% e não 100%;

Não é uma ferramenta de fácil aplicação: Você pode pensar que sabe, mas na hora de fazer pode mudar de opinião.

Nem sempre a causa que provoca não-conformidade, mas cujo custo de reparo seja pequeno, será aquela a ser priorizada. É o caso dos trinta rasgos nos assento X uma trinca no avião. É preciso levar em conta o custo em um gráfico específico e por isso, ele não é completo.

6.3. Diagrama de Causa e efeito (Espinha de peixe)

O Diagrama de Causa e Efeito (ou Espinha de peixe) é uma técnica largamente utilizada, que mostra a relação entre um efeito e as possíveis causas que podem estar contribuindo para que ele ocorra.

Construído com a aparência de uma espinha de peixe, essa ferramenta foi aplicada, pela primeira vez, em 1953, no Japão, pelo professor da Universidade de Tóquio, Kaoru Ishikawa, para sintetizar as opiniões de engenheiros de uma fábrica quando estes discutem problemas de qualidade.

Use Para

Visualizar, em conjunto, as causas principais e secundárias de um problema. Ampliar a visão das possíveis causas de um problema, enriquecendo a sua análise e a identificação de soluções.

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Analisar processos em busca de melhorias.

Como Construir

Estabeleça claramente o problema (efeito) a ser analisado. Desenhe uma seta horizontal apontando para a direita e escreva o problema no interior de um retângulo localizado na ponta da seta.

Faça um brainstorming (veja na página X desta apostila) para identificar o maior número possível de causas que possam estar contribuindo para gerar o problema, perguntando “Por que isto está acontecendo?”

Agrupe as causas em categorias. Uma forma muito utilizada de agrupamento é o 4M:

Máquina, Mão-de-obra, Método e Materiais (mas você poderá agrupar como achar melhor).

Para melhor compreensão do problema, busque as sub-causas das causas já identificadas ou faça outros diagramas de causa e efeito para cada uma das causas encontradas. Neste caso, seriam encontradas as causas das causas.

6.4. Fluxograma

Representação gráfica da seqüência de atividades de um processo. Além da seqüência das atividades, o fluxograma mostra o que é realizado em cada etapa, os materiais ou serviços que entram e saem do processo, as decisões que devem ser tomadas e as pessoas envolvidas (cadeia/ cliente/fornecedor). O fluxograma torna mais fácil a análise de um processo à identificação:

• das entradas e de seus fornecedores; • das saídas e de seus clientes;

• de pontos críticos do processo.

Símbolos

O fluxograma utiliza um conjunto de símbolos para representar as etapas do processo, as pessoas ou os setores envolvidos, a seqüência das operações e a circulação dos dados e dos documentos. Os símbolos mais comumente utilizados são os seguintes:

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Conector: Une vários fluxogramas Fluxo do Produto, documento, informação: Indica a seqüência das etapas do processo. Transporte: Indica movimentação de material. Processo: Indica uma etapa do processo. A etapa e quem a executa são registradas no interior do retângulo. Armazenagem: Indica um produto que está armazenado ao longo da cadeia do processo, e pode ser adicionado. Adição de matéria-prima: Indica a entrada da matéria-prima na etapa do processo. Decisão/ opção / inspeção: Indica o ponto em que a decisão deve ser tomada. A questão é escrita dentro do losango, duas setas, saindo do losango mostram a direção do processo em função da resposta (geralmente as respostas são SIM e NÃO).

Use para Entender um processo e identificar oportunidades de melhoria (situação atual).

Desenhar um novo processo, já incorporando as melhorias (situação desejada).

Facilitara comunicação entre as pessoas envolvidas no mesmo processo.

Disseminar informações sobre o processo.

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